quinta-feira, 3 de maio de 2012

CONTOS GLS


CONTOS: No banheiro da escola


Eu tenho 18 anos, mim chamo Lucas, estudo o terceiro ano do ensino médio tenho um corpo, vamos dizer, Malhadinho, 1,65 Alt., cabelo Loiro, sempre gostei de freqüentar a escola, pois acho ser fonte dos nossos conhecimentos, era uma dia de Quinta-Feira os professores quase todos tinham compromissos durante o dia, e não poderia aparecer na escola, sabe aquele dia que não tem quase ninguém na escola, então, decidir ir ao banheiro mijar, estava vestido em uma calça, blusa do uniforme e Sapato, No banheiro tem somente 2 vagas , uma era pra deficiente , E a outra era normal pra todos, decidir então ir no de deficiente já que o outro estava ocupado, quando eu ia entrando, saiu um moleque, Felipe, o mais gostoso da escola, malhado, 1,70 ,Cabelo moicano, estava com calças justa ao corpo, dava pra se ver o volume dele.

Eu perguntei assim pra ele: -Vai usar o banheiro ainda? , Ele sorrindo disse: - Não, pode ficar à-vontade! Eu entrei no banheiro e urinei ao sair do banheiro vi que ele estava a eu olhar de longe, dei uma breve olhadinha, Ele com a mão no pau, deu uma piscadinha.

Nossa eu delirei de tesão, entrei pra sala de aula e terminei minha atividade, Logo em seguida a professora liberou agente .No outro dia eu com intenção de ver aquele homem novamente, Fui ao banheiro ele estava no final do corredor quando mim viu, eu entrei e fiquei esperando, cara quando ele entro não mim segurei,Encostei ele na parede e beijei-o esfregando meu corpo sobre o dele,pegando no pau dele que já estava uma vara, deveria ter 17 Cm,devagar eu fui abrindo o Zíper da calça dele, uma calça justa mais de outra cor, uma cor verde, Abracei ele poupado a bunda dele, decidimos entrar pro banheiro, caso ficasse ali alguém visse, entramos na vaga de deficiente pois tinha mais espaço, tranquei a porta logo em seguida desabotoei o botão da calça dele tirando o pau dele pra fora, e fazendo um belo Boquete.

Ficamos uns 20 minutos no boquete, depois ele mim puxou e tirou minha calça pegando fortemente em minha bunda, por eu ser novo é empinadinha, E mim levantou Abrindo minha bunda , colocou um pouco de saliva no dedo e colocou na portinha do meu cuzinho, E amaciou espalhando a saliva, sentando no vaso sanitário ele pediu pra mim sentar no pau dele, eu como estava louco pra ver aquele pau entrando dentro do meu cuzinho sentei, Nossa escorreguei naquele pau , estava com muita dor mais conseguir botar aquele pau pra dentro, E sentir os pêlos encostando em minha bunda, encostando os ovos dele em minha bunda, eu delirava de prazer, ele fazendo vai e volta, Depois ele pediu pra mim ficar de quatro, mais o piso estava sujo de urina, Ai então fiquei de quatro encima do vazo sanitário, ele encostou aquele pau delicioso na portinha do meu cú e começou a bomba forte muito forte eu gemia de prazer e dor, Nossa aquele dia pra mim foi uns dos melhores que eu já tive em minha vida pois o Felipe mim comeu dentro do banheiro da Escola, continuamos nos encontrando, mais com pouca freqüência!
Bom esse foi meu conto isso aconteceu mesmo na minha escola, Querem mim adicionar no MSN?

EU E MEU PRIMO

Oi meu nome é leonardo(nome fecticio) tenho X (proibido dizer) anos,tenho 1,65 metros sou moreno dos olhos castanhos.meu primo tambem tem X (proibido dizer)
anos 1,60 metros nome dele é pedro (nome fecticio) é branco dos olhos verde. isso aconteceu comigo em 30 de novembro de 2011. Estavamos conversando pelo orkut e falei pra ele vim dormir em casa,ai falei pra ele vim com minha mae q tava em sua casa, ai liguei la e pedi pra irmã dele, ai ele veio; ficamos conversando a noite no pc e jogando, depois fomos dormir. No dia seguinte acordamos e fomos tomar café, depois fomos pro pc jogar "combat arms", ai ele tava jogando e eu disse: nossa me deu uma vontade de bater em alguem, ai ele disse: bate pra mim, ai eu disse opa só se for agora, brincano, e passei a mão nele, ai pedi pra deixar eu jogar no seu celular, ele falou: "se vc consegui por a senha", ai tentei e nao deu ai falei uma senha pra ele por que eu fazia tudo o q ele queria, ele foi la e pois, ai perguntei: o q vc quer? ele falou: bate uma pra mim, eu disse: só se for agora, de nov,o e passei a mão em cima do seu pinto brincando e falei: vc ta falando serio? ele disse: to, ai ele pois no red tube e tiro o pinto pra fora e começou a se masturbar e falou: to esperando, ai eu falei: vc não vai contar pra ninguem, ele falou: nao, peguei e toquei, depois falei q nao tinha coragem, ai minha irmã foi mecher e fomos jogar uno na minha cama e falei: posso desenhar com o dedo em vc ? ele falou: pode, ai eu disse: em que lugar? ele falou: no meu pinto, ai coloquei a mão na coxa dele e fui subindo e começei a alizar e coloquei a mão por dentro da sua calça e tirei pra fora e começei a bater, ai ele falou: chupa, ai eu fui começei fazer uma boquete pra ele até ele cozar na minha boc, ai nos beijamos e ele bateu pra mim e chupou ate eu gozar. continua..... me add ai no msn:leo_safadinho2012@hotmail.com mande seu conto





EU E MEU AMIGO





Ola amigos, o que vou relatar agora realmente aconteceu comigo e um amigo...eu e ele estavamos na adolecencia eu deveria ter de 13 pra 15 anos e ele deveria ser um ou dois anos mais velho do que eu...eu frenquentava uma igreja aonde o pai de Ricardo meu amigo era zelador e morava numa casa nos fundos da igreja, nao sei ao certo como comecou, mas eu e ricardo sempre estavamos juntos, jogando bola, vendo filmes pornos, vendo revistas de mulher pelada, coisas que adolecentes da nossa idade fazem, ate que um dia depois da igreja eu chamei ricardo pra almocar na minha casa ele falou que sim e que iria perguntar pros pais dele se podia, os pais dele deixaram e ele foi no carro comigo e meus pais...chegamos em casa, fomos jogar video game, depois almocamos e meus pais foram deitar, ficou so eu e ricardo no meu quarto assistindo tv, foi quando ricardo comecou a passar a mao na minha bunda, na hora eu nao falei nada, eu estava ate gostando, mas a coisa foi que esquentando e ricardo mandava eu sentar no colo dele e ficamos assim sem meio o que fazer pois nunca tinhamos transando nem com homem e nem com mulher, ficamos assim a tarde toda ate que chegou a hora de tomar banho pra pode ir na igreja a noite e fomos tomar banho juntos, meu pai nao gostou muito, so no outro dia que ele veio falar comigo, mas no banho eu alisei ricardo todo que mesmo com seus 16, 17 anos tinha um pau grande e grosso e meio torto, ele passou sabao em todinho e ficou alisando minha bunda, eu a mando dele lavei seu pau bem lavadinho e foi so.

Bom os dias se passaram e eu e ricardo sempre andavamos juntos, brincavamos de pique-esconde e sempre eu e ele escondiamos juntos sempre ricardo atras de mim encostando seu pau na minha bunda, iamos em acampamentos e ele dormia na barraca junto comigo e sempre ficamos nos relando, nao tinhamos muita nossa do que poderiamos fazer mais um com o outro...mas a coisa a cada dia estava esquentando e nossa conseiencia foi pesando pois na nossa cabeca era errado dois meninos transarem, ate que um dia saimos escondido da igreja e fomos pra casa dele...

ficamos nos pegando ate que ele me colocou deitado de bunda pra cima na cama dele e ficou fazendo movimentos em cima de mim ate que senti algo molhado no meu cuzinho, eu me assustei e fiquei ate bravo com ele pensando que ele tinha cuspido no meu cuzinho, so depois vim saber que era aquela aguinha que sai do pau quando estamos com tesao. Desse dia em diante ricardo comecou a querer mais e numa de nossas escapadas pra sua casa ele me pediu pra eu eu chupasse seu pau...fiquei gelado na hora mas a vontade falou maior e chupei ricardo pela primira vez, ele tb me chupou mas era eu quem chupava pais, so que nao abria a cabeca pra fora n, so chupava por cima, ate um dia que ia ter um show na minha cidade nao sei de quem e eu tava sem grana pra ir, ricardo falou que me dava a metade se eu chupasse a cabeca do seu pau...depois de alguns minutos tava la eu chupando a cabeca do pau de ricardo e ate o masturbei, foi uma delicia, desse dia em diante eu sempre chupava ricardo.

Bom, mas nossa consiencia pesava a cada dia e falamos que iriamos parar com tudo pois teriamos que comer era as meninas, pra resumir um pouco, os anos se passaram e eu me casei com 24 anos e ricardo nessa epoca estava morando em outro pais, crescemos ficamos adultos e ricardo ficou uns 8 anos morando fora, ate me separei e me casei de novo, ricardo ja tinha voltado pra minha cidade mas nao mais a mesma ligacao, sempre nos viamos em festas mas nao converssavamos muito, ricardo tb se casou e foi numa festa de casamento da irma de um amigo nosso em comum que conversamos mais...cheguei na festa ja n tinha mais lugar pra sentar ai chamei minha esposa pra sentar com ricardo e sua esposa, perguntei pra ele se tinha problemadesentar com eles e ele disse que n...ai conversa vai conversa vem as nossas mulheres ja estavam bem entrosadas, ricardo me contanto sobre suas aventuras em outro pais, e bebida vai bebida vem ja estavamos bem a vontade um com o outro...foi entao que tocamos no assunto da adolecencia, as duas nem dava moral pra nosdois, estavam na maior das fofocas...eu falei...ricardo vc lembra das nossas brincadeiras de quando eramos adolecentes? ele disse que sim e que fossemos mais experientes naquela epoca muita coisa tinha acontecido...eu concordei com ele e ficamos relembrando tudo...meu pau estava duro e pensei comigo sera que o de ricardo tb ta ? foi ai que ir mais alem, como ele estava do meu lado passei a mao por debaixo da mesa e fui em direcao ao pau dele bem discretamente...peguei e vi que ele tb estava de pau duro...ele me olhou comum olhar meio de espanto...eu falei...eu tb to desse jeito so de lembrar das nossas aventuras...ai foi ele que veio com a mao e pegou no meu pau...o nosso tesao subiu na hora...eu falei pra ele que ia no banheiro e ele veio junto...chegamos no banheiro e ficamos meio sem graca, mas ele deu a ideia de entramos numa das portas que fica o vaso...entramos e fechamos a porta...ricardo tira o pau pra fora e eu pego naquele pau ainda maior e ainda mais grosso e que continuava torto, peguei e comecei a chupar, nossa que delicia sentir aquela pica na minha boca de novo foi uma delicia...

Só que nao podiamos ficar ali muito tempo...logo voltamos pra nossa mesa...e ficamos assim a noite toda...voltamos ao banheiro umas 3 vezes e eu chupei o pau dele todas as vezez...ricardo me deu seu telefone e disse que queria ir para um motel comigo no dia seguinte...como o dia seguinte era domingo ficou facil, falei pra minha esposa ia jogar bola com ricardo...e foi que a mulher dele teve a ideia de ficar la em casa esperando nos dois...no outro dia ricardo la pelas 11 da manha chega na minha casa e deixa sua esposa com a minha e vamos direto para um motel, claro que levei uma mochila com as coisas do futebol e ricardo fez o mesmo...meu chegamos no motel ricardo ja foi tirando a roupa e na garagem mesmo eu ja estava chupando seu pau...chupava com vontade, lambia a cabeca, chupava as bolas, o saco, fazia um servico bem feito...ate ricardo me perguntou aonde eu tinha aprendido a chupar assim...eu disse que tinha transado com dois homens ate aquele momento, mas que ja fazia tempo...ricardo tb confessou que tinha transado com homens, entramos pro quarto ja estavamos pelados e eu contiuei chupando o pau dele e foi quando ele quis fazer um 69, aonde eu fiquei por cima chupando o pau dele e ele ora chupava meu pau ora chupava meu cuzinho...nossa tava uma delicia...ricardo falava que queria comeu meu cuzinho, que daquele dia em diante iriamos transar sempre...foi entao que fiquei de 4 e pedi, me come vai...mete esse pau gostoso no meu cuzinho...ricardo nao pensou duas vezes e veio por tras e me enrrabou gostoso, hummmmmmmmmmm que delicia de pau ricardo, mete vai...me come...eu sei que vc quando me via queria me comer, agora come...ricardo ia aumentando o ritmo e fazia cada vez mais forte e rapido...passou a me comer de frango assado, depois em pe...me comia sem do, cavalguei gostoso no pau dele e por fim ele me colocou deitado na cama e veio por cima e enterrou de uma vez...nossa que delicia,ficou mentendo forte ate eu sentir seu pau ficando ainda mais grosso foi quando ele gozou dentro do meu cuzinho...hummmmmmmm, que coisa deliciosa, ricardo gozou muito e deu seu pau pra eu limpar...disse que nunca tinha comido um cuzinho tao gostoso, fomos tomar banho e como nos velhos tempo eudei banho nele todinho e ele em mim...ricardo pediu pra eu gozar na boca dele enquanto ele fazia um boquete no chuveiro...me chupou gostoso ate eu gozar na boca dele...ele disse que nunca deu o cuzinho pra ninguem mas que pra mim ele iria dar, mas nao naquele dia...voltamos pra cama pegamos uma cerveja e logo estava eu chupando o pau dele de novo...ricardo metia seu pau na minha boca como se tivesse comendo uma bucetinha...me colocou de 4 de novo e foi metendo gostoso demorou mais a gozar...ficou me comendo por uns 40 minutos eu gosei oura vez mas sem tocar no meu pau...ricardo anuncia que vai gozar e me manda abrir a boca, eu obedeco e claro e sinto o primeiro jato de porra, depois o segundo e o terceiro...todos dentro da minha boca...ricardo diz...agora engole...eu obedeci e engoli toda a sua porra e ainda chupei seu pau ate ficar limpinho...tomaos outro banho e fomos embora...

Ricardo disse que daquele dia em diante eu seria a sua putinha e que da proxima vez era pra eu ir de calcinha...fomos embora mas antes sujamos nossas roupas de jogar bola, molhamos ela e fomos pra casa...teve mais outras transas...depois dessa eu fui de calcinha como ricardo me pediu...depois eu conto como foi...teve uma transa que levamos um travesti lindo...depois eu conto como foi...

email loiro23boy@hotmail.com




MINHA PRIMEIRA VEZ



olá! meu nome é João, sou de Portugal. adoro esse blog. este é o meu primeiro conto. espero que gostem.
ora, eu tenho 17 anos, tenho 1 metro e 80 e olhos azuis. vou relatar a minha primeira vez.
foi quando eu tinha 14 anos. eu estava na praia com uns amigos, e fui ate a casa de banho. quando la cheguei vi um rapaz alto, moreno e corpo malhado. fiquei pasmado. ele me olhou e se foi embora. quando regressei para pe dos meus amigos, quem e que eu encontro? o rapaz da casa de banho. ele estava jogando a bola sozinho, e eu fui perguntar se ele queria companhia. ele disse : "-claro!". entao eu começei perguntando,ele me disse que se chamava Pedro, e que tinha 18 anos.
o dia foi passando, e meus amigos foram-se embora, ficando eu sozinho. entao ele disse :"-queres que te leve a casa?" eu : "porque nao?". quando dei por mim, estavamos a porta de casa sim, mas nao da minha, da dele. eu disse : "entao?" ele respondeu : "tenho que ir tomar um banho primeiro. se quiser pode vir para dentro e esperar la"
ele começou a tomar seu banho , na sua casa (que era apenas seu quarto, uma pequena cozinha e a casa de banho) mas deixou a cortina aberta, de preposito. eu me pus a espreitar. hummm, que delicia, ele nu, com seu corpo malhado, perfeitamente esculpido. perfeito. de repente, enquanto eu estava vendo ele no banho tocou a campainha e ele olhou para a porta e me viu espreitando... mas como a campainha tinha soado nao me disse nada. ele foi abrir e era o correio.que vinha entregar umas revistas que ele tinha encomendado... ele abriu o pacote e quando eu vi que revistas eram meu coraçao ficou palpitando
aquele moleque lindo era gay!
ele me disse que ia terminar seu banho e ja voltava. eu me pus logo a ver aquelas revistas e quando ele acabou seu banho ainda eu estava vendo as revistas. ele disse : "quer que prepare algo para comer?" eu "pode ser, ja tenho fome" (a fome que queria dizer nao era de comida, mas de sexo, mas ele nao percebeu)
ele cozinhou, e voltou. comemos na bancada que separa seu quarto da cozinha. a conversa estava a ser interessante, e, inevitavelmente, teve que ir parar no sexo.. ele me disse que nao teve sexo com muitas pessoas. eu lhe disse que era virgem ainda. entao ele me disse "gpstava de poder mudar isso" e quando disse isto passou sua mao por minha perna. eu corei logo. ele disse "nao fique envergonhado nao" e me beijou. eu fui ao ceu e vim. nunca tinha beijado um rapaz (ja tinha, mas nao daquela maneira, so na brincadeira).
logo passamos para a cama, onde continuamos nos beijando. depois ele pos sua mao em minha bunda e eu minha mao dentro de seu calçao e de seu boxer. ele tirou minha camisa, eu a dele. comecei beijando seu peitoral, fui descendo, e tirei seus calçoes e ele ficou apenas de boxer. comecei beijando seu pau em seu boxer e ele começou crescendo. tirei o boxer e começei a chupar seu pau. chupei durante 10 minutos e ele me disse que queria enfiar em minha bunda... eu com receio disse que nao sabia.. mas ele me disse que ia ser meigo. entao eu deixei
ele me tirou minhas calças e meus boxers, colocou a camisinha em seu pau e me pos de quatro. começou por enfiar a cabeçinha, eu estava cheio de dor. ele foi devagarinho devagarinho ate que estava todo dentro de mim.
entao ele logo começou o vai-vem e me fudeu todinho. quando estava para gozar tirou seu pau e eu punhetei ate ele gozar... dps lambi seu corpo cheio de esporra. humm, foi uma delicia
foi minha primeira vez. hoje ele tem seus 21 anos, continua lindo e de vez em quando nos encontramos.




  SEXO NO MATO
Sou um jovem e vou contar como perdi a virgindade do meu cuzinho! Eu fui a uma lan house no setor chamado Jd. Vila Boa, na cidade de Goiânia e ao sentar na cadeira, um cara lindo, alto, moreno e malhado que estava ao meu lado me cutucou e me pediu o msn, então eu disse:
- meninux@hotmail.com .
Logo ele me adicionou e começou a falar comigo, primeiro perguntou se rolava algo, então perguntei ao o que ele se referia, então ele disse que queria fazer sexo, perguntei quantos anos ele tinhae ele respondeu que tinha 25, para não parecer desesperado dei uma de difícil e disse que não sabia se ia rolar pois era virgem, quando disse isso ele ficou doido! Continuando a conversa pelo msn eu decidi que sim, então saímos da lan house e fomos procurar um lugar que desse pra gente ficar a vontade, mas não achamos, então decidimos entrar numa mata que ficava em um bairro chamado Faiçalville, próximo ao que estávamos, fomos pra la e entramos em uma trilha quando vimos muitas arvores saimos da trilha e entramos na mata, em um lugar onde ninguém pudesse nos ver nem nos escutar, então começamos.
Ele pediu para eu tirar a roupa então eu tirei e ele tirou a dele, e pude ver o seu corpo todo definido e sem nenhum pelo, eu quase morri, na hora elemeu pau cresceu e ele disse assim:
- Não se preocupa, não vai doer nada vou fazer com muito carinho e eu tenho um gel lubrificante que vai ajudar também!
então ele mandou eu começar a chupá-lo, eu sem escolha, peguei aquela pica murcha e coloquei dentro da boca e fui chupando, senti um cheiro entanho, o bilau dele estava fedendo, mas eu adorava aquilo e comecei a sentir aquele pau gostoso e fedido crescer dentro da minha boca. Ele começou a empurrar minha cabeça contra seu pau me fazendo engolir todo aquele delicioso bilau! Ficamos uns dez minutos so no boquete então ele disse:
- se levanta e vira de costas, e não se preocupa não vai doer!
e eu disse:
- Não por favor eu to com medo!
me respondendo, ele disse:
- Não vai doer não, vou devagarzinho!
Então ele tirou o gel da sua mochila e passou no meu cú, pegou também a camisinha e pôs no seu pau, e me abraçou por trás enfiando o seu pau em mim bem devargazinho, no começo doeu um pouco, mas ai a dor vitou um prazer estranho que eu nunca tinha sentido,logo depois ele começou a fazer os movimentos de vai e vem bem devagar e começou a aumentar a velocidade de pouquinho em pouquinho. Fui ficando louco e gemia muito, então ele começou a falar:
- Seu veadinho, vou te fuder todo filho da puta!
E eu adorava aquilo! Ele parou de me fuder e colocou o deu pau na minha boca e me fez engolir ele todinho e ele disse:
- Agora engoli a minha porra, vagabundo!
E eu senti aqueles jatos de porra quente na minha garganta, e fui engolindo-os, foi uma delícia!
Quando acabamos nos vestimos e saimos do mata e no cominho fomos conversando e ele me perguntou:
- Você gostou?
E eu respondi:
- Adorei, foi muito bom, mas meu cu ta doendo um pouco!
E ele respondeu:
- É normal logo passa, na próxima vez vc nem vai mais sentir dor.
Então continuamos cominhando e conversando e ele acabou me dizendo que é casado com uma mulher, e que era pra eu entra no msn no dia seguinte porque ele tinha gostado muito de mim, e era pra gente marcar outro encontro!
MANDE EMAIL PARA LOIRO23BOY@HOTMAIL.COM





COMI MEU NOVO AMIGO
Vou me apresentar primeiramente. Leio os contos eróticos a muito tempo, sempre tive vontade de colocar minhas histórias (que são muito boas, de verdade) mas nunca fiz, então depois de mais uma punhetinha hj, resolvi postar um conto meu. Meu nome é Rodrigo, tenho 27 anos e esta história que vou contar é verica e aconteceu quando eu tinha 21 anos. Sempre fui um cara bonito, corpo legal, atraente e bem comunicativo, como sempre fui da galera da minha cidade estava sempre com mulheres, sempre namorando altas gatas e tudo mais, então não desconfiavam de nada de mim, mas meu tesão maior sempre foi por garotos, ainda mais se fossem lindos e mais novos, ae eu piro!!! rsrs... Intaum vamos a minha história...

Tinhamos uma galera que se reunia direto pra tomar uma e azarar a mulherada, em um belo dia o Adriano um amigo nosso aparece com um novo amigo, seu nome era Lucas, tinha apenas 16 anos e já chegou sendo o mascote da galera (Eu pirei na hora que eu vi, cabelos lisos grandes, cara e estilo de modelo, o muleque era muito lindo e tinha uma bunda que pqp!!). O Lucas como todo garoto que entra numa nova galera, ainda mais se for o mais novo da turma, tava deslumbrado com aquilo tudo, eu percebia que ele tava se sentindo um novo homem, ainda mais que aparentemente ele não tinha muita condição financeira, mas era o cara da galera agora, e eu já estava planejando como faria pra pegar aquele menino. Na galera nunca tinha tido nada com ninguém, sempre tive muito medo de me expor.

Se passaram umas 3 semanas e eu como sou muito comunicativo já tinha feito uma puta amizade com o Lucas e parecia que nós que éramos amigos antes, já éramos os melhores amigos alí e ninguém nem pensava nada, nem o Lucas, claro. Neste período eu já tinha pego uma puta e pago ela pra gente comer juntos, e fomos eu e o Lucas com a puta pro motel (foi a primeira transa dele) eu meti pra lá e ele tbm, ae ganhamos a liberdade que eu queria com ele, sabia que ae ele estaria na minha mão deste dia em diante, virei seu ídolo rsrs. Mas ainda não sabia como faria pra comer aquele moleque.

Até que um dia meus pais resolveram viajar e meus irmãos foram também, eu falei que naum queria ir e tals e ae fiquei sozinho o final de semana em casa e pensei, é agora a minha chance. Na sexta feira saímos e fomos pra um barzinho como de costume, antes de irmos combinei com o lucas que ele dormiria lá em casa comigo, bebemos pra caramba, e eu cuidei pra que ficássemos bem chapadinho. Ao chegar lá em casa preparamos as camas no meu quarto mesmo e começamos a falar de sexo, ae na hora comecei a inventar uma puta história (cara como pude inventar aquilo!! rsrs), falei com ele que eu ganhava grana (meu pai tinha dinheiro né e sabia que ele naum tinha e que era loko pra ter a vida que eu tinha) com um esquema de programas em SP, que de vez em quando eu viajava a Sampa pra fazer uns programas e tals e que o negócio era bom demais dava pra tirar uns R$2000,00 por mês. O mlk ficou doido e foi se interessando, me perguntou se as mulheres eram gatas e tals, eu falaei que mais ou menos, mas ae falei com ele que falaria uma coisa que teria que ficar entre agente e ele me disse claro cara, sabe que naum falo nada pra ninguém, intaum falei com ele que o que dava mais dinheiro era transar com homens. Ele se espantou e perguntou se eu já tinha feito com homens tbm, intaum eu falei que sim, mas que era pela grana e que eu naum era viado por isso naum. Vi que ele tinha ficado meio estranho, mas seu desejo pela possibilidade do lucro falava maior e então arrisquei:
- Lucas se quiser posso te colocar no esquema cara, vc poderá ganhar uma grana massa.
Pra minha surpresa ele me respondeu:
Blz cara, quero sim (falou numa boa, eu quase enlouqueci de tesão nesta hora)
Então já fui logo falando com ele:
-Então cara, pra vc entrar tem que começar comigo, vai ser bem melhor pra vc, já que agente tem liberdade um com o outro vai ser mais fácil até vc se acostumar. Se quiser podemos começar hj, e se for tudo tranquilo amanhã mesmo eu já aviso o pessoal que tem mais um krinha comigo (rsrsrs).
Ele entaum topou e eu juntei nossas camas e falei pra ele tirar a roupa e fui tirando a minha, paramos um do lado do outro e falei pra ele pegar no meu pau, ele sem jeito pediu que eu pegasse no dele antes, eu claro fui e peguei. Cara que muleque gostoso, e ele em seguida começou a me punhetar. Nesta hora pirei de vez, o muleque é muito lindo mesmo, de verdade, um modelo, as meninas todas eram gamadas nele e eu ali com o cara me punhetando e eu nele. Sei que em seguida falei pra fazermos um 69 e ele numa boa foi, nos viramos e começamos a nos chupar, nessa hora sentia que meu pau já se melava todo e ele mamava meu kcete na maior sem reclamar nadinha. Eu chupava o pau dele com muita vontade, tava com muito tesão. Quando vi que se eu continuasse ali eu iria gozer mandei que ele se virasse e ficasse deitado de costas pra mim, ele numa boa virou (nesta hora eu ja estava dominando tudo, o que eu mandasse aconteceria hehehe) quando vi aquela bunda perfeita virada pra mim, quase gozei, comecei a chupá-lo e a chupar sua bunda lubrifiquei bastante e comecei a tentar enfiar, mas como ele era virgem, não estava aguentando de dor, eu tentava cada vez mais mas ele me pediu que parasse, eu como não queria espantar o garoto não quis forçar a barra, sabia que assim eu teria mais vezes. Voltamos a nos punhetar então até gozarmos juntos, levantamos e fomos tomar banho e ae dormimos. No outro dia acordei de pau duro já, loko de tesão, mechi com o Lucas e já encostei de pau duro nele, fui tirando sua roupa e pedi pra ele me punhetar ele começou numa boa e só falou comigo que sua bunda tava doendo muito que naum era pra tentarmos nada daquele jeito naquele dia naum, mas que eu podia ficar tranquilo que quando melhorasse iria rolar (eu naum via a hora disso), então me sentei enconstado na cama e pedi que ele me chupasse, ele me chupou até que eu gozei com ele me punhetando. Neste dia saímos e fomos pro barzinho como se nada tivesse acontecido. No final da tarde sabia que Lucas dormiria lá em casa de novo, então fui na farmácia e comprei um KY, esperando que pudesse rolar. Saímos a noite e quando voltamos, chegamos em casa e a coisa rolou mais solta. Ao chegar puxei o Lucas e dei um beijo na sua boca (cara eu nunca tinha beijado um homem, já tinha feito umas putarias, mas nada demais, só mais novo com primo mesmo, nem fudido eu tinha ainda) ele se assustou e me perguntou se teria que beijar os caras nos programas também, eu falei que sim, mas nesta hora ele já era todo meu, eu sabia disso. Começamos a nos pegar e a coisa esquentou rapidinho. Coloquei o Lucas na cama e tirei sua roupa, também tirei a minha e começamos a nos chupar, cara que chupada maravilhosa aquele muleque tinha, até agora acho que eu não acreditava que aquilo tava acontecendo. Quando fui virá-lo ele me disse que sua bunda ainda tava doendo, mas então falei com ele que eu tinha comprado um gel que iria facilitar e que ele não iria sentir dor. Então lambuzei o cuzinho daquele menino com muito gel e minha pica tbm, coloquei um travesseiro embaixo da sua bunda para que pudesse ficar bem empinadinha e então comecei a enfiar, ele fazia uma cara de dor e aquilo ia me deixando com mais tesão, mas ele não falava nada, parecia que queria que aquilo acontecesse, então quando menos esperava meu pau tava todo dentro dele, quase morri ali mesmo, eu bombava aquela bundinha e nauma crditava que tava acontecendo aquilo, o Lucas só sabia gemer e fazer kara de dor, ae que eu ficava com mais tesão ainda, eu ia metendo, metendo e bombava e o muleque lá, aguentando toda a minha vara, guloso, aquele machinho da galera, meu amigo, tava lá agora com o rabo cheio da minha vara e gemendo que nem uma putinha. Eu tbm gemia muito e falava com ele que ele era muito gostoso, que o povo de sampa ia ficar doido com ele, ae que ele se soltava mesmo. Na hora que eu ia gozar me levantei um poko e comecei a bater pra ele e gozamos quase que juntos, eu gemia muito quando gozei. Bombei tanto que na hora de gozar gozei em sua bunda mesmo, enchi seu cú com minha porra, devo ter gozado uns 2 litros de porra. o Lucas gozou também. Ele tava exausto, quando acabamos, nos beijamos de novo e fomos pro banho.

Eu ainda em êxtase, sabia que dalí em diante comeria meu amigo sempre. Pra manter minha história enrolei ele muito tempo falando que naum tava rolando nada por enquanto e tals mas que eu tinha conseguido uma ajuda de custo pra ele até agente viajar e ia dando uns R$50,00 por semana pra ele. Como ele já tinha dado e já tava no negócio, qualquer coisa era lucro, rsrsrs. Continuei comendo o Lucas durante um ano, neste mesmo período eu namorava com uma garota que fiquei 2 anos com ela e tinha que revezar meu tesão, mas sempre guardava com muito mais carinho minha porra pro Lucas, meu amiguinho com aquela carinha de muleque que me pirava. Tenho vários outros contos com amigos meus, todos são \"heteros\" tem namorada e tals, mas eu sempre dava um jeitinho, acho que fiquei experiente nesta história de fazer amigos hetros mais novos rsrs. Todas as minhas histórias são verídicas, naum curto ficar com viados, nem assumidos. Tenho namorada, mas adoro uns krinhas mais novos com jeitinho de macho que também naum curtem se expor. Estou morando em Ribeirão Preto, SP, se algum muleque daki quiser me escrever me mande um e-mail que combinamos de aprontar alguma brincadeira por ae. Se votarem legal em meu conto escreverei mais. Até breve.





ACAMPAMENTO DE FERIAS



Faço questão de relatar uma das minhas melhores experiência sexual,no meu ultimo ano de colégio, a escola nos levou para um acampamento de férias.

O passeio iria durar em torno de 7 dias, e eu e meus amigos estávamos em busca de azarar as gatinhas que estavam por La. Rsrsrs , até então nada havia passado pela minha cabeça maliciosa, após jogar bola com os garotos fui tomar banho em um chuveiro comunitário, onde um fica nu na frente do outro.....eu sempre tive muito cuidado com isso, pois sei que a qualquer momento o meu pau poderia ficar duro,e então a galera iria me descobrir rsrs

Sendo assim eu esperei que todos tomassem banho primeiro, e eu seria o ultimo, após todos os caras saírem do banheiro, fui tomar o meu banho tranquilamente, até a hora do instrutor do local entrar para tomar banho ao meu lado.

O cara era simpático e bem extrovertido, chegou e me cumprimentou de longe, tirou a roupa e entrou no chuveiro.

A principio eu não olhava para o instrumento dele, mais derrepente eu me deparei com aquele pau sendo esfregado com sabão, aquela bunda empinada, aquele peito definido. Ele não era bombado, mais seu corpo tinha uma boa definição, sem querer fiquei excitado.

Logo fiquei de lado, e eu não sabia o que fazer continuar ali e tentando admirar aquele pau, ou sair correndo.....e então o cara me perguntou se eu ele poderia trancar a porta, pois ele queria ficar mais a vontade, eu disse que sim né rsrsrs

O instrutor veio ao meu lado e disse porque você esta com esse pau duro, eu sem graça não falei nada, ai foi a hora em que ele me beijou......e ai começou, não demorou muito eu meti a minha boca naquele pau duro e grosso, eu chupei as bolas e pedi para ele abrir as pernas e se inclinar na parede para eu chupar o cúzinho dele, o cara gemia e gemia....estava ficando louco de tezao, e eu com a minha língua me esforçava para enfiar no cú dele com todo o gosto.

Depois disso ele pediu pra me comer, e até então eu não tinha dado pra ninguém, mais ele disse que iria fazer com todo o carinho do mundo,ai eu não resisti e dei pra ele, o pau dele parecia que iria sair pela minha boca, ele bombava na minha bunda....e eu apenas mordia os meus lábios de tanto sentir dor, porem o tezao me fazia subir pelas paredes.

Depois foi a vez dele que ficou de quatro e eu arrebentei aquele cuzinho,enquanto eu metia no rabo , eu colocava meu dedo na boca dele, e ele parecia um gatinho com fome,eu gozei nas costas dele, e ele já tinha gozado.....nos limpamos e saímos do banheiro, e ele disse para eu voltar no mesmo lugar as 3da manha.

No período da noite eu fui para o meu quarto enquanto o meu pessoal estava zuando nas quadras.....o meu dormitório era para quatro rapazes e quando eu voltei ao meu, o Junior estava deitado apenas de cueca, o Junior é um cara super chato, e se acha o mais gostoso do planeta terra.

Entrei em nosso quarto e não acendi a luz,para não acorda lo, quando me deitei ele perguntou se estava tudo bem e passamos a conversar coisas da vida etc.....ele disse que se sentia com febre, e pediu para eu colocar a Mao na cabeça dele, eu achei estranho.....mais fui e vi que ele não estava com febre, no momento em que eu o toquei, ele me tocou de uma forma carinhosa e pediu pra eu ficar um pouco ali na cama dele......eu deitei só pra ver no que iria dar........ficamos quietinhos, e pouco a pouco ele foi esfregando a bunda dele no meu pau, começamos a nos beijar, ai ele disse que fazia tempo que ele queria me beijar......desde a 8seria ele tinha desejo de dar pra mim, e então eu disse que estava na hora de realizar, e que naquela noite eu seria dele.

Porem nossos outros amigos poderia voltar a qualquer momento, então eu combinei de sairmos do quarto de madrugada e irmos até o banheirao comunitário, onde eu já havia perdido minhas pregas.....

Nossos amigos retornaram ao dormitório e Junior e eu, fomos ao banheiro , a caminho do local eu fui beijando, eu não acreditava que eu iria comer meu amiguinho chato hehehe, ele era uma delicia, olhos claros, com cara de neném...........entrei no banheiro escuro, pedi pra ele ficar com as mãos na parede, e comecei a chupa lo, eu passei o sabonete no rabo dele, e comecei a meter e meter, ele segurava o gemido e pedia pra eu bater uma pra ele, ao mesmo tempo em que minha rola entrava no rabo dele.....eu comecei a bater pra ele no mesmo movimento em que meu pau entrava e saia do seu cuzinho ......quando ele gozou eu ainda estava de pau duro......fiz ele me chupar, e ai eu gozei dentro da boca do meu amigo.

Contei pra ele o que havia acontecido comigo na parte da tarde, então eu decidi esperar o instrutor no local junto ao Junior.........

Quando o instrutor chegou, apenas com a luz do celular, eu e Junior já estávamos peladinhos, esperando aquela rola gostosa.

O Instrutor se assustou, mais logo entrou no clima enquanto ele me chupava, o Junior chupava o cuzinho dele....depois foi a minha vez de dar pro Junior, e ao mesmo tempo o Junior chupava o caralho dele.........fizemos tudo que tinha direito, um comeu o outro......ninguém saiu perdendo, enquanto Junior gozava na boca do instrutor eu gozava na bunda do mesmo.......

No dia seguinte eu sai de carro com instrutor sem que ninguém percebesse, o instrutor era casado e disse que a cada temporada ele elege um campista para fuder, e eu era o premiado......eu adorei a forma que ele me disse, começamos a nos beijar e depois eu passei a chupa lo, ele pegava os meu cabelos e puxava, e me chamava de gostoso, ele gemia ao dizer chupa meu gostoso, ele pau é seu............depois ele pediu pra chupar o meu cu, fiquei de quatro pra ele, e quase morri de tezao quando aquela língua entrava em mim.......ele me deixou todo lambuzado, pra melhor sua pica entrar....ai começamos a fuder, depois foi a minha vez de comer aquele cara gostoso.....que em todo tempo gritava mete, mete,mete ....gozei tudo dentro dele, e depois ele gozou na minha boca.....essa foi a nossa ultima vez, Junior e eu tivemos algumas relaçaoes....mais logo passou.


SEXO NA MATA


Sou um jovem de 15 anos e vou contar como perdi a virgindade do meu cuzinho! Eu fui a uma lan house no setor chamado Jd. Vila Boa, na cidade de Goiânia e ao sentar na cadeira, um cara lindo, alto, moreno e malhado que estava ao meu lado me cutucou e me pediu o msn, então eu disse:
- meninux@hotmail.com .
Logo ele me adicionou e começou a falar comigo, primeiro perguntou se rolava algo, então perguntei ao o que ele se referia, então ele disse que queria fazer sexo, perguntei quantos anos ele tinhae ele respondeu que tinha 25, para não parecer desesperado dei uma de difícil e disse que não sabia se ia rolar pois era virgem, quando disse isso ele ficou doido! Continuando a conversa pelo msn eu decidi que sim, então saímos da lan house e fomos procurar um lugar que desse pra gente ficar a vontade, mas não achamos, então decidimos entrar numa mata que ficava em um bairro chamado Faiçalville, próximo ao que estávamos, fomos pra la e entramos em uma trilha quando vimos muitas arvores saimos da trilha e entramos na mata, em um lugar onde ninguém pudesse nos ver nem nos escutar, então começamos.
Ele pediu para eu tirar a roupa então eu tirei e ele tirou a dele, e pude ver o seu corpo todo definido e sem nenhum pelo, eu quase morri, na hora meu pau cresceu e ele disse assim:
- Não se preocupa, não vai doer nada vou fazer com muito carinho e eu tenho um gel lubrificante que vai ajudar também!
então ele mandou eu começar a chupá-lo, eu sem escolha, peguei aquela pica murcha e coloquei dentro da boca e fui chupando, senti um cheiro entanho, o bilau dele estava fedendo, mas eu adorava aquilo e comecei a sentir aquele pau gostoso e fedido crescer dentro da minha boca. Ele começou a empurrar minha cabeça contra seu pau me fazendo engolir todo aquele delicioso bilau! Ficamos uns dez minutos so no boquete então ele disse:
- se levanta e vira de costas, e não se preocupa não vai doer!
e eu disse:
- Não por favor eu to com medo!
me respondendo, ele disse:
- Não vai doer não, vou devagarzinho!
Então ele tirou o gel da sua mochila e passou no meu cú, pegou também a camisinha e pôs no seu pau, e me abraçou por trás enfiando o seu pau em mim bem devargazinho, no começo doeu um pouco, mas ai a dor vitou um prazer estranho que eu nunca tinha sentido, logo depois ele começou a fazer os movimentos de vai e vem bem devagar e começou a aumentar a velocidade de pouquinho em pouquinho. Fui ficando louco e gemia muito, então ele começou a falar:
- Seu veadinho, vou te fuder todo filho da puta!
E eu adorava aquilo! Ele parou de me fuder e colocou o deu pau na minha boca e me fez engolir ele todinho e ele disse:
- Agora engoli a minha porra, vagabundo!
E eu senti aqueles jatos de porra quente na minha garganta, e fui engolindo-os, foi uma delícia!
Quando acabamos nos vestimos e saimos do mata e no cominho fomos conversando e ele me perguntou:
- Você gostou?
E eu respondi:
- Adorei, foi muito bom, mas meu cu ta doendo um pouco!
E ele respondeu:
- É normal logo passa, na próxima vez vc nem vai mais sentir dor.
Então continuamos cominhando e conversando e ele acabou me dizendo que é casado com uma mulher, e que era pra eu entra no msn no dia seguinte porque ele tinha gostado muito de mim, e era pra gente marcar outro encontro!


CAI DE BOCA NO MEU TIO

Me chamo Caio, tenho 23 anos, moreno claro, 179m, 72kg e 20cm de dote. Bem, agora que já me apresentei, vou contar o que ocorreu duas noites atrás. Certa vez, li o conto "Meu sobrinho curioso" e fiquei com certas idéias na cabeça. Sou um cara digamos, normal, tenho namoradas ou ficantes, pois sou um cara boa pinta e sempre tenho garotas no meu pé, porém escondo desejos de experimentar uma transa com algum cara, visto que já me senti atraído por vários carinhas da faculdade.

Bem, ocorre que lendo o citado conto, algo atiçou em mim a curiosidade. Tenho um tio 3 anos mais velho que eu e que sempre que está na cidade, dorme na minha casa. Existe um quarto de hóspedes, mas nesse dia estava ocupado por duas amigas de minha irmã que passariam alguns dias aqui. Devido a idade semelhante entre nós, eu e meu tio sempre fomos muito próximos, falamos de sacanagens e tudo mais, de modo que mais parece um primo do que um tio.

Com a chegada dele resolvemos que ele dormiria no meu quarto e as meninas ocupariam o quarto de hóspedes. Saimos para lanchar, tomamos umas cervejas e resolvemos voltar para casa, mas eu sempre com meus pensamentos libidinosos, pois sabia que ele estaria ali ao meu lado durante a noite. Bem, voltamos depois de um tempo e troxemos algumas cervejas para tomarmos em casa e como todos já haviam se deitado, entramos no quarto e ficamos comentando coisas banais.

Eu sugeri que ele tomasse um banho e usasse para isso o meu banheiro, e ele já meio alto, topou. Tirou a roupa e sempre falando coisas do dia a dia. Eu tive que disfarçar para que ele não percebesse a ereção que se fez sob minha cueca ao vê-lo ali peladinho e com aquele pau pendurado entre as pernas. Ele tomou seu banho e eu preparei o colchão em que ele dormiria, intencionalmente, ao lado de minha cama. Ele saiu do banheiro e deitou-se. Eu então sugeri que vissemos um filme de sacanagem que tinha guardado.

Coloquei o filme na esperança de que isso fosse acendê-lo, mas devido ao efeito da cerveja, em poucos minutos ele dormia, e eu ali cheio de pensamentos sacanas. Vi o filme inteiro sem prestar atenção, pois apenas observava meu tio que dormia só de cuecas, ali ao meu lado. Foi quando me lembrei do conto do Mix e resolvi tomar uma atitude. Comecei passando de leve a mão em suas coxas, apalpei levemente seu pau sob a cueca e aos poucos fui passando a mão com mais pressão em sua barriga, peitos e para minha surpresa, seu pau começou a crescer. Ele apenas resmungava coisas desconexas.

Resolvi então ser mais ousado e levemente coloquei um dedo, depois outro e mais outro sob sua cueca e seti aquela rola que eu tanto desejava naquele momento ficando totalmente dura. Passei o dedo de leve na cabeça de seu pau ele somente soltou um suspiro. Aí então eu pensei: É agora ou nunca!

Baixei-lhe a cueca e comecei a dar lambidas naquela rola, que a essas alturas, já estava em ponto de bala, até que abocanhei por completo e senti o gostinho da pica de meu tio em minha boca. Nesse ponto, eu já não pensava em mais nada e iniciei uma chupada como eu imaginava que deveria ser. Lambia a cabeça e descia até a base e meu tio de olhos fechados. Depois de alguns minutos nessa sacanagem, tamanho foi o meu prazer, ao sentir que meu tio segurava minha cabeça e forçava o pau em minha boca.

Chupei loucamente, ouvindo os gemidos de meu tio, até que ele sentou-se e sem dizer nada, arrancou minha cueca e passou a retribuir minha chupada. Que delícia sentir a boca de meu tio engolindo minha rola e gemendo enquanto me acariciava o saco. Nos deitamos e sem que eu esperasse, ele me deu um beijo que me levou a loucura, passando a mão pelo meu corpo e só então ele disse algo, que foi: Vc tem camisinha?

Eu, mais que depressa, levantei-me e peguei as camisinhas na gaveta da cômoda, entreguei-lhe e ele, logo tratou de vestir sua rola, abriu minhas pernas e colocou-as apoiadas em seus ombros. Daí então começou a cravar-me aquela rola que tanto desejei. No início doía um pouco, mais depois, com o vai e vem que ele iniciou, comecei a sentir um prazer imenso em ser enrabado pelo meu tio.

Ele bombou cada vez mais forte até que entre gemidos abafados eu senti que ele gozava e eu também gozei numa gostosa punheta enquanto seu pau amolecia em meu rabo e ele exausto, deitou-se ao meu lado, deu-me outro beijo e fechou os olhos. Eu fiquei ali pensando em tudo aquilo e adormeci, só acordando no dia seguinte, quando ele já havia levantado e se preparava para sair.

Não tocamos mais no assunto. Sei que foi real, pois eu joguei fora no dia seguinte a camisinha usada por ele. Espero vê-lo novamente em breve e quem sabe, repetir-mos a nossa sacanagem entre tio e sobrinho. E quando isso acontecer, com certeza, contarei aqui novamente.




SAUDADES DO CAVALO PARTE 1



Não preciso nem dizer que depois daquela orgia meu buceto estava em brasas, e Lu, sempre me chamando todas as manhãs para tomar meu leite em sua tromba, estava eusinha fazendo meu dono delirar com aquela trolha enterrada na garganta e um geladinho enfiado no cuceto que Lu enfiou que era para refrescar meu cuceto o geladinho derreteu todo devido à quentura do meu rabo era uma sensação gostosa, Ele segurou meu queixo com uma das mãos, apertando me fazendo abrir a boca, e com poucas bombadas, gozou, enchendo-a de leite, além de lambuzar todo meu rosto com porra.
Depois ele guardou o cacete, e eu abri os olhos, maravilhado com o gosto de sêmem daquele macho que eu sempre desejei.
No final daquele boquete tive a sensação que alguém estava nos espionando, fui para casa e Lu disse depois do almoço,quando vou saindo o pai de Lu estava chegando a casa, ele falou comigo, porém de um modo diferente.
Após o almoço vou tomar outra taça de leite,quando chego à casa de Lu quem me atendeu foi seu pai, como sempre entro sem bater ele me mandou entrar e me dirigir até seu quarto quando entrei tomei um susto o pai de Lu estava em pé pelado como veio ao mundo me espantei com o tamanho da taca e a forma ele olho para min e Já mandou chupar.
- Eu disse pra ele que não era viado ele me respondeu por que estava chupando o pau do Lulu.
Fiquei sem graça, E respondi que sim, claro!
O cacete do veio começou a subir ficando igual ao do Lu ou até maior eu acho, mas era toda cheia de calombo, grande, grosaaaaaaaaaa.
Decidi que iria pedir pra me deixar chupar seu pau também, nem me mandou chupar já cair de boca na cabeçorra daquela bizarrice.
Seu Paulo, já que estamos fazendo isso, queria saber se posso te pedir uma coisa?
Nesse momento fiquei com medo de que ele brigasse comigo e resolvi desconversar:
- Ah deixa pra lá! Acho melhor eu continuar chupando esse seu tramboio, me desculpa!
- Hei, calma, volta aqui rapaz! Disse isso segurando meu braço.
- me deixa ir, é melhor!
- Não, é melhor vc ficar aqui e continuar me chupando e se preparar para perder este cabaçinho do cu.
- Você ta gostando de chupar meu cacete?
- Claro que to! É o que eu mais gosto!
- Eu quero que vc saiba q eu tbém to gostando do seu trabalho! To gostando muito,
Fiquei surpreso e disse sem pensar: “—Quero mamar seu pau
“—Só mamar?” Fiquei mais surpreso ainda e fiquei mudo.
Sr Paulo aproveitou e continuou a falar:- eu tenho uma proposta pra vc.
Quero muito sentir essa sua boquinha vermelha no meu pau, mas devo dizer que quero mais ainda sentir meu pau nessa sua bundinha deliciosa!
Fiquei muito excitado,
Disse isso e já pensando em mamar aquela piroca mais ainda. Mas ele me levantou, me virou e apoiou no colchão, e me encoxou, e pude sentir mais ainda seu volume.

Quero que vc sinta meu pau na sua bundinha pra saber se cabe no seu cuzinho
Quero que vc sinta todo o prazer possível, Entendeu?
Tenho que te preparar antes pra receber meu pau entendeu?
- Como vamos fazer então? Ele não sabia que meu cuceto já estava acostumado
- Tenha paciência, vai valer à pena! Ouvindo isso e sendo abraçado eu tremia muito, e tremi mais ainda quando encostou sua boca na minha nuca, forçando sua língua quente e grossa, e me beijando de pitocas após esses carinhos retornei para o boquete.
Demorei chupando seu Paulo e ele perguntando se eu estava gostando mais do que a do seu filhão,
Aproveitei a deixa do coroa e engolir metade do cacete o cara ficou espantado e disse nem a puta da minha mulher consegue engolir o primeiro nó dessa vara, eu comecei a gostar daquele formato do cacete de seu Paulo e engolia ainda mais ele começou a me chamar de sua putinha, seu viado, não agüentei e fui chupar seus ovos eram imensos e todo raspado igual meu cavalo Lu.
Abaixou meu short, e cueca, e começou a enfiar o dedo no meu buceto. Quase fiquei louco com aquilo. Enquanto me bulinava começou a beijar minha mão, passando a língua.
Eu gemia baixinho..., e afundou o dedo na minha bunda. Pude sentir cócegas na minha bunda, aproveitou e enfiou outro dedinho, abria minha bunda com as mãos, e enfiava mais um dedo o terceiro. Começou então, a passar os dedos no meu rego, e dar cusparadas nele e enfiava novamente.
Comecei a sentir um de seus dedos forçando meu buraquinho... Forçando... Até que senti o dedo entrando! Nesse momento quase gozei, aquilo me deixava louco de tesão.
Quando achei que não podia sentir mais tesão do que sentia, ele penetrou dois dedos em mim novamente... E enfiou até o fundo. Apesar de ter doido um pouco, quando ele começou a mexer com os dedos, colocando e tirando, não agüentei e pedi para min comer
Seu Paulo retirou os dedos, lambeu meu rabo, e quando viu o tamanho do buraco me perguntou Lu já lhe arrombou com aquela rolana não foi seu viadinho:
- Essa sua fruta moleque vai receber uma pica de verdade! Que delicia de rabo! Disse isso rindo com malícia. Sem pensar eu disse é verdade seus filhos adorarão esse meu buceto.
Ele socava uma no pau enquanto olhava meu cu todo arregaçado pra fora, e continuou a socar uma. Obedeci, e mantive assim Enquanto ele batia uma, só ouvia o barulho delicioso das suas bolas batendo nas coxas.
Ele segurou meu queixo com uma das mãos, apertando me fazendo abrir a boca, sem encostar o pau na minha boca, Depois ele começou a bater o cacete, e eu abri os olhos, maravilhado com macho e aquela coisa feia e deliciosa.
Ela me obrigava a levar paulada de pica na cara com força, quase me tirava o fôlego.
Nessas horas, ele não falava quase nada, mas eu sabia exatamente o que ele queria. Dessa vez, sentei-me no chão e ficava engolindo metade do cacete era delicioso sentir a aquele homem delirar e dizer que a puta da sua mulher não gostava de chupá-lo.
Após muitos beijos molhados e chupadas naquela monstruosidade, Paulo posicionou-me de quatro sobre o chão Beijou meu rabo, deixando-o bem molhado.
Então disse: quero brincar de uma coisa minha putinha e de meus filhos.
- Quero que vc sinta algo novo. E dizendo isso eu preocupado, fui acalmado “Fica tranqüilo me fez chupar seus dedos enquanto masturbava meu pau pequeno, que sumia naquelas mãos grandes, Paulo começou a me dedar, com os três dedos já conhecidos.
Logo, ele parou e disse: quero ver como essa boquinha se sai com uma coisinha pra chupar!”. Dizendo isso, me mostrou o que queria que eu chupasse:
Mas dessa vez parecia está maior e mais grossa não me fiz de santa queria mostrar a ele que sabia como fazer meus homens delirar.
Ele se sentou, posicionou seu pau. Ajoelhei-me entre as pernas dele, segurei com as duas mãos, e ainda sobrava pica Lu teve a quem puxar comecei a chupar meio desajeitado no início, mas depois peguei o jeito. Mamei aquele pau de verdade, engolindo tudo que podia, até engasgar. Fazia um vai e vem rápido, e parava olhava aquele homem e não acreditava que o desgraçado iria também me arrombar estava fudido por toda família. Paulo segurava minha cabeça, e empurrava para que engolisse mais.
Quando me acostumei com os gomos da “bizarrice” já engolia aquela trolha toda Paulo não acreditou quando viu aquele cacete sumir na minha boca me chingava de tudo que é nome vaca, puta novinha, viadinho, não me agüentou mandou eu parar, e sentou naquela cama gostosa e disse: senta e engole meu cacete com seu cuzão seu sacana aproveitei dei umas boas chupadas e enchi aquela coisa de cuspe mirei o cuzinho na cabeçorra e comecei a descer naquela pica do pai de meu descabaçador a cabeça passou mais ainda faltava o nó da pica comecei encher meu cu com aquela trolha e fui descendo aos poucos doía mas eu suportava aquela monstruosidade dentro de min Paulo quando viu seu cacete sumir todo só ficando os ovos para fora me levantou em cima de sua taca e começou a andar comigo todo enterrado no seu cacete pelo quarto e sussurrava come minha pica meu viadinho,putinha, e socando como louco, ele era alto e forte como touro um loiro lindo tão quanto o Lu e dizia como a sua esposa Ingrid não agüentava aquela piroca no cu levei ferro nessa posição por uns 03 minutos meu cuceto estava começando a esquentar acho que minhas ultimas pregas já haviam sido arrancadas todas,não suportei a surra de pica e perguntei se ele não iria gozar,ele perguntou se estava doendo eu disse que sim ele arrancou o cacete com força que chegou a fazer aquele estalo ele deu uma risadinha e disse eu nunca comi um cu na minha vida sempre tive vontade desde menino mais os viadinho que nem vc não agüentava e agora vou tirar o atraso pegou um creme e passou dentro do meu cu e no cacetão que ficava duro o tempo todo, parecia uma tromba de elefante mandou eu ficar de 4 e começou a minha aflição quando a cabeça encostou quis me desviar ele me segurou e disse agüenta viado vc nasceu para levar pica e socou uma parte do trabuco e tirou ai ele falou vou te arrombar ainda mais está doendo ele perguntou eu respondi o que vc acha,ele socou e tirou que buraco lindo e grande e socou até a metade e perguntou está melhor agora minha putinha e foi socando tirou de novo e socou ficou nisso por um bom tempo enfiou até os ovos meu cu já estava anestesiado com aquelas estocadas maravilhosas meu cu já havia pego o formato do seu cacete ele me levantou de novo na pica e socou eu me segurava naquele coroa bonito e gostoso e delirava eu pensava cadê o Lu ele sentou novamente e eu descia e subia na tromba, me esqueci de Lu o cara era gostoso fique de frente para ele enquanto ele me subia e descia naquela picona e me enchia de elogios me colocou no frango assado e socou em mim por vários minutos no meu cuceto..beijava minha nuca, disse que ia me mostrar como era levar um pau no cu. Dizendo isso, foi empurrando aquela trolha no meu rabo. Doeu, ardia muito, mas ouvir o coroa gemendo me anestesiava. Ele tirava, enfiava novamente, e foi fazendo assim ate que entrasse metade daquela trolha enorme e grossa quando passou o segundo gomo da pica ele repetiu minha puta de casa com um rabão daquele não deixa eu enfiar vc com metade da bunda de minha mulher já entrou metade. Deixou ela dentro pra que eu me acostumasse, e enquanto isso me beijava, mordia minha orelha. Estava ficando louco de tesão por Seu Paulo e olha que a puta da mulher dele tinha um rabo maior da rua de repente, começou a fazer um vai e vem, devagar, e cada vez mais rápido. Paulo me fez gozar fazendo isso. Retirou a trolha do meu rabo e disse: “Quer beber seu leite?” Dizendo isso, me segurando com a minha mão no meu cacete me fez eu parar todo meu leite, deixando só um pedaço da pica dentro de meu cu ele me obrigou a lamber todo meu gozo adorei o gosto.
Após beber meu próprio esperma ele começou a enterrar a trolha no meu cu que entrava aos poucos, o coroa tinha experiência em comer cuceto ia entrando e saindo pedaço por pedaço daquela trolha no meu buraquinho aquele cacete tão gostoso, aquilo me excitava meu pau não amolecia no colchão do casal muito confortável Paulo abria minhas pernas, me assustei ao sentir algo diferente de tudo q eu tinha sentido naquelas semanas com LU , enterrado no meu cuzinho e só tinha a metade dentro de meu cuceto.Era o caralho de paulo, que ele foi empurrando, e que me deixou surpreso. Com um pouco mais de força, começou a entrar. Não sentia dor alguma, apenas prazer. O pau dele me preenchia de um modo perfeito. Meu anel ficou contraído enquanto aquela pica me desbravava. Paulo foi entrando... entrando em mim, a sensação era incrível, por não saber o que esperar. Aquele prazer não teria fim? Mais um tempo, e começo a sentir os pentelhos encostando em minha bunda. Em seguida suas bolas, quentes e enormes.
Então deitou sobre mim, me abraçando, fazendo o seu pau entrar todinho e ficar dentro de mim. Era ótimo sentir aquele negócio latejando dentro de mim só prazer ao recebê-lo dentro de mim. Tirou o pau do meu cu, e eu senti meu cu aberto. Me colocou de frango assado, posicionou-se, e começou a me comer novamente, enquanto me beijava.
Ficamos assim um bom tempo, tirou o pau de dentro de mim, e disse: “Vem aqui mamar vem! Já tá na hora de vc fazer o que sempre quis!”Abocanhei o pau com fome! Segurava com as duas mãos, que mal abarcavam toda a extensão e grossura daquele trabuco era impressionante como era grande mamei, chupei suas bolas, engoli o máximo q pude, ate sentir tocar em minha goela. Então Paulo disse: “Agora que vc já mamou o pau do seu macho, me deixaeu gozar no seu rabinho deitou-se, e eu me sentei em sua pica.
Fiquei maravilhado de ver aquele pau sumindo entre minhas nádegas, sem desconforto algum. Cavalguei bem gostoso era possível sentir seu pau pulsar lá dentro, me abraçou, me beijou, e num momento intensamente excitante ele levantou minha duas pernas com o cacete enterrado em mim começou a socar meu cuceto Lu não tinha me colocado nesta posição era algo indescritível até hoje quando me lembro do coroa meu cuceto lateja, me vi preenchido por seu leite quente, Paulo sussurrava feito menino me beijava e socava no meu cuceto não agüentei aquela tortura e ao mesmo tempo gozei chamando pelo coroa ele me levantou com a pica dura ainda dentro de mim arrancou e mandou-meeu limpar chupei até amolecer deixei limpo recebi mais uns tapas na cara de pica.
Fui embora com o cuceto todo ardendo mais feliz, comido pelos 03 filhos e ainda o paizão gostosão, pena que eles tiveram que ir embora, pois o pai de Lu foi transferido para Goiás minha família também se mudou para o sul do país, mas sinto saudades daqueles homens.
Se gostaram dê seus comentários.
EMAIL loiro23boy@hotmail.com


SAUDADES DO CAVALO PARTE 2



Nestes 30 dias em que meu cavalo ficou de férias foram varias mamadas e sentadas no colo do meu homem, toda noite apartir das 07:00 hs eu já sabia, no beco de Dona Cesinha ele já estava de pica dura a minha espera era só mamar e esperar meu homem derramar o leite na minha boquinha.
Num dos dias em que fizemos uma orgia e advinha quem foi à mulher? eusinha, Lu e seus dois irmãos,logo pela manhã ele me encontrou e marcou comigo dizendo minha eqüinha me encontre a tarde na casa antiga do Dr. Eurico. Já estava acostumado com meu cavalo engolia aquela trolha como se fosse uma parte de min, doía também mais ele era tão carinhoso e metia tão gostoso que meu buceto chegava a fazer berço, pois entrava apertado ele dizia, nem as bucetas que ele comia no brega era tão apertinho eu mim sentia uma puta,fui o primeiro a chegar desta vez estava gostando da porra fiquei aguardando uns dez minutos chega meu cavalo de pica dura e já mandando eu mamar comecei engolindo a cabeçuda e Lu me chamando de sua mulherzinha disse que tinha uma surpresa para min hoje, enquanto eu mamava ele ia tirando suas roupas e as minhas após estarmos todos pelados ele pegou um saco e mandou eu abrir para minha surpresa tinha uma calcinha novinha ele disse que era para eu usar, aquela trolha enfiada em minha boquinha ele tirava e batia aquela porra grande em minha cara e mandava eu engolir tudo mas não conseguia ele ficava bravo e me dava tapas na cara com sua picona e batia na minha bunda, já começava arder minha bundinha estava toda vermelha mas comecei a gostar de apanhar na cara de pica e na bunda de mão, de repente chega os 02 irmãos do meu dono rindo de mim com metade da trolha na boca e a calcinha toda enterrada na bunda.
Ele mandou os irmãos calarem a boca e tirarem a roupa e não falarem nada nem tocar na sua eqüinha, me suspendeu colocando meu buceto na sua trolha ficando na entradinha e mandou os irmãos cuspirem ao máximo que pudessem e foi enfiando quando passou a cabeçuda eu sentir uma dorzinha danada cheguei a gritar os espectadores chegaram a rir da situação metade da trolha estava atolada no meu buceto entrava e saia e Lu dizendo para os irmãos vcs não agüenta nem a cabeça quanto mais à metade começou a ficar gostoso ele me beijou na frente dos irmãos, o caçulinha meu loirinho não gostou porque ele me beijou Lu tirou todo cacete do meu buceto e mandou ele mamar no começo ele resmungou, Lu disse lá em casa vcs dois me chupam, façam o mesmo aqui, não acreditei no que ouvir meu homem comia os próprios irmãos, meu pau ficou mais duro, Lu percebeu e falou minha égua está com mais tesão de cair na pica vamos chupa seu viado que minha mulher quer pica inteira no buceto já que vcs não agüentam sentar nela chupem os dois caíram de boca e chupavam como se fosse um sorvete e já estavam acostumados a engolir minha mangueira e eu me achando dona do pedaço.
Meu dono mandava os dois chuparem e não tocarem em mim, pois eu era só dele os moleques gostavam de chupar também e eu pensando que meu loirinho era um homenzinho, dois viadinhos iguais a eusinha, me juntei eles na chupaçam que maravilha 03 bocas brigava por uma cobra e que delicia brigávamos com nossas línguas e Lu adorava e dizia hoje vcs todos vão cair na vara aceleramos o boquete, Lu disse para o caçula vamos ver se vc consegue engolir tudo até os ovos quem não conseguir vai apanhar na cara de rola.
O caçula meteu quase tudo não acreditei no que vi o coitado tentou mais não conseguiu fiquei com maior tesão meu homem começou abater na cara dele e dizia: isto é só o começo por vc ter iniciado minha mulherzinha saia deixe seu irmão vim chupar o sorvete dele seu viadinho e chupe o buceto de minha putinha, como o irmão do meio chupava bem engoliu tudo só deixou os ovos para fora Lu segurou a cabeça dele com os dois braços e dizia chupa viadão essa puta é só minha tirou o cacete da boca e bateu na cara dele enquanto eu era chupado no cu pelo meu loirinho,Lu disse que os dois iriam só chupar meu cu para depois ele me arrombar.

Lu sentou e mandou o caçula sentar no seu cacete o loirinho resmugou mais não adiantou teve que engolir a taca, do irmão ( Lu ) entrou metade pois era muita pica para primeira vez,foi a vez do outro, primeiro ele mandou eu chupar logo que tirou do cu do irmão não hesitei e cair de boca no meu cavalo quando botei metade na boca os dois foram me incentivando a engolir mais passei da metade e fui descendo engolindo todo aquele 27 cm até os ovos Lu só delirava, engoli e fiquei parado por alguns segundos todo atolado na garganta,Lu mandou nos três ficar se beijando de costa para ele enquanto ele escolhia em quem ia meter bateu aquela trolha em nossas bundas,não agüentou e chupou meu buceto e enfiava o dedo no loirinho ele delirava e nós nos chupavamos com nossas línguas,de repente ele para e começa a enfiar em mim delirei e comecei a soluçar foi entrando quando chegou na metade ele perguntou quem vai ser o próximo foi o outro irmão ele cuspiu,bateu,na bunda dele e foi metendo e dizendo o quanto já tinha entrado o cara não tava nem ai me beijava quase me sufocando,o loirinho não agüentou e foi observar o Lu enrabando o irmão o moleque começou a segurar na pica do Lu e ficava enterrando e tirando aquela trolha o sacana chegava a sorrir por está recebendo rola comecei a ficar zangado e reclamei que também queria Lu não gostou e me deu tapa na cara e mandou eu chupar seu cacete quando ele tirava a metade do cu do irmão ele bombou tanto mais não gozava,eu continuava com a calcinha enterrada na bundinha o loirinho iniciou um boquete em mim a mando do meu homem,meu cacete não era grande ele engolia com facilidade e enfiava um ou dois dedos no meu buceto,Lu teve uma idéia de colocar os 03 de quatro e começou a meter nos nossos xicote o loirinho não agüentava nem a metade Lu só dava estocadas fortes em mim e no irmão maior,não entrava tudo em meu buceto Lu começou a reclamar e mandou os dois irmãos me enrabarem,caminho aberto foi fácil entrar o gostosos não gozavam quando um me comia o outro chupava o cacetão de meu dono quando meu joelho começou a doer pedir para sentar nos cacetes me fodi todo pois Lu teve outra idéia colocou os dois para me enrabarem ao mesmo tempo os dois deliravam tentando enfiar em mim suas rolinhas até que entrou me sentir preenchido fiquei uns 10 minutos com os dois dentro de mim e eles chupavam o cacete de Lu, uma verdadeira orgia eu espetado e meu gostoso revezando aquele salame lindo e dizendo que minha vez estava chegando fui humilhado de todas as formas por aqueles dois viadinho e meu dono o loirinho não agüentou e disse que estava ardendo começou a me chamar de putinha,vagabunda,cachorra e por fim disse que me amava o outro não resistiu e começou a gozar também Lu disse para os dois continuarem com os cacetes enfiado em mim continuei chupando com o buceto todo atolado,Lu me levantou e enfiou seu cacete aos poucos no meu buraco do cu nem fechou entrou fácil quase tudo ele era muito forte eu subia e descia ele me beijava enquanto os irmãos só apreciava e fazia de tudo para entrar aquela trolha de salame em mim e quando só ficou os ovos para fora o loirinho disse eu também quero dentro de mim meu irmão, Lu entrou em choque e começou a acelerar as estocadas dizendo para nós prepararmos as bocas sofri muito até o gozo chegar Lu me tirou do salame de nervos e mandou os três mamar mamamos muito ainda até ele começar a gozar mandou nós abrimos as bocas ele apertava o bichão com as duas mãos e ainda sobrava pica o primeiro jato veio na minha boca ele mandou eu engoli tudo e mostrar a boquinha de eguinha depois ele apontou na boca do loirinho ele se engasgou todo mais mostrou a boca limpa e por fim o outro irmão ele enfiou na boca até próximo da garganta e mandou ele sugar tudo Lu tinha muita gala nunca vi tanto assim nos juntamos ao irmão limpamos todo cacete impressionante não amoleceu Lu ficou sentado e nós ficamos mamando o domador ele se recuperou e mandou o caçula começar a sentar na madeira a cabeça já passou mais fácil e resto foi sumindo aos poucos e Lu delirava e chingava nós 03 de putas,cadelas,chuponas,quando passou da metade o loirinho não agüentou e saiu foi minha vez de sentar entrou que nem sentir quando cheguei nós ovos parei Lu não tinha um fio de cabelo,ele falou lembra da semana passada quando vc me fez gozar três vezes assistindo o filme pornô no cinema e engoliu tudo, sair e foi o outro irmão que sentou engoliu o salame e começou a subir e descer e delirava Lu mandou ele me chupar não me demorei e meti minha pica na boca dele até o bago o cara me chupava e levava rola não agüentei disse que estava gozando Lu mandou ele engoli tudo gozei gostoso na boca do sacana.
Lu mandou o loirinho vim beijar o irmão com minha pica na boca dos dois que sensação gostosa sai dali me sentindo feliz Lu levantou com seu irmão cravado na pica e ficou socando durante muito tempo já tínhamos umas 02 horas fudendo, Lu não agüentou e foi comer o cu do loirinho o colocou de quatro e enfiou a rola sem dó entrou tudo desta vez o irmão adorou e delirou o cu se acostumou com as picadas do meu gostosooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
Ficamos os 03 de quatro e levamos mais trolha de nosso homem todos nós já engolíamos a trolha até os bagos sem reclamar, muito, pois era muita pica principalmente para o loirinho e eu,mas agüentei o tranco quando Lu não agüentou mais gozou em nossas bocas e ficamos mamando até ele não agüentar mais fui comido pelos três de todas as formas Lu tentou enfiar duas picas em meu buceto mais estávamos cansados Lu e seus irmãos gozaram em minha boca e bebi tudo com muito gosto.CONTINUA...

SAUDADES DO CAVALO PARTE 3


Meu nome é Carlos sou da Bahia o que vou contar aconteceu quando eu tinha por volta de 11 para 13 anos isso foi há 30 anos atrás e agora tomei coragem para contar.

Nesta época eu e meus colegas da rua éramos 7 colegas o mais novo era eu os demais tinham 15,16 e 17 anos,após o futebol ou jogar bola de gude nos saiamos para o matagal para catar goiaba,cana e neste intervalo os maiores já batiam punheta eu não conhecia ainda esta coisa tão gostosa um dia fizeram uma aposta quem gozasse por ultimo iria bater punheta em todos os demais como eu não sabia direito achei de entrar na festa e o felizardo foi eu.( pensei que fosse brincadeira .)
Neste dia tive que bater punheta em cinco deles nunca tinha pegado em outro cacete já tinha visto os dos meus colegas cada uma maior que outro levei mais de 01 hora batendo punheta em todos eles as vezes até em dois ao mesmo tempo, pois eram maiores e mais forte que eu disse que iria falar com meus pais, me chantagearam dizendo que iriam espalhar na escola e no bairro fiquei com maior medo de meus pais descobrirem e eu apanhar.
Logo apos fazer aqueles pintos vomitarem fui pra casa tomar banho durante a tarde e a noite não conseguia esquecer aquelas pirocas em minhas mãos tão macias e duras ao mesmo tempo até sonhei com o maior e mais bonito deles.
Na manha seguinte como de costume formos nos encontrar para bater papo e pegar a pelada o maior e mais velho da turma que não estava presente no dia da aposta que perdi foi logo dizendo que hoje iria ter nova aposta e queria que eu fosse, ele sempre me olhava com olhar diferente e sempre me chantageava quando passava por min durante a pelada, que iria tirar o cacete da miséria e quem sabe até um cabacinho,neste dia conseguir me livrar pois fui logo para casa.

O colega meu mais novo da turma que tinha nesta época 15 anos, após alguns dias me chamou para irmos a ruína que havia no bairro para tirar goiabas e eu fui adoro goiabas no caminho ele começou a dizer que eu sou bonito, bom de bola ( isso eu realmente era ) e que tinha futuro,eu nem desconfiava que o safado estava me cantando e eu gostava muito dele não como coisa de homem mais amizade quando chegamos nas ruínas ele me levou para um lugar mais adentro chegando lá ele começou a dizer que estava com saudade das minhas mãos e foi colocando minhas mãos naquela piroca que já estava dura feito aço a principio me fiz de inocente dizendo que estava errado mais ele mais esperto também pegou na minha caceta e começou alizar gostei e ficamos um alisando o outro porém o seu cacete estava todo fora do calção fui gostando da coisa o cacete dele não era grande devia medir uns 13 a 14 cm quando segurei com mais pressão a pedido dele me lembrei do cacete de seu irmão que eu havia punhetado a dias atrás de repente ele desce meu short e pede para beijar minha bunda não sei porque deixei primeiro ele começou alisando minha bunda enquanto eu o punhetava pensando no cacete de seu irmão que era maior e mais bonito,aquilo me deixou atordoado uma criança de 12 anos donzelão e virgem de repente só sinto uma coisa molhada na minha bunda era ele me chupando as bandas da bunda ,não sei como ele pede para chupar meu cuzinho achei nojento aquele pedido e disse que não mais como resistir a uma altura daquela do campeonato e eu o admirava pois ele sempre me defendia das brincadeiras de mal gosto de seus irmãos e colegas,deixei estava começando a gostar da coisa quando a sua língua evadiu meu cuzinho fui as nuvens não sei quanto tempo ele chupou meu cuzinho,cuspiu,beijou,lambeu e pediu para enfiar o cacete e vc faria o que no meu lugar, deixei só que ele tentava e o cacete não entrava sentia aquela cabeça quente encostar no meu cuzinho e nada de entrar fiquei de 4,de lado encostado na parede mais ele não conseguia ai ele pediu para eu sentar no seu cacete eu juro que tentei mais o cacete escapulia para os lados da bunda ( assim falava ele )ele não agüentando mais disse que iria gozar pediu para gozar na minha boca e eu como disse que não, ele disse que nunca mais iria falar comigo fiquei com algo estranho no pensamento e acabei ajoelhando em sua frente e comecei a chupar aquele pedaço de nervos, fazia aquela barulho de quem está chupando pirulito ele ai falou faça de conta que é um sorvete ou um pirulito e comecei a chupar pela primeira vez um cacete,beijei,cherei,chupei,enguli ele todo até nos ovos eu fazia tudo que ele fez no meu cu fiz no seu cacete ele começou a me xingar de nomes que eu não entendia adorei quando me chamou de meu amor enfiei o cacete todo na boca e ele gozou não sei porque engoli tudo me engasguei mais não deixei escapar uma gota de seu néctar ele urrava igual um cavalo,parou me levantou e deu-me um beijo o primeiro da minha vida,de repente alguém grita ele, era seu irmão do meio lhe gritando pois ele era o caçula, saiu correndo e me deixou lá com a boca cheirando a leite de bezerro.

Quando sair das ruínas quem eu encontro o irmão do que acabara de me alimentar ele ficou curioso mais acho que desconfiou pois ele falou:
Porque sua boca está amarela eu comecei a gaguejar e sair correndo para casa para tomar banho e irmos para escola,no caminho da escola encontro o terceiro irmão
( nessa putaria existiam 03 irmão o caçula o que eu mais gostava já me iniciou na putaria,o que me pegou de surpresa e o chantagista o mais velho de todos, que não mencionei no dia da aposta da punheta em todos ) no caminho para o colégio ele passa por min vindo do trabalho e fala estou aguardando a minha punheta se não todos vão ficar sabendo.

Já no colégio o irmão do meio veio e me disse já sei de tudo e vou querer também me fiz de difícil e desentendido não adiantou de nada levei um cascudo e um sanfonão nos ouvidos ele disse amanhã vamos conversar depois da pelada concordei SE NÃO TAVA FUDIDO apos a pelada o irmão do meio de meu iniciador me chamou para irmos no mato ver os passarinhos e que passarinhos já no caminho ele me falou que seu irmão caçula havia contado tudo gelei,envermelhei ele percebeu pos eu tinha medo dele afinal ele era mais velho e mais forte no físico embora no futebol sempre levei vantagem sobre todos os três,me fudi por isso no meio do matagal ele tirou o pau para fora e mandou eu punheta-lo no começo não gostei mais com as palavras dele me insinuando e com as lembranças daquele cacetão que não saia do pensamento comecei a gostar de segurar cacetes, punhetei ele tanto que as vezes trocava de mão para descansar o desgraçado não gozava me chamava de viadinho,cachorra,putinha e fazia eu chamá-lo de meu marido,meu homem e que sempre iria punheta-lo quando quisesse comecei a gostar mais ainda e alizar aquele cacete de quase 17 cm porém era mais grosso e cheio de veias e tinha muito pentelho, detesto pentelho,ai ele me pediu para chupá-lo não concordei levei um tapa e não concordei mais ainda ai o viado me ofereceu o cuzinho concordei,ele ficou de quatro eu fui chupar seu cu igual o seu irmão fez comigo porem não gostei ele aproveitou a deixa e ficou atrás e começou a forçar a cabeça não entrava tentou,tentou mais meu cuzinho não facilitava e começou a esquentar,arder mandei ele parar ele se irritou levei outro tapa e comecei a chorar peguei no seu cacete e comecei a punheta-lo e chupar seu cacete junto com minhas lágrimas chupei,chupei,chupei e apanhei de novo ele disse: meu irmão não me contou nada do que existe entre vcs dois fiquei com tanta raiva que chupei mais rápido e ele gozou porem não bebi uma gota do seu gozo deixei cair no chão. Fomos embora e não gozei de novo.

No dia seguinte encontro o meu iniciador do boquete aquela coisa linda de cabelos amarelos como o sol vem até min e pergunta se eu chupei o irmão dele e dei para ele disse quem sim mais apanhei para fazer isto pois vc havia contado para ele e seus primos.Na mesma hora ele foi em casa e brigou com o irmão fiquei sabendo no outro dia,foi minha desgraça ou felicidade pois o seu irmão mais velho que me chantageava ficou sabendo, passados alguns dias me chamou a noite e mandou que o esperasse num dos becos escuros que existiam na rua que dava para o bananal ( lá começou minha tortura )Fiquei esperando o Lu como mando-me após as brincadeira de rua e os outros 2 irmãos de olho em nós dois, quando Lu chegou me deu um medo danado pois ele era lindo,alto,olhos verdes,cabelos negros lisos e uma voz de homem que me assustava disse-me que apartir daquele dia em diante não iria bater punheta em mais ninguém nem dar o buceto ( furiko ) aos seus irmãos.
Após ter falado isso já foi passando a mão na minha bunda e disse pega no meu cacete seu viadinho.
Quando peguei por cima da calça em seu cacete tremi as pernas, pois era grosso e grande como aquele que não saia do meu pensamento segurei por uns cinco segundos passou um carro e tomamos susto.
Ele me pegou pelas bandas da minha bunda me levantou me encostando no seu corpão gostoso e perguntou se seus irmãos comeram meu buceto.
Disse que tentaram mais só o do meio enfiou a cabeça doeu e ele tirou ai Lu disse mais eu vou botar o meu todo e vc vai pedir mais vou lhe rachar ao meio meu viadinho.Lu ficou bolinado minha bunda por cima do short e enfiando o dedo na minha boca que ele passava na sua pica e eu fui adorando tudo isso de repente Lu tira seu trabuco para fora e manda eu segurar não me fiz de difícil e comecei a palpar aquela coisa quente segurei primeiro os bagos e fui subindo não acreditava parecia que não iria acabar,segurei com as duas mãos e ainda ficava pica sobrando.
Lu encostou a língua no meu ouvido e falou: vc será minha égua ele estava certo para agüentar um cavalo só uma égua,nessa hora me deu uma tremedeira nas pernas e quando Lu vacilou sair correndo,só ouvir Lu dizer amanhã eu lhe pego.

Cheguei em casa fui para o quarto e tentei dormir imaginando o tamanho daquele trabuco medir no meu braço e fiquei alucinado com o que eu havia segurado maior do que aquele que não saia da minha cabeça, apartir de agora iria sair.

Acordei tarde pois era sábado ou domingo não lembro bem só lembro de Lu e mais nada, quando saio na rua a mãe dos três escrotos disse que o mais novo estava doente e queria me ver chegando na casa deles a mãe deu um tempinho e disse que ia visitar a amiga que chegara de viagem, a mãe saiu os meninos caíram em cima de min o caçula e o do meio me agarrando para saber o que o Lu tinha feito comigo eu disse que nada e de repente Lu aparece e fala para os dois: de agora em diante vou comer esse buceto e se vcs insistirem vou falar com nossos pais,eles me largaram foram para rua e quando eu ia saindo Lu me mandou voltar e eu obedeci.

Venha para o meu quarto e me aguarde lá,quando voltou depois de um tempinho já de pica dura mandou eu ficar em pé enquanto Lu sentava numa cadeira que tinha no seu quarto abaixou o short e mandou: chupa minha égua,tomei um susto quando vir as claras o que seria meu daquele momento em diante,um trabuco de 26cm por 5cm ( fiquei sabendo mais tarde )vermelho,com uma cabeça que começava fina e depois engrosava lindo sabe o que é um pau lindooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooooo
e todo meu não resistir e comecei a beijar,cheirar adorava cheirar aquela coisa e comecei colocar a cabeça na boca e tentar engolir o máximo possível e Lu me orientando parecendo bastante experiente e era,pois chupei e com o passar do tempo só naquele dia já engolia a metade e Lu dizia já já vc vai engoli ele todo em seus buracos minha égua não sei quanto tempo chupei aquele mastro lindo e gostoso,enquanto era sua eguinha ouvia o pessoal na rua gritando os gols da pelada e eu com meu cavalo pelado lhe fazendo uma gulosa e Lu delirando e dizendo palavras convexa ai Lu começou a dizer que iria gozar na minha boca não tirei a boca do mastro porem Lu disse: pare abra a boca que vc vai beber tudo acho que Lu pensou que não fosse capaz de engoli ou ficaria com nojo fiquei passando a ponta da língua na cabeça do bichão quando Lu diz vou gozar e mandou abrir a boca abrir o máximo que pude e um jato forte de leite caiu dentro da minha garganta enguli todo jato ele controlava a saída do gozo apertava a pica e soltava foi tanta gala que o que saiu pelos lábios e no meu rosto Lu mandou eu limpar todinho e ainda ficar com seu cacete na boca até amolecer coisa que não aconteceu,de repente Lu me pergunta está pronto para receber nesse buceto lisinho eu mais do que nunca disse: estou.
Lu me levantou de costa para ele e começou a lamber meu buceto (era assim que eu deveria falar não mais cu ele dizia ser um nome feio para uma coisa tão linda como o meu) enfiou a língua La dentro depois de um bom tempo começou a enfiar um dedo,dois e por fim três dedos no meu "buceto" e disse que era para me acostumar com o cavalo.
De repente sua mãe chega já falando e chamando por ele Lu responde com os três dedos enfiados em meu buceto e depois de um tempo conversando com sua mãe tira os dedos manda eu me vestir se vesti e me mostra o cacete duro e diz nem com esse susto meu cacete fica mole meu viado vira pra mi e diz vc é culpado,se esconda debaixo da cama,sua mãe entra no quarto conversa um pouco com ele e este responde estou de ferias apartir de hoje depois disso ele manda eu sair me dar um beijo na boca de leve e diz amanha na casa da ruína as 09:00 hs ta minha éguinha.

Trato feito lá estava eu agora não tinha mais medo e sim interesse pelo meu lindo cavalo fiquei aguardando uns dez minutos ou mais Lu chega como sempre de caceta dura e pra fora senta no chão e manda eu mamar comecei a mamar mais não conseguia enguli tudo Lu empurava mais não passava da metade era muito grande para um menino (a) de 12 anos chupei tanto aquele trabuco, quando chegou a hora de meu buceto receber o seu cavalo,antes Lu me colocou de quatro e chupou meu cu beijou e enfiou logo 02 dedos passaram sem doer ai enfiou o terceiro LU disse vc ainda é virgem estou adorando seu buceto agora vem e senta assim que ele tirou os dedos me sentou no seu cavalo a cabeça entrou a metade fez um estrago de dor eu gritei Lu disse não grite minha égua senão vc vai ter quer da a bunda para o bairro todo,agüentei aquele trabuco de meu cavalo calado sem dar um piu quando a cabeça entrou Lu falou agora entra tudo minha putinha e eu era pura paixão fui sentindo milímetro por milímetro daquela tortura quando chegou na metade eu disse para meu cavalo: por favor LU vá devagar é muita pica pra meu buceto não adiantou de nada empurrou mais um pedaço daquela carne e implorei pare meu cavalão gostoso Lu disse vc não vai dar pra mais ninguém eu só balancei a cabeça e fui me acostumando com o invasor estava alargado para sempre pensei mias estava adorando, o cara que mais me humilhava na rua me descabaçando e desvirginizado Lu metia até a metade e tirava pois eu estava soluçando era muita pica para min sozinho Lu tirou o pau do meu ex cuzinho e mandou ficar de lado estava um alivio de repente manda eu chupar e cuspir em cima de seu cacete pois a aula não tinha terminado chupei cuspir o máximo que pude e virei para o meu cavalo iniciar o arrombamento enfiou devagar ate a metade e disse agora vai o restante e foi enfiando aquele 26 cm de pica que parecia não ter fim mais sentir os bagos encostar não minha bunda e seus pentelhos adorei deixou me acostumar com o trabuco e depois de uns 3 minutos com ele todo dentro de min começou a socar e a tirar primeiro a metade depois que me acostumei com o entra e sai Lu só dizia aqueles viados do meus irmãos não sabe o que perderam em não tirar este cabaço do seu buceto adorei isto eles vão ganhar o premio deles mais agora é vc minha égua fiquei meia hora levando pica nesta posição Lu me carregou e colocou sentado na pica agora era eu quem comandava o entra e sai pois ele deixou subia e descia com mais facilidade quando cansei Lu me colocou de quatro tirou toda pica de cu mandou eu chupar pois iria me torturar e eu nunca iria esquecer o dia em que me fez mulher dele.

Quando acabei de chupar aquele mastro que já passava da metade em minha boca ele dizia ainda hoje vc vai enguli ele todinho,foi a vez de meu cu receber mais rola e que rola não sei como o troço daquele tão grande e grosso entrava num buceto e entrou até os bagos ele dizia vou enfiar os ovos no seu buceto minha égua e comecei a min acostumar como o tamanho acho que nasci para aquele porrete dizia Lu e empurava e tirava toda pica ficamos mais de 1 hora levando pica de quatro quando meu homem disse que estava para gozar tirou do meu cu todo arrombado e fui beber meu leite tão precioso não derramei uma gotinha no lixo,após esses dias nunca mais cair numa pica.

Nestes 30 dias que meu cavalo ficou de ferias não teve um dia que não sentei na pica 03 vezes por dia e bebi meu leite.



COMENDO O POLICIAL



Em 2005 conheci um rapaz bem mais velho que eu, dizia ter 43 anos e eu com 21 anos, nos conhemos pela internet, após dias de papo pelo MSN, decidimos nos encontrar, ele me pegou na faculdade, dizia ser casado ter filho, e ser policial civil, logo me deu um tesão d porra, pois a situação de comer um homem da lei, eu na época não era casado, apenas tinha namorada, e marcamos num local próximo a faculdade e ao chegar entrei no seu carro, e ela era do jeito que imaginei, e correspondia as fotos do MSN, branco, parrudo, forte, cara de bruto, e eu , negro, 1,80m, 75kg na época (hoje 84) de pura malhação, 20cm de pica,fomos a uma casa humilde, creio que usada apenas para ocasiões peculiares, nos despimos e começamos a nos beijar, aquele homenzarrão se derretia nos meus braços, pois pelo jeito truculento dele,sabia que tinha que me impor, dei um tapa na sua cara e falei:

-Chupa seu negão, seu viado! Caia de boca com força, filho -da - puta!

Ele se transformava a cada palavra humilhante que eu expressava, ficava teso, e voraz por pic, chupava com força,querendo sugar minha alma, e eu delirando de prazer, dava tapa na sua cabeça raspada, ele do Ada virou a bunda branca lisinha e arreganhou com suas mão suas nádegas, deixando o cuzinho exposto para a felação, caí de língua e o escroto, gritava abafadamente , urrando de prazer, eu ministrava tapas em sua bunda, deixando as marcas de meus dedos, ele gritava:

- Pode judiar negão, come logo esse cu branquinho, adoro negão, vai meu nego!

Ele colocou a camisinha no meu pau com a boca, e lambuzou seu cu de kY, ficou de 4, e empurrei com dificuldade a cabeça no seu orifício, ele gemia de maneira uno, entrando em latergia, pelo mix de dor e prazer, fazia força no cu, como se fosse evacuar, pressionando a extensão do meu pênis, eu comecei a socar devagar, ele gemia a cada estocada agora, e fui aumentando o ritmo e força das penetrações, ele pedia mais, mais e forte, eu socava com muito afinco, era gratificante socar num rabo gostoso e de um cara truculento, sendo uma contradição àquela situação, eu dominado um cara bem mais forte que eu, eu judiava mesmo do seu cu, mandei brasa de frango assado, comi em pé, de bruço, de ladinho, fiz ele gozar batendo punheta sentado o meu pau, provocando uma enorme pressão no meu pau, eja tava perto de gozar e anunciei o gozo, ele saiu da posição,tirou a camisinha e mamou, bebendo todo leite, eu tremia de tanto tesão, e batia na cara do puto, ele me fez um pedido, estranh por sinal, mas topei, mijar na cara dele, uma chuva dourada, o pior que demorou pra caralho, ele abriu a torneira pra ver se me instigava, e o interessante que ajudou, pois mandei uma mijada quente na sua cara, o escroto se deliciava, me sentir no ápice da dominação, mijando na cara do policial depois de enrabá-lo e gozar na sua boca.

Nunca mais repeti uma lance desses, não curto esses lances de urina e escrementos, mas naquele dia mijei na cara do safado e gostei.


O MOTORISTA NEGÃO



Meu nome é Rafael, tenho 25 anos, sou alto, tenho 1,82mts,moreno claro, corpo definido pois sempre trabalhei com serviço braçal, trabalho em uma mansão no Lago norte em Brasília,além de mim trabalham várias pessoas na mansão entre eles o Renato o motorista,un negro de 28 anos,alto, porte atlético, cabelo raspado estilo machão. Tenho meu quarto nos fundos da mansão ao lado do quarto do Renato , nessa mansão só trabalham pessoas solteiras, exigência dos patrões para que os funcionários possam viver a disposição da família. Certo dia estávamos jogando conversa fora quando Maria a cozinheira veio trazer nosso almoço, pois nós não fazíamos nossas refeições dentro da mansão, sentamos numa mesa que tem bem nos fundos da casa com cadeiras perto de uma sombra, resolvemos comer ali mesmo pois nos nossos quartos não tem mesas.Abri minha marmita e nela tinha um peito de frango, e no prato do Renato tava a parte do sobre cú da galinha. eu tirei uma brincadeira com ele:

-Peguei o peito a melhor parte, e vc o sobre cú, kkkkk.

Pra minha surpresa ele respondeu:

-Que nada eu adoro comer um cuzinho.

-Mas, só cuzinho de galinha, ou de gente também?

-De gente principalmente.

-Mas de homem ou de mulher?

-Qualquer um dos dois, pra mim o importante e comer uma bundinha gostosa, aliás faz tempo que eu não como ninguém, hoje a noite vou assistir um filme pornô no meu quarto, aparece lá, tem muito sexo anal nas cenas, é meu sexo preferido.

-Ok eu vou sim.

Á noite fui pro quarto do Renato ansioso, ele já estava assistindo um filme onde uma galega chupava um imenso pau e levava rola no rabo, Renato estava só de cuecas sentado no sofá, no seu quarto só tem um sofá de dois lugares, sentei ao seu lado, Renato não se incomodou com minha presença e tirou pra fora seu enorme mastro negro, tem em média uns 23cm, ele olhou pra mim e disse:

-Olha como estou com tezão faz tempo que não como um cuzinho, queria comer um hoje.

-Nossa, mas essa vara deve fazer um estrago e tanto em.

-Faz nada eu tenho experiência nisso sei fazer com carinho, sem machucar.dá uma pegadinha nele aqui vai.

-Não perdi tempo, segurei aquela jeba negra e sem pensar duas vezes caí de boca naquele caralho, labendo a cabeça, o saco e coloquei ele na minha garganta fazendo um movimento de vai e vem, me levantei, tirei minha roupa e o Renato deitou no tapete, eu deitei por cima dele na posição de 69, continuei mamando aquele cacete e ele começou cutucar meu cuzinho com o seu dedo, derrepente Renato começou a abrir minha bunda branquinha, eu senti algo macio e úmido em meu cuzinho, era a língua de Renato, que delícia, continuei mamando com força aquela vara, Renato me punhetava e chupava meu cuzinho, meu pau não é tão grande como o dele mas mede uns 20 cm, continuei mamando aquela jeba, derrepente senti aquele pau pulsando e as veias engrossando, senti que Renato ia gozar, coloquei seu pau em minha garganta, senti aquele jato de porra quente em minha boca, mamei até a última gota, Renato socou um dedo no meu cú e abocanhou meu pau, gozei feito louco em sua boca, nos levantamos para nos recompor, sentamos no sofá, fumamos um cigarrinho, percebi que o pau do Renato não abaixava então resolvi dar mais uma mamada, Chupei bastante, Renato pediu pra que eu ficase de quatro, queria comer o meu cuzinho, fui até o banheiro, peguei um sabonete fiz espuma e lambuzei seu pau, fiquei de quatro pra que Renato mandasse braza no meu rabo, nunca tinha dado pra um cacete daquele tamanho, tava com muita vontade, senti a cabeça entrando, doeu um pouco recuei, Renato segurou minha cintura e foi colocando devagar,resolvi deitar no tapete, peguei uma almofada para poder morde-la, Renato colocou todo seu pau no meu cú, senti os seus pelinhos encostando em minha bunda, ele começou um movimento de vai e vem maravilhoso, derrepente num passe de mágica a dor desapareceu, fiquei de 4 comecei a rebolar feito uma puta naquele pau imenso enquanto meu negão me punhetava, Renato não estava mais aguentando, disse que ia gozar, na velocidade de um raio tirei o pau dele do meu cú e caí de boca de novo naquela jeba, mais uma vez senti aquele jato de porra quente na minha boca, resolvemos tomar um banho juntos, Renato tascou um beijo em minha boca, começamos a nos acariciar, comecei a mustarbar aquele pau que não amolecia, enquanto Renato fazia o mesmo com o meu, passei a acariciar sua bunda, introduzindo um dedo , como estávamos ensaboados o dedo entrava e saia com facilidade, ele disse:

_Não faça isso Rafael, eu sou apenas ativo.Eu disse:

-Não se preocupe você não vai deixar de ser macho por causa disso.

Ele ainda tentou resistir mas quando eu meti a língua em seu cuzinho ele se soltou, colocou as mãos na parede e começou a trazer aquela bunda negra de encontro ao meu rosto, eu fiquei de pé, ensaboei meu cacete duro como pedra e comecei a fuder o cú daquele negro delicioso, como meu pau não é tão grande como o dele foi mais fácil pra ele do que pra mim, fodi com força aquela bunda preta, gozei gostoso dentro daquele cú apertado, Renato urrou de prazer, gozou novamente pois eu o estava punhetando, terminamos de tomar nosso banho e voltamos para o quarto, por incrível que pareça nossos cacetes não amoleciam, resolvemos fazer mais um 69 para encerrar nossa tranza com chave de ouro, deitamos no tapete e começamos a nos chupar, estávamos tão distraídos e envolvidos em nossa transa que não percebemos quando o Felipe o ofice boy da patroa apareceu no quarto e nos flagou, o Renato esqueceu de trancar a porta então ele foi entrando, Felipe é um rapaz de 22 anos loirinho,não muito alto,mas também não é baixo, tem os cabelos lisos, muito gato, trabalha na empresa da família e dorme na mansão, ele havia ido deixar um recado para o Renato quando nos surprendeu, ele começou a nos olhar com uma cara sacana e disse:

-Tem vaga pra mais um?

Bom , por falta de espaço o final dessa história será narrado no próximo conto, caso haja interesse dos leitores, depende da votação e dos comentários.

Aviso aos professores de português de plantão que não sou escritor profissional e que quando estou na net não tenho muita preocupação em escrever perfeitamente, sem erros, procuro escrever de forma que quem está lendo entenda portanto não venham fazer críticas a minha ortografia pois, isso não me interessa.

MANDE SEU CONTO PARA: loiro23boy@hotmail.com




O ENCANADOR


Ola pessoal, depois de ler alguns contos aqui, resolvi escrever pela primeira vez e revelar a todos uma coisa louca que aconteceu comigo. Nunca tinha feito isso, serio mesmo, sempre tive uma vida sexual hetero e gosto muito de ser assim, adoro mulheres, seu cheiro, sabor, delicadeza, enfim hetero convicto, mas uma coisa vinha me acontecendo ultimamente, todas vez que vinha algum filme porno, ficava reparando na piroca dos atores e pensando o porque disso. Um dia tive um problema de encanamento aqui em casa e como não sei lidar com esse problema resolvi chamar uma pessoa que pudesse reparar o cano furado em questão. Minha mulher saiu pra trabalhar e eu disse que iria pesquisar pela internet alguem pra fazer o serviço, já que estava de ferias e com tempo pra isso. Ao pesquisar encontrei o Luiz, um cara que trabalha com esse tipo de serviço e que ao telefonar pra ele, o mesmo disse que poderia vir reparar o cano no mesmo dia e que chegando aqui ele veria o que precisava pra comprar. Quando foi la pelas 14 hs o Luiz chegou e ao recebelo no portão vi que era um rapaz novo deveria ter uns 25 anos + ou -, moreno, uns 1.80 cm e bem bonito de rosto, aquilo não sei porque me atiçou a libido e fez com que eu pensasse bobagens com ele. rsrsrsrs. Mostrei o cano furado e ele me disse que aquilo era rapido e que não precisava comprar nada, já que ele tinha as coisas pra o remendo do cano, e me perguntou onde poderia trocar de roupa, pois não queria se molhar ao retirar o cano furado. Mostrei um comodo que atualmente a porta esta tambem com defeito não fechando direito e então ele começou a tirar a roupa fincando só de cueca e então colocando um short, eu fiquei ao longe olhando e reparando no volume da cueca e pensando bem que ele poderia tira-la tambem e colocar só o short. Ele então começou o conserto e realmente foi uma coisa rapida molhando se um pouco, quando acabou me perguntou se poderia tomar um banho, ja que iria ter que sair arrumado dali pois tinha um problema pra resolver no colegio que estudava e não poderia ir sujo, disse-lhe que poderia tomar banho no banheiro de empregada, mostrei a ele onde era e fiquei na espreita de ve-lo tomar banho, pois a fechadura e daquelas antigas que dá pra ver pelo buraco da chave, fiquei ali olhando ele se despir, tirar o short e depois a cueca e vi uma piroca linda, meia grossa e mole deveria ter uns 15 cm. fiquei maluco com aquela visão e pensei comigo ¨ que porra é essa cara voce que gosta tanto de mulher ficar manjando rola ¨ e fiquei ali me deliciando com aquela visão e disse a mim mesmo ¨será hoje ou nunca mais, foda-se o que der isso ¨, Quando ele saiu já pronto pra ir embora, perguntei a ele quanto foi o serviço, ele então me disse C$ 80,00. Fui então pegar o dinheiro e criar coragem pra fazer uma proposta ao Luiz. Quando voltei disse-lhe que gostaria de fazer uma pergunta pra ele e que ele não se ofendesse caso não aceita-se o que eu iria lhe pedir, ele disse tudo bem meio preocupado, e então na lata eu disse - ¨Te dou mais 50,00 alem do seu serviço se voce deixar eu chupar seu pau ¨. O cara ficou meio sem graça e achou que era brincadeira minha, riu e disse -¨Doutor eu não curto essas coisas, não vai dar ¨. Respondi a ele que era uma tara minha e que ele pedisse quanto queria pra deixar eu dar uma chupadinha e ele gosar na minha boca, ele ficou calado um tempinho, pensou e disse ¨Doutor olha só, eu não curto isso mas realmente estou precisando de dinheiro, se isso morrer aqui e pela quantia de mais 100,00 alem do serviço eu deixo o sr. chupar ¨. Aceitei o valor e então falei pra ele tirar a calça e deixar a piroca de fora que eu iria então mama-la. Ele fez o que disse, me ajoelhei em frente a ele e começei a esfregar aquele piru ainda mole na minha cara e sentindo o cheiro de sabonete comecei a colocar na boca e chupar a cabeça que começou a dar sinal de vida e foi ficando duro e crescendo na minha boca, coisa que nunca tinha feito, estava adorando o sabor e o volume daquilo, olhei pra cima e vi que ele estava de olhos fechados, talvez mentalizando uma mulher qualquer da vida dele, e então fui mamando, mamando, passando a lingua em toda sua extensão, da cabeça ao saco, igual ao que via nos filmes pornos, e ele gemendo baixinho, com as mãos ia punhetando aquele caralho gostoso que ja duro deveria ter uns 19 cms e eu tentava colocar tudo na boca mas como me faltava experiencia ficava dificil. Beijei o saco, coloquei as bolas uma de cada na boca enquanto punhetava ele, o Luiz gemia e estava quase gosando, via sua expressão de prazer no seu rosto, acelerei a punheta e com a lingua na cabeça fazendo movimentos circulares por toda ela, senti o seu pau meio que encher as veias e posicionei minha boca pra receber aquele liquido que ate então nunca tinha provado e esperei ele se derramar todinho nela, me enchendo de leite grosso e abundante, e com um sabor acredoce mais que era delicioso, não engoli, levantei e fui ate o banheiro pra cuspir e lavar a boca e quando voltei ele ja tinha suspendido a calça, meio sem graça dizendo que já tinha que ir. Peguei o combinado e dei a ele. Luiz me pediu segredo, e eu tambem disse-lhe que não falaria nada pra ninguem porque tambem era casado e não queria ter problemas futuros. Ele então foi embora e eu fui tocar uma punheta e relembrar aquele gosto de pica e leite na boca que tanto gostei, e que agora teria um novo prazer a curtir que não so chupar buceta.


O SARADINHO DO MSN

Outro dia no bate papo uol, conheci um cara chamado Fernando. Trocamos MSN e começamos a conversar sobre sacanagens, ele me disse que tinha namorada e que nunca teve oportunidades de sair com um cara antes. Disse a ele que já tive experiência e que poderia iniciá-lo nisso..me falou que tinha medo de alguém descobrir e talz.. a conversa foi cessando e terminamos por falar amenidades do dia-a-dia, tipo nos conhecendo melhor, o que cada um fazia, essas coisas. Ainda conversamos durante um tempo, algumas semanas depois ele entrou no MSN e voltamos a nos falar, ele pediu que nos encontrássemos pra fazermos amizade normal, sair, conversar, tomar alguma coisa e por aí vai. Tudo bem marcamos num barzinho, lá chegando, pirei quando o vi, um moreno de praia, bem saradinho e bastante simpático... papo vai, papo vem, algumas cervejas e começamos a falar sobre sexo. Ele me contou que havia pensado muito em tentar ter a primeira experiência dele com outro homem e que resolveu me chamar pra sair com essa intenção. Eu perguntei como ele gostaria e me disse que poderíamos ir a sua casa pra ficarmos mais a vontade... quando chegamos ele pegou um vinho, botou um som e começamos a conversar, quando ele me revelou que queria ser passivo com um cara fui no céu e voltei, meu pau endureceu num segundo, um cara daquele, sarado, cara de macho, que devia fazer a alegria das meninas querendo dar o cu, nossa, foi muito louco. Eu tratei logo de pegar a mão dele e colocar em cima do meu pau por cima da calça, e ele disse: -Puta, que pauzão duro. Eu falei: - Pode ser todo seu. Ele disse que ia tomar um banho e fazer uma “limpeza especial”, já sabem, né? RS. Pois bem, quando voltou tava só de cueca Box branca, todo perfeito, aquelas coxas grossas de quem malha e joga bola, todo lindo mesmo. Ele encostou e me chamou pra irmos ao quarto, tirou minha camisa, chupou meu peito, passava a língua em volta dos mamilos, subiu e me deu um beijo, nossa, língua atrevida. Depois sentou na beirada da cama e foi tirando meu sinto, passando a mão no meu pau por cima da calça, arriou minha calça me deixando só de cueca, ficou cheirando, mordendo por cima da calça, depois tirou-a e ficou ali parado uns instantes olhando pro meu pau, já imenso de duro. Daí começou a alisar, segurar meu saco, apertar e começou a beijar meu saco, chupar, depois foi subindo com a língua por meu pau, parecia que o cara já fazia isso há bastante tempo, tive que acreditar nele que era a primeira vez, parou com a língua na cabeçinha e ficava rodeando, depois engoliu, e começou a sugar como se quisesse arrancar minha alma pelo pau. Continuou chupando e apertando meus ovos, isso me excitava demais, segurei sua cabeça e comecei a fuder aquela boca, ele engasgava as vezes, mas não se importava, ficamos nisso por um tempo e ele saiu e foi ao banheiro voltando c um frasco de lubrificante, me entregou e deitou de costas, na posição frango assado, minha favorita. Nisso eu me ajoelhei e comecei a admirar aquele rabinho gostoso, liso como todo o corpo dele e rosadinho, lindo, apertadinho, lambi, ao que eu lambia ele gemia e se contorcia, nossa, era uma loucura ver aquele “homão” todo se contorcendo com minha língua no cu. Peguei o lubrificante passei no dedo e comecei a alisar na portinha fazendo movimentos de cima a baixo e ele não parava de gemer. Depois comecei a socar um dedo, e ele só dizendo: - Não para!

Soquei mais um dedo e fiz alguns movimentos giratórios nele pra ir acostumando o cuzinho dele, virgem “ainda”. Fiquei fazendo movimentos de vai e vem nele e ele gemendo muito. Depois tirei, lambuzei mais um pouco com lubrificante e dei meu pau pra ele chupar mais uma vez. Depois lubrifiquei meu pau e coloquei na portinha do cu dele, pincelando e dando uma forçada, fiquei nessa ameaça de meter até que ele disse: - Mete esse caralho logo rapaz, não agüento mais. Pedido feito, atendi! Forcei muito, mas não entrava, era muito apertado, coloquei mais lubrificante no dedo e coloquei dentro do cu, depois tentei meu pau denovo no buraquinho, agora todo vermelhinho, forcei tanto e pedi que ele relaxasse o cu, tipo forçando pra fora, depois que ele relaxou um pouco a cabeça entrou, fiquei parado com a cabeça dentro dele, ele não se contetava de tanto gemer e dizer que tava doendo, peguei no seu pau e comecei a masturbá-lo, isso fez com que ele relaxasse mais e meu pau entrou mais um pouco, fui empurrando ate entrar tudo, parei mais um pouco pra que o cu dele se acostumasse com o invasor, ele me disse: - Nossa cara, isso dói, nunca imaginei. Isso falando e gemendo. Eu respondi:- Relaxa, logo vai passar a dor e vc vai sentir apenas prazer. Uns cinco minutos depois ele disse: - Continua cara, vai fundo. Tirei todo o pau e meti de vez, já fazendo movimentos de vai e vem, as vezes rápido, as vezes mais lento, nossa, ele gemia muito e gritava demais. Depois o coloquei de quatro e comecei a socar sem dó, fazendo ele gemer mais ainda, fiz uma punheta nele, o que fazia gemer muito e rebolar na minha caceta, não agüentando mais disse que ia gozar, me pediu pra gozar dentro do seu cu, ele começou a se punhetar e gozou primeiro que eu, dando mordidas no meu pau com o cu me fazendo delirar de tesão, gozei demais dentro daquele rabo gostoso. Caímos os dois na cama, exaustos. Quando recuperamos o fôlego ele disse: - Cara, foi demais. Minha primeira vez nunca vou esquecer. Vamos manter contato sempre. Eu disse: - Claro! Fomos tomar banho, do rabo dele escorria meu leite misturando com sangue, ele forçava e saia tudo. Tomamos um banho, onde ele me chupou mais uma vez, gozei no seu peitoral sarado, rs, depois nos vestimos voltamos pra sala,falamos do acontecido depois de algum tempo e umas taças de vinho me despedi dele, nos beijamos e fui embora. Falo com ele sempre no MSN, mas não tocamos no assunto, nem eu nem ele. Espero que ele queira mais... pra quem quiser me conhecer, pode me adicionar no MSN: loiro23boy@bol.com.br




SEXO COM O VIGIA

Bom o que vou relatar aqui aconteceu de verdade na sexta feira dia 4/5/2010 bom eu estava sem um tempo sem transar com ninguém o ultimo foi o repeteco com o entregador q havia me ligado e transamos muito gostoso, mais depois desse não havia tempo pra mais nenhuma aventura, sempre ia do trabalho pro curso, e com isso o meu tesão estava a mil , não parava de pensar em transar bem gostoso tentei ligar pro entregador mais o cel so estava fora de área, então fiquei puto sem ninguém pra ligar então fui a caça na net, isso estava planejando deste o meu trabalho q não ia pro curso, e fui pro uma lan house e tal, entrei com nick bem justificativo mesmo pra mostrar pro pessoal pra mostrar os meus objetivos mesmo, mais vo falar a verdade ninguém na sala me interessava , fiquei quase duas horas, entre salas de bate papo e outras coisas, mais durante esse tempo ninguém foi legal, sempre quanto eu estava tc com uma pessoa e achava que era legal ai vinha o balde de água fria, sempre não podia ser aquele dia e sim queria marcar pro outro dia, ow eu estava a flor da pele de tanto tesão q estava , não agüentava mais ficar quieto, tinha q transar de qualquer forma, mais nada durante um tempo já estava conformado de ter que voltar pra casa e bater uma punheta pra vê se assim eu me controlasse um pouco mais , mais antes de chegar em casa decidi q ia apé pra casa pra ver se eu me cansasse eu ia dormi, e não teria aquele tesão, todo, pra vcs ver ate que ponto cheguei nossa, estava a ponto de tomar banho de água gelada rsrsrs , mais enfim já estava conformado, voltando pra casa ape quanto passei perto de uma empresa q sempre tinha segurança, e todas as vezes que eu ia pro trabalho eu passava em frente e la tinha um vigia q sempre me olhava diferente , mais nunca ninguem nunca chegou mais do que olhar e tipo ele sempre ficava de manha então naquele horário q estava la sem chanse dele estar la, mais não sei como se diz o que era pra ser vai ser ne, e não era q ele estava deixando o serviço dele na quele horário, não sei o que me deu meu coração disparou quanto o vi, gelei todo e tal, e como faltava um pouco pra passar perto dele, eu fiquei andando de passos lentos e tal e nisso quanto ele se despediu do outro vigia subiu na bicke dele e foi descendo a rua , indo de encontro cg, nisso quanto ele me viu ele me encarou de uma tal forma , q também fiz o mesmo, mesmo depois dele ter passado por mim continuava olhando e como estava andando , parei pra ficar olhado pra ele, e lego depois disso ele parou a bicke e ficou olhando, eu também fiquei, mais fui ao encontro dele , e vou falar a verdade cada passo que dava estava mais nervoso e o meu tesão estava no limite mesmo, e tal e quanto cheguei perto dele, não sei o que me deu cumprimentei ele ele vez o mesmo, bom ele não era um deus grego mais era bem atraente devia ter seus, 36 anos ou um pouco mais, era alto de seus 1.82 branco, olhos verdes ou parecia mesmo era folhas secas, uma voz meio grave e tinha aquela barriquinha de cerveja mais era meio forte com aquela mão grande e tudo, ele sempre me olhava nos olhos e falou diretamente , me perguntou o que estava a fim, falei q o que rolasse estava legal, ele mandou subir em sua bicke q ele sabia de um lugar mais tranqüilo, me levou pro um galpão em reforma um pouco depois de sua empresa no qual ele me dizia q sempre ele ia la pra ver se estava tudo em cima ele tinha todas as chaves desse galpão e la realmente era um lugar melhor pra ficar, tinha luz, tinha uns colchões q os pedreiros usava durante a semana , bom realmente era um bom lugar, assim que chegamos nem perdemos tempo ele, já foi tirando seu cacete pra começar a chupar, nossa fui com tudo serio, parecia ser a ultima coca num deserto , ajoelhei em sua frente peguei aquele pau q estava mole ainda e mandei ver, ele gemia baixinho, e logo o bicho dele começou a dar sinal de vida , e ficou duro q nem pedra , devia ter seus 20cm tranqüilo mais a base era bem mais grossa e ia afinando ate chegar a cabeça, que era pequena , mais não tinha problema pau e pau, tudo gostoso, tentei fazer ganganta profunda e ai que ele gemia bem gostoso falando que eu chupava gostoso que ia meter muito na minha boca, e assim vez pegou minha cabeça e colocou seu cacete na minha guela ate chegar em seus cabelos, engasgava , saia muita baba minha em seu pau e eu ia limpando ate deixar bem sequinho, ainda estava com minha roupa no qual ele me pedi pra ver meu cuzinho, tirei e fiquei de 4 pra ele e ele foi passando o dedo e cheirando, e viu q estava cheiroso, pq antes de sair de casa dei aquele banho gostoso, e foi com a cara com todo, nossa meu desu a língua dele era grande pacas e passava em meu cu nossa gemi alto mesmo, e e foi chupando meu cu , bem gostoso meu pau babava muito, e depois que deixou bem molhado enfiou um dedo, e ficou socando ele e me chamando de bicha gostosa, de viadinho,de puto safado, que ia me arrebentar todo, nossa e eu la rebolando em cima de seu dedo, depois do primeiro veio segundo e não demorando o terceiro nossa que coisa gostosa era os dedos enfiado no meu rabo, assim q tirou os dedos , encapou seu pau e me posicionou a ficar de 4 do jeito q estava com os dedos, me pegou com um braço pela cintura e o outro foi mirando, e foi bem devagar a cabeça por ser pequena não deu problema nenhum , o problema e quanto chegou no meio da base do seu cacete por ser Grosso no meio ate o final, sentir aquela dor insuportável, mais a dor não ficou muito tempo, e logo ele estava num vai e vem de leve , pra acostumar mesmo, e já fui falando.

- vai mete , mete gostoso no seu puto,

não sei o q deu nele apertou firme com as duas mãos na minha cintura e foi com todo nossa sentia suas bolas batendo na minha bunda bem gostoso, não sei mais gozei , sem tocar no meu pau e gozei muito, não tinha noção , e quanto ele me viu q já tinha gozado acelerou o ritimo, mais nada de gozar , trocamos de posição fiquei em cima do seu cacete e subia e descia em cima daquele pedaço de carne gostoso e duro, já falando q iria gozar mas pediu pra gozar na minha cara , mais queria em outro lugar , queria na minha boca, colocou seu pau na minha boca e enchendo ele de porra grossa e quente, nossa nem agüentei toda aquela porra derramou no canto da minha boca, pegou seu dedo e foi limpando no canto da minha boca e levando o dedo pra chupar o resto de sua porra, e quanto acabou o meu tesão ainda não tinha acabado ele já estava colocando a cueca quanto pedi pra mais uma foda ele falou que ficaria pra próxima que estava cansado e já estava no horário dele chegar me casa, mais não podia deixar escapar aquela,oportunidade com aquele tesão de homem q fode bem pra caramba, cheguei perto dele e chupei seu pau dentro da cueca, e pedi carinhosamente por mais uma foda, o pau dele já estava dando sinais da minha chupada sem nenhuma resistência dele tirei o cacete pra fora e continuei chupando terminando de fazer ficar duro, assim q ficou ele nem tirou a cueca so colocou mais uma camisinha e fiquei de quatro desta vez entrou com tudo , de uma vez, e foi socando com amais força ainda do que na primeira e eu gemendo feito cadela no cio pedindo por pau , e ele socando , socando, e me falava,

- sua putinha safada , desta vez vou acabar com vc que nem vai poder sentar por dias, se vc quer cacete e isso que vai ter,

e eu la indo pra frente e pra trás com aquela gostosura de homem me fudendo bem gostoso e selvagem, nossa desta vez estávamos suados q nem tampa de chaleira sempre ficamos nessa posição de 4 ,mais durou um tempo pra me fuder acho que mais de meia hora e logo anunciando mais um gozo, q gozou no meu rabo, ele vendo q não tinha gozado bateu uma punheta divina pra mim que gozei gostoso, se vestimos e eu já estava todo satisfeito por levar pau no rabo, e ter gozado e ter feito um macho gozar assim gostoso, assim que saímos, já estava um pouco tarde e assim q trancou tudo e quanto estávamos la fora ele me falou q a mulher dele ia viajar essa semana ou semana q vem pra capital, e que ele tinha gostado muito da nossa transa e queria repetir assim q estiver sozinho em casa, trocamos os nossos telefones, e cada um foi pro canto, eu feliz , e a espera pra poder encontrar novamente com aquela maquina de fazer sexo.. assim que rolar outro encontro com ele , eu conto pra vcs.


PUTINHO DO UROLOGISTA


Eu tinha vinte anos quando fui fazer o meu primeiro exame de próstata. Estava levantando muito da cama para mijar e o meu medico me mandou para um urologista para me examinar só por via das duvidas porque isso não costumava acontecer em caras jovens como eu.

Quando cheguei no consultório o medico mandou eu entrar e pediu para eu esperar o ultimo horário porque talvez a consulta demorasse um pouco por causa da minha pouca idade.

Ele era um cara forte de uns cinquenta anos e eu simpatizei logo com ele apesar de estar com medo, eu sabia que ele ia enfiar o dedo no meu cu e nunca tinha feito isso. Eu tenho um metro e setenta de altura e sou bem formado de corpo,com uma pica de bom tamanho e bundinha arrebitada apesar de quase não ter pelos.

Quando ele me mandou entrar na sala de consulta, falou logo pra eu tirar a roupa toda e disse pra eu não ficar nervoso, eu falei que só estava um pouco mas ele disse "eu sei quando o paciente esta nervoso quando o pau dele fica encolhido que nem o teu. Por sinal quando ele estar normal deve ser uma bela pica não?"

De fato, eu sempre fui bem dotado, meu pau tinha quase vinte centímetros e era bem grosso quando estava duro. Então ele mandou eu deitar na cama de barriga pra cima e disse "vamos relaxar um pouco senão fica difícil" então botou a mão no meu saco e ficou alisando, estava bem gostoso e eu fui sentindo o pau voltar ao normal apesar de mole. Então ele mandou eu botar os joelhos bem perto dos ombros, botou uma luva, passou creme e foi metendo o dedo no meu cu.

Ele falou "se você relaxar eu prometo que vai ate gostar, a dor é só no começo, já estou quase alcançando a próstata", Então de repente ele parou de enfiar o dedo e começou a mexer dentro de mim, dizendo que agora ia fazer o exame pra ver se eu tinha algum problema. Ele mandou eu botar os pés na cama e ficar com as pernas bem abertas e na hora que eu fiz isso ele deu uma mexida no meu pau que já não estava completamente mole, tinha crescido um pouco.

"Viu o que eu disse? o bichão já está crescendo, é sinal que você esta gostando" e pegou no meu pau como se fosse me punhetar mas logo parou. Eu fiquei chateado porque queria que ele continuasse mas ele falou que eu podia sentir prazer à vontade mas sem tocar no caralho porque senão ia prejudicar o exame e continuou mexendo o dedo no meu cu. O meu pau já estava duro e até pingava um pouco e eu perguntei quanto tempo faltava. "normalmente já tinha terminado mas eu estou vendo que o meu dedo está te dando muito tesão então vou continuar, você quer que eu te faça gozar?"

É claro que eu queria então ele começou a me botou mais um dedo dizendo que assim eu ia gozar mais mas que quando chegasse a hora eu tinha que avisar. Eu disse que sim e ele começou a me fuder com os dedos, meu pau parecia que ia explodir então eu disse "vou gozar".

Aí ele se abaixou e pegou no meu pau e me punhetou pra aumentar o meu gozo "pode gozar à vontade barriga mesmo" e os dedo dele me fudia cada vez mais com força e eu comecei a esporrar com tanta força que uns jatos de porra batiam na minha boca, cara eu nunca tinha gozado tanto, nem quando a minha namorada me pagava boquete. Quando eu acabei de gozar ele botou a minha piroca na boca sem tirar os dedos no meu cu e eu senti o caralho crescendo na boca dele até ficar bem duro de novo.

Então ele tirou o meu pau da boca e os dedos do meu cu e perguntou "gostou" eu disse que nunca tinha gozado tanto assim então ele falou "eu posso fazer você gozar muito mais" Eu perguntei "como'?" então ele pegou a minha mão e botou no pau dele, que ele tinha tirado para fora da calça sem eu perceber. Eu peguei e ele mexeu com a minha mão de modo que eu batesse uma punheta no pau dele que já estava completamente duro.

"Ora, imagina o meu caralho no teu cu como é melhor do que os dedos" eu disse que não, que eu não sou viado e ele falou "ora isso não quer dizer que você seja viado, eu chupei o teu pau e nem por isso sou viado. Sou casado e fodo minha mulher todo dia, na buceta e no cu. Bom, você é quem sabe, se não quiser e só vestir a roupa e ir embora, eu não vou ficar zangado"

Enquanto ele falava, também mexia no meu pau e no meu saco pra me manter com tesao. Até que eu me convenci que queria sentir aquele cacete no meu cu em vez dos dedos e pedi desculpa pra ele e disse que ele podia me fuder. Então ele tirou a roupa toda e ficou nu que nem eu, o cacete dele estava durinho e era mais ou menos do tamanho do meu que continuava duro mesmo sem ninguém pegar nele.

Então ele mandou eu ficar de barriga pra cima com uma parte da bunda fora da cama e encostou o cacete no meu buraco do cu dizendo "nem precisa lubrificar, os meus dedos já te deixaram bem abertinho. Agora bota os pés nos meus ombros que eu vou te fuder bem gostoso" e foi enfiando bem devagar, estava doendo um bocado mas eu só gemi não reclamei porque sabia que ia ficar gostoso como quando ele me fudeu com os dedos. "Deixa eu te punhetar, assim você relaxa" e pegou no meu pau e no meu saco enquanto continuava a enfiar o caralho até que eu senti os pentelhos dele na minha bunda.

Aí ele largou o meu pau e disse "agora eu vou te ensinar a gozar pelo cu" e levantou bem as minhas pernas e começou a socar o cacete no meu cu, gemendo e falando "como você é gostoso meu putinho", eu não fiquei chateado e pedi a ele pra falar mais sacanagem porque estava me dando mais tesao ainda. "me fode com força meu macho, goza no meu cu" eu falei e ele começou a socar com mais força e falou "eu vou gozar, goza também, vamos gozar juntos" eu pedi pra ele me punhetar mas ele disse que não, que eu tinha que gozar só de sentir ele esporrando no meu cu.

E foi assim mesmo, logo que eu senti os primeiros jatos da porra dele também comecei a gozar sem pegar no pau conforme ele tinha mandado. Ele ficou um bocado de tempo esporrando e eu mexi com a bunda pra ajudar ele a gozar mais. Depois ele tirou o pau do meu cu e deitou do meu lado naquela caminha de consulta estreita. Me abraçou e perguntou se eu tinha gozado bastante e se gostou das sacanagens que falou durante a foda, eu disse claro e você gostou que eu te chamei de meu macho? você faz isso com outros pacientes?

"As vezes. quando eu vejo que o cara está com tesão eu aproveito. Mas são caras velhos, nem da vontade de fuder então eu só gozo na boca deles. Você é diferente, é novinho e já vi que gosta de putaria.Eu sei que você tem namorada mas quero que você continue vindo aqui, ninguém vai saber de nada.Agora chupa um pouco o meu pau pra eu gozar na tua boca".

Então ele arreganhou as pernas e botou a minha cabeça no meio, eu senti aquele cheiro da porra dele misturado com o cheiro do meu cu, ainda bem que não tinha cocô. Ele puxou a minha cabeça e mandou primeiro eu lamber o cacete dele que já estava meio mole "assim meu putinho limpa o caralho do teu macho, vai se acostumando com o gosto dele." Eu deixei de lado o meu nojo e lambi com vontade, então botei o pau dele na boca e suguei o restinho de porra que tinha ficado la dentro. Então eu comecei a sentir o pau dele crescer dentro da minha boca e ele gemendo de tesao de novo.

"Assim meu viadinho, chupa bem gostoso, teu macho quer gozar nessa boquinha gostosa, olha como o caralho está duro chupa mais depressa que eu vou gozar" e mal ele acabou de falar eu senti o primeiro jato de porra e mais um e mais.uma porção. Eu quis levantar a cabeça mas ele não deixou "continua a chupar e engole a minha porra toda, asssiiiiim que gostoso".

Então nos fomos tomar um banho e nos vestimos. Antes de abrir a porta, ele falou "eu quero você aqui uma vez por semana, na próxima vamos fazer um sessenta e nove antes da foda, ta bem? Depois eu meto no teu cu". Eu disse que sim, pode deixar que eu venho.

Em casa eu falei com os meus pais que o doutor disse que não tinha problema grave mas que tinha que ir la uma vez por semana pra ele examinar, eles concordaram "a saúde primeiro".

Então, agora eu continuo com a minha namorada e vamos casar daqui a uns meses. Mas continuo indo no consultório do meu macho onde eu sempre dou o cu para ele e gozo muito também. Afinal conforme ele disse, eu não sou viado. Mas eu sei que sou e sempre vou ser viado dele.



MAMANDO NA FRENTE DA GALERA

Elton me mostrava pros outros meninos na escola de uma forma muito escrota. Sempre apontava pra mim quando eu tava sentindo o cheiro da rola dele na minha mão, no meio da aula, e mostrava pra todo mundo os bilhetinhos bobos, com desenhos de florzinhas, que eu mandava, com aquelas coisas idiotas que a gente escreve quando tá fissurada, do tipo "Você vai me dar de mamar lá em casa hoje?", ou "Vou sentir teu gosto na minha boca de tarde?". Ele ria de mim junto com os outros, mas eu, de início, não via isso. Só sabia querer o pau dele na minha boca, essa é a verdade. E tudo o que eu via é que ele queria gozar na minha boca, e confundia isso com ele me querer, mesmo que fosse só desse jeito. Na verdade acho que fiz essa confusão quase minha vida toda.

E o pior dele me expondo daquele jeito, naquela época, é que isso tudo acontecia enquanto eu ia mudando, e me expondo mais também. Tava muito claro pra mim o que eu queria ser, e se não tivesse claro a Glorinha teria me dado essa certeza. Eu era um viadinho, uma fêmea que precisa de macho, e não tinha mais jeito, cada vez mais demonstrava isso pra todo mundo, nos meus modos de falar, de andar, de jogar os cabelos cada vez mais compridos. Não queria ser homem e não queria, nem nunca quis, ser mulher, ter buceta, essas coisas. Queria era ser comido enquanto viadinho, enquanto menino que prefere ser menina pra outros meninos. E, pra isso, o que mais me excitava era me tornar um travesti, que nem os que eu via nas revistas de carnaval, em umas raras revista pornô, e nos programas de calouros. Racionalizava que era a melhor forma de mostrar pra todo mundo qual era a minha, e de deixar os machos me procurarem, em vez de procurar um macho errado e levar uma porrada por uma furada. Mas na verdade era, e é, até hoje, o que mais me realiza.

Por essa época a Glorinha já me tinha arrumado um vibrador velhão, bem pequeno, de uns 10 centímetros, branco, de plástico duro, que funcionava ligado num fio a uma caixinha que botava na tomada. Foi a primeira coisa mais parecida com um pau que enfiei no cú, e me punhetava muito com ele. Tive por muitos anos, como lembrança, até que joguei fora numa dessas arrumações que a gente faz. Mas ainda tinha medo. Mesmo babando muito o vibrador, ele sempre doía um pouco na entrada, e mais ainda pra tirar do cú, depois que eu gozava. E eu pensava que se aquilo, que era pouco mais grosso que meu dedo, doía assim, imagina um pau como o do Elton, que era pequeno, mas que pra mim, na época, era o máximo! Lembrava do Tinoco tirando sangue do cú do Moisés, e me apavorava.

Mesmo sem dar (digo isso porque pra mim tá muito claro que caralho e foda ajudam muito a modelar o corpo feminino) meu corpo mudava. Glorinha me falava das pílulas anti-concepcionais, que me fariam bem, e eu tinha maior vontade de tomar logo. Eu já tinha os peitinhos pontudos de menino-moça um pouco gordinho, tinha belas pernas que vivia mostrando, coxas grossas e bundão, e queria me feminilizar rápido porque, por outro lado, também tinham os pelos que começavam a me infernizar. Já tinha uma sombra de bigode que comecei a tirar fazendo o buço com a Glorinha, mas tinha os pelos do suvaco e das pernas. No início passava blondor pra clarear, mas cresceram muito, e tive que começar a usar aqueles cremes brancos com cheiro de ovo podre. Com o tempo os pelos foram enfraquecendo, e hoje uso muito pouco, mas nunca deixei de usar os cremes e a santa amiga de toda Boneca, a pinça.

Achava ainda que as pílulas iam me livrar dos pelos, o que é uma bobagem, mas acreditava e Glorinha também. Mesmo assim morria de medo de comprar, e ela não comprava pra mim porque dizia que eu ainda tinha que ter certeza do que queria, tinha que dar pra um homem primeiro. Na real era estranho mesmo. Eu ia fazer 15 anos e ainda não tinha dado o cú. Já tinha fama e jeito de viado, adorava o pau do Elton na boca, o tamanho, a dureza, o gosto, o cheiro, a forma, a porra, mas ainda não tinha inaugurado o rabinho com um caralho.

Elton, na frente dos outros, pra se mostrar, falava que meu cú era gostoso e quentinho, e que adorava me enrabar. Em geral comentava isso na rodinha da patota dele, comigo passando perto, pra que eu pudesse ouvir e eles mexerem comigo. Aquilo entrava quadrado no meu ouvido. Não que eu não quisesse,mas porque era falso. Sozinho comigo ele só queria mesmo gozar na minha boca, o que me realizava e encaixava nos meus medos também. Mas hoje, olhando pra trás, acho que se eu tivesse querido comer ele é que dava pra mim.

Bem, tinha outros meninos na escola prontos pra comer um cuzinho, porque naquela época as meninas não liberavam a xota como hoje, só umas poucas como Ritinha e Glorinha, e que ficavam logo com fama de puta por isso. Então os viadinhos eram procurados. Um desses meninos, que eu achava que podia rolar, era lindo, lourinho, de traços finos, delicado, mas bem másculo. Era o Tilinho, um dos primeiros da turma a ficar com a voz grossona. A voz dele era um tesão. Tilinho volta e meia me olhava com olhar pidão, mas ficava nisso. Outro, bem diferente, era o Davi. Elton era quase do meu tamanho, talvez poquinha coisa mais alto, e eu era mais gordinha que ele, e mais redondinha, lógico. O Davi não. Davi era fortão, marombeiro, tinha maior massa mas com barriguinha, e não era bonito como Elton e Tilinho. Davi, com 17 anos, tinha cara de homem adulto, com o cabelo encaracolado sempre curtinho e recuado na testa, e o rosto largo. Não era altão, também, mas era uns 5 cm mais alto que eu, o que fazia uma diferença danada. Davi tinha jeito de homem, pescoção e uns brações e um olhar tarado que me atiçavam um pouco. O lance é que eu só queria saber do pau do Elton, mas era legal olhar pras calças dos outros garotos e imaginar seus caralhos, e mais gostoso ainda sentir que alguns deles me queriam comer.

Bem, por essa época a galera costumava se encontrar depois do jantar na praça do Bairro Peixoto. Eu sabia que na frente dos outros não rolava nada com o Elton, pelo menos achava isso, mas de vez em quando ia lá também. Então teve uma noite em que a galera ficou de papo, falando de sexo, cantando músicas com versões de sacanagem, e me perguntando como era dar o cú pro Elton, na frente dele. Eu tentava desconversar, ficava sem graça, mas no fundo no fundo gostava, que nem quando nas batucadas da turma a galera cantava a antiga "Taí", da Carmem Miranda, assim: "Nandinho, eu fiz tudo pra você gostar de mim, ó meu bem não faça assim comigo não, você tem, você tem que me dar esse cuzão". Aquilo de uma só vez me envergonhava e me dava tesão, e eu gostava.

Naquela noite foi ficando mais tarde do que o normal pra gente. O Davi foi embora, dizendo que ia na casa da namorada, onde ia toda quarta à noite. Uns e outros saíram também, e ficaram só o Elton, o Tilinho, euzinha e mais uns três. A praça já tava deserta, e a maioria dos apartamentos em volta já tava de luz apagada. Não tinha ninguém na rua nem nas janelas.

O Elton então me chamou pra sentar do lado dele no banco. Eu tava em pé, e ele falou: "Nandinho, vem aqui sentar do meu lado e pega no meu pau que sei que você tá com saudade". Meu rosto pegou fogo, todo mundo riu me sacaneando, um dos meninos me empurrou um pouco em direção ao banco, e eu fui. Lembro que fazia uns três dias que eu não sentia o gosto da porra do Elton na boca, mas não acho que foi por isso que eu fui. Fui porque realmente eu queria pegar no pau dele, e porque a situação, com os outros olhando, me incendiava a vontade de ser puta. Não pensei em mais nada.

Como sou canhota, sentei à esquerda do Elton e comecei a massagear seu pau por cima da bermuda jeans dele. Nem olhava pros outros meninos, de vergonha, só ficava de cabeça baixa olhando pro pau do meu menino. O Elton me estimulava falando, "assim tá bom, mas abre o short e pega ele". Os outros meninos chegaram mais perto, fechando a roda, olhavam e daí em diante só falavam em sussurros. Não demorou muito e eu abri o botãozão do short com as duas mãos, virei as abas pra baixo, arriei a cueca dele, mas pela posição e com o short, só liberava meio pau duro pra fora.

Todo mundo acompanhava meus movimentos. Eu babei uns três dedos da mão esquerda, e comecei a esfregar a cabeça do pau do Elton, que gemia baixinho e perguntava aos outros se tavam vendo como o viadinho dele era obediente. E eu gostava de escutar aquilo, na boa mesmo. A saliva secava e eu botava os dedos na boca de novo, sentia o gosto do pau dele, que tanto gostava, e babava de novo e voltava a esfregar a cabeça do pau.

Os outros meninos começaram a ficar maluquinhos, e a falar pra ele me comer, e foi então que o Tilinho, que tinha a chave de uma das portas da garagem do prédio dele, chamou a gente pra lá. Elton concordou de estalo, e guardou seu pau. Com aquela parada a coisa esfriou um pouco e acho que de uma só vez vi a loucura que tava fazendo e tabém me bateu o medo de ser currada pela galera. Com medo na voz, falei pro Elton que não queria ir, e ele foi legalzinho comigo e em vez de me levar à força, o que era mole porque eles eram cinco, me falou que era só um concurso de punheta, e que eu só ia pegar no pau dele, e que os outros só iam olhar. Os meninos ou concordaram, pra me convencer também, ou se calaram.

O prédio do Tilinho era um que tinha a portaria, com a mesa do porteiro, encima de umas escadarias, e em baixo, na calçada, umas três ou quatro portas de aço, daquelas de loja, de subir e descer enrolando, que davam pras vagas de carros. Era a chave de uma dessas que o Tilinho tinha, mas a porta fazia um esporro danado quando abria. Nós fomos lá, difarçamos pros carros que tavam passando irem embora, e levantamos a porta bem devagarinho, entramos quase rastejando, e fechamos de novo. Lá dentro o Tilinho acendeu só uma lâmpada que ficava num canto, e o Elton pegou um caixote, botou perto da luz, encostado na parede, arriou rápido short e cueca, sentou em cima e me chamou: "Vem cá viadinho, ajoelha aqui e começa de novo".

Eu tava meio sem jeito agora, mas o tesão do momento, e o medo de alguém pegar a gente, ou dos meninos mudarem de idéia e me currarem, era grande. E aquilo tudo me excitava. O meu toquinho parecia querer explodir no meu shortinho fino, e a barraca armada era evidente. Não dava pra dizer que não tava gostando. Ajoelhei no meio das pernas do Elton, no chão sujo mesmo, peguei o pau dele com a mão esquerda e comecei uma punheta, enquanto os meninos, quase um a um, me cercavam e iam arriando seus shorts e se punhetando.

Nooooossa! Apesar do medo eu não sabia pra onde olhar. Olhava e sentia o pau do Elton pulsando na mão, babava a mão direita e passava na cabeça daquele pau, molhando e melhorando a punheta, mas também olhava em volta tentando ver os paus dos meninos na penunbra. Não dava pra ver detalhes, nem medir tamanhos nem essas coisas, mas lembro que tinha um bem roxo, de um menino mulato, e isso era diferente do pau roxo claro do Elton, e lembro que me impressionei com o pau do Tilinho, que era fino e cumprido, era o que mais sobrava da mão dos meninos, e era muito cor de rosa clarinho, muito diferente.

Logo todo mundo gemia baixinho, e sussurrava sacanagens do tipo: "Come ele logo, Elton!", "Pô, libera pra gente uma punhetinha aí, vai!", "Bota esse viado pra mamar que a gente arromba o rabo dele!". Todos, menos o Elton que já comera umas piranhinhas, deviam ser virgens ainda, e queriam mostrar serviço. O papo começou a fazer crescer em mim o medo de que eles me currassem, e falei pra eles que tava combinado que era só um concurso de punheta. O Elton, não querendo perder a pose, e curtindo se mostrar daquele jeito, meio que botou ordem na parada: "É isso aí. Enquanto o viado do Nandinho me toca uma, a aposta é ver quem goza primeiro e ver quem goza por último. Eu sou o juiz, mas só vou gozar depois de todo mundo!" Uns meninos ameaçaram reclamar, mas concordaram logo, porque a punheta já tava rolando solta e eles não iam conseguir se segurar muito tempo.

Com a voz mandona do Elton, mesmo meio sussurrada, relaxei de novo e me concentrei no seu pau. O barulho dos saquinhos e paus sacudidos, o pau do Elton na minha mão, o cheiro de pau no ar, e a visão em volta, tudo tava me deixando alucinada também. Não demorou muito pedi ao Elton com a melhor voz de putinha que conseguia fazer: "Deixa eu chupar teu pau, deixa!" Assim que falei isso um dos meninos gozou, e a porra bateu no chão, pertinho da minha coxa. O Elton, em resposta, me puxou pelos cabelos pro seu pau e falou: "Agora vocês vão ver como o meu viado sabe mamar uma rola!"

Eu caí de boca, rindo, no pau do Elton, com uma fome de rola que nunca tinha experimentado. Segurei seu saco com uma mão, me apoiei na perna dele com a outra, e nem lambi. Engoli direto e comecei a comer o pau dele com a boca com muita vontade, babando muito, do jeito que gosto! Com a saliva que escorria pelo saco pouco pentelhudo dele, comecei a massagear seus ovinhos enquanto chupava o caralho, e dava gemidos de boca cheia, cada vez mais altos, super concentrada na chupada. Os outros meninos começaram a gozar. Um jato de porra me bateu nas costas, pesado por cima da minha camiseta, e o do Tilinho bateu na minha coxa e perna, do lado esquerdo. Todos gozaram rápido, e ainda bem porque o Elton logo gozou na minha boca, gemendo alto, e eu, com sede de porra, engoli tudinho e fui parando devagar. Fiquei lambendo, com muita dedicação, cada pedacinho molhado de porra ou de saliva do caralho e do saco dele.

Os meninos se arrumavam e o Tilinho falou: "Caralho, Elton, tu deve ter acordado o porteiro!" E o Elton: "Ah! Que se foda! Nandinho, mostra pra eles a minha porra na tua boca". Mas ele ficou frustrado, porque não tinha nada pra mostrar, porque eu engoli tudo. Nesse meio tempo, o Tilinho e um outro menino já tinham começado a abrir a porta da garagem pra Rua, e um dos garotos, do nada, começou a me xingar de viado escroto, nojento, e a dizer que eu tinha que levar umas porradas. Eu, naquela hora, tava no paraíso, e tomei um choque. Não entendi nada! Como é que o cara tinha acabado de gozar me vendo chupar, e agora queria me bater? Era muito bobinha pra entender, e fiquei paralisada, e acho que o Elton também, enquanto mais um também dizia que eu tinha que apanhar pra aprender a ser homem.

Foi nessa hora que a luz da escada de dentro, que levava da portaria pra garagem, acendeu, e alguém começou a descer perguntando alto quem tava ali. Saímos todos varados pela porta entreaberta, e nem olhei pra trás pra ver se o Tilinho tinha conseguido fechar a porta a tempo de não ser visto. Corri direto pra casa, com medo de apanhar, e mal dormi aquela noite, superagitada com tudo o que acontecera. Ora me punhetava até gozar, imaginando que chupava e dava para os cinco meninos, ora tinha pequenos sonos com pesadelos em que todos eles me perseguiam na rua pra bater.

A última coisa boa da noite foi que, assim que entrei no meu prédio e me senti segura, percebi umas gotinhas de porra do Tilinho que ainda tavam na minha perna. Pensando muita bobagem, passei os dedos e lambi com gosto.

FLAGUEI MEU FILHO DANDO O RABO

Estava voltando para casa mais cedo. Era uma sexta-feira. Iria ficar até bem mais tarde no trabalho por causa de uma reunião, mas por causa do seu cancelamento retornei logo depois do almoço. Vinha no carro arquitetando planos de tirar uma soneca de tarde para ter um gás para dar uma esticada a noite. Imaginava que não havia ninguém em casa. Minha mulher chega do trabalho lá para as 19h. O Gustavo, meu filho, chega do cursinho lá para as 18h. Tudo estava propício para eu relaxar sossegado. Estacionei o carro na garagem do prédio, peguei o elevador, entrei no apartamento e logo percebi barulho no quarto de Gustavo. Estranhei. Já ia verificar porque ele não havia ido ao cursinho. Quando cheguei perto da porta do seu quarto ouvi gemidos. Alguém estava trepando. Não é possível que o Gustavo estava trazendo alguma vadiazinha para comer aqui em casa. Como a porta estava entreaberta, fui na ponta dos pés para dar aquele flagra, deixá-lo bastante sem graça, para depois dar aquele sermão. Mas quando cheguei na porta e olhei para a cama, qual não é a minha surpresa quando vi Gustavo de quatro na beirada sendo enrabado pelo filho do meu visinho. Fiquei chocado. Meu filho de apenas 17 anos, um garoto bonito, cheio de gatinhas a sua volta, com aquele corpo todo malhadinho, que adora surfar e bater futebol nas areias de Ipanema, ali com a bundinha empinada tomando vara no rabo. Caio, o filho do nosso visinho, estava segurando ele pela cintura e mandando ver no meu garoto. Eu não sabia o que fazer. Fiquei ali parado, encostado na parede, imóvel. Enquanto isso, Gustavo pedia: “Vai Caio, mete tudo, isso, mais, Caio, me fode cara, arregaça meu rabo, fode, porra, isso, me como todo, uhhh, que pauzão gostoso Caio, me fode todo, vai...” E Caio não se fazia de rogado metia no meu menino de um jeito que parecia que eles já se entendiam muito bem na cama. Caio é uns dois anos mais velho que Gustavo. É um pouco mais alto que Gustavo, bem mais forte, malhado também e com uns ombros largos por causa do exercício de natação que pratica desde garoto. Os dois vivem grudados, saiam sempre juntos e sei que andam comendo quase todas as menininhas do condomínio. Isso me deixou completamente confuso. Estava muito puto. Tive vontade de entrar no quarto e encher os dois de porrada. Mas por outro lado eu tinha vontade de ver até onde aquilo ia dar. Enquanto estava naquele dilema, Gustavo continuava a gemer com as estocas de Caio: “Isso, garoto, mete mais, mete bem fundo que eu estou quase gozando, mete gostoso, mete que vou gozar, isso, vai, mete mais, me fode porra, tô gozando, mete porra, estou gozando, caralho, me fode todo, porra...”. Eu não tinha coragem de olhar mais. Só ouvia meu filho gemer enquanto gozava e Caio falando ao mesmo tempo: “Isso, Gustavo, rebola mais nessa vara, isso garoto, goza que eu também estou gozando, ai que cuzão gostoso, Gustavo, mexe cara, goza que eu tô gozando também, isso viadinho gostoso, aahhhhhh! Isso seu putinho, viadinho arrombado...” Daí os gemidos foram se cessando e entendi que ambos aviam gozado. Caio havia gozado no cuzinho do meu filho. Tomara que esteja usando camisinha, pensei! Que absurdo! O mundo caindo sobre minha cabeça e eu ai pensando em camisinha! Mas meus pensamentos foram logo interrompidos quando Gustavo vira para Caio e pede: “Ai, porra, tira, tira, devagar porra, tira, ai, puta que pariu, cara, você me arrombou!” Então Caio respondeu: “É, seu viadinho, isso é para descontar o que você fez comigo ontem. Fiquei com meu rabo todo ardido”. Então os dois faziam troca-troca! Arrisquei dar uma espiada para dentro do quarto pela freta da porta e vi os dois deitados na cama abraçados e conversando como dois namoradinhos. Para minha surpresa, eu estava excitado. Meu pau estava quase rasgando a cueca de tão duro. Eu me peguei em meio a uma confusão de pensamentos. Queria encher meu filho de porrada, mas também queria continuar vendo mais daquela sacanagem toda. Não sabia o que fazer. Sem que me vissem, voltei para a porta de saída e fingi estar chegando e fiz bastante barulho para ser notado por ambos. Só ouvi a porta do quarto de Gustavo ser trancada. Então sentei no sofá da sala e fiquei aguardando os dois saírem do quarto. Estava morrendo de curiosidade para ver a cada daqueles dois depois do que havia acontecido.


PRESENTE NO CINEMA

Não é segredo para ninguém que adoro cinema. E cuecas também. E quando posso juntar os dois, então, é o máximo do prazer. Foi o que aconteceu outro dia, quando fiz 39 anos. Tenho 1,66, 58k, sou claro, cabelos e olhos negros.

Sou um pouco peludo e na maioria das vezes, estou com o saco raspado, o que aumenta o meu prazer e o de quem está comigo, pois passar a língua em um saco lisinho, pelo menos para mim, é muito bom. Mas, vamos à história.

Era uma segunda-feira e como estava de folga, tirei a tarde para ir a um bom cinemão curtir um pouco o clima de putaria e sacanagem que me dá o maior tesão. O cinema, claro, era decadente, daqueles com cheiro de mofo, com muitos velhos, operários e boys, mas também com muitos executivos e outros tipos bem interessantes.

Todos com cara de quem querem a mesma coisa: muito prazer com um outro cara. A princípio pensei que não ia rolar nada naquele dia, pois não vira ninguém que realmente despertasse meu interesse.

Já estava indo embora quando percebo um movimento estranho no meio da platéia. Era um bando de “meninas” que estava babando por um cara que batia uma punheta sem se dar conta da “audiência” que tinha à sua volta. Cheguei mais perto para ver o tal cara e tive que concordar: o homem era realmente um tesão.

Devia ter uns 35 anos, malhado, bronzeado, olhos azuis e tinha o cabelo raspado a máquina, o que lhe dava um ar agressivo e muito sensual. Passei por ele mas a “concorrência” estava mesmo muito grande e fui para o banheiro bater uma em homenagem àquele monumento. Fiquei num dos mijadores com pau para fora, alisando ele com calma e deixando mais duro ainda do que já estava.

De repente, entra no banheiro o tal cara e se posta, para minha sorte, ao meu lado. Ao contrário de mim, o cara tava a fim mesmo era de dar uma mijada e – mal sabia ele – foi o que me incentivou a tomar a dianteira da situação pois ver um macho gostoso como aquele mijando do meu lado me tira do sério.

– Movimentado aqui hoje, né cara? – perguntei, chamando a sua atenção.
– Pô, demais, e os caras ficam enchendo o meu saco! – respondeu, dando uma olhada discreta para o meu pau.

O que ele viu parece ter despertado o seu desejo, pois passou a olhar com mais vontade para os meus 17cm e percebi que seu pau também começou a dar sinal de vida. Balançando a minha vara, perguntei:

– Vem sempre aqui? Como é o seu nome?
– Meu nome é Clóvis e o seu?
– Renato.
– E curte o quê, rapaz?
Com cara mais safada, respondi olhando nos seus olhos:
– Beijar uma boca gostosa como a tua, cara!
Ele entendeu logo a mensagem e dando uma olhada para ver se não tinha mais ninguém por perto, chegou mais perto de mim.
– Tá esperando o que então, cara?

Na verdade, estava esperando apenas que ele desse o sinal verde, pois vontade não me faltava. Foi demais dar um beijo bem molhado na boca daquele cara gostoso no meio do banheiro. Os dois com os paus pra fora, se beijando às escondidas, no maior tesão. Ouvimos barulho de alguém chegando e nos afastamos, mas na verdade era alguém que estava saindo de um dos boxes e aproveitamos para entrar ali e ficar mais à vontade. Nem bem fechamos a porta e começamos a nos beijar.

De cara, ficou definido que não teríamos sexo convencional: nos entregamos um ao outro com força, volúpia e muito tesão. Os nossos beijos eram molhados, profundos, que tiravam o nosso fôlego enquanto chupávamos línguas e lábios cada vez mais molhados. Minhas mãos percorriam o corpo de Clóvis procurando sentir toda a extensão e a força de sua musculatura bem definida. Seus braços fortes me envolviam, empurrando-me contra a parede, enquanto lambíamos orelhas, pescoços, bocas, dedos...

Rapidamente tiramos as nossas camisas e ver a barriga lisa e altamente definida daquele macho me levou à loucura. Nossos paus já estavam duros há tempos e logo abrimos as calças, deixando que, mesmo escondidos pelas cuecas, os dois pudessem ser esfregados um contra o outro num ritmo louco. Abaixamos as calças e ficamos de cuecas naquele cubículo, ouvindo vozes lá de fora. Provavelmente, alguns rapazes deviam estar imaginando o que estávamos fazendo ali dentro, pois não procurávamos esconder nossos barulhos de prazer, estalar de línguas e muitos gemidos.

Enquanto Clóvis brincava com o meu pau levantei um de seus braços e lambi seu sovaco com vontade. Uma mistura de suor e perfume masculino botou mais fogo ainda em mim. Ele pareceu gostar das lambidas e puxou meu rosto contra o seu, praticamente estuprando minha boca com um beijo molhado e selvagem.

– Que delícia, cara...

Quando me satisfiz com a boca de Clóvis, deslizei minha língua pelo seu pescoço, lambi e mordi seus mamilos excitados, enquanto minhas mãos apertavam sua bunda durinha à procura de seu buraquinho suado. Ele se contorcia de tesão e eu continuei passeando a língua por seu corpo até sua virilha. Abocanhei o seu caralho sentindo o cheiro forte de seu sexo e arranquei com os dentes a cueca cinza de lycra que ele usava.

Seu pau, duro como estava, saltou para fora. Não tive como desviar o olhar daquela ferramenta maravilhosa: um pau rosado, cons uns 18cm, reto e bem proporcional, nem grosso demais nem de menos, na medida do prazer de qualquer homem. Mas, eu queria mesmo era lamber o seu saco grande e gostoso, pois é o que eu adoro. Clóvis esfregava e batia sua vara melada na minha cara e eu sugava suas bolas com vontade: ora uma, ora outra, deixando o seu saco peludo cada vez mais molhado e aquele homem com mais tesão ainda. Com tanta energia, ele pegou minha cabeça com as duas mãos, me levantou e meu deu outro beijo ainda mais safado.

– Cara, você é gostoso demais! Eu quero comer este teu cuzão. – falou Clóvis enquanto buscava meu buraquinho com seu dedo grosso e áspero.
– Nem vem, cara, que eu não gosto! – retruquei de cara, embora sentir o dedo daquele homem na portinha do meu rabo estava me fazendo delirar. Não disse nada na hora, mas adoro levar uma dedada de um cara gostoso. E como ele sabia fazer aquilo...
– Eu tô doido aqui por sua causa, Renato. Vai, libera para mim...

Enquanto Clóvis falava, ia me abraçando mais e mais, lambendo o meu pescoço e minhas orelhas. E eu, claro, fui ficando maluco com aquilo.
– Rapaz, mas isto dói... Eu não curto.
– Dói nada. Vou fazer com jeitinho e você vai delirar. Te prometo.
– Mas se doer você pára, ok? – perguntei, já me sentindo envolvido por aquela conversa e pelos seus beijos.
– Fica tranqüilo, moço. Sei o que fazer. Você tem camisinha aí?
Peguei na minha calça um preservativo, encapei o seu caralho duraço e ainda dei uma boa chupada nele.
– Encosta aí na parede, Renato. Você tem uma bundinha muito gostosa.
– E você sabe enrolar um cara, heim seu safado...

Clóvis me deu um beijo e abriu um sorriso bem sacana. Deu uma cuspida na mão e passou no meu cú. Ver aquele macho se preparando para me penetrar me excitou mais ainda e fui ficando relaxado com a situação.

– Vou pôr só a cabecinha, tá bom, Renato? – disse enquanto forçava seu pau e, me abraçando, punhetava meu pinto. Ele realmente sabia o que estava fazendo e o seu pau foi deslizando gostoso pra dentro do meu cú. Não sentia dor alguma com aquele cara às minhas costas, roçando a barba por fazer na minha nuca.
– Vai cara, mete bonito, então. Agora quero você inteiro dentro de mim, porra...

Cada vez mais excitados, iniciamos um movimento de quadris ritmado. Clóvis mostrava que era homem de verdade, mas ao mesmo tempo era carinhoso e sabia me envolver cada vez mais, gemendo ao meu ouvido, me punhetando e me abraçando com carinho. Eu nunca havia me sentido em total liberdade com um estranho em um cinema e me entregava por completo. O ritmo alucinado de seu membro dentro de mim dava sinais de que ele estava para gozar. Peguei em sua mão que segurava minha pica e acelerei a bronha também.

– Vamos lá, cara, quero gozar juntinho contigo. Agora!...
– Então vamos, gostoso. Que delíciaaaa...

Ele enfiou seu pau mais fundo em mim na hora de gozar e urramos juntos com tanto prazer. Suados, cansados, mas extremamente satisfeitos, nos beijamos mais uma vez, sentindo as línguas do outro em nossas bocas.

– Cara, a gente é maluco – disse Clóvis dando um sorriso safado.
– Que nada, rapaz, a gente é muito é safado mesmo. Hehehehe
– Pô, foi bom demais, mas que pena que você tem que viajar agora. Fica com meu fone e na próxima vai ser numa cama. Aí então, vai rolar de tudo, cara...

Entendida a mensagem peguei seu fone, mas antes de ir embora fiz um pedido:

– Posso te pedir uma coisa, Clóvis?
– Que foi?
– Me dá sua cueca?
– A cueca? Para quê?
– Eu adoro cueca e quero guardar a sua como lembrança. Pode ser?
Me olhando com a cara mais gostosa, ele falou:
– E por que não?

Aquele homem gostoso tirou então a cueca, deu uma limpada no pau e me entregou. Antes de guardar, dei uma boa cheirada e botei-a no bolso como um presente. Um presente que, volta e meia, me traz boas lembranças quando bato uma punheta esperando a hora em que nos encontraremos novamente.


DEPOIS DO FUTVOLEI

Esta é uma história real de quando eu ainda era virgem. Tenho 28 anos, sou do tipo sarado, mas não exageradamente. Moro no Rio de Janeiro, na Barra da Tijuca.

Num belo dia ensolarado aqui na Barra, fui à praia com uns amigos para jogarmos futvôlei como fazemos quase todo fim de semana. Neste dia, no entanto, uma pessoa em especial chamou minha atenção. Era o cara mais lindo que já tinha visto por ali.

Branco, 1.90m de altura, 76kg, todo sarado e bronzeado. Como sei de tantos detalhes? Já, já todos vão saber. Fiz de tudo naquele jogo para que ele me notasse, mas não percebia nenhuma reação da parte dele.

Tentei de tudo, até acertá-lo com a bola! Não sei o que me deu, mas precisava conversar com ele, saber tudo da sua vida. Foi amor à primeira vista. Depois que acabamos o jogo, por volta das 18h, fui até ele e convidei para tomar cerveja com a galera.

Ele aceitou de pronto. Chegando ao bar mais próximo, comecei a puxar assunto e descobri que ele tinha acabado de sair de um relacionamento de três anos, que foi bem atormentado. Ficamos de papo e o chamei para ir ao meu apartamento. Para a minha surpresa, ele morava na mesma quadra que eu.

Fomos para o meu apê e, ao chegar, fui direto tomar banho. Deixei a porta aberta de propósito e não deu outra: ele entrou e começou a elogiar o meu corpo, dizendo que era lindo e que estava me olhando desde que ele chegou à praia, que ele me queria mais do que tudo naquele momento.

Achei aquela a situação mais perfeita do mundo. Agarrei-o pelo colarinho e puxei para debaixo do chuveiro. Começamos a nos beijar como dois leões, como se nada mais no mundo importasse. Ele começou beijando meu pescoço, depois foi descendo e chegou no meu pinto de 19cm, chupando-o como se fosse um doce feito pelos deuses.

Não deixei por menos. Pedi para chupá-lo e, para minha surpresa, o seu era ainda maior: 21cm e mais grosso. Nossa, fui à loucura e chupei tanto quanto ele me chupou. Foi maravilhoso! Então, ele disse que me queria dentro dele e não me fiz de rogado. Tratei logo de por uma camisinha, e não pensei duas vezes. Transamos muito e foi maravilhoso.

Eu o queria dentro de mim também, só que eu ainda era virgem. Nunca tinha dado para outro homem na vida. Só que, naquele momento, eu queria mais que tudo. Eu disse que ele seria o primeiro a desfrutar da minha intimidade e ele ficou louco, dizendo que faria tudo com o maior carinho possível.

Ele colocou a cabeça e doeu um pouco, mas quando ele fez pressão para colocar todo aquele caralho pra dentro, parecia que eu estava sendo rasgado. No entanto, o prazer era tamanho que eu nem liguei, deixei rolar e ele bombar tudo aquilo pra dentro de mim. Fiquei louco de tesão, gritando e gemendo... Ele gozou dentro de mim, enquanto ele gozava batia punha pra mim.

Foi a melhor transa da minha vida. Depois disso ficamos quase uma semana sem nos vermos e uma sexta-feira dessas o Marcelo – como vou chamá-lo aqui – me mandou flores me pedindo em namoro. Achei aquilo um gesto simples, porém com um significado excepcional. Eu liguei pra ele e disse que sim, que eu aceitava ser seu namorado. Estamos juntos até hoje e nosso namoro vai fazer dois anos nesta semana. Por isso eu quis deixar a nossa história aqui para compartilhá-la com todos os que querem ter um começo, meio e final felizes.





DEI PARA MEU PRIMO


Eu tinha 17 anos quando comecei a me corresponder pelo computador com o Luciano que deveria ter uns 14 anos, naquela época eu ainda não tinha certeza de minha bi-sexualidade, meu olhar era atraído por homens, principalmente se bonitos e guapos, mas namorava prendas, inclusive hoje sou casado com uma delas. O Luciano ainda não me chamava a atenção, era um piázinho, embora já fosse bonito e mais alto do que eu, como se via nas fotos que normalmente trocávamos.

Mas com o tempo passando, ele foi se transformando no guapo que é hoje, quando ele tinha 16 anos e eu 19, já sentia muita atração por ele, pois adorava olhar suas fotos, principalmente aquelas que ele estava na piscina, era campeão juvenil de natação, e por isso me enviava muitas fotos só de sunga, impressionava ver o tamanho da mala do piá, nele tudo é grande, hoje ele tem aproximadamente 1,90 de altura muito bem distribuída, num corpo muito bem malhado, e a mala deve beirar os 20 cm fácil, fácil, e naquela época mesmo sendo mais novo, já me excitava e me deixava louco de vontade de dar pra ele, e eu passei a guardar num arquivo as melhores fotos dele.

Pouco antes de nos conhecermos pessoalmente, ele então com 18 anos e eu com 21, começamos a nos falar através da Webcam, procurava falar com ele já tarde da noite, pois com certeza o pegaria sozinho no quarto só de cueca, e poderia me deliciar vendo seu corpo musculoso e completamente sem pelos, procurava excitá-lo falando de sexo, e quando por sorte conseguia ver sua mala, querendo sair da cuequinha, tinha que me controlar pra não dar bandeira.

A vontade de dar para ele era tão grande, que convenci meu velho a convidar minha tia e a família a vir até o sul para passar o Natal conosco. Eles aceitaram e foi muito emocionante quando no aeroporto o vi ao vivo e a cores pela primeira vez, ele realmente era lindo, com seu corpo atlético e seus braços fortes, era mais fachudo e ainda mais tesudo do que parecia nas fotos. Mas eu não podia dar bandeira, e ele continuou pensando que eu era tão macho quanto ele.

Nos três dias que a família dele esteve conosco, eu não consegui vê-lo nu, nem mesmo de cueca, pois dormíamos na sala, e, portanto ficávamos de short, mas já me excitava vendo seu peito musculoso, o tronco com musculatura bem definida na barriga e suas costas largas. Mas na piscina podia vê-lo de sunga, e apreciar suas coxas grossas e lisas, ver sua mala, e perceber que mole seu pau é como de muitos quando está duro, além de não deixar de olhar para sua bunda, firme e carnuda, que chega a dar inveja a muitas mulheres. Tinha que disfarçar sempre que meu pinto queria dar sinal de vida, e quando podia me punhetava imaginando como seria aquele porrete, se lá ele também tirava todos os pelos e querendo-o dentro de mim.

Quando estavam para ir embora, consegui convencê-lo a ficar até o Ano Novo. Levamos a sua família até o aeroporto e voltamos conversando sobre sexo e pude perceber que ele se excitava fácil e eu não conseguia tirar os olhos do volume que se formou dentro de sua bermuda. Ao chegarmos a casa, fui logo dizendo: agora tu não precisas dormir mais na sala, pois no meu quarto há uma cama sobrando, a do meu irmão casado.

Mais tarde já no quarto, estava louco para poder vê-lo na intimidade, gelei quando veio do banho enrolado numa toalha e ao tirá-la, barbaridade, vestia uma cueca slip branca que deixava transparecer todo o seu conteúdo, e que conteúdo, como comecei a me excitar, tratei logo de provocá-lo com assuntos eróticos, deixando-o também excitado. Duro o cacete do piá, não cabia na cueca, se ele puxava pra não mostrar a pica, mostrava o saco, e vice-versa, e eu ali olhava tudo aquilo alucinado.

Perguntei-lhe se gostava de assistir filme pornô, ele disse que sim, então escolhi um e o coloquei no vídeo, deitamos e começamos a assistir, eu nem me lembro da estória, pois olhava para a TV, mas na realidade estava só pensando nele ali do meu lado, com aquilo tudo a minha disposição, aos poucos comecei a me masturbar por debaixo do lençol, e o meu tesão aumentou quando percebi que o Luciano, assistindo ao filme, fazia o mesmo, não agüentei muito tempo, vendo aquele mastro que se agigantava por baixo do lençol, e tive que correr pro banheiro apertando o pau e lá descarregar o chorro do meu gozo.

No dia seguinte, lhe pedi desculpas pelo ocorrido, ele falou que era normal que nos masturbássemos assistindo filme erótico. À noite escolhi outro filme para assistir, desta vez como ele tinha me deixado à vontade com relação à masturbação, comecei a me bronhar sem me cobrir com o lençol, na esperança que ele fizesse o mesmo, e assim foi, ele levantou a lateral da cuequinha, pôs a geba pra fora e num instante a fez ficar dura e enorme, era impressionante ver aquele pedaço enorme de músculo, exibindo uma cabeçorra rosada e intumescida, assim só tinha visto em fotos e vídeo, achava até que não existia de verdade, além de longa, era grossa, não agüentei e exclamei, porra piá você é um homem ou um cavalo tchê, ele riu.

Foi ai que eu perguntei se ele alguma vez já tinha sido bronhado por outra pessoa, ele respondeu que sim, por mulher. Mas eu disse, assim assistindo um filme, ele respondeu que não, e eu disse: tu não sabes como é gostoso, é completamente diferente de tu mesmo se bronhar. Ai ele disse: é, mas não tem ninguém aqui pra nos fazer isso, se queremos gozar temos que fazer nós mesmos. Então eu falei: isso mesmo, nós mesmos, eu bato pra ti e tu bates pra mim, ele me chamou de louco e disse que jamais faria isso.

De vereda, levantei-me e também com o pau duro e pra fora da cueca, me deitei ao seu lado na outra cama, ele colocando a rola pra dento da cueca, quis sair da cama, mas eu o segurei dizendo: tu não te aporreis, não precisa fazer nada que não queiras. Ele estava tremendo de tesão, então não reclamou quando comecei a passar a mão em suas roliças e duras coxas, depois em seu definido abdômen, e lentamente fui lhe tirando a cueca, e pude então ver e pegar aquele maravilhoso mastro, que mal cabia em minha mão, e como imaginei, por ele ser nadador, era totalmente desprovido de pentelhos. Comecei então a punheta-lo sempre com a mão cheia de saliva, ora pegando firme, subindo e descendo da cabeça até o saco, sentindo seus enormes bagos, ora apenas lentamente sentindo suavemente a maciez daquele caralho, não demorando muito para fazê-lo gozar e esporrar com uma intensidade e quantidade surpreendente.

No dia seguinte, perguntei: tu gostastes da experiência, ele respondeu que sim, que tinha sido muito forte e gostoso, mas mesmo assim, achava estranho, e eu lhe disse: tu não tens que se encanar, apenas tu tens que viver o momento. À noite quando ele saiu do banho com a toalha enrolada na cintura e entrou no quarto, na TV eu já passava outro filme pornô, eu estava deitado na cama dele, ele tirou a toalha e estava nu e quando ia pegar uma cueca pra vestir, eu disse: porque não vens deitar assim, e levantando o lençol completei: eu também estou nu, ele ficou pensativo por um tempo, mas veio e se deitou ao meu lado.

Ao perceber que ele já estava bastante excitado pelo filme, vendo o volume que sua vara fazia sob o lençol, perguntei-lhe: Lu, tu queres repetir a experiência de ontem, ele respondeu que não sabia ao certo, e eu disse: só que desta vez tu tens que colaborar também, então ele disse que era melhor eu voltar pra minha cama, e que a gente devia esquecer o ocorrido.

Então virei-me de costas para ele, e disse: vamos fazer o seguinte eu te masturbo deixando você roçar e se esfregar na minha bunda e tu depois se quiseres só tens que pegar de leve no meu pau. Mais uma vez eu contei com a força da volúpia do piá, ele se virou em direção ao meu rabo e eu peguei seu porrete, o massageava e ao mesmo tempo o esfregava em toda a minha bunda, não deixando de passá-lo em meu rego e sentir o calor da chapeleta daquele cacetão no meu cuzinho.

No momento certo peguei sua mão e a levei até minha pica, ele meio sem jeito começou também a me masturbar. Depois de algum tempo nessa sacanagem, perguntei-lhe se ele já tinha sentido a sensação gelada do KY no pau, ele respondeu que não, me levantei e peguei o gel, passando com carinho em todo o seu mastro, e ele dizendo que realmente dá uma sensação gelada muito gostosa, mas sem ele perceber passei uma boa porção no meu cuzinho, depois me deitei na mesma posição que estávamos antes.

A rola dele deslizava gostoso por todo o meu rego, ai resolvi que tinha chegado o tão esperado momento, desta vez segurei firme a vara do meu primo, parei com ela na portinha do meu cuzinho que há essa hora piscava de tesão e forcei a bunda para traz, fazendo com que a aquela cabeça rosada e enorme de sua rola entrasse todinha no meu cu, que estava bem lambuzado de KY, eu sentia que meu corpo se abria para receber aquele pênis enorme, jovem e cheio de virilidade, ele então não resistindo mais a minha investida, e com inebriada volúpia, passou a empurrar o seu corpo contra o meu, fazendo com que logo os seus grandes bagos estivessem encostados na minha bundinha.

Ele então assumiu a situação e com muito tesão passou a socar fortemente sua rola no meu cuzinho, fazendo-me gemer de dor e prazer, como esperei por isso, como era bom sentir as estocadas daquele macho dentro de mim, aos poucos a dor foi diminuindo, meu cu foi se acostumando ao calibre daquela vara e assim era só prazer. Ele pediu para eu ficar de quatro, mal encostou o porrete no meu anel fervente, forçou e entrou de uma vez só até o talo, eu sentia a pulsação do seu pau, dentro do meu rabo, e ele gemia e se contorcia de tesão no vai e vem que cada vez mais rápido ele executava, até parar e eu sentir que seu pau em espasmos latejantes explodia em gozo no meu cu, em jatos fortes, me enchendo de porra quente e grossa.

Nos dois dias seguintes ele não conseguia resistir e sem filme nenhum, aceitava meus carinhos e me comia gostoso. No dia que ele iria embora, eu com muita vontade de sentir seu pauzão em minha boca, acordei e ainda com ele dormindo, me aproximei e comecei a lamber e chupar seu pau, que como já disse mole, enchia minha boca, ao mesmo tempo em que seu pau crescia, ele acordou e concordou em deixar chupetá-lo, lambi, chupei e suguei aquele caralho até ficar com a boca cheia do seu leite, não perdi uma única gota, mesmo porque era o liquido mais adocicado que eu já havia experimentado, e eu também gozei gostoso me masturbando.

(Lu, nunca mais estivemos juntos, mas tu não imaginas a saudade que tenho daquela semana, quando conheci o outro lado do prazer, obrigado. Beijo.)




ESTOU TREPANDO COM MEU FILHO

Eu tinha 17 anos quando comecei a me corresponder pelo computador com o Luciano que deveria ter uns 14 anos, naquela época eu ainda não tinha certeza de minha bi-sexualidade, meu olhar era atraído por homens, principalmente se bonitos e guapos, mas namorava prendas, inclusive hoje sou casado com uma delas. O Luciano ainda não me chamava a atenção, era um piázinho, embora já fosse bonito e mais alto do que eu, como se via nas fotos que normalmente trocávamos.

Mas com o tempo passando, ele foi se transformando no guapo que é hoje, quando ele tinha 16 anos e eu 19, já sentia muita atração por ele, pois adorava olhar suas fotos, principalmente aquelas que ele estava na piscina, era campeão juvenil de natação, e por isso me enviava muitas fotos só de sunga, impressionava ver o tamanho da mala do piá, nele tudo é grande, hoje ele tem aproximadamente 1,90 de altura muito bem distribuída, num corpo muito bem malhado, e a mala deve beirar os 20 cm fácil, fácil, e naquela época mesmo sendo mais novo, já me excitava e me deixava louco de vontade de dar pra ele, e eu passei a guardar num arquivo as melhores fotos dele.

Pouco antes de nos conhecermos pessoalmente, ele então com 18 anos e eu com 21, começamos a nos falar através da Webcam, procurava falar com ele já tarde da noite, pois com certeza o pegaria sozinho no quarto só de cueca, e poderia me deliciar vendo seu corpo musculoso e completamente sem pelos, procurava excitá-lo falando de sexo, e quando por sorte conseguia ver sua mala, querendo sair da cuequinha, tinha que me controlar pra não dar bandeira.

A vontade de dar para ele era tão grande, que convenci meu velho a convidar minha tia e a família a vir até o sul para passar o Natal conosco. Eles aceitaram e foi muito emocionante quando no aeroporto o vi ao vivo e a cores pela primeira vez, ele realmente era lindo, com seu corpo atlético e seus braços fortes, era mais fachudo e ainda mais tesudo do que parecia nas fotos. Mas eu não podia dar bandeira, e ele continuou pensando que eu era tão macho quanto ele.

Nos três dias que a família dele esteve conosco, eu não consegui vê-lo nu, nem mesmo de cueca, pois dormíamos na sala, e, portanto ficávamos de short, mas já me excitava vendo seu peito musculoso, o tronco com musculatura bem definida na barriga e suas costas largas. Mas na piscina podia vê-lo de sunga, e apreciar suas coxas grossas e lisas, ver sua mala, e perceber que mole seu pau é como de muitos quando está duro, além de não deixar de olhar para sua bunda, firme e carnuda, que chega a dar inveja a muitas mulheres. Tinha que disfarçar sempre que meu pinto queria dar sinal de vida, e quando podia me punhetava imaginando como seria aquele porrete, se lá ele também tirava todos os pelos e querendo-o dentro de mim.

Quando estavam para ir embora, consegui convencê-lo a ficar até o Ano Novo. Levamos a sua família até o aeroporto e voltamos conversando sobre sexo e pude perceber que ele se excitava fácil e eu não conseguia tirar os olhos do volume que se formou dentro de sua bermuda. Ao chegarmos a casa, fui logo dizendo: agora tu não precisas dormir mais na sala, pois no meu quarto há uma cama sobrando, a do meu irmão casado.

Mais tarde já no quarto, estava louco para poder vê-lo na intimidade, gelei quando veio do banho enrolado numa toalha e ao tirá-la, barbaridade, vestia uma cueca slip branca que deixava transparecer todo o seu conteúdo, e que conteúdo, como comecei a me excitar, tratei logo de provocá-lo com assuntos eróticos, deixando-o também excitado. Duro o cacete do piá, não cabia na cueca, se ele puxava pra não mostrar a pica, mostrava o saco, e vice-versa, e eu ali olhava tudo aquilo alucinado.

Perguntei-lhe se gostava de assistir filme pornô, ele disse que sim, então escolhi um e o coloquei no vídeo, deitamos e começamos a assistir, eu nem me lembro da estória, pois olhava para a TV, mas na realidade estava só pensando nele ali do meu lado, com aquilo tudo a minha disposição, aos poucos comecei a me masturbar por debaixo do lençol, e o meu tesão aumentou quando percebi que o Luciano, assistindo ao filme, fazia o mesmo, não agüentei muito tempo, vendo aquele mastro que se agigantava por baixo do lençol, e tive que correr pro banheiro apertando o pau e lá descarregar o chorro do meu gozo.

No dia seguinte, lhe pedi desculpas pelo ocorrido, ele falou que era normal que nos masturbássemos assistindo filme erótico. À noite escolhi outro filme para assistir, desta vez como ele tinha me deixado à vontade com relação à masturbação, comecei a me bronhar sem me cobrir com o lençol, na esperança que ele fizesse o mesmo, e assim foi, ele levantou a lateral da cuequinha, pôs a geba pra fora e num instante a fez ficar dura e enorme, era impressionante ver aquele pedaço enorme de músculo, exibindo uma cabeçorra rosada e intumescida, assim só tinha visto em fotos e vídeo, achava até que não existia de verdade, além de longa, era grossa, não agüentei e exclamei, porra piá você é um homem ou um cavalo tchê, ele riu.

Foi ai que eu perguntei se ele alguma vez já tinha sido bronhado por outra pessoa, ele respondeu que sim, por mulher. Mas eu disse, assim assistindo um filme, ele respondeu que não, e eu disse: tu não sabes como é gostoso, é completamente diferente de tu mesmo se bronhar. Ai ele disse: é, mas não tem ninguém aqui pra nos fazer isso, se queremos gozar temos que fazer nós mesmos. Então eu falei: isso mesmo, nós mesmos, eu bato pra ti e tu bates pra mim, ele me chamou de louco e disse que jamais faria isso.

De vereda, levantei-me e também com o pau duro e pra fora da cueca, me deitei ao seu lado na outra cama, ele colocando a rola pra dento da cueca, quis sair da cama, mas eu o segurei dizendo: tu não te aporreis, não precisa fazer nada que não queiras. Ele estava tremendo de tesão, então não reclamou quando comecei a passar a mão em suas roliças e duras coxas, depois em seu definido abdômen, e lentamente fui lhe tirando a cueca, e pude então ver e pegar aquele maravilhoso mastro, que mal cabia em minha mão, e como imaginei, por ele ser nadador, era totalmente desprovido de pentelhos. Comecei então a punheta-lo sempre com a mão cheia de saliva, ora pegando firme, subindo e descendo da cabeça até o saco, sentindo seus enormes bagos, ora apenas lentamente sentindo suavemente a maciez daquele caralho, não demorando muito para fazê-lo gozar e esporrar com uma intensidade e quantidade surpreendente.

No dia seguinte, perguntei: tu gostastes da experiência, ele respondeu que sim, que tinha sido muito forte e gostoso, mas mesmo assim, achava estranho, e eu lhe disse: tu não tens que se encanar, apenas tu tens que viver o momento. À noite quando ele saiu do banho com a toalha enrolada na cintura e entrou no quarto, na TV eu já passava outro filme pornô, eu estava deitado na cama dele, ele tirou a toalha e estava nu e quando ia pegar uma cueca pra vestir, eu disse: porque não vens deitar assim, e levantando o lençol completei: eu também estou nu, ele ficou pensativo por um tempo, mas veio e se deitou ao meu lado.

Ao perceber que ele já estava bastante excitado pelo filme, vendo o volume que sua vara fazia sob o lençol, perguntei-lhe: Lu, tu queres repetir a experiência de ontem, ele respondeu que não sabia ao certo, e eu disse: só que desta vez tu tens que colaborar também, então ele disse que era melhor eu voltar pra minha cama, e que a gente devia esquecer o ocorrido.

Então virei-me de costas para ele, e disse: vamos fazer o seguinte eu te masturbo deixando você roçar e se esfregar na minha bunda e tu depois se quiseres só tens que pegar de leve no meu pau. Mais uma vez eu contei com a força da volúpia do piá, ele se virou em direção ao meu rabo e eu peguei seu porrete, o massageava e ao mesmo tempo o esfregava em toda a minha bunda, não deixando de passá-lo em meu rego e sentir o calor da chapeleta daquele cacetão no meu cuzinho.

No momento certo peguei sua mão e a levei até minha pica, ele meio sem jeito começou também a me masturbar. Depois de algum tempo nessa sacanagem, perguntei-lhe se ele já tinha sentido a sensação gelada do KY no pau, ele respondeu que não, me levantei e peguei o gel, passando com carinho em todo o seu mastro, e ele dizendo que realmente dá uma sensação gelada muito gostosa, mas sem ele perceber passei uma boa porção no meu cuzinho, depois me deitei na mesma posição que estávamos antes.

A rola dele deslizava gostoso por todo o meu rego, ai resolvi que tinha chegado o tão esperado momento, desta vez segurei firme a vara do meu primo, parei com ela na portinha do meu cuzinho que há essa hora piscava de tesão e forcei a bunda para traz, fazendo com que a aquela cabeça rosada e enorme de sua rola entrasse todinha no meu cu, que estava bem lambuzado de KY, eu sentia que meu corpo se abria para receber aquele pênis enorme, jovem e cheio de virilidade, ele então não resistindo mais a minha investida, e com inebriada volúpia, passou a empurrar o seu corpo contra o meu, fazendo com que logo os seus grandes bagos estivessem encostados na minha bundinha.

Ele então assumiu a situação e com muito tesão passou a socar fortemente sua rola no meu cuzinho, fazendo-me gemer de dor e prazer, como esperei por isso, como era bom sentir as estocadas daquele macho dentro de mim, aos poucos a dor foi diminuindo, meu cu foi se acostumando ao calibre daquela vara e assim era só prazer. Ele pediu para eu ficar de quatro, mal encostou o porrete no meu anel fervente, forçou e entrou de uma vez só até o talo, eu sentia a pulsação do seu pau, dentro do meu rabo, e ele gemia e se contorcia de tesão no vai e vem que cada vez mais rápido ele executava, até parar e eu sentir que seu pau em espasmos latejantes explodia em gozo no meu cu, em jatos fortes, me enchendo de porra quente e grossa.

Nos dois dias seguintes ele não conseguia resistir e sem filme nenhum, aceitava meus carinhos e me comia gostoso. No dia que ele iria embora, eu com muita vontade de sentir seu pauzão em minha boca, acordei e ainda com ele dormindo, me aproximei e comecei a lamber e chupar seu pau, que como já disse mole, enchia minha boca, ao mesmo tempo em que seu pau crescia, ele acordou e concordou em deixar chupetá-lo, lambi, chupei e suguei aquele caralho até ficar com a boca cheia do seu leite, não perdi uma única gota, mesmo porque era o liquido mais adocicado que eu já havia experimentado, e eu também gozei gostoso me masturbando.

(Lu, nunca mais estivemos juntos, mas tu não imaginas a saudade que tenho daquela semana, quando conheci o outro lado do prazer, obrigado. Beijo.)






ESTOU TREPANDO COM MEU FILHOTE

Tenho 45 anos e moro em uma cidade do interior de SP. Não sou lindo, mas estou enxuto pra minha idade e sou muito safado em relação a sexo. Minha história é real e por isso não posso me identificar. Tudo começou após me separar de minha esposa. Já tinha me relacionado com homens antes do casamento e tive algumas aventuras enquanto estive casado também. Há 3 anos me separei. Mas minha vida mudou mesmo desde que nosso único filho, um garoto de 19 anos, veio morar comigo, há 1 ano. Nunca tinha tido nenhuma intenção sexual em relação a ele, jamais isso passaria na minha cabeça.
Porém, teve um dia que ao voltar mais cedo do trabalho tive uma surpresa que mudou a minha relação com o meu filho. Ele estava no quarto dele, pelado na cama, batendo punheta e cheirando uma cueca. Minha surpresa foi ainda maior quando percebi que a cueca era minha! Fiquei louco na hora! Ele cheirava a cueca, passava pelo rosto, e punhetava gostoso. Ele não tinha percebido minha presença! Fiquei maluco, estático, sem reação. Eu fiquei uns 5 minutos parado no corredor, vendo ele naquela punheta, mas sem entrar no quarto.
Não conseguia acreditar que meu filho, que eu jamais suspeitaria algo, estava com a minha cueca cheirando enquanto batia uma. Pensei em sair de lá e ir pro meu quarto, mas no impulso do tesão criei coragem e entrei dentro do quarto. Ele deu um pulo de susto! Ficou totalmente sem jeito ao me ver! Daí eu disse “calma, filho, ta tudo bem...pode continuar...”. Ele ficou nervoso e eu continuei dizendo “ não sabia que você gostava de cheirar minha cueca..” Ele me interrompeu “desculpa, pai!”. Eu quis deixà-lo mais à vontade “ Não tem que pedir desculpa, se isso te dá tesão não tem problema nenhum!
Conforme o tempo ia passando meu tesão ia subindo, eu tomei mais coragem ainda e arranquei a calça. Tirei minha cueca e dei pra ele; “olha, filho, pode cheirar essa,ta com mais cheiro de rola!” Ele ficou meio apreensivo, mas pegou. Eu falava ‘Cheira vai, sente o cheiro da minha pica!”. Ele me obedeceu! Nem acreditava no que estava vendo!
Meu pau tava muito duro...Meu filho na minha frente cheirando minha cueca e batendo punheta!
Eu já tava doido e falei pra ele me chupar. Ele assustou e falava: “Porra, eu chupar o senhor? Tem certeza?” Eu falava: “Claro, filhão! Engole minha vara vai!”. E ele começou lambendo as bolas do saco, nem imaginava que ele sabia fazer aquilo. Depois, foi chupando o pau todo, lambendo a cabeça e sugando bem gostoso. Eu delirava e falava “caralho, filho, não sabia que você fazia isso!”. “Eu curto pau, pai!” ele falava.
Ele foi cada vez ficando mais safadinho, mais solto. A gente já tinha perdido a noção de tudo, já tinha virado putaria. Eu coloquei ele de frango assado e foi lambendo o cuzinho dele. Daí reparei que ele raspa os pelos da bunda, o rabo dele é lisinho! Enfiava a língua no cu dele, lambi também o pau...Eu nem acreditava que tinha um muleque gostoso daquele dentro da minha casa!
Sem nem pensar, comecei a meter no cu dele..Ele deixava, gemia gostoso “Fode, caralho! Vai!”. Bombei por pouco tempo e já gozei. Caímos na cama, eu me levantei e fui pro meu quarto tomar banho.
Depois, no banho, fiquei pensando na loucura que tinha feito. Na hora de jantar resolvemos tocar no assunto. Ele disse que tinha curtido muito tudo aquilo e eu também falei que por minha aquilo podia se repetir. Com o passar do tempo, descobri que ele já tinha transado com outros caras e fomos repetindo as fodas. Um ano depois, ele continua morando comigo e trepamos muito, quase todo dia. Eu não sinto nenhuma culpa, pois tudo que fazemos é muito gostoso. Ninguém sabe de nós. Se alguém quiser me escrever ou trocar experiências, fique a vontade.



FERIAS NA FAZENDA



Passei minhas ferias na fazendo do meu tio. Foi no verão e estava bem quente. Nós estávamos relaxados a beira da piscina quando chegou um home muito bonito, deveria ter uns 40 anos, alto, algo grisalho, em perfeita forma física, viril, trajando calças jeans e botas. Logo meu tio o chamou para me apresentar. Era o capataz da fazenda, seu nome era Reinaldo e estava ali para avisar que estaria saindo em seguida e que no domingo estaria de volta lá pelo final do dia.
Meu tio informou-o da minha estadia pelos próximos dias e Reinaldo colocou-se a minha disposição para o que eu precisasse. No dia seguinte, após o almoço, meu tio deixou a fazenda retornando à Salvador. Não demorou mais do que meia hora e o capataz Reinaldo bateu na porta pedindo para entrar. Havia acabado de chegar e gentilmente perguntou se eu precisava de alguma coisa. Diante de sua gentileza, convidei-o a sentar e batemos alguns minutos de um papo.
Reinaldo era solteiro e morava em uma casinha algo em torno de uns 500m da casa principal. Disse que a sua casinha era muito confortável e que ele contava com a ajuda de um rapazinho filho de outro colono, para os serviços de limpeza. A sua alimentação era preparada pela esposa de outro colono e que estava satisfeito com aquela vida na fazenda. Após algum tempo Reinaldo falou que ia andando para não mais me atrapalhar e perguntou-me se eu não gostaria de jantar com ele. Aceitei o convite pela gentileza e fui orientado e como chegar à sua casa.
No finzinho da tarde me dirigi até o local indicado, bati na porta e fui recebido por um rapazinho mulato de uns 19 anos, que me informou que o Reinaldo estava no banho e me convidou para entrar e sentar. Ofereceu-me uma cerveja e foi até a pequena cozinha servir.
O menino era esguio, trajava uma bermuda de malha justa e camiseta regata, que deixavam a mostra suas formas pouco convencionais, pois, tinha a bunda bem redonda e coxas torneadas como de uma moça. Seus mamilos eram um tanto protuberantes com bicos espetados na camiseta e, sem dúvida, seu jeito era bem feminino. Cada vez que o rapaz vinha à sala me olhava de cima a baixo demonstrando interesse.
Reinaldo abriu a porta do banheiro e saiu enrolado numa toalha com o dorso nu, e disse que em minutos estaria de volta. Não pude deixar de ver que seu peito e braços eram musculosos, queimados de sol e com poucos pelos. Sem fechar a porta do quarto deixou a toalha cair no chão, de costas para a porta e não se preocupou em esconder um belo traseiro e o grande saco entre as pernas. Fui flagrado pelo menino enquanto olhava furtivamente para Reinaldo e imediatamente o menino falou:
- Você precisa ver ele de frente, é lindo e gigantesco! - falou com uma cara de tesão e se afastou mais uma vez.
As coisas ficaram mais claras para mim a partir dessa conversa. O menino devia ser o viadinho do Reinaldo e além de limpar e cuidar da casa, à noite recebia o \"pau lindo e gigantesco\" como pagamento. Enquanto eu pensava a respeito, Reinaldo veio estar conosco vestido apenas um short largo e sandálias. Sentou ao meu lado e com um sorriso sedutor nos lábios disparou \"na lata\":
- Você é um cara muito bonito, deve ter muita gente querendo ficar com você, não?
Confesso que na hora fiquei aturdido e sem reação, mas recuperei a tempo e devolvi no mesmo tom:
- Talvez... não tanto quanto você, mas, não posso reclamar.
Reinaldo mais uma vez pegou pesado:
- Mulheres, homens ou os dois?
E eu devolvi:
-Diga você primeiro!
- Eu prefiro o seu tipo...
- Pensei que fosse o tipo desse menino aí...
- O Carlinhos? Gosto também.
Eu falei que o menino Carlinhos havia feito grandes elogios a sua anatomia, não só pela beleza como pelas proporções. Reinaldo sorriu e concordou:
- Realmente, eu sou muito bem dotado e você?
Respondi que eu estava pelo lado da normalidade, mas que em compensação não tinha \"hora nem lugar para funcionar!\". Ao que Reinaldo falou:
- Tira essa camiseta, está muito quente... Carlinhos, traz o ventilador e põe aqui na sala para gente.
Nem havia tirado a camiseta senti os dedos de Reinaldo no meu mamilo direito, bolinando o biquinho do meu peito, o que fez com que pau que já estava a maia-bomba endurecer de vez. Reinaldo perguntou se podia dar uma chupadinha e eu balancei a cabeça positivamente. Imediatamente, chegou-se bem junto a mim e desandou a lamber e a chupar meu mamilo, passando a língua quente e molhada no biquinho fazendo-me gemer de tesão. Ao mesmo tempo em que chupava, apalpava minha pica, tentando botar para fora da bermuda. Como não conseguiu, pediu-me para tirar a bermuda e eu disse que ele deveria tirar o short também, o que fez de imediato e aí veio o meu espanto.
Ao tirar o seu short pude ver que Carlinhos tinha toda razão. O seu pau era muito grande e grosso, alguma coisa como uns 24 cm por muito de diâmetro. A cabeçorra era vermelha e praticamente toda vestida pelo prepúcio, o corpo era voltado para o lado esquerdo, meio curvo. A impressão que dava era que devido seu tamanho e peso iria abaixar a qualquer momento! Mas que nada! Tão logo ele pegou no meu pau o seu ficou mais rijo e mais inclinado para cima, mostrando ter ganhado em tamanho e diâmetro. Realmente assustador e delicioso!
Reinaldo me fez sentar novamente e voltou a me dar prazer no mamilo e agora punhetava lentamente na minha pica fazendo-me literalmente gemer. Eu tentava segurar aquele caralhão e me ajustava no pequeno sofá com essa intenção. Foi aí que eu percebi que eu tinha me esquecido da presença do Carlinhos. O menino estava junto à entrada da cozinha, com a bermuda abaixo dos joelhos punhetando sua pica que era bem mais encorpada do que eu poderia imaginar. Aquela imagem me acendeu mais ainda, pois estava com dois caras gostosos, cada um a sua maneira, e ambos com suas picas duras.
Desvencilhei-me um pouco de Reinaldo e abaixei para abocanhar aquele monstro e confesso que tive que me esforçar para botar aquilo tudo na boca. Era realmente uma pica muito gostosa. Prepúcios longos desses que cobrem boa parte da cabeça me dão muito tesão, e aquele naquela cabeçona era particularmente delicioso de brincar com a língua. Enquanto eu mamava naquele mastro quente, senti uma boca morna e molhada na minha pica e verifiquei que o Carlinhos havia se juntado a nós, certamente com a aprovação de Reinaldo. Assim, o círculo estava quase fechado, faltando apenas Reinaldo abocanhar o membro do menino.
No entanto, meu anfitrião tinha outros planos. Desfez o círculo, pediu-me que deitasse na mesa de jantar e ato contínuo ofereceu-me sua grande geba na boca, ficando em pé ao meu lado. Carlinhos, agora totalmente nu, voltou à carga e mamou minha pica como uma puta experiente deixando-me a ponto de gozar, quando Reinaldo disse que queria me penetrar. Tal comentário me fez reagir e tentar sair de cima da mesa já que certamente eu não agüentaria aquele troço todo no rabo. Reinaldo me conteve e tentando me acalmar disse que isso somente ocorreria se eu assim desejasse. Retruquei dizendo que vontade eu até tinha muito, mas, seria fisicamente impossível. Ele então perguntou:
- E se o Carlinhos te enrabar, acha que vai ser bom?
Eu não imaginava o Carlinhos na posição de ativo, mas o membro do menino era tentador, longo e não muito grosso com uma cabeça mais fina que o corpo e me parecia bem duro. Ademais eu estava louco por um pau dentro de mim. Respondi que gostaria de sentir o Carlinhos sim, mas, que depois eu é que seria o ativo. Meus pleitos foram bem recebidos e assim, Reinaldo, assumindo uma posição de guia, pediu a Carlinhos o lubrificante e aplicou com muito carinho no meu rabo.
Carlinhos posicionou-se em pé em frente à mesa, flexionou minhas pernas para cima e penetrou-me devagar e deliciosamente. Seu membro estava muito duro fazendo aquela penetração ocorrer de forma muito prazerosa. Bombou inicialmente com vagar, procurando aprofundar mais o membro no meu reto, posteriormente bombou mais rápido e com força, fazendo eu me sentir bem preenchido e alargado. Eu continuava com a pirocona de Reinaldo na boca, chupando avidamente, só largando para gemer enquanto era penetrado pelo viadinho gostoso. Estava a ponto de gozar, mas ainda queria meter num dos dois ou mesmo nos dois. Roguei a Reinaldo que parasse de me punhetar e ele me pediu para meter só um pouquinho, que se doesse ele tiraria etc...
Confesso que o meu tesão era animal e a idéia daquele cara em cima de mim estava me seduzindo rápido. Carlinhos obedecendo a um comando de Reinaldo tirou seu cacete do meu rabo e afastou-se da posição para que seu patrão a ocupasse. Implorei por muito lubrificante, tanto no rabo como no pau. Reinaldo atendendo a meu pedido encheu a mão com o lubrificante e espalhou na cabeçorra, assim como, ao longo de todo o membro, colocou uma boa quantidade nos dedos e penetrou-me com dois deles, massageando-me por dentro enquanto espalhava o gel. Tornou a lubrificar a cabeçorra e o membro com mais gel e colocou-se junto à mesa, membro em riste pronto para minha imolação.
Segurei aquele membro melado e apontei para a entrada de meu cuzinho. Senti quando meu anfitrião pressionou a cabeçona e meu cú dilatou-se o suficiente para permitir a entrada de metade daquela ponta vermelha e dura. Até aí era só tesão. Reinaldo ficou nas pontas dos pés e jogou seu peso na minha direção fazendo com que a cabeçorra entrasse toda, causando uma dilatação anormal no meu ânus e causando-me muita dor. De forma a aliviar a dor ou mesmo desviar o foco de minha atenção, Carlinhos aplicava-me um boquete de primeira, no entanto, face aquela verdadeira ameaça, meu pau foi murchando ao mesmo tempo em que Reinaldo vinha entrando em mim. Por fim, eu estava com boa parte daquela vara gigantesca enterrada no meu reto. Eu fazia força para apertá-la com o esfíncter, mas era impossível face a sua largura e dureza. Meu parceiro permaneceu imóvel, permitindo que eu me \"acostumasse\" com sua peça e aos poucos começou a se movimentar vagarosamente até que aquela tortura foi se transformando em puro prazer e meu pau voltar a endurecer com a mamada que eu recebia do viadinho.
Reinaldo com muito jeito foi bombando aquele negócio dentro de mim, fazendo daquela experiência única, uma enorme fonte de prazer e tesão. Em pouco tempo a idéia de receber uma verga daquela já estava me excitando e eu já pedia a meu parceiro que metesse mais. Sentia a pica num ritmo forte vindo muito dentro de mim, batendo com força lá no fundo até que Reinaldo gemeu alto e gozou no meu rabo fazendo-me sentir os enormes espasmos daquela pica.
Depois do gozo meu parceiro ainda mexeu gostosamente, fazendo-me sentir o quanto ele havia ejaculado no meu cu, puxou de dentro aquela pica enorme fazendo escorrer muita pôrra na mesa de jantar e fiquei imaginado o quanto meu rabo estaria dilatado. Concluí que depois daquela eu estaria apto a receber qualquer pica que me desse tesão.
Depois de imolado quis o meu reverso. Pedi a Reinaldo que ajoelhasse no sofá de costas para mim, abaixei e lambi aquele cú de macho gostoso, besuntei seu cuzinho e minha pica com gel lubrificante e penetrei aquela bunda tesuda, bombando sempre forte, motivado por meu transbordante tesão. Minha pica estava rubra, quente e firme como uma rocha, permitindo-me penetrar fundo naquele rabo. Meu parceiro gemia como um \"bezerro desmamado\" pedindo mais pica. Carlinhos assistia a cena e punhetava sua pica, mas não resistiu e gozou espalhafatosamente, gemendo alto e esguichando muita pôrra no rosto de Reinaldo. Tal visão elevou a minha excitação e com isso gozei muito no cuzinho de meu anfitrião. Tomamos banho, bebemos uma cerveja e jantamos satisfeitos.
Uma tarde especialmente, Reinaldo veio me procurar e me pediu para ir até meu quarto. Lá chegando, levantou minha camisa e mamou gostosamente meus mamilos, fazendo com que meu pau ficasse roxo de tesão. Em seguida chegou pertinho de mim, tomou meu pau na mão e esfregou no seu pau, para depois literalmente engolir o meu com o prepúcio dele. Essa foi uma sensação muito gostosa que nunca havia experimentado. Com meu pau coberto pelo prepúcio dele, punhetou os dois de uma só vez. Para não perder a viagem, lubrifiquei bem meu buraquinho, debrucei-me na janela que dava para uma colina verdejante, empinei a bunda oferecidamente, afastei as nádegas com as mãos e recebi mais uma vez o pirocão de meu novo amigo. Reinaldo me enrabou gostoso, puxou para fora e botou várias vezes, fazendo-me sentir o diâmetro daquela cabeçorra, passou a mão por debaixo de meu corpo e punhetou meu pau, bombou sua picona com ritmo até gemer e me encher de leitinho quente.
Uns dois dias depois, eu estava totalmente concentrado lendo um romance e Carlinhos entrou a sala trazendo algo embrulhado em um pano de prato. Sua mãe havia me mandado um bolo de fubá. Agradeci muito e pedi que ele levasse meus agradecimentos à sua mãe, todavia, Carlinhos me disse que em agradecimento eu podia dar um pouco de atenção exclusiva a ele. Na realidade, em todas as ocasiões em que estivéramos juntos na casa do capataz, Carlinhos tinha servido como mero coadjuvante. Merecia alguma atenção. Deixei o livro na mesa e saí com Carlinhos atrás de mim. Em poucos momentos o menino estava batendo na porta do meu quarto.
Logo ao entrar, abaixou o curto short que vestia exibindo seu gostoso cacete, que já estava à meia bomba. Rapidamente despi-me ficando à vontade e puxando o menino na minha direção e o virei de costas para apreciar sua bela bunda. Alisei e mordisquei aquelas nádegas fartas enquanto punhetava aquela pica safada. Carlinhos estava com muito tesão e reclamou que eu nunca tinha comido seu cuzinho. Pedi a ele para preparar a minha pica que eu enterraria com muito gosto naquela bunda grande. O menino caiu de boca e, como das demais vezes, mamou como puta rameira, engolindo minha pica até a garganta, lambendo minhas bolas, esfregando a cabecinha na língua, fazendo meu pau ficar duro como tora.
Deitei o viadinho de lado, levantei uma de suas pernas e, deitando-me por trás, enterrei a pica naquele cú guloso. Bombei gostoso naquele rabo farto enquanto massageava sua pica e lambia o seu mamilo que ficava a minha disposição. O menino gemia alto pedindo mais, afirmando ser meu viadinho e que eu podia fazer o que quisesse com ele. Alternamos a posição e o viadinho sentou com vontade na minha pica enquanto tocava uma punheta e alisava o bico do próprio peito com o dedo molhado de saliva. Por fim, deitei por cima de suas costas enterrando a pica no fundo de seu cuzinho, gozando gostoso enquanto o menino gemia para mim. Para não deixar Carlinhos na mão, mamei na sua piroca mulata até receber seu leitinho na boca e deixa-la murchinha.
Tive ótimos momentos naquela fazenda com o capataz e seu viadinho. Às vezes eu os visitava em sua casa, outras tantas Reinaldo me surpreendia no meio do dia e eu o arrastava para meu quarto onde sem qualquer pudor levava aquela jeba por inteiro no rabo.



NA PISCINA DO CLUB

Eu havia me mudado recentemente para para Belém do Pará vindo do Rio de Janeiro.. Moravamos em uma aréa onde muitas familias militares residiam pois meu pai é militar.
Eu ainda estava me adaptando, já tinha ficado com algumas garotas que moravam no bairro (eu tinha a vantagem de ser carioca, elas adoravam meu sotaque, o jeito que eu me vestia etc.), mas com os caras, eu não me entrosava direito, eles me olhavam com certa hostilidade e eu ficava na minha. Com o tempo consegui fazer amizade na natação do clube que freqüentávamos. Ele se chama Alfredo e eu ficava sem jeito com ele, o achava bonito pra caralho, bem mais que eu. Ele tinha corpo de nadador, um pouco mais alto que eu, branquinho, com o tórax desenvolvido, costas largas, pêlos fininhos no peito, abdômen e nas coxas não muito grossas, cabelo liso castanho, abaixo um pouco das orelhas, da mesma cor de seus olhos. Tinha sorriso fácil, era meio moleque, tratava todo mundo na boa, mas gostava de tirar onda com o pessoal......, mas não comigo...., me dava uma atenção do cacete. Eu não sabia por quê. Eu era menor que ele, queimado de sol, usava o cabelo comprido nos ombros também largos, meio parafinado, embora nunca tivesse pisado numa prancha de surf. Assim como ele, tenho os olhos castanhos, mas, bem mais claros. Eu era mais reservado e ia ficando mais espontâneo a medida que me entrosava e gostava da pessoa.
Um dia, depois do treino, os outros caras foram embora e nós continuamos na piscina, ele tava me dando dicas sobre a pernada do nado borboleta. Era final de tarde, começou a chover e nós ficamos dentro da piscina, na escada, conversando, só com a cabeça para fora da água. Ventava muito, trovejava, e se a gente saísse naquele momento ia sentir muito frio. Ele estava bem perto de mim, falando sacanagem, a gente ria muito e ele esbarrava em mim toda hora. Em determinado momento ele se encostou na minha perna e continuou falando com a maior naturalidade para quem tava duro, com a metade do pau pulando pra fora da sunga pequena. Eu não sabia o que fazer, mas também fiquei excitado e ele, percebendo que eu não reclamei, continuou lá e de vez em quando dava uma roçada, como quem diz, sente essa parada.... Aquelas alturas, só ele falava, embora, tivesse momentos em que ficava sem o que dizer, mas logo arranjava outro assunto, acho que para eu não ficar sem graça e sair fora.

Já tinha escurecido e o clube estava vazio com aquele toró. De repente, eu senti sua mão passar nas minhas costas, no começinho da minha bunda, assim, quase sem querer , como se acompanhasse o movimento da água. Aquilo tava me deixando zonzo e a ele também, que já não conseguia disfarçar conversando. Eu, na doida, resolvi mergulhar e lá no fundo da piscina, baixei minha sunga até os joelhos, voltando à superfície. Ele tinha se afastado um pouco e perguntou com cara meio emburrada: Luciano, tá a fim de sair fora, cara? Eu respondi: Não, tá frio lá fora e aqui tá legal..., se vc quiser ir, vai, cara....!
Ele voltou para escada, me olhou sério e me disse que também não tava a fim de ir ainda, roçou de novo em mim e falou baixinho: Ninguém vai saber de nada, te dou minha palavra...., deixa cara....

A iluminação próxima a piscina foi ligada, mas a escada ficava meio sombreada e ninguém podia ver a gente. Eu não respondi, nem conseguia olhar pra ele. Ele deu outra esfregada na minha perna e pegou na minha bundinha. O pau dele deu um tranco, quando sentiu que eu estava com a bunda de fora e imediatamente ele colocou a minha mão no seu pau.

Eu peguei num pau pela primeira vez na minha vida. Era muito grande, a cabeça era macia, menor um pouco que o talo, que engrossava mais na base. Alfredo alisava as minhas nádegas lá por baixo e quando ele passou o dedo bem de leve, meu anelzinho se contraiu, meio que prendendo o dedo dele. Ele puxou o ar entre os dentes e sussurrou: Me dá tua bundinha, cara? Eu respondi: Pôrra Alfredo, eu nunca fiz isso, tô com um medo do caralho..., teu pau é muito grande, cara.... Ele retrucava: Eu sei, eu sei, mas ninguém vai saber e eu não vou meter tudo..., eu coloco bem devagarzinho, até onde vc agüentar...., deixa eu colocar só a cabecinha então...? Não é papo furado..., não vou te machucar, eu tô com maior tesão e vc também a fim....., deixa eu meter um pouco em vc...?

Eu não conseguia soltar aquele cacetão e o Alfredo já estava com o dedo dentro de mim, tentando fazer com que eu ficasse de costas para ele. Eu disse a ele queria ver. Se erguendo um pouco na água para me mostrar, ele dizia: Quer ver o meu pau? Tá aqui, olha..., pode olhar...
Fiquei hipnotizado por aquele pauzão "bonito pra cacete" e ele sentiu o que eu estava com vontade de fazer e falou: Dá uma chupada, vai Luciano....
Eu coloquei a cabeça vermelha na boca e fui chupando e engolindo aos poucos, até onde deu. Estava duro como uma pedra. Alfredo gemia baixinho e murmurava: Isso..., chupa vai, chupa, tá gostoso, cara..... , chupa, chupa o meu pau que tá gostoso.
Passei a mão na bundinha do Alfredo, um pouco com medo da sua reação e para minha surpresa ele pegou no meu pau e pediu mais uma vez: Deixa eu meter só a cabeça na tua bundinha vai, bem devagarzinho, eu bato uma punheta pra vc e aí vc não vai sentir muita dor....,. Ele tirou a minha sunga e a dele, se apoiou passando os braços por trás das hastes da escada, fazendo seu corpo flutuar até aquele cacetão ficar todo pra fora da água, me mostrando sua ereção: Olha como vc deixou ele..., quer?, Quer ele dentro de vc ? Eu fui me aproximando e quando eu estava virando de costas ele disse: Fica de frente pra mim, que é melhor.... Eu me segurei na escada, abrindo as pernas, apoiei meus pés nos degraus e fui me encaixando em cima e de frente para ele, que se movimentava roçando aquele cacetão todo na minha bunda.. Eu gemia baixinho e ele perguntava: Tá gostando cara...? Gostou do meu picão? Eu respondi: Meu, vc tá fazendo eu ficar doidinho pra dar a bunda. Ele, na hora, encaixou a cabeça e disse: Então senta vai, vai sentando devagar na cabeça do meu pau... Quando começou a entrar estava doendo, mas com a excitação dava para agüentar, ele forçou um pouco e aquele cabeção escorregou para dentro da minha bundinha virgem.

Aí eu senti: Ai cara, tá doendo , tira, tira....!
Ele tirou, deixando só encaixado e falou me olhando com carinho: Fica calmo, que já vai passar. Soltando um dos braços da escada ele pegou no meu pau, apertando de leve, falando no meu ouvido: Vem de novo vem, devagarzinho...., fica tranqüilo que eu não vou meter com força nesse cuzinho apertado....
Com o braço solto, ele me puxava em direção ao peito dele. Me abraçando, roçava seu rosto em meu pescoço. Agüentei aquele pirocão grosso, aquela tora de carne dura de uns 19 cm, até a metade, eu acho.., fiquei mexendo e ele empurrando de leve, falava: Essa bundinha arrebitada é minha, vou encher de gala esse cuzinho..., Tá gostando tá ? Então, deixa eu meter mais um pouquinho...

Até que eu, não agüentando mais, falei baixinho: Tô pra gozar, cara, tô pra gozar... Ele pediu: -- Espera, espera um pouco.... Mas não deu mais, meu anelzinho, começou a morder o pauzão dele de novo, naquela agonia ele me puxou pelo quadril, enfiando tudinho na minha bunda e batendo uma punheta pra mim, me olhava e dizia: Goza, goza gostoso na minha pica que eu deixo...,vou gozar gostoso dentro dessa bundinha..., Quer gala, quer? Ele então se soltou da escada, me apertou junto ao seu corpo e me puxou para baixo. Nós gozamos debaixo d água.
Quando voltamos a superfície estávamos sem fôlego e tossindo, olhamos pra cara um do outro e começamos a rir.

A chuva tinha passado, fomos pra casa calados e no caminho atravessávamos uma grande praça escura e com muitas árvores. Estávamos tremendo com frio e o Alfredo colocou o braço por sobre meu ombro, me puxou de encontro a ele e sorriu para mim.
Depois disso, continuamos a amizade, mas ficávamos sem graça um com outro quando estávamos sozinhos.
Alguns meses depois o pai dele foi transferido para São Paulo. Antes de ir para o Aeroporto ele foi em casa se despedir, me abraçou e roçou de novo o seu rosto no meu pescoço.
Nunca mais o vi, mas essa lembrança está muito viva em minha mente, mesmo após quase 30 anos.


O LOIRINHO DA ACADEMIA


Eu me chamo Luciano, já com uns 32 anos, saía do trampo e ia malhar, pra manter a forma e ficar bem comigo mesmo. Tenho 1,75 m, 73 kg, tenho cabelos pretos curtos, nada muito especial no meu físico, além olhos castanhos claros, mas está tudo no lugar e acho que o conjunto causa boa impressão, pois não tenho dificuldade de arranjar companhia. Embora seja uma pessoa meo reservada, sei que tenho facilidade para me aproximar de quem me atrai, podendo ser muito simpático e cativante, envolvendo as pessoas na “mãnha”, como se costuma dizer aqui em Belém do Pará. Ele tinha acabado de fazer 19 anos quando começou a frequentar a mesma academia, aparentava ser menor idade, tinha cara de moleque safado e se chamava Jason . Era branquinho, muito loirinho, tinha pêlos nas pernas que iam “rareando” quando subiam pelas coxas e voltavam a engrossar na virilha formando o “caminho do pecado” na direção de seu umbigo. Seu peito largo também tinha alguns pêlos claros. Devia ter 1,80m, era magro, mas tinha bundinha, coxas grossas e costumava ir malhar com shorts um pouco curtos (mas não apertados), que puxava para baixo da cintura e com camisetas velhas e cortadas, deixando seu abdômen liso a amostra. Eu não conseguia tirar o olho daquele cara, principalmente quando ele ia para determinados aparelhos e deixava em destaque aquele volume grande, mal arrumado para a direita. Às vezes ele se “tocava” que podia chamar a atenção e metia rápida e discretamente a mão dentro do shorts colocando aquele cacetão para baixo, o que me deixava alucinado, pois eu ficava em posição que dava ver o seu pauzão “descansando” no meio daquelas bolas, por entre o seu calção, em cuecas brancas e surradas de algodão, quando ele ficava de pernas abertas deitado no supino. Fiquei “secando” o cara sem deixar ele perceber por cerca de 6 meses. Ele estava ganhando massa muscular e ficando mais gostoso e como ele me deixava nervoso, não conseguia ficar à vontade para tentar me aproximar. Até que um dia ele me pegou “feio” olhando para ele no supino, eu não consegui disfarçar . Ele ficou me encarando curioso, mas depois fechou a cara. Terminei meus exercícios e fui para casa, triste por ter dado bobeira, pensando que daquele jeito eu nunca ia conseguir transar com o “boy loirinho” e ainda ia servir de gozação para os outros caras da academia. O próximo dia era sábado e eu resolvi ir malhar às 8:00 h para pegar a academia vazia e a única pessoa que já estava lá quando eu chego é o Jason. Ele olha para mim e me cumprimenta muito naturalmente: __ Fala cara !!!, porra eu tava sozinho nessa porra, dá uma força pra mim aqui, que eu aumentei minha carga ontem e ainda não tô aguentando legal esse peso.... Lá fui eu pra trás do supino apoiar a barra para aliviar o peso enquanto ele fazia as repetições. Malhamos juntos naquele dia, ele falava muita sacanagem e ficou surpreso talvez por eu ser mais velho e não ter muitas amizades na academia, quando eu entrei na onda dele e comecei a falar besteira também. A gente acabou rindo muito naquele dia. De vez em quando ele me olhava com uma cara meio safada, mas eu ficava na minha. Às 10:30h tínhamos terminado as séries e fomos embora quando a academia estava começando a encher, quando ele comenta: __ Porra tinha esquecido que ainda tenho aula de informática essa tarde, ás 2 horas, caralho ....! Eu perguntei onde ele estudava e descobri que a escola ficava bem perto do meu apartamento. Eu já tinha a vida bem estruturada, morava só e resolvi o convidar ele pra passar lá em casa depois da aula, tomar uma cerveja, ouvi uma música ou ver uns filmes (eu ia passar na locadora). Ele ficou calado um tempinho, mas logo sorriu e pegou meu endereço e telefone, disse que ia lá sim, depois das 4 horas e perguntou se dava para eu pegar um filme de sacanagem, pois já fazia um tempo que ele não via porque na casa dele tem sempre muita gente. Faltavam 15 para às 4 quando o interfone tocou e ele foi logo falando: __ Cheguei cedo cara?!!, o filho da puta do professor liberou a gente mais cedo hoje... Eu respondi: __ Sobe aí, tô terminando de tomar banho... Saí do banheiro e Jason estava na sala de bermuda jeans apertada, tênis e camiseta regata azul marinho, e óculos escuros. Ele tava lindo cara, na sua simplicidade. Perguntou se podia ver meus CDs e eu falei pra ele colocar um som e pegar uma cerveja na geladeira enquanto eu me vestia. Começamos a beber e conversar sobre música e para minha surpresa ele conhecia e gostava de muitas bandas de rock da minha geração: Iron, Rush, Nirvana, Pink, Led, Queen, entre outras. Foi quando ele saiu com uma tirada inesperada: __ Porra cara, eu sei que nem sempre tem a ver, mas pra gostar desse som vc deve curtir um baseado..., Porra se vc curtir e tiver um aí, eu tô mesmo muito a fim de fumar... Eu ri alto e respondi: __ Vamos fumar então... Ele ficou todo entusiasmado: __ Porra cara, legal mesmo... Fumamos um baseado e ele perguntou se eu havia pego “aquele” filme, eu respondi que sim, mas teríamos que ir para o meu quarto, pois o DVD ficava lá. Pegamos mais cerveja e eu coloquei o filme e puxei as cortinas do quarto pra ficar meio escurinho. Nos sentamos um em cada lado da cama e Jason pediu pra tirar a camiseta e o tênis. O filme começou a rolar. Com meia hora eu já “chapado” não conseguia tirar os olhos da bermuda dele que estava com um volume enorme, o pau dele estava pra baixo e formava um arco duro e pulsante no jeans. Ele fingia que não estava percebendo que eu estava olhando. Acho que aquela tora mal arrumada estava incomodando e ele pediu pra dar uma mijada. Ele foi no banheiro e eu fui pegar mais cervejas e ainda vi ele metendo a mão na bermuda pra tirar a rola, com certa dificuldade. Ele voltou para o quarto com o pau pra direita. Não resisti mais e passei a olhar mais insistentemente. Ele olhava pra mim de vez em quando, fazia algum comentário sacana sobre o filme e ria e eu já me desesperando pensando se eu deveria esticar a mão e pegar logo naquela rola de uma vez, que já tava manchando de leve a bermuda com uma gotinha de sêmen na direção da glande. Depois de quase uma hora de filme, percebendo que não dava mais pra ignorar que eu não tirava o olho do pau dele, Jason virou pra mim, me encarou sério e disse: __ Qual é cara ? Não para de olhar pra cá..., Disse isso dando uma apertada no pau e então eu falei baixo e meio sem coragem: __ Jason, já te fizeram um boquete enquanto vc via um filme pornô ? Ele chegou pra perto de mim e com cara de puto, próximo do meu rosto perguntou, com a voz muito grossa: __ Como é que é cara ? Confesso que eu estava tremendo de nervoso, com medo da reação dele, passando pela minha cabeça, que ele tinha deixado ir tão longe só pra ver a minha e depois cortar e me sacanear e então olhei sério pra ele também e respondi: __ Deixa pra lá..., Voltei a olhar pra o filme agora com a cara fechada, ele ficou me encarando ainda um tempo, mas depois recuou para o lado em que ele estava na cama, esticou as pernas e de supetão abriu o zíper e puxou a bermuda pra baixo, junto com a cueca e seu pau pulou como uma alavanca, durão e avermelhado, batendo na barriga com força, fazendo aquele barulho de tapa. Ele afastou a rola do abdômen, forçando só com um dedo, apoiado na base grossa daquela pica, empurrando ela pra cima, que era pra eu ver bem o tamanho. Eu estava pasmo olhando aquela coluna de carne, quando ele disse: __ Tá a fim de chupar cara, se tiver mesmo a fim, taí....., mas é só chupar falô ? Eu me aproximei dele na cama e comecei a beijar suas coxas me aproximando da virilha e ele se masturbando bem devagar curtindo o filme e eu assistindo de perto e ao vivo aquele colosso pulsando: devia ter uns 21 cm, com uns pentelhinhos loiros, era grossa, branca, reta, roliça, afunilado um pouco na direção da glande, terminando com um cabeção vermelho macio e rombudo, parecendo que ia estourar de tão duro. Quando eu estava pensando que era melhor ter cuidado se não ele não ia gozar muito rápido. ele começou a esfregar a rola no meu rosto e falou baixinho: __Chupa logo, olha só a minha caceta já tá toda melada, tu não queria chupar?...então chupa....! Eu comecei a lamber a base da pica dele, cheirando a sabonete Phebo, sentindo o gosto do esperma que já estava escorrendo, o pau pulsava com força na minha mão a cada lambida que eu dava, até que eu abocanhei a sua glande apertando meus lábios em volta, fazendo movimentos pra cima e pra baixo, enroscando a língua naquele cabeção. Aí Jason ficou doido, pegou minha cabeça e forçou contra seu pau tentando fazer eu engolir aquela vara toda, mas eu consegui tirar da boca antes e ele meio puto falou: __ Porra cara, vc me deixa com o pau duraço, diz que quer chupar e depois fica com onda!!! Qual é ? Respondi rápido: __ Eu quero chupar e vou te chupar muito, mas eu também tô doidinho pra sentir esse cacetão na minha bundinha e não quero que voce goze logo, coloca em mim cara ? Nunca vi um pau do tamanho do teu !!! Ele ficou acariciando o pau, sorriu e falou: __ Porra cara, tu tem um papo do caralho não é ? .... chupa, chupa que tava firme, depois a gente vê o que a gente faz.... Eu voltei a chupar e agora chupava o cacetão todo, que estava duro como pedra, Ele “reinava” comigo, e dizia: __ Faz eu gozar faz cara...., deixa eu gozar na tua boca....? Eu continuei chupando e fui tirando minha bermuda ficando numa posição que dava pra ele ver minha bunda, foi então que ele falou: __ Deixa eu pegar na tua bundinha pra eu ver qual é.... Eu fui me virando lentamente e fiquei quieto de bruços na cama. Primeiro ele deu um tapinha, começou a apertar as nádegas e depois passar o dedo de leve no rego, descendo até lá embaixo. A essas alturas eu tinha entreaberto as pernas e meu traseiro tava se contraindo a todo minuto e quando ele sentiu isso, falou com a voz rouca bem excitado: fica de quatro fica, pra eu ver esse cuzinho piscando...., cadê a camisinha ? Eu lhe dei a camisinha e ele colocou o preservativo com dificuldade. Passei gel naquele cacetão. Em seguida ele me abraçou por atrás e com o pau dando “pinote” encostado na minha bunda, falou no meu ouvido: __ Tu me deixou com um tesão do caralho sacana, agora Eu respondi: __ Bota devagar que eu aguento tudo falô ?. Fica parado e deixa que eu vou colocando aos poucos dentro de mim, até entrar tudo.... Ele respondeu: __ Tá firme, mas eu quero gozar com o meu pau até o talo na tua bunda, sacana... Ele sentou na beira da cama e fiquei olhando pelo espelho, encostar o cabeção, que estava bem melado de lubrificante, no meu cuzinho. Ele ficou parado depois de apontar, eu relaxei e empurrei a bundinha para trás, entrou um pouco, eu senti dor mas fiquei na minha, ele puxou o ar entre os dentes sibilando e depois falou: __ Entrou só a “cabeçinha”, sacana... Eu aguentei um pouco e fiquei contraindo aquele cacetão no meu cuzinho e então engatei de novo a ré e a caceta dele entrou até a metade, eu já tava relaxado mas assim mesmo doeu muito. Eu dei um tempo de novo e excitado comecei a mexer um pouco e ele falou sussurrando: __ Não está mais doendo sacana ? Deixa eu meter tudo deixa ? Tá gostoso pra caralho, tá quente esse cu, apertadinho.... Eu falei sem pensar: __ Mete, pode meter tudinho que eu tô gostando.... Jason me agarrou pela cintura e nessa hora eu aproveitei pra por a mão dele em cima do meu pau. Me puxando para trás, enfiou aquele cacetão todo no meu rabo. Senti seus pêlos e saco encostando nas bochechas da minha bundinha e ele falava: __ Não mexe cara, não mexe cara que eu ainda não quero gozar, sacana....., fica parado que eu ainda não quero gozar.., Ah!!!, tá apertado pra caralho, Ah, sacana se tu ficar mordendo minha caceta assim com esse cuzinho eu não vou aguentar e vou gozar cara.... Eu então não me segurando, dei uma rebolada, depois fui para frente, deixando só o cabeção engatado, contraí o cuzinho e fui para trás, a engolindo aquele cacetão todo, com vontade... Falei pra ele: __ Goza cara, goza gostoso, que eu já tô gozando. Eu já estava espirrando gala em todo o colchão e Jason sentindo as contrações do meu cuzinho, me deu três bombadas com muita força. Meio descontrolado ele gozou, me esmagando na cama. Ele ficou deitado em cima de mim por uns 5 minutos, eu sentindo o pau duro dele ainda dentro pulsando e sua respiração cansada na minha nuca. Pedi pra ele tirar devagarzinho, pois estava doendo. Ele tirou com cuidado, sentou na cama e depois falou pra mim: __ Vem aqui que eu quero falar contigo... Eu sentei do lado dele meio desconfiado, ele passou a mão nos meus ombros e rindo encaixou a cabeça no meu pescoço, começou a me dar uns “cheiros”, eu fui virando procurando a sua boca, ele parou, me encarou sério de novo e foi aproximando seu rosto até me beijar com muito carinho.
Jason levantou pediu pra tomar banho e eu fui levar a toalha. Fiquei olhando pra ele na ducha. Ele sorria maroto e baixava a cabeça, olhava para pau que não baixava, olhava pra mim e ria de novo. Eu perguntei: __ Vai ficar tudo normal entre a gente não é cara ? A gente pode ficar amigo ? Ele respondeu: __ Pode sim, mas transa foi só essa falou ? Foi bom pra caralho e eu não quero me ligar...., não fica puto cara, isso nunca aconteceu comigo, não desse jeito e eu tenho receio, minha família é foda..... Assim como eu confiei em voce, te achei legal e deixei rolar, quero que vc entenda também o meu lado.... Talvez a gente dê uma saída aí, um dia desses..., deixa passar um tempo..., isso se voce ainda quiser, falô ?
Jason mudou de horário na academia, eu encontrei com ele uns 2 meses depois de novo em um sábado de manhã, me deu um sorrisão quando me viu, me chamou, me abraçou discretamente. Eu falei pra ele baixinho: __ Penso em ti pra caralho cara, se tu mudar de idéia, eu tô lá em casa... Ele riu e depois respondeu sério: __ Porra cara, não faz isso ...
Jason nunca voltou ao apartamento, eu tive que me mudar um tempo depois e perdemos contato. Eu dedico a ele com muita saudade a melhor transa da minha vida.




MEU PRIMO ESPERTO



Bem este vai ser meu primeiro relato. E é de minha primeira experiência. Bem deixe me apresentar, sou moreno olhos verdes, corpo sarado, e não afeminado. Esta experiência se passou quando tinha meus 13 anos, morava numa cidadezinha do interior de minas gerais. Meu primo tinha 16 anos, passou por uma cirurgia e estava com uma das pernas engessada, então quase todos os dias ia a sua casa para brincarmos já que ele não podia sair de casa para brincar. Ele sempre foi mais precoce que eu em tudo.

Um certo dia cheguei da escola, e minha mãe disse que minha tia pediu para eu ficar com meu primo que chamarei de Osmar, enquanto ela ficasse fora. Bem lá fui eu na maior ingenuidade. Quando minha tia saiu de casa, ficamos sozinhos, e meu primo me chamou para brincarmos de médico (uma mania que ele pegou já que ficava sempre indo ao hospital e tal). E me disse, que com outro colega dele eles brincavam e que era muito legal eu iria gostar. Eu aceitei e tal, e a brincadeira começou, ele estava na cama com a perna engessada, e começou a dizer como iria ser.

Quando o Osmar tirou o short eu fiquei assustado e ele disse, era assim, eu iria examinar ele, e depois faria o mesmo comigo. E foi me conduzindo com as mãos sem eu saber o que fazer, deixei. (bobinho eu né ?) Quando eu comecei a passar a mão na barriga dele ele disse que podia ir descendo, e não foi para meu susto maior que o pau dele tinha crescido demais, nunca tinha visto um pau grande e duro daquele jeito. E ele disse veja meu saco, o pau como estão grande?

Nossa levei um puto susto com aquilo, (nunca tinha visto um pau duro) e o meu primo é loiro, e todo cheio pêlos, o meu ainda não tinha se formado tanto. Só tinha visto o meu, era mais grosso que o meu, e não tinha o prepúcio como o meu, e tava com a cabeça pra fora. Eu disse que iria parar ele disse não, veja só como ele é pode pegar depois eu pego no seu também. Disse que estava com medo da minha tia chegar ele disse não tem perigo não. O desgraçado era safado. Quando peguei naquela vara, meu coração quase saiu pela boca, parei e ele disse deita aqui e tira seu short, eu tirei e ele pegou no meu que era mais fino e menor que o dele, e ele falou quer ver que gostoso, e levou a boca no meu pau, e começou a chupar. Na hora eu senti uma sensação muita gostosa, o meu pintinho ficou durinho na hora, foi muito bom, eu estava gostando e ele dizia para eu ir masturbando ele. O pau dele começou a soltar um liquido estranho para mim, mas depois descobri que era o liquido lubrificante. Eu quis parar novamente, e ele disse que era normal, que eu também estava soltando mas ele tava engolindo tudo. E quando vi era verdade, a sensação era maravilhosa. Eu estava gostando e foi duro quando ele falou para fazer o mesmo nele. Me deu nojo, mas ele disse vai passa a língua para você sentir, eu fui devagar, e acabei gostando. (depois descobri que aquilo era um 69 kkkk). Ele gemia mais que eu, eu achava estranho, mas só estava com a cabeça avermelhada na boca, a cabeça daquele pau branquinho, (devia ter uns 16 cm, na época. Então ele me fez engolir tudo, quase engasguei mas fomos fazendo isto até eu sentir um tremor no corpo, e acabei gozando pela primeira vez, pois só soltava a água de batata até aquele dia. Meu primeiro gozo, só vi um pouquinho porque ele engoliu o resto. Daí veio o grande problema ele não havia gozado e ele queria gozar, mas fiquei com nojo de engolir aquilo, então ele disse para eu ficar deitado de bunda pra cima. Fiquei com medo, mas ele, mesmo com a perna engessada deitou em cima de mim e começou a esfregar seu pau no meu reguinho, nunca tinha feito, e o pau dele foi melando meu cuzinho virgem, então ele disse deixa eu por somente a cabecinha, e sem dar tempo de eu responder colocou, a cabeça doeu pra caramba eu tentei sair mas ele segurou e disse calma, vai passar a dor, nossa doeu muito. E meu pau endureceu novamente. E ele começou a colocar devagarinho e beijando a minha nuca, comecei a sentir algo estranho, (que agora sei que era tesão), e ele colocou tudo. Senti seu saco bater na minha bunda.

Entao ele disse, ta gostoso não tá? Eu não falei nada e ele foi tirando e colocando de novo, já não sentia tanta dor até que ele disse eu vou gozar, eu não sabia o que era aquilo, então ele encheu meu cuzinho virgem, e deitou em cima de mim cansado, beijou minha nuca, e disse, baixinho você gostou inho? (era assim que ele me chamava). Fiz que sim com a cabeça. Quando ele tirou o pau do meu cuzinho, sai correndo para o banheiro, porque a vontade de defecar era grande, mas foi escorrendo pelas minhas pernas, um líquido estranho, e fui ver era sangue e porra. Me limpei, voltei todo preocupado perguntando porque aconteceu ele disse que era normal, que o outro amigo dele também, na primeira vez foi assim também. Eu disse que queria experimentar também, mas ele disse que outro dia porque já estava para minha tia voltar. Coloquei minha roupa, e ficamos ali conversando, e ele me explicando tudo que tinha acontecido, e tal. Êta primo safado me iniciou.


PUTARIA DE UNIVERSITARIOS


Depois do nosso troca-troca, meu melhor amigo Rodrigo e eu ficamos sem nos falar por muitos dias. Ao contrário do que geralmente acontecia, ele não foi à república onde moro na tarde seguinte e quando nos encontramos, por acaso, no clube onde jogo tênis, mal conversamos, pois estávamos sem graça com a putaria que tinha rolado na semana anterior.
No fim-de-semana seguinte resolvi, então, quebrar o gelo e chamei-o para a balada. Como de costume, eu o busquei em sua casa e fomos para a boate pegar umas gatinhas. Como sempre, o Rodrigo dormiu lá em casa em um colchão no meu quarto. De manhã, quando contava a ele que já tinha comido a menina que beijei na boate, ele falou:

“Pára com isso, cara. Da última vez que você me contou das suas trepadas, a gente acabou fazendo troca-troca na sua cama.”

“Aquele dia, foi você que começou com a putaria, tava doido pra dá pra mim!”, eu disse.

“Você me deixou com tesão... sempre achei você gostoso. Mas agora só fico com isso na cabeça.”

“Também não desencanei. Toda hora me pego reparando na bundinha dos caras do clube. Será que a gente é gay?”

“Que é isso, velho? Tá zuando!? É normal ter tesão em macho de vez em quando... Só pra você ter uma idéia, o seu amigo Filipe já deu pra um tanto de cara lá do clube e mesmo assim passa o rodo geral nas meninas.”

Antes de o Rodrigo ir embora, concordamos que não transaríamos mais, porém o que ele me disse sobre o Filipe não me saiu da cabeça. O Filipão era meu adversário nas partidas de tênis; cara alto, forte, louro de olhos verdes, mó pegador. Como eu estava doido pra fuder um rabinho de macho, comecei logo a pensar bobagens.

Na semana seguinte, depois que eu marquei, propositalmente, uma partida noturna, o Filipe e eu ficamos sozinhos no vestiário, tomando ducha um ao lado do outro.

“Cara, tô com muito tesão...”, eu disse.

“Tá na seca, velho?”, ele perguntou.

Foi quando eu expliquei que eu tava comendo a minha vizinha, mas que, ultimamente, só isso não estava me satisfazendo. Nisso, ele deu um sorriso safado e olhou pra minha rola. Eu estiquei o braço e passei a mão na bunda dele, dando um tapinha.
Então desliguei os chuveiros, peguei minha toalha e comecei a enxugá-lo. Quando cheguei ao seu rabinho, ele começou a beijar meu pescoço e minha boca, então agarrei-o e virei ele de costas pra mim, pressionando meu pau, já duro, contra seu reguinho lisinho.
Ficamos nessa brincadeira durante um tempo, até que ele se virou e começamos uma lutinha de espadas, esfregando nossos cacetes um no outro, enquanto nos beijávamos. Depois disso, o Filipe, só com uma mão, pegou nossos paus juntos e começou a bater uma punheta até gozarmos. Antes de irmos embora, tomamos banho e ele me chamou pra ir pro apê dele.
Chegando lá, o Filipão disse que queria fazer uma surpresa pro Flavinho, o colega de quarto dele. Então, tiramos nossas roupas e deitamos na cama do Flávio só de cuequinha. Depois de meia hora o Flavinho chegou e, ao nos ver semi-nus, não perguntou nada, apenas tirou suas roupas e se jogou na cama.
Eu fiquei no meio dos dois, sendo beijado e punhetado por eles, até que o Filipe começou a chupar meu caralho. Seguindo seu exemplo, eu comecei a chupar o Flávio, que, por sua vez, sugava a pica do Filipe. Fomos alternando até que o Flavinho começou a meter no Filipe de ladinho e pediu pra eu enfiar minha vara nele. Assim ficamos metendo de trenzinho, o Filipe na frente, o Flávio no meio e eu atrás.
Gozamos desse jeito e eu, que tava doido por um cuzinho de macho, sem perda de tempo, comecei a lamber o rabinho do Filipe, todo lambuzado com a porra do Flávio, que falava:

“Vai, Guizão! Seu putão viado, lambe minha porra do cu desse putinho, vai, seu pauzudo gostoso.”

Depois de limpar aqule reguinho lisinho, beijei o Flávio, enquanto afundava minha rola dura no cuzão fudido do Filipão, que estava de quatro.

“Vai, cara, mete até o talo, seu viado gostoso, arregaça meu cuzinho.”, dizia o Filipe.

“Tá gostando da minha rola no seu cuzão, seu viadinho safado?”, respondi.

O Flavinho, então, pôs a pica dele na minha boca e começou um movimento de vai e vem, pressionado, com as mãos, minha cabeça contra seu pau. Quando ele gozou na minha boca, engoli sua porra e enchi o cu do Filipe com a minha.
Em seguida, o Filipe falou que era a minha vez de ser a putinha deles e me deitou de barriga pra cima na cama, abrindo minhas pernas. Quando viu que meu cu era muito apertadinho, pegou lubrificante e lambuzou o meu cu, o pau dele e o do Flávio. Então os dois se alternaram para comer meu rabinho, até gozarmos.
Até hoje, rola uma putaria entre eu e o Filipe no vestiário, apesar de nunca mais ter comido ou dado cu pra ele.




SEXO APOIS A CAMINHADA


Bom meu nome é Gustavo (fictício) tenho 18 anos 1,67m, 65 k, olhos castanhos escuros e uma bunda bem gostosa.
Estava eu chegando da aula de computação. Assim q cheguei passei em minha casa para tomar um cafezinho antes de ir caminhar, pois estava desde ás 13h00min fora de casa, tomei meu café e partir para a caminhada, aproveitei e passei na casa de um amigo para chamá-lo. Ele se arrumou e fomos caminhar, caminhamos por uns 30 min. e fomos embora.
Antes de ir embora pra minha casa passei na casa desse meu amigo o Carlos (fictício) para scanear umas fotos de um desfile que fiz uma vez, só que sua irmã estava no PC, peguei e fui embora.
Quando comecei a subir a rua da minha casa apareceu Thiago (fictício).
Thiago é alto, um pouco mais moreno que eu, 1,77m com seu 73 k e bem gostoso.
Continuando: daí ele me perguntou se meu pai meche com criação de periquitos e eu todo inocente disse q não, mas que devia ser meu tio.
Thiago: a é deve ser seu tio mesmo, e você gosta muito de periquitos né?
Eu: concerteza!
Thiago: vou te dar meu periquito então!
Eu: duvido q você tenha coragem!
E eu já todo com vontade de pegar naquela pica q já mostrava sinal de vida daí Thiago vira e diz: você quer pegar?
Eu que não sou nem um pouco bobo fui e meti a mão.
O pau dele já estava durinho e ele perguntou: você vai querer mesmo?
Eu: sim!
Thiago: onde?
Eu disse que era para irmos para uma casa abandonada que ficava de frente para a casa da mãe dele.
Thiago: então pode ir descendo na frente!
Eu fui e comecei a descer, desci um pouquinho e entrei para a casa e ele logo em seguida estava atrás de mim. Cheguei lá fui direto abrindo sua calça e vendo seu mastro pulsando que devia ter seus 18 cm de puro tesão, não era muito grosso, mais bem cremoso.
Cai de boca e ele ainda não estava acreditando que eu estava chupando ele. E eu disse você ainda não imagina o que estar por vir... Chupei ele um pouco virei de costas para ele e abaixei a minha calça, lubrifiquei um pouco minha entradinha e encostei sua cabecinha na entrada do meu anel, forcei um pouquinho e sua cabeça abriu espaço para o restante de sua vara, doeu um pouco. E tirei seu pau de dentro de mim e fiquei brincando com sua vara no meio da minha bunda, coloquei seu pinto na entradinha mais uma vez e numa estoca entrou gostoso.
Me apoiei num tanque que ali estava e Thiago meteu sem pudor me levando as alturas, depois de me fuder bem gostoso ele gozou dentro de mim com maestria.
Eu me vesti Thiago também e na hora que eu estava saindo ele disse que não deveríamos ter feito isso, pois ele é casado, mais em seguida disse que depois me procuraria para repetimos. Eu fui embora com o cuzinho todinho cheio de porra!
Espero que vocês tenham gostado do meu conto, pois é a 1ª vez que conto uma história minha. Da próxima vez contarei pra vocês a historia do irmão de Thiago.
Até mais!!


ME SENTI A VONTADE E FIZ


Há quatro anos os ventos pareciam favoráveis para um recém-adulto que precisava de uma diversão. Sim, pra mim diversão é sexo e todas as suas ramificações. Sou um bissexual de carteirinha, muito macho para as mulheres que trepam comigo e muito mocinha para os homens que me dominam. E foi com esse pensamento que, após terminar um namoro conturbado (heterossexual), fui ao encontro de um amigo da internet.

Esse amigo esta ansioso e havia se masturbado 3 vezes na noite em que marcamos o encontro, simplesmente por imaginar a rola dele atolada em meu rabinho. Cheguei no flat dele e fui muito bem recebido, com um beijo no rosto, um abraço e uma coca light. Sentamos na cama, um pouco deslocados devido ao pouco tempo de amizade real, até que ele pegou na minha mão, deu um sorriso e me beijou. Tiramos nossas roupas e ele sacou um cigarro e disse: posso te chupar enquanto você fuma? Sempre quis chupar um cara fumando. Eu aceitei, acendi o cigarro e me entreguei à boca dele. Minutos depois de muitas chupadas, pedi à ele pra chupá-lo, afinal, a pica dele era linda, grossa e devia ter uns 15 centímetros. Caí de boca rapidamente e fiz movimentos bruscos sem vacilar por um instante. Chupei ele por uns 15 minutos, doces quinze minutos. Logo depois ele pegou uma camisinha, colocou no pinto e pediu com toda ternura que eu me virasse. Eu, no mesmo instante que virei, senti o pau dele afundar dentro do meu cuzinho, que piscava muito. A dor se abraçava com o prazer e eu gemia muito. Ele começou à me bater como louco e minha bunda ficou vermelhinha como uma maça. E do mesmo modo que uma maça é saboreada, fui saboreado pelo meu perverso e tesudo amigo. Ele pediu pra gozar na parte de fora da minha bunda, e eu apenas dizia que ele mandava. Gozou gostoso até o gozo passar a fronteira da bunda e chegar em minhas costas. Fiquei deitado na cama dele, mamando o resto de porra que permanecia em sua pica.

Logo depois, me masturbei e gozei no peito dele, e ele parecia uma criancinha espalhando porra em seu peito. Que lindo.

Fomos tomar um banho pois eu estava atrasado para um compromisso. Mas ele estava tentado e não me perdoou no banho. Socou em minha bundinha até eu cair no chão molhado, ficando à mercê da rola magnifica de meu amigo. Sim, caí sem querer e ao notar à posição que fiquei caído, dei risadas, afinal, estava com a bunda pra cima e o cu piscando em meio às águas que caíam do chuveiro. Ele novamente não perdoou e atolou sua pica em meu rabo. Só que dessa vez ele me comia e cospia em minha bunda, dizendo que eu pertencia à ele pra sempre. Gozou lá dentro de meu frágil e surrado ânus, fazendo a porra transbordar para fora do cu, se misturando à água e caíndo no ralo.

Saímos do banho, me arrumei e nos beijamos por um tempo. Bebi uma dose de vodka que ele providencialmente me serviu e saí sorridente, com a sensação de serviço bem feito.

Dica: se sentir vontade, faça!




CORROA DA PESCARIA

Era uma viagem para o casamento de um primo do interior. Alugamos um ônibus que levou muitas pessoas, todos parentes para a fazenda onde ele morava, e onde aconteceria a festa no outro dia. Foi uma viagem de oito horas até lá. Passamos pela ponte antes de chegar na fazenda, e logo percebi aquele senhor pescando tranqüilamente ao lado do rio...
Todos desceram do ônibus, muita gente se cumprimentando, mas eu estava atento em ir ver aquele senhor, que de longe me agradou tanto. Tive de esperar até que todos estivessem instalados, daí eu poderia dar uma volta pela fazenda. De imediato fui lá perto da ponte para ver se encontrava aquele homem, mas infelizmente não mais o vi. Eu sempre gostei de senhores mais velhos, coroas me atraiam desde a infância, e eu já tinha 19 anos. Fui até a ponte para observar o rio, quando o vejo no outro lado do rio ainda pescando. Fiquei contente e fui na direção dele. Aproximei-me e me apresentei. Era um senhor bem simples, de interior. Se chamava Miguel, usava uma bermuda e uma camiseta branca, mas o que me encantou foi aquele chapei na cabeça e aquele bigode grisalho... Fiquei mais de uma hora conversando com aquele homem, e combinamos que no outro dia bem cedo iríamos descer um pouco o rio para pescar.
Sete horas da manhã lá estava eu no local combinado. Logo ele chegou, estava exatamente com a mesma roupa. Ele morava na fazenda, al lado, era um empregado como outros. Mas nos fins de semana ele gostava de pescar tranqüilamente.
Caminhamos por uma trilha no mato ao lado do rio, ele na frente e eu atrás. Eu ia observando aquele homem, quieto, meio gordinho, um jeito quieto, aquele bigode grisalho combinava com a barba mal feita em seu rosto, e aqueles olhos negros. Ele deveria ter uns sessenta e poucos anos. Caminhamos por quase meia hora, de repente ele me mostra o lugar de pescar. Era um lugar de mato fechado, mas que tinha uma madeira no barranco embaixo de uma pequena árvore. Arrumamos as varas e ficamos ali pescando.
Ele era de poucos assuntos, mas eu falava a todo momento. Queria arrumar um jeito de tocar em assunto de sexo, meio sem jeito fui falando que tinha uma prima gostosa, que só de pensar eu ficava de pau duro. Comecei a pegar no meu pau duro por cima da bermuda. Ele olhava e dava um sorriso tímido quando eu pedia para ele olhar como eu estava. Eu disse a ele que aquele lugar era muito escondido, e se eu quisesse bater uma punheta ali ninguém iria saber, só nós dois. Perguntei a ele se eu poderia e ele me disse para ficar a vontade. Levantei-me, tirei minha camiseta e minha bermuda com a cueca, fiquei completamente pelado e me sentei novamente ao lado dele. Abri minhas pernas e comecei a bater uma punheta, dizia a ele que estava com muito tesão e pedia para ele ver como meu pau estava duro, ele olhava e sorria. Perguntei a ele se também batia punheta, ele disse que poucas vezes fazia isso. Pedi a ele para bater uma também e perguntei o tamanho do pau dele. Ele disse que era do “tamanho comercial”. Eu sorri e perguntei quantos centímetros tem o tamanho comercial, ele me disse que tem de 10 a 15cm. Pedi para me mostrar, insisti até que ele se levantou, abriu o zíper e tirou o pau, meio mole, mas um pau de coroa, do jeito que eu gostava. Perguntei se eu poderia pegar e ele concordou. Peguei e mexia bastante, até que me aproximei e coloquei na boca... Ele gostava, não demorou muito a ficar duro, ele segurava minha cabeça e empurrava seu pau na minha boca. Mas eu queria ver todo o corpo dele, abraçar e tudo mais. Me levantei, ele também segurou no meu pau, pedi a ele para tirar sua roupa e ele concordou. Era um corpo gostoso, uma bunda branca, peito cabeludo e gostoso. Agarrei ele num abraço com meu pau no meio das pernas dele. Tentei agarrar ele por trás, mas não deixou encostar meu pau na bunda dele. Então novamente me ajoelhei e coloquei aquela coisa gostosa na minha boca, ele pedia para eu chupar, fui chupando até que ele disse que iria gozar. Fui chupando todo o pau na minha boca, ele gemia e segurava minha cabeça com as duas mãos, até que senti sua porra lá na minha garganta que engoli direto. Ele gemia e tremia todo o corpo, com o pau bem fundo na minha boca. Aquele líquido salgadinho, grosso sendo colocado direto dentro de mim... Chupei ainda o pau meio mole, até que ficasse com a cabeça vermelha. De joelhos eu bati uma punheta, que quando eu ia gozar, me levantei e mostrei a ele a minha porra saindo e espirrando no rio... Gozei tanto que ele ficou assustado. Mas logo ele se vestiu, se sentou e quis ir pra casa, dizendo que já era hora. Vi em seu rosto a expressão de vergonha... mas já tinha acontecido...
No outro dia, na festa eu o vi com sua mulher. Bem vestido, com roupas bonitas, bem passadas, nem parecia aquele mesmo homem, era muito mais atraente. Mas durante a noite toda nem pude falar com ele, só trocamos olhares rápidos e não tive mais contato... No outro dia cedo após a festa voltamos para casa... Mas ainda espero o dia de voltar para beber um pouco mais daquele leite salgadinho e tão excitante...




UM PRINCIPE DE MOTO


Olá.....antes de tudo quero me apresentar a todos: sou branco, 176, meio gordinho rsrsrsrsrsrs 52 anos, casado mas curto pacas um sexo seguro com homens mais jovens que eu, não drogados e nem afeminados.
O conto que passarei agora a todos, ocorreu mesmo esta ultima segunda – 13/07/09, aqui na cidade de Peruibe – SP....uma cidade praiana, linda por sinal em todos os aspectos.
Pois bem, dei um jeito de sair de casa, eram umas 17 hs e falei que ia passear, dar uma caminhada como gosto de fazer sempre pela beira-mar. Me dirigi ao centro da cidade, uns 4,5 km de distancia de onde fico.
Cheguei meio cansado na praia do centro e me sentei num banco a olhar o mar, estava frio e meio encoberto, ameaçando chover. Fiquei meio encorujado no banco devido ao frio, mas adorava ver os poucos mas gostosos caras que passeavam pela praia, alguns jogavam bola, outros mais loucos praticavam surf, mesmo assim eram poucos...a maioria passeava de bicicleta ou moto.
Num desses vai e vem, invade o jardim onde eu estava, um cara de moto; estava todo protegido com as roupas próprias para motoqueiros contra o frio, inclusive de capacete. Ele acabou estacionando a moto quase perto de onde eu estava, creio a uns 10 ms. Ficou sentado na moto e como eu ficou olhando o mar, depois tirou o capacete e ai me dei conta da beleza do cara.
Um rosto perfeito, nariz proporcional, boca idem orelhas também, enfim, parecia uma obra prima......fiquei imaginando se a cabeça dele era assim como deveria ser o restante do corpo dele. Mas enfim, eu 52 anos e ele uns 25 no Maximo, quem me dera ser uns anos mais jovem....teria tido a chance pelo menos de jogar um olhar perverso para ele....mas não era o caso. Assim desviei o olhar dele e voltei a olhar o mar.
De repente, ouço alguém me perguntar se eu tinha horas e ao responder me dei conta que era ele. Nossa...minha respiração quase foi perdida e senti meu coração sair da goela. Claro que escondi esse espanto de tão natural que foi e ele deve ter percebido pois me deu um sorriso cinematográfico. Tinha olhos azuis como o céu com um contorno azul mais escuro...simplesmente estonteante.
Depois de passar as horas para ele, ele abriu o casacão dele e tirou um maço de cigarros e me ofereceu mas eu recusei, perguntou se ele podia fumar e eu disse que sim, era ao aberto, não tinha nenhuma importância. Ele perguntou se podia sentar no mesmo banco para papear comigo e eu lógico, mais do que fulminante, me afastei para ceder lugar para ele. Tinha um perfume delicioso e começamos a conversar....descobri que ele era de São Paulo capital e que tinha descido para trabalho mas estava cansado para voltar, tinha alugado um quarto numa pousada perto de onde estávamos para pernoitar e viajar no dia seguinte.
Era extremamente simpático e aos poucos foi quebrando o meu gelo de excitação, espanto e tesão que tinha por ele. Começamos a rir e em pouco tempo, nos sentíamos como velhos amigos.
Falei de mim, de minha família, de meu trabalho e ele dele. Quando bati o olho no relógio eram umas 19 hs. Assustado com a hora e ao mesmo tempo decepcionado, falei que tinha que ir. Ele me pediu para ficar mais um pouco mas eu expliquei que eu estava longe, e estava a pé. Mas ele insistiu e me disse que me daria carona se quisesse. Acabei aceitando e nas risadas seguintes, ele bate com a palma da mão dele na minha perna e eu retribuo da mesma forma; nessa altura meu pau se pudesse já teria rasgado meu training e pulado para fora de duro que estava. Risada vai risada vem, continuamos nesses toques ate que ele me desmonta: você já teve algo com algum homem? Eu não sabia que dizer, fiquei gago, a pergunta dele tinha deixado a mão dele tremula no meu joelho. Quando eu ia responder ele começou a deslizar sua mão na minha coxa e no momento que eu disse, “sim” a mão dele já comprovava que meu pau estava hiperduro.
Falou para mim: venha comigo. Montei na garupa da moto e fomos ate a pousada. Entramos no quarto dele e ele tirou o roupão....era uma estatua esculpida mesmo, moreno de pele. Barriga tipo tanquinho, cueca branca e já mostrava sua potencia. Pulou na cama e me chamou, não me fiz de rogado e me deitei a seu lado. Mamei seus mamilos e ele gemia de prazer, acariciando meus cabelos e forçando minha cabeça em seus peitos. Depois ele me puxou para cima e nos beijamos...tinha uma língua enorme e experiente....creio que ficamos assim por uns 5 minutos sem parar de nos beijar, enquanto nossas mãos conheciam o corpo oposto.
Nessas caricias, arrancamos nossas cuecas sem parar de nos beijar. E desta forma ele se virou por cima de mim e pude sentir seu peso delicioso e seu cacete enorme, duro e quente amassando o meu.
Com minhas pernas agarrei as pernas dele e o prendi contra de mim....ele se esfregava todo e eu delirava, começo a chupar meus mamilos....que delicia, que tesão...eu estava Orestes a gozar....ja sentia me gelar de tesão.....ele foi descendo com aquela superlingua e chupou meu umbigo....eu já estava me contorcendo como uma cobra......foi quando senti meu pau ser engolido....uma boca molhada, gostosa, quente, que fazia um trabalho e tanto com aquela língua deliciosa.
Depois chupou cada uma de minhas bolas....e com uma forma de mestre na arte de seduzir, meteu aquela linguona no meu rabo....entrava e saia como um cacete experiente.....quando meu anel já estava mole de tesão, ele me perguntou se podia me possuir.....na hora consenti e senti aquela cabeçona, inxada de tesão a abrir caminho no meu cuzinho.....no inicio doeu mas depois foi relaxante pois ela era macia.....ja não podia dizer o mesmo do cacete dele, duro como uma pedra, de veias saltadas....sentia o saco dele bater no meu rabo e ele estava cada vez mais frenético, enlouquecido, as estocadas dele aumentavam, ele gemia como um louco, suava de tesão e me chamava de palavras de carinho.
Meu pau já estava melando, pondo pré-porra para fora com aquela tora no meu rabo instigando minha próstata.
Quando eu falei para ele que eu ia gozar, que eu não estava mais agüentando, ele se empertigou todo, gemeu alto como se tivesse sido castrado, enfiou o cacete dele ate o talo e senti ele me encher de porra meu rabo.....e estocava mais como se ele quisesse que a ultima gota saísse. Depois disso, ele se deixou cair sobre mim ainda ofegante, com a língua pra fora. Perguntou se eu queria gozar e eu disse que sim, mas que eu queria sentir o pau dele sair de dentro de mim amolecendo...nao queria que ele o tirasse. E assim foi...quando finalmente saiu, vi que mesmo mole era um gigante....sua cabeça foi logo coberta pelo prepucio mas ainda estava inxada......
Me perguntou como eu queria gozar e eu pedi para que ele me chupasse ate eu gozar....me perguntou se ele podia engolir tudo ou queria que tirasse a boca na hora de gozar...eu d epronto aceitei o convite dele mamar tudo...e assim foi, me chupava e eu me contorcia.....eu gemia de prazer, com uma mão eu segurava a cabeça dele pressionava contra meu pau e com a outra eu o punhetava...aquele pau mole, delicioso de segurar nas mãos...sentia que ele estava acordando novamente.....mas não agüentei.....como num esforço de abdominal, quase me sentei na hora que gozei....segurei forte a cabeça dele com meu pau dentro de sua boca e esguichava porra aos jatos dentro e sentia ele ia engolindo tudo......depois de satisfeitos, fomos no banho e nos lavamos....foi La que ele me possui novamente....so que desta vez eu pedi que na hora dele gozar, me avisasse pois eu queria tomar seu leite e assim foi......um pouco antes ele tirou seu pau de meu rabo e o enfiou todo boca minha adentro......pensei que eu ia engasgar de tanta porra.....mas engoli tudo,,,,ainda quente ela descia dentro de mim.....
Depois disso tudo, conversamos um pouco ..... e ele acabou ficando ate hoje, quinta...e eu com ele todo dia.....minhas caminhadas se limitavam a ir ate a esquina de onde fico aqui na praia e La estava meu príncipe encantado de moto me esperando para não perder um minuto sequer.




SEGREDO SEXUAL



No meio do ano de 2008, fiquei sabendo de um lugar na cidade de Araraquara onde moro, que dava aulas de música Erudita através de um projeto para menores estudantes. Como sempre fui muito interessado em músicas clássicas, logo fiz minha matrícula na Casa da Cultura de Araraquara.
Estava super excitado para o início das aulas, me matriculei nas aulas de violino e canto coral. Na época em que fiz a matricula, estava com 16 anos (hoje estou com 17), e logo no primeiro dia de aula fiquei muito atraído por um garoto 1 ano mais novo que eu. Ele se chama Roger, tem a pele muito branca ( o que me atrai muito) cabelos encaracolados negros e olhos castanho escuro. Logo de cara fiz amizade com Roger, que a primeira vista me pareceu super educado e inteligente, além de muito engraçado. Roger tinha um jeito todo lindo que me fez ficar obcecado em fodê-lo. De fato estava me acabando na punheta quando chegava em casa. Mês após mês fui ficando ainda mais atraído por Roger, que acabou se tornando um grande amigo. Mas o que eu Não sabia é que Roger tinha um irmão mais novo, ainda mais lindo e gostoso que ele. Se chamava Lucas. Era da mesma altura que eu, 178 cm, e tinha apele branca como seu irmão, cabelos lisos negros desarrumados, que o deixava incrivelmente sexy. Ele tinha um charme, suas costeletas grandes por causa da barba que crescera ainda que juvenilmente dos lados. Tinha uma cara de cafajeste que me enchia de tesão.
Logo que o conheci desencanei totalmente de Roger, tendo como minha nova obsessão Lucas. Nossa primeira conversa foi durante o intervalo das aulas de musica.
Eu estava sentado num banco, quando de repente Lucas se senta do meu lado. Eu logo puxei conversa com o garoto, que fazia aula de percussão. Dentro de duas semanas já tínhamos nos tornados amigos. Nossa amizade durante o ano de 2008 foi normal.
Vieram as ferias de fim de ano, e quando chegou 2009, recomeçaram as aulas novamente. Agora Lucas fazia canto junto comigo, e nos tornamos íntimos .
Éramos grande amigos, e rolava até umas brincadeirinhas do tipo “Meu amor” e “Te amo”. O que ele não sabia é que estava alimentando a imaginação de um cara que estava louco para comer aquele cu delicioso.
Eu não aguentava mais e resolvi dar uma investida. Num certo dia quando estávamos só nos 2 no lugar, pedi para conversar. Ele disse que poderia falar o que era. Foi então que eu disse:

- Lucas, eu sei que vai parecer loucura, mas eu estou louco de tesão por você!


Lucas fez uma cara de espanto e deu uma risada olhando para baixo. Logo depois olhou em meus olhos e disse:

- Sério? Heheheh... tem uma coisa que preciso contar pra você também.

Na hora meu coração gelou, e pensei que ele iria acabar a amizade naquele momento mas para a minha surpresa o que ele disse foi:

- Eu também estou louco pra ficar contigo. Sério faz um tempão... Não sei se estou confuso, porque eu nunca senti isso por um outro cara...
- Relaxa... isso é normal... eu estou louco pra beijar essa sua boca a muito tempo também...

Ele me olhou bem fundo nos olhos, então me aproximei e dei um beijão em sua boca, que foi correspondido loucamente por Lucas. Estávamos sentado num sofá que fica do lado da sala de dança, e como sabia que ninguém apareceria por lá, resolvi ir mais além. Passei a mão em sua perna enquanto o beijava, fui passeando por sua perna até chegar em seu pau, que estava duro como pedra. Fui desabotoando sua calça e abrindo seu zíper. Deixei de beijá-lo para poder despi-lo. Abaixei sua calça e o deixei de cueca. Beijei seu volume pela cueca, que pela idade (14 anos) era bem grande. Abaixei sua cueca e fiquei maravilhado com o que vi. Um pau lindo, branquinho e com uma cabecinha rosa linda. Devia Ter 15 ou 16 cm, e era bem grosso. Olhei para ele e vi sua expressão quase implorando por um boquete e caí de boca. Chupei gostoso, subia e descia naquele pau com a boca, lambia toda a extensão da pica, chupava suas bolas e me deliciava com seus gemidos baixinhos e tímidos. Estava perfeito aquele momento, mas o que eu queria de verdade era comer aquele rabo delicioso e durinho. O levantei e disse para se vestir novamente e me seguir até o banheiro.
No banheiro, o agarrei pelas costas e posicionei meu pau bem na sua bunda e o fiquei encoxando enquanto beijava e lambia seu pescoço. Lucas estava com suas pernas bambas de tesão, e pegou minhas mãos e colocou em seu pau. A cena era incrível, eu agarrando aquele machinho gostoso pelas costas enquanto segurava seu pau. Abaixei sua calça e cuecas novamente, ficando com aquela bunda linda na minha cara. Agarrei com as duas mãos aquelas nádegas que tanto desejei secretamente. Empurrei suas costas o fazendo abaixar com a bunda para mim, e comecei a lamber aquele cu lindo e rosado. Pude ver que Lucas estava com as pernas tremendo e logo percebi que seria sua primeira experiência sexual com um outro homem. Lambi muito aquele objeto de desejo, e Lucas gemia a caba lambida. O virei de frente e disse:

- Quero comer seu cu...
- Ai.... eu tenho medo... nunca fiz isso antes.
- Relaxa! Eu sei como deflorar um cusinho tão gostoso quanto o seu.


Dito isso, virei Lucas de costas novamente e o mandei apoiar com as duas mão na parede e arrebitar bem seu cu pra mim. Ele o fez , e tirei minha roupa toda e lambi bem meu dedo do meio, e fui colocando bem devagar em seu cu. Foi muito difícil colocar, mas adorei sentir seu cu se contraindo com cada milímetro do meu dedo. Lucas gemia muito e tive que pedir para gemer mais baixo para não sermos pegos. Lambi outro dedo e coloquei também. Lucas agora relamava que estava doendo, então disse que relaxasse que logo iria ficar muito bom. Coloquei 3 dedos, e alarguei bem aquele cu para poder receber meu pau de 18 cm e grosso. Passei bastante saliva na minha mão e passei em meu pau, o deixando bem melecado. Me aproximei de Lucas de coloquei meu pau em seu rego, e beijei seu pescoço o fazendo relaxar, fui colocando meu pau, estava difícil e Lucas gemia muito. Até que a cabeça entrou, fazendo Lucas querer se esquivar de mim com a fisgada que recebera, mas o segurei firmemente pela cintura, não deixando ele fugir. Lucas começou a relaxar, e apoiou novamente na parede. Comecei a enfiar denovo, e agora o pau entrava mais facilmente devido a Lucas estar relaxado. Enfiei tudo e encostei me bem a seu corpo e disse:

- Pronto! Tá tudo lá já!
- Nossa... tá muito gostoso... se soubesse que seria assim já teria te contado a muito tempo.
- Calma! O melhor ainda está por vir!



Disse isso começando a bombar em seu cu, primeiramente devagar, mas ia aumentando o rítimo até ficar freneticamente rápido. Lucas começou a gritar de tesão e pedir para ser fodido mais forte. Lucas gemia tanto que tive que tapar sua boca, senão alguém iria escutar seus gritos. O agarrei de tesão o apertando e bombamdo muito naquele cusinho gostoso. Não aguentei muito mais que 15 minutos comendo aquele deus grego de 14 anos. Mas logo antes que eu gozasse, Lucas começou a se contorcer e logo vi sua porra espirrando na parede que estava de frente com ele... não aguentei mais e gozei muito naquele rabo. Gozei como se fosse minha ultima transa.
Depois disso, nos vestimos e fomos para a aula, onde todos estranharam nossa demora xD.




DEI PARA UM AMIGO


PRA COMEÇAR QUERO DIZER QUE MORO NUM INTERIOR DA BAHIA, SOU PROFESSOR, 32 ANOS, JA DEI A BUNDA ALGUMAS VEZES, MAS SOU ENRUSTIDO E NINGUEM SABE DE MINHAS \\\"AVENTURAS\\\". OS NOMES SERÃO TROCADOS PARA EVITAR CONSTRANGIMENTOS, MAS O FATO É SUPER VERÍDICO.MEU NOME É MARCOS(FICTICIO)
SOU MORENO, 1M67, 68KG, MUITO DISCRETO, ATÉ PEGO MULHER (PRA DISFARÇAR, POIS MORO NUMA CIDADE QPEQUENA E TODOS SABEM DE TUDO Q ACONTECE.RSRSRSRSRSRSRS). O NOME DO GOSTOSO QUE ME LASCOU É ANDRÉ(FICTICIO), 1M66, UNS 65KG (TODO SARADINHO, DOS BÁBAS QUE ELE BATE), HÉTERO, FUDIÃO E NAMORA COM UMA MENINA QUE ATÉ TENHO AMIZADE(RSRSRSRSRS). O FATO ACONTECEU NO DIA 31.07.2009. COMO DISSE, SOU PROFESSOR E ANDRÉ FOI MEU ALUNO HÁ MAIS OU MENOS UNS 06 ANOS ATRÁS, DESDE LA TINHA VONTADE DE DAR PRA ELE, MAS NAO TINHA CORAGEM DE \\\"QUEIXAR\\\". NOSSA AMIZADE TRANSCORRIA NORMALMENTE, ATÉ QUE CERTO DIA NO M~ES DE DEZEMBRO DE 2008, ENCONTREI O MESMO NA RUA E ELE ME PEDIU R$ 10,00 EMPRESTADO E EU DISSE:
- CARA ARRANJA UM VIADO PRA TE BANCAR!
- TO PROCURANDO BROTHER, MAS QUERO UM \\\"ENCUBADO\\\" (DISSE ELE, OLHANDO NOS MEUS OLHOS). COMECEI A TREMER DE NERVOSO E DESDE ESTE DIA RESOLVI QUE IRIA ATACAR.RSRSRSRSRS. DE LÁ PRA CA SEMPRE Q NOS ENCONTRÁVAMOS, DAVA INDIRETAS E ELE REBATIA DA FORMA MAIS SAFADA.
HJ, DIA 31.07 (SEXTA-FEIRA), FUI ATÉ O SETOR ONDE ELE TRABALHA ENTREGAR UM DOCUMENTO E O ENCONTREI, ELE ME DISSE:
- E AI RAPAZ! QUE DIA VAMOS A SALVADOR TOMAR UM CHOPP?
- VC É ENROLADO CARA, JA TE CONVIDEI E VC NUNCA PODE, SEMPRE TEM UMA DESCULPA.
- MARCA E ME AVISA, O DIA Q VC QUISER EU VOU.
- VAMOS HJ!
- VAMOS!
- SAIO DAQUI DO TRABALHO AO MEIO DIA E TE LIGO!
- OK, VOU ESPERAR SENTADO, DISSE EU COM UM SORRISINHO CINICO NOS LABIOS (POIS OUTRAS VEZES ELE JA TINHA MARCADO COMIGO E ME DU BOLO);
- ME AGUARDA! DISSE ELE SORRINDO SAFADAMENTE.ISSO ERA POR VOLTA DAS 11:20H DA MANHA, TINHA MARCADO PARA ALMOÇAR COM MEU IRMAO NUM RESTAURANTE, E QDO TERMINAMOS DE ALMOÇAR, 12:10H, MEU CELULAR TOCA, ERA ELE! MEU CORPO TODO TREMEU, ATENDI E ELE:
- E AI! VAMOS?
- ONDE VC ESTÁ?
- EM CASA, TE ENCOTRO NA RODOVIARIA EM 10 MINUTOS!
- OK, ESTOU INDO!
ME DESPEDI DO MEU IRMÃO, DISSE QUE IRA PRA CASA, ELE VOLTOU PARA O TRBALHO ELA FUI EU PEGAR O ÔNIBUS CONM DESTINO A CIDADE DE SALVADOR.
CHEGANDO LÁ, POR VOLTA DAS 14H, FOMOS AO SHOPPING, ELE ALMOÇOU, POIS EU JA TINHA ALMOÇADO, DEPOIS FOMOS A UMA CHOPERIA E PEDIMOS DOIS CHOPPS, COMEÇAMOS A BEBER E CONVERSAR:
- CARA TO JUNTANDO UMA GRANA PRA COMPRAR UMA MOTO, TO SEGURANDO DINHEIRO E NAO QUERO COMPRAR NADA PRA TIRAR MINHA MOTO LOGO. DISSE ELE!
- CARA JA TE DISSE QUE ARRANJE UM VIADO PRA TE BANCAR, SE TOPAR POSSO ARRANJAR UNS PRA VC, POSSO TE \\\"AGENCIAR\\\", DISSE EU RINDO...
- BLZA, ARRANJA, MAS TEM Q SER ENCUBADO, POIS NAO QUERO Q NINGUEM SAIBA Q TO COMENDO VIADO.
- FIQUEI NERVOSO, MAS AO MESMO TEMPO, O FOGO COMEÇOU E ME DEIXAR MAIS SOLTO!
- MAS PRA TE AGENCIAR PRECISO PROVAR A \\\"MERCADORIA\\\", POIS SÓ SE QUEM NEGOCIA PRECISA CONHECER DE FATO AQUILO Q TA NEGOCIANDO.
- QUANDO VC QUISER, DISSE ELE COM UM SORRISO CINICO, DE HOMEM CAFAGESTE!
- E SE EU DISSESSE QUE QUERO HJ?
- ONDE SERIA?
- TEM UNS HOTEIS MASSA AQUI PERTO!
- TO AQUI PRA O QUE DER E VIER!
- TOPA IR AO HOTEL ENTÃO?
- VAMOS! VOCÊ TÁ DOIDO PRA ME DA ESSE CU MESMO! VOU COMER! NESA HORA QUASE MORRI DE ERGONHA, POIS NAO SABIA QUE ELE ERA TÃO CAFAGESTE ASSIM (MAS ADOOOOOROOOOOOOO);
- PAGUEI A CONTA E FOMOS RUMO AO HOTEL, NO CAMINHO ELE ME DISSE QUE JA TINHA PERCEBIDO QUE EU GOSTAVA DE PICA, E QUE JA TAVA TREINANDO O DIA EM QUE IA ME LASCAR! EU TAVA NERVOSO, ME SENTINO UMA ADOLESCENTE, PRESTES A SER DEFLORADA.RSRSRSRSRSRSRSRSRSRS.
CHEGANDO AO HOTEL (MOTEL!), PEDI UMA SUITE, E FOMOS E SUBIMOS.
CHEGANDO LA, ELE FOI LOGO TIRANDO A CALÇA E CAMISA (TAVA SEM CUECA), DEITOU NA CAMA DE BARRIGA PRA CIMA, COM AQUELA VARA DE 18CM, GROSSA COM A CABEÇA VERMELHINHA, APONTANDO PRO TETO E FALA:
- VEM VIADO! CHUPA MINHA PICA LOGO;
- FUI QUE NEM UMA LOUCA E ENFIEI AQUELA MARAVILHA NO FUNDO DA MINHA GARGANTA, E FAZIA MOVIMENTOS DE ENTRA E SAI ENQUANTO ELE ASSISTIA UM FILME PORNÔ, E ME CHAMAVA DE VIADINHO SAFADO, Q IA ME COMER , IA ENFIAR ATÉ O TALO!
- PÁRA VIADO, SENÃO EU GOZO! VIRA ESSE CU PRA CA Q QUERO LASCAR. TEM CAMISINHA? DISSE QUE SIM E TIREI 3 CAMISINHAS DO BOLSO.
- JA VEIO PREPARADA EM PUTA, SABIA QUE IA RECEBER PICA HJ NÉ?
- RSRSRSRSRSRS, SOU PRECAVIDA!!
DEI UMA CAMISINHA A ELE E ELE ME DEVOLVEU.
- COLOCA VC, O MACHO AQUI SOU EU, QUEM BOTA CAMISINHA NA PICA DO MACHO É A PUTA. EU OBEDIENTE, RAGUEI O PLASTICO, PUS A CAMISINHA NA BOCA E FUI DESENROLADO NA VARA COM OS LÁBIOS!
- PROFISSIONAL HEIN PUTA, SABE CUIDAR DE UM CARALHO!
FIQUEI DE QUATRO NA BEIRA DA CAMA, ELE SE PÕE ATRAS DE MIM, COM A VARA EM RISTE, SEGURA MINHA CINTURA, E SEM AVISA, EMPURRA TUDO DE UMA VEZ (ATÉ O TALO!), NO MEU BURAQUINHO.
- AAAAAAAAAAIIIIIIIIIIIIIIIIIIIII! TA DOENDO CARA! TENTEI FUGIR DA PICA.
- AGUENTA PUTA! NÃO ERA VARA QUE VC QUERIA? ENTÃO TOMA! DIZIA ELE SEGURANDO FIRME MINHA CINTURA, E MANDANO VARA, ENQUANTO DIZIA:
- TOMA VAGABUNDA! VADIA! REBOLA NA PICA DO TEU MACHO!
EU NESSA HORA COMECEI A REBOLAR, E GEMIA DE FORMA FEMININA, DIZENDO:
- ERA PICA QUE EU QUEIRA, ME ARROMBA MEU MACHO, LASCA ESSA PUTA TODINHA VAI....HUMMMMMMMMMMMM
- VOU GOZAR CACHORRA, QUER BEBER GALA?
- SIM MEU MACHO, DÁ MINGAU A ESSA PUTA VAI!!
- ELE RAPIDAMENTE, TIRA O PAU DA MINHA BUNDA, TIRA A CAMISINHA, ENFIA A MADEIRA NA MINHA GARGANTA E URRA COMO UM TOURO, ME FAZENDO ENGASGAR COM TANTA PORRA.
ENGOLI TUDINHO, MEMSO ENGASGANDO, COM BRAVURA, ELE DA UM TAPINHA NA MINHA CARA E DISSE:
- AI HEIN PROFESSOR! TIRA ONDA DE MACHO NA CIDADE, AMS GOSTA MESMO É DE UMA VARA NA GARGANTA E NA BUNDA NÉ?KKKKKKKKKKKKKKKK. VIADINHO!!!!!!!!!!!
- SAFADO!!
TERMINANDO A FODA ELE DISSE QUE IRIA DA UMA MIJADA E TOMAR UM BANHO. EU COMO UMA BOA PUTA, PEDI Q ELE MIJASSE NA MINHA BOCA, O Q ELE FEZ COM PRAZER, BEBI MAIS OU MENOS UNS DOIS LITRO DE MIJO QUENTINHO DO MEU MACHO. DESCANSAMOS E DEI MAIS UMA MAMADA NELE QUE FICOU EXCITADO DENOVO E DISSE. - CAI DE BOCA VIADO! MAMEI ATÉ QUE RECEBI MAIS UMA RAJADA DE PORRA NA GARGANTA. FOI UMA LOUCURA!
PERGUNTEI A ELE COM QUE CARA EU OLHARIA PRA NAMORADA DELE? (POIS ELA É MINHA AMIGA), ELE DISSE:
- RELAXA! ELA É MINHA NAMORADA, MINHA PAIXÃO, E VC É MINHA PUTA, QUE VOU COMER QDO EU QUISER, AGE NATURAL, COMO SEMPRE AGIU.
SAIMOS DO HOTEL, VOLTAMOS PRA RODOVIARIA E FONMOS PRA CASA, PEDI SEGREDO E LE DISSE. - RELAXA, QUERO TE COMER SEMPRE, MAS NAO QUERO Q NINGUEM SAIBA Q COMO VIADO!


PEGO DANDO NO VESTIARIO 2



Depois daquele dia que o Alex me pegou dando para o Wladimir no vestiário do clube e também acabou me comendo, ele passou a me procurar direto quando ia pro clube e quando me encontrava sempre me fazia ir pra algum lugar deserto, afastado, uma arquibancada, um banheiro, uma sala vazia, numa plantas atrás das quadras e eu sempre me fazia de difícil, então quanto ele tava com calma conversava comigo pra que eu cedesse como se tivesse falando com a sua namorada, quando não tava com paciência era na força e na ameaça mesmo e eu adorava isso.

Uma vez ele me levou pra baixo da arquibancada e encheu a mão na minha bunda deliciosamente só não contava que eu tivesse acabado de dar pro Wladimir de novo o que fez encher sua mão de porra, ele ficou puto comigo e me fez lamber sua mão até ficar limpinha. Depois disso me fez ajoelhar e chupar seu pau e punhetar ao mesmo tempo e lá estava eu chupando suas bolas e tocando uma pra ele quando dei por mim ele tinha uma pequena máquina fotográfica e já estava tirando algumas fotos, eu reclamei, mas ele disse que era só pra gente, pra gente ver depois que ele ia revelar em casa mesmo e eu deixei, principalmente quando ele tirou da mochila algumas revistas pornôs e começou a me mostrar as fotos, eu adorava isso, então tiramos várias fotos nesse dia, chupando suas bolas, seu pau, com a cara gozada, com gozo dentro da boca, e é claro com o seu pau no meu cu e depois com o meu cu todo esporrado, nos limpamos e fomos embora.

Sempre que ele me encontrava eu já sabia era rola e mais rola, metíamos tanto que eu nem ia mais pro clube, sempre que ele ficava sozinho em casa em ligava e eu ia direto pra lá, já tinha até uma chave da porta pra entrar mais fácil e sempre o encontrava deitado na sua cama nu, com as pernas meio abertas que era pra eu cair de boca, sempre começávamos assim, as revistas pornôs ficavam espalhadas pra eu poder vê-las e a máquina forográfica bem perto, nesse dia ele me mostrou as primeira fotos que tiramos num álbum como se fosse uma revista pornô tava delicioso e tiramos muitas fotos, era foto de tudo quanto era jeito, numa delas me colocou de quatro na frente de uma espelho e pôs um tubo de perfume na minha bunda enquanto me fazia chupa-lo, tudo bem fotografado, mas a que eu mais gostei foi uma que ele me fez sentar num mastro que ficava na ponta da sua cama e que tinha uma bola enorme na ponta enquanto eu o chupava, tiramos várias fotos nessa posição até ele esporrar na minha cara, depois me mandou ficar de quatro e abrir bem a bunda pra ele fotografar o buraco e ainda me fez olhar pra trás com a cara toda gozada, foi delicioso em seguida começou a enfiar seu pau sem dó no meu cu, pondo e tirando tudo eu quase nem sentia porque aquela bola da ponta da cama tinha deixado meu cu enorme de largo, ele cuspia e fotografava e quando gozou de novo fez questão de fotografar pra me mostrar depois, o que eu veria numa das nossas próximas trepadas.

O Alex era delicioso seu pau era grosso, e ele gozava muito como eu gostava, além de adorar revistas pornôs e me fazer foder igual as putas da revista, eu adorava me sentir como uma delas, detestava revista de viados eu gostava é de me ver no lugar de uma daquelas putas e gozava muito quando isso acontecia, quanto mais sacana a revista, a foda, mais eu gozava, era muita rola entrando saindo como eu gostava. Nos limpamos e ficamos brincando mais um pouco, o Alex me fez de seu modelo e me fez ficar em várias posições sentado de novo na bola da cama, de quatro abrindo a bunda, de frango assado, de pernas pro ar, debruçado sobre a cama, de lado, em pé, com a boca aberta na frente da sua rola que eu ainda chupei mais um pouco, punhetei ele de novo, ele batia com seu pau na minha cara e esfregava, me fez olhar pra ele enquanto chupava sua rola e eu já andava querendo mais, eu queria mais. Num belo dia ele me ligou dizendo que sua mãe e sua irmã tinham ido viajar e que o fim de semana era só nosso, eu teria o mais que tava querendo e nem sabia. Hummmmmmmm delicioso, mas isso fica pra próxima.





CUECA USADA



Devido à repercussão do meu primeiro conto (Cueca Usada) e aos muitos e-mails recebidos – que eu tenho prazer em responder – decidi continuar os relatos sobre cuecas usadas, dessa vez descrevendo o dia-a-dia de uma semana típica, em uma espécie de diário. Acompanhem:

SEGUNDA: acordei de pau duraço e todo molhado na cabeça… Na verdade, durante a noite, tive sonhos tesudos e tenho a impressão que cheguei mesmo a gozar sem querer, dormindo, esfregando involuntariamente o pau no colchão. Estava usando uma cueca velha (que eu havia pego de um amigo adolescente) e essa gozada noturna serviu para deixá-la ainda mais com o cheiro do meu sexo, o que achei bom, porque era assim que o cara de SP queria recebe-la. Tirei a cueca, dei uma olhada nas manchas e cheirei para ver se estava tesudo (sim, estava!), peladão, embalei a cueca em um saquinho, lacrei em um envelope pardo e deixei tudo preparado para despachá-la pelo correio, à tarde. Ainda pelado, fui ver meus e-mails e meu blog e li uma mensagem que fez meu pau endurecer mais ainda, dando um pulo: “Cara, valeu pela cueca suja. Estava do jeito que eu pedi. Tenho dormido com ela no rosto pra sentir seu cheiro a noite toda! Putz, tesão demais! Nunca imaginei que fosse realizar minha tara de ter a cueca toda suja e suada de um macho! E ainda mais branca! Às vezes fico lambendo onde estão as marcas de porra e passo ela no meu pau, imaginando que é você. Da próxima vez, vou encomendar uma preta!”.

Mais um cliente satisfeito! São esses depoimentos que me excitam, não sei porque, mas eu gosto de satisfazer esse tipo de desejo dos caras… Não resisti e soquei uma, fui ao banheiro, coloquei uma sunga pequena, uma bermuda e resolvi ir à academia, perto de casa. Fazia dias que eu não malhava e estava com vontade de ver os caras se trocando e fingindo que não estão de olho uns nos corpos dos outros… Depois de fazer umas séries, passei no vestiário, sempre tomo banho na academia, e tinha vários homens gostosos, se enxugando, despindo a roupa ou se vestindo… Olhei nos bancos e vi pelo menos umas 3 cuecas grandes, jogadas junto à uma confusão de shorts suados, meias, etc… Que vontade de pegar uma, fiquei imaginando o tamanho do pau e do saco que ficam guardados por ela… Havia uma fila pra tomar banho, e lá fiquei, batendo papo com uns amigos. Estava de sunguinha azul, meio larga, mas pequena… Sei que minha bunda aparecia um pouco, em cima, e como tenho pauzão, não dava, e eu nem queria disfarçar o volume.

Ainda mais naquela situação, meu pau endurecia mesmo, esticando o tecido da sunga e deixando meus pelos à mostra, cena que os caras invariavelmente olhavam, mas desviando rapidamente quando eu percebia… No banho, eu curto ficar me exibindo de leve, porque não há portas nos chuveiros, me enxugo e volto peladão, com o pau balançando para pegar minha roupa no armário e me trocar. Uma das cuecas sujas que eu tinha visto ainda estava jogada, e como agora não havia ninguém por perto, sentei-me no banco e passei a mão para senti-la, estava suada, com uns pentelhos nela… Lembrei de uma sunga que eu peguei nessa mesma academia, tempos atrás, de um cara malhado e bonito que fazia natação e a esqueceu lá… Fiquei de pau duro e tive que disfarçar com a toalha!

TERÇA: aproveitei um tempo para pesquisar umas fotos na net e atualizar o blog. Delícia, encontrei muitas fotos tesudas de caras de pau duraço embaixo da cueca… Outras de cuecas rasgadas, com o cacete saindo pelos buracos e algumas de homens esporrando nas cuecas e cheirando. Gozei na minha barriga e, claro, limpei com uma cueca que estava ao lado, já preparada pra isso! Fui à universidade e dando uma passada no banheiro, tive a sorte de observar dois funcionários (da segurança, acho), tirando seus uniformes e colocando suas roupas normais. Pude conferir as cuecas dos dois: eram largadas, bem vagabundas, o que facilitou para eu notar a mala dentro delas… Não podia dar bandeira, então me tranquei em uma cabine e, taradão, bati mais uma, deixando a porra cair no chão e guardando o caralho ainda pingando na cueca preta que estava usando.

As cuecas pretas são legais, porque não têm como não ficar marcadas… Só não pegam as marcas de mijo, para isso as brancas são as melhores! Fazia um puta calor, eu suava, principalmente na bunda e no saco e, na sala de aula, tive certeza que as pessoas sentadas ao meu redor podiam sentir o cheiro que exalava da minha cueca esporrada. Digo isso, porque eu mesmo estava sentindo o cheiro, mesmo coberto com a bermuda. Isso me dá muito tesão! Voltei pra casa, e vi na rua um puto lindo, branquinho, sem camisa e de bermuda caída, mostrando metade da bunda e sua cueca branca com uma barrinha preta! Que vontade de (…).

QUARTA: recebi mais alguns pedidos de cuecas usadas e meu primeiro pedido internacional! Muito bom! Os americanos e europeus são sacanas, tarados e sensuais, muito mais do que nós! Confesso que adoro gozar em uma cueca pra outro cara sentir o cheiro e ver os sinais da porra. Na hora do gozo, penso que um outro safado vai se deliciar com meu leitinho quente que ficou guardado ali, na minha cuequinha… Hoje, tive uma surpresa: um amigão meu, que sabe que curto andar numa boa de cueca e ele também fica assim quando nos encontramos, me ligou e perguntou se eu não queria ir pro apartamento dele, “ficar à vontade”. Entendi o que ele quis dizer e fui na hora. Lá chegando, ele já abriu a porta só de cueca, uma boxer linda e o cara era todo certinho… Ele falou pra eu tirar a roupa por causa do calor, etc, e assim fiz. Quando eu estava só de cueca, rindo de alguma coisa, levei o maior susto: um homem completamente pelado apareceu lá de dentro! Vendo minha surpresa, meu amigo deu uma gargalhada e explicou que era seu pai, que tinha chegado na cidade para umas reuniões! Então eu me lembrei que ele tinha falado mesmo que o pai dele só anda pelado em casa! Maior sacana, foi por isso que ele me chamou! Fiquei lá um tempo, o pai dele peladão, sentado entre nós, conversando e de vez em quando dando umas pegadas no pau. Muito louco! Saí de lá com mil pensamentos e na rua mesmo enfiei minha mão por dentro da calça para sentir meu cacete todo melado…

À noite, pedi uma pizza, estava sem roupa, esqueci do pedido e fiquei vendo putaria na net, pauzão duro, babando, quando de repente, toca o interfone! Caralho, era o porteiro avisando que a entrega tinha chegado! No fundo eu gostei, só peguei uma almofada mesmo, coloquei na frente do pau e atendi a porta! O carinha era show de bola, deu uma risadinha e ficou olhando meu corpo! Amanhã vou atender um pedido diferente: o cara pediu uma cueca branca, mas eu vou ter que mijar nela. Ele quer a cueca molhada, ensopada com o meu mijo mesmo. Vou fazer, claro!

QUINTA: hoje é um dia estratégico, dia de visitar meu primo e ir ao clube! Explico: nas tardes de quinta, sempre vou a casa desse meu primo, um gato gostoso e tesudo que mora com a família, para irmos juntos à piscina do clubeou jogarmos bola. Acontece que na sexta, é o dia da faxineira deles ir, então na quinta, eu sempre encontro muita roupa suja no banheiro! Antes de sair de casa, estava excitado e animado e resolvi criar um grupo de discussão na net chamado Used Underwear, a idéia é reunir os caras que têm tara por cuecas usadas para trocarmos histórias, experiências e contatos. Chegando ao meu primo, foi como de costume, pedi para ir ao banheiro e comecei a mexer na roupa suja: encontrei muitas cuecas, dele, do irmão (que é mais novo) e do meu tio… Meti o nariz nelas, coloquei na cara, lambi, examinei com cuidado cada uma e percebi que os três homens da casa tinham ficado excitados com freqüência durante a semana! Coloquei uma que estava com muito cheiro de pau na cara, enquanto envolvi meu cacete com uma outra, fiquei me punhetando com a cueca em volta do pau até gozar nela! Recolhi uns pentelhos e saí logo pro quarto do meu priminho… Como ele estava gostoso com aquele short que deixava aparecer sua sunguinha! Fomos ao clube e caímos logo na piscina…

Eu estava com uma sunga branca, que fica meio transparente quando molhada… Meu primo sempre fica na gozação quando me vê com ela, fica falando que meu cacete está aparecendo, que é escandoloso porque é muito grande… Eu digo que o dele também é, que é de família e damos risada… Em pouco tempo, falei que ia à lanchonete mas dei um jeito de correr para o vestiário, onde sempre é possível encontrar coisas interessantes! Dessa vez não foi diferente: abri as sacolas e os armários e encontrei shorts e sungas usadas! Não resisti e fiz uma loucura, peguei a sunga mais tesuda, entrei em um reservado, tirei a minha própria sunga e vesti a do cara! Fiquei taradão, alisando meu cacete por cima da sunga de outro homem, gozei rápido, dentro da sunga, até atravessou um pouco o tecido. Caralho, tirei logo, vesti a minha e devolvi a sunga gozada onde estava! Fico pensando se o cara percebeu, se ele percebeu, o que pensou, e se não percebeu, imagino ele usando a sunga com meu esperma e seu pau em contato com ele! Pra terminar bem, já tinha combinado para o final do dia uma foda com mais dois caras! A trepada foi boa, eu já conhecia um deles, muito sacana, bem macho mas que topa tudo! Depois de gozarmos, pedi as cuequinhas de lembrança, um não podia dar, mas o outro, o que eu já conhecia, me deixou sua cueca de presente, muito bonita, por sinal, e com o cheiro dele!

SEXTA: dia de putaria, o final de semana começando… Pela manhã, atualizei o blog, postei novas fotos, notícias e inseri mais links de sites de underwear. Aproveitando o tesão, assisti um pouco de um dvd pornô, de homens de cueca, claro! Depois do almoço, tinha marcado uma reunião na minha casa, de um grupo da faculdade, para prepararmos um seminário, um grupo só de homens, tesudos. Eles já me conhecem e sabem que só ando de cueca em casa e sabem mais, que minhas cuecas estão sempre sujas! Perguntam o por quê e eu digo que é falta de tempo de lavar! Bem, eles foram chegando e conhecem a regra: aqui em casa, só pode ficar de cueca ou peladão! Como eles levam na brincadeira e macho gosta mesmo de uma sacanagem, todos tiram a roupa e lá ficamos nós, cada um no seu estilo de cueca, todos largados pelos sofás e no tapete… Rola direto aquela zoação, um dando umas pegadas no pau do outro, falando besteira, abaixando a cueca por trás, encoxadas, alisadas no peito do outro, etc… Depois de fazermos o que devia ser feito para o trabalho, sugeri vermos um filme de sacanagem, hetero.

A galera topou e mais do que depressa todos tiraram seus caralhos grossos pra fora pra uma punheta coletiva, mas cada um na sua. Como já estávamos só de cueca, acabamos todos pelados, esporrando e comentando sobre o filme. A partir daí ficamos pelados mesmo e tem um cara, o mais engraçado, que ficava sentando no colo de todo mundo! À noite saí pra balada, fui pra uma boite hetero, mas underground, com quarto escuro e tudo. Lá acontece dos caras se liberarem, abaixarem a calça no dark-room, mostrar as bundas e paus, por os paus no glory-hole e homem e mulher, misturados na putaria. Mas a maioria é homem mesmo a fim de sexo, e sempre é uma chance de tirar uma cueca suada, melada de tesão, de um cara hetero ou bi a fim de sexo sem compromisso.

SÁBADO: fiquei em casa, dormindo até mais tarde, depois de mais uma noite de trepadas com caras desconhecidos, a fim apenas de gozarem e nada mais. Yes! Quem leu meu outro conto sabe que curto usar a mesma cueca por vários dias, e o fim de semana é próprio pra isso, pois posso esfregá-la bastante na minha bunda, no pau, no saco e nem tomar banho, pra ficar com aquele cheiro que vocês gostam tanto… Tive que sair pra comprar mais cuecas, as minhas já estavam acabando e tenho recebido pedidos específicos, do tipo: quero uma cueca boxer branca, ou quero uma slip bem pequena, que fique apertada em você… Faço o possível para realizar todos os fetiches, mesmo os mais pervertidos! Depois de gozar teclando na internet, fiquei tranqüilo, escrevendo um pouco e fazendo uns desenhos eróticos. Prometi que ia esporrar cinco vezes no mínimo em uma cueca antes de mandar, e lá fiquei eu, realizando meu trabalho com determinação e prazer!

DOMINGO: meu pau já estava esfoladinho de tanta punheta que eu bati ao longo da semana, nem sei quantas foram… Aliás, se vocês quiserem saber, é só ler de novo o relato contando o número de masturbações… Escrevam pra mim, dizendo o resultado a que chegaram! Penso em putaria o dia todo e domingo é propício pra planejar as coisas tesudas que vou aprontar na semana que se inicia… Cuecas, sungas, shorts, tangas, boxers, suportes de atleta, protetores, meias… Pau melado, mijo, porra, peidos, suor, cuecas sujas, punhetas coletivas… Cuecas achadas, perdidas, cuecas enviadas pelo correio, cheiro de homem, perfume de macho, aroma de pau, tudo em segredo, pra aumentar o tesão… Escrevam para o meu e-mail cueca_usada@hotmail.com, quero ouvir suas opiniões/reações e conforme a repercussão, posso redigir novos contos, afinal, agora vou bater mais uma, imaginando quantas e quantas punhetas esse conto vai motivar entre os leitores fissurados em uma cueca






DOIS VIGILANTES E UM ESTAGIARIO


Tudo aconteceu quando tinha 20 anos e encontrei meu primeiro estágio como técnico em química. Sempre tive o maior tesão por vigilantes, policiais ... Mas bem, continuando a história. Com o passar dos dias em meu estágio em Suape-PE percebi que no local onde o laboratório em que eu trabalhava estava, tinha um vigilante muito gostoso. Ele tinha pernas grossas, peito largo, um volume na calça de parar o transito e peludo. Com o tempo descobri que se chamava Eduardo(Fictício) e que quando eu chegava no laboratório, e que passava pela portaria ele sempre piscava o olho pra mim.

Como ele trabalhava em regime de escala, passei a observar se ele piscava também para a técnica que comigo trabalhava, pois poderia ser apenas uma forma educada de se comunicar. Então eu deixava a minha colega de trabalho passar na frente e observava e foi aí que ví que ele só piscava pra mim. meu tesão era enorme sempre que o via me imaginava chupando-o(coisa que amo fazer ),mas me controlava. Certo dia larguei um pouoco mais cedo e como consegui uma caraona até Recife(pois quem conhece sabe que Suape é longe) na saída pela grade onde separava o estacionamento da empresa, ele fez um sinal de telefone. Entendi na hora então deixei! vcs acreditam que ele nunca me ligou.

Mas continuando ficavamos nesses olhares intensos até que um dia me escalaram em um feriado pra ir trabalhar, fiquei puto, mas... Na ida fomos eu, e dois coletores da empresa no carro da mesma. E eu só tinha duas análises a serem feitas. Ao chegar lá me deparei com o tal vigilante na hora me deu um tesão enorme, pois o porto estava completamente vazio, acredito que na empresa só havia ele e seu companheiro de guarda. Ao passar pela portaria fomos logo avisados que o navio esperado não havia atracado e logo as analises não seriam feitas naquele dia contente disse vou pra casa, pois acreditava que os coletores também desejavam isso, mas que nada eles me disseram : Nando libera agente pra ir numa praia aqui próximo quando for 12:00 agente volta fica na net lá no laboratório, como se fosse o chefe deles permiti e fui ao laboratório. Após aguns minutos chega Eduardo bate a porta e entra sem pedir licença logo senta e começa a falar besteira. logo desabotou a camisa e eu claro não resisti a olhar seu peito era largo definido e peludo fiquei adimirando quando ele falou:

- Gostou?
-Respondi: É , vc é peludo e eu gosto!
- Ele disse: Tenho pêlo em outros cantos também que ver?
então ele se levantou, me abraçou e me beijou. Eu só disse:
- Vc beija(visto que tem uns homens que não fazem isso) e ele me respondeu eu faço muito mais.

Eu relutei um pouco, pois tinha um companheiro dele na portaria e os meninos podiam voltar mais cedo visto que já eram umas 09:00 mais ou menos então ele com a camisa desensacada a botoou e foi a até a portaria depois de 5 minutos voltou e disse vamos pra sala de retenção de amostras com tesão obedeci lá chegando disse e seu amigo:
então ele me respondeu disse que se o pessoal aparecesse ele tocasse a sirene de identificação antes do carro parar no estacionamento, pois tiraria meu atraso. Na hora percebi que o outro era cumplice. Ele então tirou toda camisa e desabotoou a calça, e me beijos.

Na sala de retenção tem uma escrivaninha ele me pôs alí sentado e em pé me beijava, chupava meu pecoço e eu retribuia em certo momento ele abaixou a calça e deixou saltar aquele mastro que pra minha surpresa não passava de 15cm, mas como não gosto de homens de pau muito grande disfarcei minha surpressa. Ele então com as calçãs nos pés arriadas me levantou e sentou-se na escrivaninha onde me agachei e suguei seu pau e bolas. Ele gemia e me chamava de tudo que não presta. eu só me deliciava. Num vulto só ele se levantou e disse tira a roupa Nando então tirei só a calça e a cueca e sapatos claro, ele acariciou minha bundinha que é peludinha , mas sempre aparo com máquina um deixando-a um verdadeiro gramado. e em seguida me pôs de frango assado e começou a chupar meu cuzinho que sempre está proto pra qualquer batalha sempre me preparo antes de sair de casa todos os dias, pois o inesperado pode acontecer. ele gemia muito e mordiscava meu cuzinho o cuspia e sugava o cuspe, enfiava os dedos, depois dois dedos era maravilhoso principalmente pelo perigo que corriamos, então ele parou tirou uma camisinha do bolço e me pediu pra vestir seu instrumento com a boca e assim o fiz e logo meteu tudo eu gemia me masturbava, e ele continuava a me chigar e bombar forte sentia até seus pentehlões furando o meu cuzinho ele falava que a meses queria ter feito isso, mas... após alguns minutos derepente seu amigo entra na sala sem esperarmos ele tira tudo de uma vez e eu por sua vez contraí rapidamente meu cú a ponto de sentir uma dorzinha, então Edu diz:

- Marcelão cara quem tá lá na portaria e o Marcelo disse : Ninguém vim ver como estavão as coisas por aqui e pelo visto estás bem na fita hein! e continuou... continua a meter aí cara que quero ver! Sem jeito me levante e disse: Vamos para por aqui então o Marcelo falou :
- Agora é que eu quero ver viadinho. e me colocou a força de bruços na escrivaninha e bem empinado. foi aí que Edu começou de novo a meter. Olhando pra o Marcelo percebi que nossos olhares se encontraram em vários momentos então eu disse :
- me dá teu pau pra chupar enquanto teu amigo mete! e ele respondeu:
- Não gosto de gay , só tô olhando. Foi aí que Edu disse:

- Aproveita essa boca puto que é melhor do que a de muitas putas por aí, então aos poucos ele foi se chegando e abriu o ziper e pôs aquela geba enorme e mole pra fora. Na hora meu tesão aumentou, pois adoro fazer uma rola mole endurecer. chupei tanto que logo estavam os 3 gemendo e logo após alguns minutos, eles me colocaram no chão o Edu tirou a camisinha e disseram: Agora abre a boca e toma o leite dos tios, eu disse : gente isso não, então o Marcelo brutamente disse se não fizer vou dizer que tu tavas dando em cima dagente quando teus colegas chegaraem, vai ser bonito pra tua cara. então os obedeci abri a boca e punhetando-se eles mesmos anunciaram o gozo, e jorraram jatos por todos os lados eu tive que beber, e depois limpar o chão e tudo que sujou sem pensar em mim se refiseram e foram embora na maior me deixando sem gozar, então como um submisso terminei me masturbando e gozando pensando em tudo que aconteceu.





ACONTECEU DE NOVO

Oi gente. Quem se interessar mais sobre mim, visite meu outro conto e veja como me descobri não homossexual, mas sim uma mulher.
Bem, dois finais de semana atrás, três T-amigas minhas me convidaram para uma festa que iria rolar na casa de uma trans, amiga delas, em Ribeirão Preto.
Aceitei, porém no dia-a-dia, como não me visto de mulher e nem paraço uma, por motivos profissionais, fui, porém “fantasiado” de homem. Fui assim, sem muita ilusão de ficar com alguém.

Chegando lá, minhas amigas me convenceram a ir para a festa produzida. Ainda assim não concordei, mas após muita insistência delas, topei colocar apenas as roupas íntimas femininas, mas ir de roupa masculina mesmo. Elas então me colocaram um espartilho de couro preto apertadíssimo, (elas são venenosas, pegaram justamente nos meus pontos fracos, pois conhecem bem meus gostos), meias 7/8, e uma calcinha de látex, enfiada no rego. Acabei de me vestir com minhas roupas de hominho.
Chegando na festa, animadíssima, com muitas T-girls e muitos gatos lindos, conheci a dona da festa, a Alexia, uma trans lindíssima. Elas então comentaram que embora não parecesse, eu por baixo daquelas roupas vestia roupas íntimas femininas. Ela me puxou de lado e perguntou porque isso, se eu não queria achar um gato aquela noite. Respondi que estava meia cabreira, não muito à vontade. Ela então me intimou a ir em seu quarto. Chegando lá, me mandou tirar as roupas masculinas, para ver o que eu usava por baixo. Viu, olhou, analisou e mandou o veredicto: - Eu somente voltaria para a festa se fosse como uma guria, de homem jamais.

Me deu então uma mini-saia minúscula jeans, e ainda mais que ela era pelo menos dois números menor que meu manequim, emprestou uma sandália de plataforma, de salto altíssimo cristal, de amarrar nos tornozelos com várias fivelas e me mandou maquiar, deixando-me à vontade em seu quarto. Após a transformação, coloquei uma peruca preta de franjinha, alguns acessórios e me pus a caminho da festa. Confesso que parecia mesmo uma travesti, todos percebiam, pois estava muito chamativa minhas roupas. Minhas amigas quando viram soltaram um UAU!!!, o que fez com que muitas pessoas da festa olhassem para mim.

Gente, que vergonha, parecia eu a dona da festa.
Festa bombando, tudo muito animado, quando de repente, do nada, sinto uma voz bem na minha nuca dizendo: - A moça está sozinha. Depois daquele arrepio delicioso, me virei com rostinho de inocente e vi um homem de mais ou menos 50 anos, malhado, bronzeado, bem vestido. Ele se apresentou, seu nome era Aloísio, e começou a conversar comigo. A casa tinha uma varanda enorme em sua volta, e ficamos em um canto meio afastado das pessoas conversando e tomando umas doses. Não demorou muito e ele começou a passar a mão em minha perna como quem não quer nada, e eu também deixando, como se nada fosse.

Papo vai, papo vem, ele me fez aquela pergunta besta, mas que a gente adora: - Vamos para um lugar mais sossegado?. Me fiz de boba, perguntei para onde, ele disse para darmos uma volta na cidade, para eu conhece-la, já que sou de Bauru. Avisei minhas amigas e entrei em seu carro. Ele andou muito pela cidade, e sempre acariciando minhas coxas, meu joelho, até que parou defronte um motel lindo, e perguntou se eu queria que continuasse ou me levasse de volta para a festa. Lógico que aceitei continuar, e nisto meu aceite foi feio com um beijo na boca daquele homem lindo. Mais que rápido ele engatou o carro e entrou no motel.
Bem, ele sabia que eu era uma trans, então ele não assustaria quando chegássemos no quarto.

Entramos em quarto enorme, ele fechou a porta atrás de mim, e com uma voz de veludo, mas autoritária, me informou que agora eu seria a fêmea mais completa do mundo, que deixasse tudo por conta dele, que ele era o dono da situação agora e que eu estava ali para dar e receber prazer. Fiquei meio desconcertada, até um pouco assustada, mas, já estava rolando até ali, fui em frente. Na verdade gosto muito de ser submissa para meu homem.
Ele me agarrou por trás com força, me apertando contra seu corpo, no que já senti um volume na sua calça, forçando no meu traseiro, e começou a beijar minha nuca, com a barba áspera. Nossa, fui ficando mole.


Assim, me levou até a cama, me virou e me jogou de costas. Caiu em cima de mim e começou um beijo quilométrico, me chupava o pescoço, as orelhas, puxava as taças do espartilho para baixo e chupava meus peitos, mordiscava. Bem, à esta altura, o que ele pedisse eu faria. Depois desse banho de língua de mais de meia hora, onde apenas ele deixava eu beija-lo, e sempre segurando meus punhos para que eu não lhe tocasse, ele tirou minha mini-saia e minha calcinha de látex. Eu estava meladinha, porém a mais de 3 anos não tenho uma ereção, e ele viu meu bilauzinho muchinho, até assustou. Disse a ele que era somente sendo penetrada que conseguia gozar. Ele adorou, e eu mais ainda, pois gosto de homens machos, que me tratem realmente como mulher, e não venham querer mexer nesse acessório inútil que tenho. Desde que meu bilau não mostrou mais reação de vida, que coloquei um piercing uretral, que fica como um canudo alojado na uretra e travado através de um pino de rosca por um furo na glande. Toda vez que tenho de urinar ou gozar, tenho de tirar uma tampinha de rosca em forma de bolinha, da ponta deste canudo, pois do contrário posso correr o risco de urinar sem sentir. Adoro essa situação, pois às vezes tenho de fazer milagres para conseguir tirar essa tampinha.
Bom, ele após isso, se levantou, foi até sua pasta, retirou quatro pares de algemas, e veio em minha direção. Fiquei com medo de ficar a mercê dele, pois afinal pouco eu o conhecia.

Me mandou calar a boca, sempre muito autoritário, e me levantou da cama. Colocou uma algema em cada pulso meu e uma em cada tornozelo meu, deixando as outras pontas soltas. Me mandou começar a retirar suas roupas, ao mesmo tempo em beijasse e acariciasse ele. Assim fui fazendo. Retirei sua camisa, chupando seu peitos, beijando sua boca, retirei suas calças, aquele volume enorme sob a cueca me fez engolir seco, e enfim retirei sua cueca. Quando aquele mastro enorme pulou pra fora, na hora me pus a sorve-lo, enfiando até onde agüentava, ou seja, bem no fundo da garganta. Que delícia, enfiava inteiro, depois colocava seu saco inteiro na minha boca, chupava suas bolas, e neste troca troca entre seu pau e seu saco, por fim consegui abocanhar seu pau inteiro e uma bola, ficando massageando a outra com muito carinho. Ele gemia de prazer, e forçava mais ainda minha cabeça contra seu pau.
Ele então pediu para eu parar, pois todas gozadas ele queria ter dentro da minha bunda, e se continuasse, ele não agüentaria mais.

Gente, essa brincadeira foi mais de meia hora. O homem era um poço de tesão e auto-controle. Ele me levou então para a cama, me mandou ficar de barriga para baixou e abrir os braços e as pernas. Pegou então cada uma das algemas de prendeu na cabeceira e nós pés da cama, deixando-me esticada sobre a cama. Disse que agora iria começar algo na minha vida que eu nunca mais esqueceria. Lógico que fiquei com um tremendo medo, tem doido solto de monte no mundo, mas fazer o que presa daquele jeito? Gritar? E se meus temores fossem em vão? Bom paguei pra ver.
Ele então pegou os travesseiros, me calçou por baixo da barriga para arrebitar minha bunda.

Começou então a elogiar minhas curvas, meu jeitinho feminino, e nisso senti seus dedos procurando meu traseiro, enquanto ele ficava murmurando em meu ouvido palavras como sua cadelinha, viadinho gostoso, é assim que você gosta de ser tratada por um homem, é assim que será. Você será comida de verdade agora. Eu totalmente sem ação, totalmente a mercê daquele gato lindo, somente podia concordar e esperar pelo seu ataque final. Ele continuou a forçar minha bundinha com seus dedos grossos, até que relaxei bem e ele enfiou um dedo. Foi enfiando até eu sentir sua mão em minha bunda, ficou naquele vai-e-vem gostoso até que forçou o segundo dedo. Eu rebolava para facilitar a entrada e o vai-e-vem, e gemia de tesão. Ele me fez gozar quando enfiou 3 dedos, e bolinando meu cuzinho e com a outra mão ficou beliscando meus mamilos. Tenho uma sensibilidade nos peitos, que se um homem começar a beliscar, morder chupar, fico num estado de tesão que o que pedir eu faço pra ele. Bom, gozei e meu piercing tampado, se bem que quando gozo, pouquíssima porra sai do bilau.

Neste ponto, ele saiu da cama, pude ver pelo espelho que ele colocava a camisinha, e veio novamente para cima de mim. Se debruçou sobre minhas costas, começou a chupas meu pescoço, minhas costas, segurou em minha cintura encostou a cabeça de seu pau no meu cuzinho e começou a forçar. Acho que é automático, pois sempre nessa hora me pego arrebitando a bunda e forçando contra o pau que vai me possuir. Como é bom esse primeiro momento da transa. Ele sempre falando besteira me mandou rebolar, e foi forçando, apenas com o lubrificante da camisinha. Meu traseiro foi cedendo mais, pois já estava relaxado com a punheta que lê bateu no meu cuzinho, e ele foi me possuindo. Com tanto carinho, com tanto jeito, colocando a cabecinha e tirando, deixando eu aceita-lo dentro de mim aos poucos, e a cada tirada, ele colocava mais um pouco daquele pau lindo, grosso, de mais ou menos 25 cm. Após uns cinco minutos ele finalmente alcançou o limite de seu pau, batendo as bolas na minha bunda, e me fazendo rebolar demais com aquele mastro totalmente penetrado em mim. Começou então o vai-e-vem, dando tapas bem fortes na minha bunda, que já ardia e ficava quente. Sempre autoritário perguntava se era isso que o viadinho queria, se não tinha vergonha de me comportar como uma mulher, de deixar um macho usar minha bunda, de dar prazer para um macho. Por fim me pegou pelos ombros e começou a socar com violência dentro de mim. Esse homem era incrível, sabia ser sensível quando precisava e bruto nos momentos certos. Eu não sentia dor, estava em êxtase e ele nada de gozar.

Por mais de 40 minutos ele me usou como quis. Gozei duas vezes e ele nada. Ele então parou, tirou seu pau de dentro de mim e disse que iria me usar mais durante a noite. Pedi para ele me soltar e foi negado meu pedido. Fíquei ali estendida na cama, querendo tirar a porra parada dentro do meu piercing, porém nada podia fazer.
Ele então voltou na sua pasta, pegou um vibrador, sem eu perceber enfiou na minha bunda, ligou, e foi para a banheiro tomar um banho. Eu fiquei entregue, né, presa e com um vibrador ligado na minha bunda, eu não saia da sensação de êxtase que já estava.

Ele então voltou do seu banho, acendeu um cigarro e ficou me olhando sem poder fazer nada e tendo de segurar para não gozar de novo.Nunca um homem havia feito eu gozar tanto assim. Ele ria da minha cara e me ofendia, me xingava, me menosprezava, coisa que me fazia ficar mais louca ainda.
Bem, esse macho voltou pra cima de mim, tirou o vibro e com as forças recuperadas, voltou a me penetrar, parecia que ele nunca acabaria com aquela tesão que havia dentro dele. Meu rabo já ardia muito, minha bunda estava vermelha de tanto tapa, minha cintura doía de tanto que ele apertava e puxava de encontro à seu pau. Gosto de ser submissa, mas esse homem era demais. Por fim, depois de tanto sexo, ele gozou dentro de mim e enfim, me soltou.

Pude então retirar o esperma do meu piercing, que já estava até endurecido. Ele ordenou que não retirasse a roupa e que apenas me lavasse. Nem o salto ele deixou retirar, e ainda com aquelas algemas penduras nos punhos e tornozelos.
Voltei pra cama e me acheguei em seu peito. Minutos depois ele começou a mexer em meu ponto fraco, os peitos. Assim não resisti e começamos nova rodada de prazer. Ele então me algemou com as mãos para trás, e mandou eu sentar no seu pau, pois queria ver meu rosto de tesão cavalgando em seu membro. Ele fez de caso pensado, e eu caí feito uma boba. De salto altíssimo, e com as mãos algemadas por trás, quando fui sentar, desequilibrei, e aasim aquela rola entrou em mim de uma só vem, com o peso do meu corpo forçando ela pra dentro. Ao ver meu rosto com feições de dor e tesão ele ri e me mandou um tapa na cara, ordenando que começasse a cavalgar. Tive de me ajeitar, equilibrar novamente nas sandálias, e enfim, obedecer. E posso falar? Estava uma delícia, nunca fui tratada assim, nunca me senti tão mulher, pois apesar dele me xingar de viadinho, eu via nos seus olhos que ele me desejava, e a coisa mais gostosa que acho é me sentir desejada por um homem. Ele parecia que me comia com os olhos. Após um longo tempo nesta cavalgada, pois nada era rápido com ele, enfim gozamos juntos.

Ele me deixou livre novamente, fui ao banheiro, e achei que aquilo seria o final da noite, pois já passava das 3 da manhã. Ledo engano. Voltei do banheiro, ele me algemou novamente para trás, algemou meus tornozelos juntos e depois ligou uma algema com a outra por trás, fazendo eu ficar com as pernas dobradas para poder alcançar as mãos. Disse que poderia dormir um pouco, que ele iria descansar e que me preparasse para a próxima rodada. Colocou o vibro na minha bunda, desligado desta vez. Sem conforto nenhum, consegui enfim cochilar um pouco, enquanto ele dormia o sono do guerreiro. Quando estava enfim conseguindo adormecer, acordei com ele me soltando as algemas, tirando o vibro, e já colocando seu pau em minha boca. Tentei negar, e ele simplesmente começou a bolinar meus peitos, e aí né, fiquei entregue.
Bom, essa nova sessão começou por volta das seis horas da manhã e só terminou às 8:30. Eu nem sentia mais minha bunda, só um calor nela, de tanto tapão que tomei. Era só marcas de dedos. Meus mamilos estavam esfolados de tanto beliscão e mordida que tomou. Um cuzinho estava aberto, e enfim, eu estava super satisfeita por ter encontrado um homem de verdade como o Aloísio. Cheguei na casa que minhas amigas estavam, somente no sábado as 11 horas da manhã, vestida com a roupa da noite, com a maquiagem retocada, cansada, mas com uma sensação maravilhosa. Fiz meu homem feliz. Pude então tirar aquela roupa apertada, me desmontar, tomar um banho e enfim poder dormir sossegada. Minhas amigas estavam preocupadas, e nem acreditaram quando contei o ocorrido.

No domingo, o Aloísio me ligou perguntando se eu estava bem, e se queria repetir a dose.
Como tinha de trabalhar na segunda, neguei, mas fiquei de ligar para ele.
Na outra sexta-feira, ele me ligou à tardinha, e para minha surpresa, estava em Bauru. Perguntou se eu estava a fim de sair novamente com ele, e que havia imaginado novas brincadeiras para realizarmos juntos. Acha que eu iria perder essa nova chance de ser tratada como uma mulher de verdade, por um homem maravilhoso desses?
Me preparei, me montei, e enfim, fui ser feliz por mais um final de semana.....
Mas essa história fica pra próxima. Essa e outras, pois ele me pediu em namoro, e estamos juntos agora. Com certeza, muitas loucuras ainda irão rolar. Bjos à todos.




CAMA, MESA E BANHO


Com o nick de Grisalho, o cara manteve contato no chat onde eu estava a procura de um companheiro para aventuras. Eu queria apenas aventura com um homem maduro, macho e que soubesse curtir um homem sem pressa e neuras. As primeiras trocas de mensagens foram animadoras, bom humor e interesses mútuos foram logo identificados, além da necessária safadeza para por em prática nossas taras, que às 22 horas de sábado já estavam visíveis em nossos cacetes já babando e pulsantes.

O papo rolou solto, inclusive com lembranças de eventos safados anteriores, ocorridos quando estávamos iniciando nossas aventuras com homens. O que nos excitou muito foi justamente essa troca de experiências, a minha com uma massagista experiente que me fez criar gosto pelas carícias na bunda, evoluindo para a penetração deliciosa e a fetiches nunca antes pensados e muito menos experimentados, como usar calcinha fio dental. O interesse do meu potencial companheiro para aventuras pelas minhas histórias me deixou animado com a possibilidade de nos encontrarmos ainda naquela noite. Já passava das 23 horas quando decidimos o encontro. Acertado o local e a hora nos preparamos para o que prometia ser uma transa muito louca. Subir o elevador até o 18º. andar foi difícil....

mas minha safadeza quebrou logo o gelo quando decidi ver como eu estava com a calcinha vermelha fio dental no grande espelho... baixei a calça jeans e conferi uma gostosa e safada bunda... pronta para o crime. Depois de um toque na campainha, que me fez o coração quase pular do peito, a porta abre e vejo um homem de 1,90 m, corpo legal. O Grisalho despertava grande interesse.... gosto de homem grande, de corpo e pau. Trocávamos olhares desconfiados mas estávamos contentes com o que víamos. Sentados no sofá iniciamos o papo rapidamente sobre nossa conversa pelo MSN, rindo e reforçando interesses pelos principais fatos mencionados em nossas histórias. O interesse sobre minha calcinha foi logo manifestado com a pergunta sobre eu estar usando ou não....

levantar a camiseta e mostrar a parte dela que, estrategicamente deixei à mostra, foi a deixa para a primeira passada de mão na minha coxa... e o convite para a prometida massagem para relembrar o princípio de tudo com a massagista safada que me iniciou. Fomos ao quarto, já deixando cair o jeans e caminhando com a calcinha para provocá-lo ainda mais. Ele caminhou com as duas mãos na minha bunda, apertando e elogiando o volume... Enquanto eu terminava de tirar a roupa, ele me pegava, me encoxava... adoro isso. Deitado de bruços, recebi carícias gostosas onde mais gosto... a bunda.

Não demorou para eu lembrar da saudosa massagista. Ele já nu parava a massagem para deitar-se sobre meu corpo com o pau estrategicamente colocado no meio de minha bunda, quente e duro, pronto para a penetração que era pedida em sussurros no meu ouvido, entre uma lambida e outra em minhas orelhas... O peso daquele homem, o calor de seu corpo me excitavam muito e suas encoxadas fortes davam o tom do que seria a transa que não tardaria a começar. Com o creme da massagem ele iniciou a exploração de meu cuzinho, bem fechado pelo grande período entre a última transa, a meses. Seus dedos grossos e ávidos pela penetração causaram certo desconforto no início, mas aos poucos produziam grande sensação de prazer, demonstrado pelos movimentos ritmados de empinar a bunda e rebolar com aqueles dedos quentes penetrando minhas entranhas. Depois uma deliciosa lambida quente em toda minha bunda, coxas e no meu cú, que demoradamente foi massageado por aquela língua safada...

Não foi difícil aceitar a oferta daquele pênis pulsante para a primeira chupada, iniciada com uma longa e demorada lambida em toda a extensão daquela ferramenta de prazer, que produziu gemidos de tesão e elogios daquele homem gostoso. Apesar do tamanho eu conseguia engolir todo o pênis, que tinha o meu número, como se diz. Mamei com gosto por alguns minutos, tendo ao mesmo tempo minha bunda explorada com volúpia por aqueles dedos habilidosos, que preparavam meu rabo para a penetração tão esperada por nós dois. Camisinha a postos, o pedido de ficar de quatro foi atendido rapidamente, para não perdermos nada daquele tesão imenso que nos dominava. Com cuidado de mestre, aquele mastro foi invadindo minha bunda lentamente, como eu gosto, até eu sentir o contato delicioso dos pentelhos no meu rego bem aberto... delícia!!!!

O homem arfava de prazer quando iniciou os movimentos de entra e sai cada vez mais fortes e rápidos. Sendo puxado pelos quadris, sentia seu cacete enorme tocar o fundo de minha bunda. Ele me fez deitar e depositou seu corpo sobre o meu, mexendo o apenas os quadris para manter o vai e vem daquele delicioso instrumento de prazer atolado até o fim na minha bunda sedenta de vara. Por uns 5 minutos ficamos na cama naquela posição, mas a outra fase da transa, a da mesa, estava planejada pelo meu algoz. No quarto ao lado, uma mesa de madeira foi rapidamente coberta por um cobertor. Eu deitei de costas e tive as pernas erguidas para deixar meu rabo à disposição do seu delicioso cacete... com os calcanhares apoiados em seus ombros experimentei pela primeira vez aquela gostosa posição, que sendo puxado pelas coxas proporcionava uma penetração profunda e prazerosa, lenta e rápida, a gosto daquele mestre em sacanagem. Da mesa fomos para a parede ao lado, nossa altura combinava bem e facilitava a penetração comigo de costas, encostando o peito na parede e empinando bem a bunda.... ele chegava a me levantar do chão tamanha a volúpia com a qual me penetrava a bunda. Nunca fui comido assim, com tanta maestria e desejo. Os tapas que recebi nas ancas davam um gosto especial àquela transa maluca e deliciosa.

Sem descanso, novamente estávamos na cama, onde eu quis cavalgar aquele homem, tendo seu mastro atolado em mim. De frente e de costas cavalguei com vontade por um bom tempo. Rebolando muito, produzi elogios do meu mestre sentindo ambos muito prazer. O tão esperado orgasmo foi atingido na posição de quatro, quando senti cada golfada de porra quente, sussurrando para ele que queria vê-lo gozar na minha bunda, bem forte e com seu peso todo em mim. Nem é preciso dizer que meu orgasmo veio também nesse momento. É delicioso sentir o homem chegando ao gozo forte, arfando de prazer com o pau atolado na minha bunda. Deitados lado a lado, via seu pau repousar merecidamente... mas a outra fase da transa, a do banho, ficará par a próxima vez...
com a repetição das demais fases já realizadas e muitas outras que eu e meu companheiro de aventuras inventaremos, com certeza.




DANDO PELO MUNDO AFORA


Em função do meu trabalho sou obrigado a viajar constantemente, e por vezes fico por várias semanas longe de casa e da minha família. Moro com meus pais e dois irmãos. Sou louco por rapazes bonitinhos, sarados e com tudo em cima. Pra mim beleza é fundamental, e tenho essa preferência por garotos jovens com tudo arrumado. Sou bonito, faço sucesso onde ando, mantenho a forma com malhação pesada e apesar dos 35 anos, sou bem conservado.

Numa de minhas viagens, Paulo, um quase colega de profissão me proporcionou uma das maiores surpresas de minha vida. Ele é muito mais jovem que eu e trabalha como ajudante de um outro companheiro de estrada que sempre encontro nos postos de gasolina da vida. Tem cara de ator de Hollywood, um físico bem formado e um charme assim, estonteante.

Estava de viagem para Uberaba, ia visitar uns clientes na região e, por volta das 22h, depois de passar o dia na estrada, resolvi parar num posto para descansar, pois estava estafado ao extremo. Quando entrei na recepção do restaurante do posto, encontrei Bartô, esse meu amigo, que estava de passagem, de volta a Sampa. Nos cumprimentamos e logo depois Paulo veio ao meu encontro.
- E aí, como vai?, perguntou ele.
- Vou bem, cansado mas bem. Vou jantar alguma coisa e depois dormir, é melhor não dar sorte para o azar, né, vai que de repente estou dirigindo e caio no sono? Antes vou ao banheiro.

Entrei no banheiro para urinar. Estava tão absorto na missão que nem percebi quando Paulo chegou e começou a mijar também. Quando dei por mim, ele estava do meu lado, segurando a pica grandalhona. Não tive como não olhar espantado para sua pica. Era muito linda. A mais linda dentre todas as que vi em minha vida, do tipo que dá vontade de chupar sem parar. Ele percebeu meus olhares e foi logo sendo sacana:
- Bonita né? Tem gente que chora por ela e com ela no rabo!
- Poxa, que bom para você!
- Você não quer ser um deles?

Não me fiz de rogado e ajoelhei-me aos seus pés e comecei a chupar seu pau, com fúria, matando minha vontade guardada há muito tempo. Sua pica era muito grossa, grande, mas tinha um cheiro inconfundível de macho gostoso, bem tratado, do tipo que cuidava bem de seu companheiro de aventuras. Chupei longamente suas bolas, suguei demoradamente sua rola, que pulsava em minha boca, me cutucando o céu da boca. Paulo segurava minha cabeça e a empurrava de encontro a ele, gemendo alucinado. “Sempre imaginei você me chupando gostoso, com essa boca de veludo”, dizia ele.

Levantei e busquei sua boca gostosa, carnuda e rosada. Felizmente meu amigo não tinha pudores e ele sentiu sem frescura seu próprio sabor em minha boca. Nossas línguas se saboreavam sem dó, enquanto nossos corpos se fundiam tal a quentura que exalava de nossa pele. Buscamos um dos boxes do banheiro e fomos tirando a roupa, a loucura era tanta que nem ligávamos para a possibilidade de sermos surpreendidos ali por alguém em tal situação.

Paulo me colocou de joelhos em cima do vaso sanitário, descobrindo minha bunda roliça, e meu cu que pulsava na ânsia de ser enrabado; ele ficou enfiando seus dedos grossos em meu cu, como que para prepará-lo para a penetração. Eu rebolava para facilitar a entrada de seus dedos.

Paulo vestiu uma camisinha, cuspiu na portinha de meu cu e foi enfiando devagar sua pica dentro de mim. Doeu no início, mas lentamente ao ser invadido por aquela gostosa massa de carne, senti um prazer imenso me preencher. Ele enfiava seu pau com força em minha bunda, fazendo meu corpo estremecer, e aplicava fortes tapas em minha bunda deixando marcas e fazendo delirar de tesão. Sua rola me levava ao tesão, eu sentia seu pau entrar inteiro dentro de mim e seus quadris batiam com força em minha bunda.

Sem ao menos ter de me masturbar, senti jatos de porra jorrar de meu pau num gozo frenético. Paulo continuou bombando com força, alucinado, seu suor pingava em minhas costas, até que senti seu corpo estremecer e ele encheu a camisinha de porra. Ficamos engatados um ao outro durante certo tempo, igual uma cadela e seu macho. Saímos do banheiro como se nada tivesse acontecido. De vez em quando nos reencontramos e repetimos nossas loucuras.



DANDO A VOLTA POR CIMA


Depois de passar por uma enorme decepção amorosa, passei quase duas semanas preciosas de minha vida em depressão, com variações entre sessões de coro copioso e bebedeiras homéricas em mesas de bares. Meus amigos de tudo faziam para levantar meu astral. Sem muito sucesso. Uma bela noite acordei de mais um pileque com fortes batidas na porta de casa, ainda meio tonto fui abrir a porta, era meu amigo Patrick, que mora próximo de casa e acompanhou toda a história.

- Se prepare, tome um belo banho, fique lindo, que hoje você tira o pé da jaca! Vamos, vamos, tenho um bofe escândalo pra lhe apresentar.
- Ai não, Patrick. Não tô com cara para essas coisas, quero descansar, e depois encher a cara de novo!
- Que é isso, você é jovem enão vai perder tempo pensando naquele cara.

Meio a contragosto fui ao banheiro e tomei um banho demorado. Enquanto isso Patrick se encarregava de preparar a produção que eu usaria nessa noite. Passado algum tempo, estávamos a caminho do Pit Stop, uma barzinho com videokê nas proximidades do aeroporto da cidade; era nesse local que eu iria conhecer esse pretendente a me tirar da fossa. Lá chegando, Patrick foi ao encontro desse tal amigo; se aproximaram, o outro com um largo e belo sorriso no rosto, confesso que me encantei. "Oi, tudo bem, meu nome é Jonathan, você é o Jackson? Estava muito ansioso para lhe conhecer, o Patrick me falou muito bem de você!", disse.

Sentamos numa mesa longe da maioria das pessoas para podermos conversar melhor. Jonathan era branco, cabelos castanhos, olhos claros, tinha mais ou menos 1,80 m de altura, rosto bem feito, simplesmente um gato, tudo o que eu precisava para me sentir melhor naquele momento. Com o passar do tempo nossas conversas foram ficando mais íntimas, e a distância entre nossas cadeiras diminuindo, parecia que nos conhecíamos há séculos. Por baixo da mesa nossas pernas se tocavam e nossas mãos davam o sinal verde para aquilo que seria uma das noites mais maravilhosas de nossas vidas.

Depois de mais um tempinho pedimos licença a Patrick, pois iríamos a um lugar mais intimo; fomos ao seu carro, onde logo ao entrarmos nossas bocas se encontraram como loucas, ávidas por sorver o gosto mais secreto de nosso corpo. Nossas línguas se enroscavam como serpentes, e nossas salivas eram uma só. Eu, há muito tempo sem carinho, entregava-me a Jonathan com desvelo correspondendo ao seu ímpeto juvenil. Ele pegou minha mão e colocou entre suas pernas, onde seu pau, já duríssimo dava sinal de vida. E que vida, enorme e pulsante na minha mão!

Como o carro tinha os vidros vedados, tiramos a roupa e num piscar de olhos estávamos nus, curtindo o corpo do outro. Jonathan era lindo, malhado e bem definido, mas nada exagerado, bem do jeito que eu gosto. Ele passou a beijar o corpo de cima a baixo, provocando arrepios em minha espinha, que me deixavam louco. Sem pestanejar ele engoliu minha rola, nada modesta, já em ponto de bala, pagando uma gulosa deliciosa. Ele chupava com gosto, se detendo na cabeça, levando-me ao delírio. Uma louca sensação tomou conta de mim quando ele engoliu meu pau juto com as bolas ao mesmo tempo, fazendo massagem com as buchechas, foidemais!

Com jeito ele foi sentando devagar em minha rola, duríssima, engolindo-a com sua bunda. Começou a cavalgar lentamente, para se acostumar com as dimensões de minha pica. Quando já estava com a rola bem fundo em sua bunda,começou a fazer movimentos pra frente e pra trás, e outros circulares, engolindo com gosto minha rola, que fazia um estrago na bundinha deliciosa dele.

Ele passou a pular qual um louco em cima de mim, sem dó de seu cu. Mudamos de posição e fizemos um papai-mamãe ao contrário, com ele por baixo e eu por cima, atolando minha rola faminta de gozo nas entranhas dele. Ficamos de lado e Jonathan passou a se masturbar e não demorou muito pra ele anunciar um gozo longo e delicioso que abalou todo seu corpo, cujos tremores eu mesmo senti. Como eu ainda não havia gozado, Jonathan voltou a chupar-me até receber em sua boca jatos e mais jatos de esperma grosso e quente. Ficamos no carro se curtindo um ao outro, sem pressa. Mas o desejo falou mais alto e dessa vez fui servir meu amorzinho com desvelada atenção.

Jonathan me colocou de quatro e enfiou com muito carinho sua rola em minha bunda, até encostar em minha bunda. Foi dolorido, pois sua rola era bem grande. Ele foi se movimentando com carinho, enfiando e tirando sua rola de dentro de mim. O pior, ou o melhor, é que ele demorou muito pra gozar, causando-me verdadeiro êxtase de prazer. Mas uma vez gozei,mas sem precisar me masturbar, tal a intensidade do prazer que sentia. Ele socava com força sua rola em minha bunda, enquanto dava leves tapas em minha bunda. Dessa vez fui eu que recebi seus jatos de porra fresquinha em minha garganta. Simplesmente demais! Voltamos para a mesa, onde Patrick nos esperava, como se nada tivesse acontecido.






O TAXISTA


Eu estava rodando sozinho pelas ruas, após uma briga com minha namorada. A única coisa que eu desejava era ficar sozinho. Mas, mesmo sem nenhuma intenção de aprontar, a vida me pregou uma peça. Na verdade eu curtia um bom sarro com outros caras, mas não tinha ninguém em mente. Então peguei o primeiro táxi que encontrou em direção ao centro da cidade, onde já havia rolado uns lances gostosos com uns garotões nos banheiros do shopping. Minha intenção era ir a um bar onde sempre rola alguma coisa, mas não percebi os olhares de volúpia que o taxista me lançava de forma ostensiva pelo retrovisor do carro.

O motorista puxou conversa, perguntando qual o motivo da minha tristeza. Respondi que havia brigado com a namorada e tava afim de curtição.
- Que tipo de curtição, posso saber? Inquiriu o motorista.
- Sexo, de preferência com homens, fui logo direito, dando asas a imaginação dele. Por quê, algum interesse?
- Digamos que sim, algum problema?
- Por mim não, hoje eu topo tudo. Dei uma conferida de cima para baixo no cara , bem apessoado, de porte atlético e jeito de sacana.
- Sim, nós vamos ficar somente nesse papo meio torto ou vamos ao que interessa?, perguntei.
- Onde você gostaria de ir?
- Onde você estiver eu vou!

Jair, esse era o nome do motorista, desviou a rota para uma dos motéis, logo a saída da cidade. Escolhemos a melhor suíte. Chegando no quarto, paramos um de frente para o outro e começamos a nos beijar. O cara era realmente muito bonito e tinha um cheiro gostoso de macho, misturado com fragrâncias clássicas. Ele começou a chupar meu pau com uma maestria inigualável, um verdadeiro mestre na arte de dar prazer com a boca. Ele sabia o que estava fazendo. Engolia meu pau junto com as bolas, sugando com gosto, parecia estar saboreando um chocolate. Ele salivava para deixar o movimento de vai-e-vem na minha rola mas liso, e minha pica grandalhona sumia naquela boquinha quente e suave.

Depois foi a minha vez, claro que fiz um bom trabalho e fui virando-o delicadamente até ver por completo a sua bunda, bem formada, parecendo dois melões. Comecei a chupar e morder sua bunda até chegar ao seu cuzinho, que pulsava muito. Dei um belo banho de língua naquela bunda carnuda e cheirosa, aplicando boas linguadas em seu cuzinho, que cheirava a rosas recém colhidas.

Quando dei por mim já estávamos os dois em cima da cama se mordendo e se amando com fúria, nossas picas se enfrentando como duas cobras. Virei meu parceiro de bruços e fui pincelando com meu pinto a bunda dele, coisa que o deixava excitado, então fui injetando devagar enquanto ouvia seus gemidos, ele estava adorando essa sessão de pica em sua bunda.

Mudei de posição e coloquei-o de frango assado. Foi divino ver como ele se entregava aos meus desejos. Ele me obedecia em tudo, e olhava com seus olhos lânguidos de prazer. Nos beijávamos e nos abraçávamos enquanto eu fazia o movimento de vai e vem, eu o cheirava e ele mordia e lambia minha orelha. Depois da posição de frango assado eu o coloquei de quatro e depois de lado e fizemos várias posições. Ele pediu para que eu gozasse no peito dele, o que eu fiz. O mais legal é que gozamos juntos. Foi uma das melhores sessões de sexo da minha vida, com muita entrega sem pressa, sem compromisso, mas forte, daqueles que ficam pra sempre na memória.



UMA FODA PARA MUDAR A VIDA



Por ser bem tímido, sempre fui muito reprimido na escola e com os demais amigos, e também na família. O principal problema era que com quase 19 anos eu ainda não tinha namorado ninguém e por consequência, era virgem. Não por que fosse feio, longe disso, mas algo diferente rondava meu coração, algo que ninguém ainda sabia.

Sou filho de uma família árabe, e nessa época sentia mundo diminuir a cada dia, e me via obrigado a enfrentar as pressões da família por um casamento arranjado, com alguém que eu nem mesmo conhecia. E o pior: uma mulher! Um dia fui visitar um amigo, Fernando, e quando cheguei a casa dele, quem atendeu foi seu irmão, Eduardo, um moreno de 1,70, 21 anos, olhos verdes e totalmente desinibido. Diziam até que ele era gay como o irmão, mas até então tudo não passava de comentários, sem confirmação. Eduardo pediu pra eu entrar e disse que meu amigo não estava.

Muito solicito, ofereceu refrigerante, pedindo pra esperar pois o irmão havia ido ao banco e não demorava. Estranhei tanto gentileza, mas achei melhor não comentar e deixei passar batido. A verdade é que eu sempre havia reparado nele e o achava gostoso, mas não foi dessa vez, pois logo meu amigo Fernando chegou. Conversamos um pouco e antes de sair pedi o telefone de seu irmão.

Outro dia liguei pra ele e pedi pro Eduardo vir a minha casa, mas que não falasse nada para o seu irmão. Quando ele chegou fui direto ao que interessava, disse que o desejava há muito tempo e queria ficar com ele, sem meio delongas. Eduardo não reagiu mal, pois também me achou muito gostoso e atraente.

Começamos a nos beijar e fomos logo tirando a roupa. Eduardo se assustou ao ver o tamanho da minha rola e ficou com medo. Acalmei-o, dizendo que não faria nada que ele não quisesse e seria muito carinhoso e cuidadoso. Pedi então para ele me chupar, no que fui atendido prontamente. Eduardo me chupou uns 10 minutos, era difícil para ele engolir toda a minha jeba, mas com jeito ele conseguiu chupar gostoso, se concentrando na cabeça da trozoba e por vezes deslizando a boca em toda a extensão da pica, até que avisei que ia gozar em sua boca e ele nada de reagir. Quando eu não aguentava mais, acabei gozando na sua boca e ele engoliu tudo.

Fomos tomar um banho e mal terminanos de nos enxugar e já fui logo jogando Eduardo na cama e abrindo suas pernas. Com jeito fui dando mordidas de leve em sua bunda, com carinho. Quando cheguei ao cuzinho de Eduardo, o lambi como a um sorvete de morango, mas seu cuzinho pulsava como um louco, pedindo minha pica. Fui então enfiando devagar, depois de besuntar com lubrificante o pau, já vestido com uma camisinha. Ele foi gemendo e gemendo. Entrei no embalo e fui bombando gostoso por uns bons trinta minutos, dilacerando o cuzinho de Eduardo, até que uma vertigem sacudiu seu corpo. Ele gozou e nada de perder o fôlego.

Eduardo me pediu para deitar no chão e foi logo sentando em cima e cavalgando até que começou a gozar em cima do meu peito. Tomamos o segundo banho e quando voltamos para a sala, transamos de novo. Comi o Eduardo de frango assado, de quatro, depois fizemos um 69 delicioso. Estávamos possuídos de desejo e Eduardo era incontrolável; ele voltou a cavalgar na minha pica, sem pena de seu cuzinho, já dilacerado. Quando estava perto de gozar ele saiu de cima e fizemos de novo um 69 divino e gozamos um na boca do outro. Foi simplesmente maravilhoso. Terminamos de transar e estávamos de pernas bambas. Ficamos nos beijando gostoso na sala até nos refazermos de nossas loucuras.

Para mim aquela tarde foi decisiva para enfrentar meu destino. Eu sabia que depois do que aconteceu com o Eduardo, nada na sua vida seria como antes...




CAMINHO DE CASA


Estava saindo da casa da minha mãe e indo para o meu apartamento quando aconteceu comigo uma transa inesperada e meio louca. Nesse dia tinha que ir de ônibus pois meu carro estava na oficina, e no caminho até o ponto de ônibus um rapaz moreno, que estava de bicicleta, me acompanhou e puxou conversa, perguntando meu nome e pra onde ia.

Respondi que ia pra casa. Ele perguntou onde era, eu respondi.
- Não tá afim de uma foda agora não, to louquinho pra gozar em uma bundinha hoje!
- E por que eu?
- Por que é o mais gostoso que eu encontrei hoje.

Perguntei a ele onde poderíamos ir. Ele sugeriu um terreno baldio atrás do posto de saúde do bairro. Seguimos pelo caminho, o rapaz na frente e eu logo atrás, com medo de algum conhecido me ver naquela situação. Como tinha ido na frente quando cheguei ele já estava sem roupa. Se masturbando.
Quando cheguei ele foi logo me abraçando, me beijando as orelhas, onde enfiava sua língua, com volúpia. Senti seu pau latejando, me perfurando a barriga. Ele disse que fazia tempo que me olhava de passagem no bairro e queria uma chance de ficar comigo. "Aproveita", disse pra ele.

Ele me forçou a cabeça para baixo, eu sabia o que ele queria. Admirei sua pica, moreninha, não muito grande, mas dava para o gasto. Cheirosa, enfiei na boca sungando com gosto. Ele gemia, me chamando de gostoso, que há muito tempo imaginava fodendo minha boquinha e minha bunda.

Ele estava a mil e pediu logo para me comer. Me virou de costas, apoiando no muro, me abaixou deixando minha bunda escancarada na sua cara. Enfiou a língua em minha bunda, dando uma geral em meu cu, que latejava feito louco, na ânsia de ser enrabado. Depois de colocar uma camisinha ele foi enfiando devagar. O mais estranho era que sua pica estava quente, parecia que ele estava com febre, e causava uma sensação deliciosa. Com o pau devidamente engatado em minha bunda, ele começou a bombar.

O ruim dessa posição é a dor que dá nas pernas, e nunca imaginei que ele fosse demorar tanto pra gozar, minhas pernas começaram a bambear e eu pensava em desistir. Mas a coisa tava gostosa demais, o moleque sabia o que estava fazendo. Enfiava com técnica e pericia sua pica em minha bunda, como se fosse uma espada e sua bainha. Me comeu gostoso, como um animal, dando tapas em mim, me agarrando na cintura, enquanto eu continuava aguentando a pressão e ele demorava a gozar, mas curtia a cada minuto a foda.

Ele vendo minha situação, sentou no chão e pude cavalgar sua pica. Foi delicioso sentir sua pica me cutucando as entranhas, e logo depois ele encheu minha bunda de porra, me agarrando com vontade por trás. O bofe parecia ser insaciável pois não demorou dez minutos e seu pau endureceu de novo. Recebi de novo o pau do moreno na minha bunda, safado que sou. Foi mais uma sessão de foda louca. O moreno deu sinal que queria gozar, intensificando as estocadas. Meu cu ardia um pouco, foi doído, mas foi gostoso.




DO COMEÇO AO FIM

Quando vi a nota sobre o filme “Do Começo ao Fim” aqui no Mix Brasil, a minha curiosidade brigou com o meu sentimento de repulsa sobre o tema. Vi o trailer até o fim, tive que ver mais umas dez vezes. Eu estava esperando o terror e em todos os sentidos possíveis vi um vídeo sobre o amor. Parei pra pensar sobre o assunto e tentei entender os simbolismos que estão por trás dessa história, o mais obvio é que amor pra sempre, aquele que vai durar do começo da sua vida até o teu último suspiro é o amor de mãe, de pai, de irmão. Não que o amor de um amigo, de um namorado não tenha a possibilidade de ter a mesma intensidade, mas a ligação de sangue de alguma forma cria um laço que nem o tempo é capaz de destruir.



Incesto não é novidade, já vimos novelas, seriados, documentários, contos, peças que sempre tocaram nessa polêmica, as pessoas protestam, se escondem debaixo da cama, tapam os olhos, querem apenas não ter que lidar com o assunto. Eu penso que a intenção do diretor Aluisio Abranches não é chocar, nem criar polêmica pra faturar na bilheteria, a intenção é apenas contar uma história de amor. Só por fugir do lugar comum já acho que vale a pena ir ver e rever. Até outro dia as pessoas não acreditavam que um filme como “Brokeback Mountain” poderia estar nos cinemas e olha onde fomos parar, até passar na Globo, sem cortes passou. Ainda não tivemos o beijo gay nas novelas, mas um dia chegaremos lá.



O que é engraçado sobre tudo isso é que até na industria de filmes pornô esse assunto é tabu e dos grandes! A diferença entre ver um filme como “Do Começo ao Fim”, que é uma ficção e um filme pornô onde os dois atores são realmente irmãos e realmente estão fazendo sexo, são duas galáxias opostas no universo e nem quem lida com sexo como enlatado digere bem isso. Atualmente são dois exemplos, o primeiro são os trigêmeos, eles até tem nomes, mas são conhecidos apenas como “Os Trigêmeos Visconti”. Nunca fizeram sexo entre si, só estão juntos nas cenas interagindo com outros atores, nunca entre eles. Mesmo assim até hoje é polemica, muita gente acha que isso deveria ser ilegal, que deveriam tacar os três numa fogueira e salvar o mundo dessas aberrações malignas. Ignorância ainda é um grande problema em nossa sociedade.



O segundo exemplo é o último lançamento do estúdio William Higgins, que lançou no mercado o filme “Double Czech”. Contendo cinco cenas, onde dois irmão gêmeos interagem, no começo apenas de leve, depois nas cenas seguintes com outros atores, até chegar na cena final onde eles fazem sexo entre si. Alguns sites que publicam reviews sobre filmes, simplesmente baniram qualquer noticia sobre o mesmo, todos acharam que o limite, que na real eu não acho que exista, tinha sido ultrapassado. É irônico, porque não foi o primeiro filme com atores que são irmãos, além de que é só assistir os primeiros filmes da produtora alemã “Cazzo”, alguns de seus filmes ultrapassaram tudo, eu não poderia nem citar aqui o porque.



O que acho, é que todos nós procuramos esse amor, um amor incondicional, mas que as vezes, pra ser compreendido é preciso sim virar o mundo de cabeça pra baixo. Ser gay acho que tem muito disso. No final é só amor.





SOLTEIRO X CASADO


Quando era criança, acho que dos 6 aos 10 anos eu tinha essa fantasia de casar, imaginava como seria minha esposa, brincava com as meninas da escola de que estávamos casando. A cerimônia sempre acontecia no recreio, nossos amigos como padrinhos, no final ninguém levava um bem-casado pra casa, era uma Ana Maria de morango mesmo. Aos 12 anos tive a minha primeira namorada, ficamos juntos por 2 anos, era uma namoro quase de brincadeira também, mas as vezes eu achava que ela seria a minha esposa um dia. Em janeiro eu estava no altar do casamento dela, mas como padrinho.



Depois que descobri que sou gay esse sonho foi embora. Não porque não acredito na união entre dois homens, muito pelo contrário. Mas porque a fantasia era diferente, não seria a mesma coisa. Quem entraria primeiro? Entramos de terno? Na igreja não pode mesmo. Quem vai abençoar a união? Acho que o sonho foi embora também porque no fundo não precisamos de uma cerimônia ou de um papel pra “sermos” de alguém. (Apesar que acho um atraso absurdo a união civil entre homossexuais ainda não ter sido aprovada no Brasil, ainda mais por morar num lugar onde isso é legal e não assusta mais ninguém).



Trabalhando num meio como o pornô, encontrar esse alguém especial é uma tarefa ainda mais complicada, normalmente os casais (e são muitos) dentro da industria, estão juntos há anos, a maioria se conheceu durante uma filmagem, uma premiação, uma festa de aniversário do diretor, um almoço com o produtor, da mesma maneira que casais que não trabalham fazendo pornô se encontram, no ambiente de trabalho. Mas tenho me sentido meio limitado, se um advogado de repente conhece um publicitário na festa do vizinho, não existe nada que os impeça de ficarem juntos, claro que pode existir algo, um gosta de futebol o outro detesta. Mas se um advogado conhece um ator pornô na festa do vizinho, as chances deles se entenderem é quase mínima. “Amor como foi seu dia hoje?” – “Ah tive que fazer duas cenas de DP e um dos atores ejaculou no meu olho sem querer, mas tirando isso foi um dia como os outros”. Digo por experiência própria, é quase impossível dar certo!



Porém casamento não é só marido e marido, mulher e mulher ou marido e esposa. Em Setembro do ano passado eu “casei” com uma das minha melhores amigas, parceira mesmo, em quase todos os sentidos da palavra. Já são quase dez anos de amizade, nos conhecemos na faculdade. Ela foi umas das primeiras pessoas que contei que era gay, até hoje brincamos sobre isso, porque ela reagiu como se eu tivesse contado que eu gostava da cor azul e eu não esperava por isso. Ela veio pra Londres alguns meses antes que eu, foi a primeira pessoa que vi quando cheguei aqui, estava no aeroporto me esperando, sem ela eu não teria nem saído de lá! Estava apavorado de medo.



Ano passado ela resolveu que era hora de voltar para o Brasil de vez e como despedida resolveu me levar para o Marrocos. Eu detestei a idéia no começo. O que era pra ter sido um pesadelo foi uma das viagens mais incríveis que fiz. E foi o cenário do nosso casamento. Casamento que não teve papel assinado, nem o bem casado no final, nem a Ana Maria! Mas teve a cerimônia, com tudo que se tem direito, eu no altar, esperando que eles entregassem minha esposa numa “bandeja” carregada por quatro senhoras, ela parecia mais uma carro alegórico, mas eu a aceitei mesmo assim. Hoje em dia realmente nos sentimos casados, não moramos juntos, mas dividimos os mesmos ideais, brigamos pelas mesmas causas. De brincadeira carregamos um O no final de nossos nomes, eu sou Andy O e ela Mary O. O casamento pode não ter sido de verdade, mas o nosso carinho é pra sempre com certeza. E até não acharmos “esse cara” de nossas vidas, estamos juntos, um acompanhando o outro nessa estrada.

QUANTO MAIS FUJO MAIS HOMENS VEM ME COMER



Olá! Sou Dado, e em meus contos anteriores tenho relatado de forma seqüencial, como aos dezesseis anos fui vítima de abuso sexual pelo irmão da minha namorada. Eu naquele tempo era um jovenzinho bonitinho, branquinho, magrinho, sem pêlos no corpo, apesar de cultivar uma cabeleira, pois meus cabelos eram cumpridos e iam até o meio das costas. Eu ainda era virgem, quando fui estuprado pelo Jeferson, meu cunhado, e seu primo. E naquela ocasião fui fotografado enquanto era deflorado feito uma menininha. Depois disso, fui chantageado e ameaçado, tive que ser mulherzinha do meu cunhado de novo. Tentei fugir, sumindo de lá uns dias, recebi uma correspondência com uma foto minha de “mulherzinha” dando pra dois machos simultaneamente, não teve jeito, tive que voltar a ser enrabado terceira vez, e vestido de colegial. Tudo isso, ocorreu na casa da minha namoradinha Janaína, desde a noite em que comecei a dormir lá, mas especificamente no quarto do irmão dela, o tarado do Jeferson, que cismou que tenho que ser a putinha dele.Mas agora, eu estava de encontro marcado com Jeferson, e eu tinha que ir trajado de garota, com um vestidinho de hippie, calçinha de onçinha cavadinha. Bom, o tarado me forçou a me vestir assim, pois ele tinha me dado de presente essas roupas e acessórios. E ainda me mandou dar um jeito, de arrumar um par de sandálias femininas, e me disse que eu deveria usar batom.

Como se já não me bastasse ter de ser mulher dele no seu quarto, nos finais de semana à noite, agora eu teria, que ser sua namoradinha publicamente. Eu não tinha saída, pois me fazia ameaças de estuprar minha namorada Janaína, sua própria irmã, e ainda me comer na frente dela. Então, eu acabei fazendo tudinho, conforme ele havia me mandado. Saí da casa da Jana, minha namorada, naquela tarde de domingo, e fui direto à casa de um amiguíssimo meu, o Fred. E falei pra ele, que precisava da ajuda dele, pois eu iria fazer uma brincadeira com uma pessoa, e teria que me disfarçar de mulher.

De início, o Fred achou muito estranho, mas como nós éramos muito amigos, ele decidiu me ajudar, deixando eu trocar de roupas em seu quarto. Entramos rapidamente, em sua casa, sem ninguém ver, e fomos direto para seu quarto. Fred, era bem fortinho, era do meu tamanho, mas mais forte do que eu. Então assim que entramos, fui tirando minha camisa e fui logo colocando o vestidinho. E Fred ficava me fazendo perguntas sobre essa tal “brincadeira” que eu ia fazer com alguém, e eu ia respondendo na medida do possível, tentando ter calma, pra ele não perceber nada. Quando tirei minha calça jeans e minha cueca, e peguei minha calçinha de onçinha cavadinha e fui vestindo... Huumm!!! Fred foi ao delírio ao me ver ajeitando minha calçinha.

E disse: “Você tá levando isso muito à sério, hein Dado?!?!” Eu cheio de vergonha, olhei pra ele e vi seu sorrisinho debochado, de quem tava gostando de me ver daquele jeito, igualzinho uma garotinha. Então eu disse: “Pô! Fred você prometeu que ia me ajudar, e disse que eu podia confiar em você... por favor, Fred, guarda esse segredo aê?!” Fred, veio em minha direção enquanto eu penteava meu cabelo de frente ao espelho. Me deu um tapa de estalo na minha bundinha, e sorrindo me disse que eu podia contar com ele, depois me deu uma alisadinha na minha bunda por cima do vestido. Eu me afastei de lado, e olhei nos olhos dele e falei: “É sério Fred, pô!!!”...” Eu ia precisar de uma sandália emprestada da sua irmã... Ah! E um batom também”. Sorrindo debochadamente, Fred saiu do quarto e foi buscar. Quando ele veio, me trouxe uma par de Havaianas e um batonzinho vermelho. Me entregou. E ficou me olhando passar o batom de frente ao espelho.

E pelo espelho eu via que ele estava se excitando, pois segurava seu pau por cima da bermuda. Eu perguntei o que é que ele estava olhando, e ele me disse assim: “Você tá uma gatinha! Eu nunca tinha reparado em seus dotes... Você tem uma bundinha bonitinha, hein! Tá me deixando de pau duro... Você tá igualzinho a uma garota... tá linda mesmo... vem cá dar um beijinho aqui”... E nisso e botou seu pau duro pra fora arriando a bermuda. Em seguida, já sem a bermuda, veio em minha direção e me agarrou por trás dizendo: “Olha só como você me deixou... tô cheio de tesão por você Dadinha!” E me encoxou, me apertando seu pau na minha bundinha, tentando levantar meu vestidinho.

E eu tentei empurrá-lo sem muito sucesso, reclamando com ele. Até que Fred conseguiu levantar meu vestido e introduzir seu pau duro no meio da minha bunda. Mas, de repente, alguém bateu na porta. Era sua mãe, perguntando se tinha alguém com ele no quarto. E o Fred, me soltando assustado respondeu dizendo que sim, tinha uma amiga com ele. Aí eu pensei, que amiga mais putinha eu era, pois entrara na casa e fora direto pro quarto do Fred, sem mesmo antes, conhecer a família. Agora eu era a amiga putinha do Fred. Foi assim, que a mãe do Fred deve ter pensado de mim. Pois ela nem conhecia essa “garota” (eu), e já havia entrado direto pro quarto do seu filho, na sua casa. Então, de alguma maneira suspirei aliviado, pois, mesmo sem saber, a mãe do Fred me salvou eu de ser “fodida” por ele. Logo, me despedi do Fred, o agradeci por sua ajuda. E ele me disse que tudo bem, e disse que queria me ver de novo assim, em seguida, me apertou com sua mão a bunda me chamando de gostosinha. Mas finalmente saí ileso dali. Embora, estava com uma forte impressão de que o Fred, dali em diante, também ia querer me enrabar.

Mas fui embora para o meu encontro...Eu andava pelas ruas, com muito medo de ser reconhecido por alguém. Estava estarrecido, com toda situação que Jeferson fizera eu passar. Estava muito preocupado com as proporções que isso tudo estava tomando. Mas fui ao encontro do meu algoz. E fui, tentando me acostumar com a idéia de que eu ia levar muitas pirocadas no rabinho naquela noite. Mas chegando no lugar marcado, tava lá o Jeferson e um senhor negão... Um gigante... um cara que devia ter quase uns dois metros, que eu chegava a parecer uma criança perto dele. Assim que cheguei, Jef me apresentou a ele: “Carlão, essa aqui é Dadinha, aquela que te falei”... E olhando pra mim, disse: “Dadinha, esse aqui é o Carlão”. Estendi a mão pra ele e ele me segurou e me puxou até ele. Carlão veio me cumprimentar me beijando, e segundo beijinho pegou no cantinho da boca. Ele me olhou sorrindo. Até aí, tudo bem... Pensei que eu e o Jef iríamos sair... Mas o Jef veio se despedindo de mim, passando a mão na minha bundinha e dizendo: “Se comporta direitinho, hein! Seja boazinha e educada.” Aí eu olhei pro Carlão que me pegou na minha mãozinha e gelei. Ele me olhava com uma cara de faminto, me comendo com os olhos.

Fui logo perguntando o que estava acontecendo. Então, Carlão com toda calma e paciência me falou: “Ô gracinha, num fica assustadinha não, eu vou ser carinhoso com você.” Aí eu perguntei: “Você vai me levar pra onde e fazer o que comigo?” Carlão, então sorrindo, disse: “O Jeferson me emprestou você pra ser minha só hoje à noite todinha, pra pagar a dívida do pôquer que ele tem comigo.”... Fiquei maluco... fiquei muito nervoso e falei pro Carlão: “Peraí! O que que eu tenho a ver com esse pôquer... não!!! Me solta agora... Eu vou embora!” Ele sorrindo calmamente disse: “O Jeferson me falou que você ia protestar, ia reclamar um pouquinho... Mas ele me mandou você lembrar das fotos, e da Janaína...” Eu tava quase soltando fumaça pelas narinas de tanta raiva que sentia, mas procurei me acalmar, e mesmo demonstrando uma certa rebeldia eu disse: “Tá bom, tá bom... vou ser sua putinha.”E Feliz da vida, Carlão me levou no seu carro a um motel. Coisa que eu nunca tinha ido.

Mas nunca imaginei ir num motel numa situação com esta que estava vivendo. Como ninguém percebia nada em mim mesmo, eu passava facilmente por uma garota, ninguém desconfiava. Passamos facilmente, e entramos numa suíte lindíssima com espelhos pra tudo que é lado. Nas paredes, no teto, todo lugar que eu olhava tinha espelho. Carlão assim, que entrou, no quarto me agarrou de frente e tascou um beijo na boca tentando colocar sua língua dentro da minha boca (coisa que o Jef ainda não tinha feito comigo). E em seguida foi tomar um banho. Enquanto aquele gigante negro tirava sua calça e sua cueca, vi o tamanho da vara que eu ia ter que levar no meu rabinho. Era o maior cacete que eu já tinha visto, era muito maior do que o do Jef. Era uma estupidez aquela tora negra. Enquanto Carlão se banhava, ia se punhetando, preparando seu cacetão para arregaçar meu singelo cuzinho. Eu estava sentado, na cama, com medo daquele devorador, mas não tinha noção de como seria suportar aquele negrão me enrabando. Quando ele saiu do banho, fui ao banheiro e fiz aquela lavagem anal, para não sujar aquele tronco negro. Diferente do Jef, Carlão, assim que cheguei perto dele na cama, Ele carinhosamente foi me virando de costas pra ele e levantando o meu vestido até tirá-lo totalmente, me deixando só de calçinha. Eu em pé na frente dele, era quase do mesmo tamanho que ele sentado na cama. Então ele começou a beijar minhas costas e minha nuca, levantando meus cabelos e prendendo com uma xuxinha que eu tinha trazido. E ele me passava a mão na bunda, esfregando seu dedão no meu cuzinho por cima da minha calçinha de onçinha cavadinha. Me chamava de gostosa e respirava forte. Logo, me mandou deitar, eu temia chegar o momento da penetração. Me deitei de bruços, pensando que ele ia tirar minha calçinha, mas ele me mandou deitar de barriga pra cima. Fiz o que me mandou, em seguida, ele se deitou em cima de mim e começou a beijar e chupar meus peitos, me deixando todo arrepiado. E então de deu um baita beijo de língua, me lambuzando a boca. Aí eu fechei os olhos e comecei a imaginar que eu realmente era uma mulherzinha e tentava corresponder aos seus beijos. Enquanto me beijava, ia puxando minha calçinha de lado e empurrado seu dedão a seco no meu buraquinho. Eu dizia que não só pra provocá-lo. E percebia e ria. Eu tava começando a ser fêmea de novo. Já tava aceitando tudo facilmente. Logo, comecei a beijá-lo também em todo seu corpo negro. Ele era grande e um pouco musculoso. Então beijei nuca, ombros, peitoral, braços, barriga, virilha, e antes que ele enlouquecesse segurei sua tora negra gigante e dura, e comecei a punhetá-lo e beijar, e lamber, e finalmente a chupar, mas aquela cabeça preto-avermelhada mal cabia em minha boca. Mas eu me esforçava, como já tinha feito com Jef. Chupava com vontade e sorrindo olhava pra ele que estava cheio de tesão. Me chamava de Dadinha gostosa, de putinha safada, e me mandava chupar bem gostoso. Aí ele forçou minha cabeça segurando seu pauzão dentro da minha boca e gozou muito, enchendo a boquinha da putinha dele de porra, e teve que ser tudinho engolido, garganta a dentro. Mas seu pau só ficou meio amolecido e ele tratou de enrijecer de novo tocando uma punheta, enquanto eu lambia seu saco.

Mas, eis que chegara o momento mais esperado por ele, e mais temido por mim. Ele me mandou ficar de quatro na beira da cama e empinar bem o rabinho. E eu, tentei ser rebelde, pois estava com medo do que iria me fazer aquele cacete gigante e grosso. Permaneci sentado na cama. Então Carlão me falou que ia enfiar bem devagarzinho à medida que eu agüentasse. Eu não tinha pra onde correr. Então fiquei de quatro, empinando o máximo que pude o rabinho pra ele. Puxou minha calçinha de lado e lambuzou meu cuzinho com um gel bem gostosinho. Enfiava seu dedão, e fazia movimentos que parecia estar tentando me alargar. Eu Delirava. Então passou a enviar dois dedos e forçava um vai e vem gostoso, e me excitava. Eu dizia baixinho que ele estava me deixando maluca, e ele gostava. Até tirou os dedos e encostou com muita firmeza aquela cabeça na entradinha do meu cuzinho lambuzado. E falava que agora eu ia senti-lo dentro de mim. E foi empurrando no meu rabinho preparado, mas mesmo assim, sentia com se estivesse me rasgando o cu. Doía tanto, que comecei a gritar de dor, parecia aquelas mulheres escandalosas de filmes pornô. E ele se entusiasmava mais ainda com meus gritos. Cheguei a gritar por socorro, pois, tinha um cavalo me estuprando. Até que meu cuzinho conseguiu engolir toda aquela estupidez de cabeça. E Ele deslizou seu cacetaço pra dentro do meu rabo. Quanto chegava na metade do tronco eu já não agüentava e gemia de dor. Então pedia pra ele não enfiar mais do que aquilo. Ele, carinhosamente concordou. Ele me comia gostoso num, vai e vem bem ritmado. Segurava minha cinturinha com firmeza. De vez em quando, tirava todo o pau do meu cuzinho e re-introduzia. E me chamava de sua putinha safada. E dizia que sempre iria me comer. E eu, já toda dominada, toda fêmea, dizia que era só aquela noite, que eu era dele, que ele aproveitasse, bem. Ele gostava e se entusiasmava tentando enfiar mais do que ele havia prometido e que eu agüentava. Quando eu nos via refletindo nos espelhos a nossa imagem, da nossa transa, era como um cavalo traçando uma gazela. Eu via aquele negão grudado em minha bunda e ficava assustado e ao mesmo tempo maravilhado com a sensação de ser desejada e possuída por ele. Eu já estava enfraquecida nas minhas pernas, então pedi que deitássemos e ele me comeria por trás, mas de ladinho. Assim foi feito. Assim eu podia empurrar minha bundinha, e meu cuzinho já estava engolindo mais do que agüentava daquele cacetão negro gigante. Eu estava em delírio, aquele corpaço negro roçando em mim me devorando com um cavalo come a égua. Até que louca de tesão senti uma coisa louca subindo todo meu corpo e tomando conta de mim. Eu gemia alto, fazia um tremendo escândalo.

Carlão cheio de tesão, enrijeceu seu corpo empurrando e enfiando quase todo seu tronco no meu cuzinho arrombadinho. Então, ele gozou despejando muito do seu leite quente dentro de mim e em minhas nádegas, e em minhas costas, até no meu cabelo voou porra. Estava cansado, me sentindo alargado, muito mais do que antes. Descansamos um pouco, Mas Carlão ainda naquela noite, me comeu mais duas vezes. E no excesso de entusiasmo durante as trepadas nessa noite, Carlão rasgou, minha calçinha. Isso, pra me complicar mais ainda a minha vida com meu amigo Fred. Que explicação eu ia dar a ele? Que tipo de brincadeira é essa que me fez voltar lá sem calçinha?Saímos do motel já estava quase amanhecendo, Carlão me levou e pedi pra ele me deixar num lugar próximo a casa o Fred. Era o único lugar que eu podia ir, e afinal de contas, eu precisava me trocar de novo e colocar minhas roupas masculinas. E tudo que eu temia, viera acontecer. Fred percebeu que eu voltara sem calçinha e me exigiu uma explicação. Tentei argumentar, mas foi inútil, nada do que eu dissesse o faria acreditar. Fred então percebera que seu amiguinho (eu) se transformara numa bichinha, uma tremenda putinha. E essa descoberta dele me custou caro também... As proporções que estava tomando tudo isso, essas conseqüências pareciam um bola de neve... Eu só me enrolava cada vez mais... Fred seria o quarto homem que eu ira conhecer sexualmente, isto é, iria ser enrabado por ele, sem antes mesmo ter transado com uma mulher.
Mas essa fica pro próximo conto.




MEU VIZINHO


Esse é o meu primeiro conto, então vou me descrever. Sou moreno, alto, olhos verdes, corpo sarado, ativo e passivo. Vou usar um nome fictício, acompanhando o e-mail, (Luciano).Vou contar o que aconteçeu meses atraz comigo. Bem, moro em uma rua um tanto deserta, agradável de se viver.

Meus pais são muito ausêntes, trabalham bastente, então resolvi, morar sozinho. Papai, tem algumas casas dele que ele alugar e um apartamente. Em um acordo com meu pai fui morar em uma quitinete no condomínio.Bem, no ape da frente mora o lindo Pedro. Dono de 1.90cm de beleza, um corpo escultural e olhos azuis. Pedro, trabalha em uma firma de molduras, executivo lindíssimo, pena que é casado. Bem, me tornei amigo dele e mesmo, morando sozinho sentia dificuldades. Pedi á ele emprego.Pedro me disse que tinha somente um cargo disponível, cujo era para ser preenchido por uma mulher, o de secretária. (e eu ia perder a oportunidade de ficar longe daquele deus?). Disse que se ele não se importasse, eu daria conta do recado. Assim foi, começei a trabalhar no dia seguinte, ia e voltava com ele de carro. Via sempre aquele volume maravilhoso dentro das calças dele, me deixando louco de tesão. Eu não sabia o que estava aconteçendo comigo, porque eu sempre gostei de mulheres e saia com elas, direto. Certa noite, estava chuvendo, era uma chuva grossa que nos impossibilitou de voltar para casa. Começamos a conversar.

Conversa vai, conversa vem... chegamos na palavra "sexo". Fiquei envergonhado na hora, não sabia o que falar, como reagir, pois tinha 18 anos e NUNCA tinha feito sexo.Pedro notou minha vergonha istantanea e sorrio. Aquelo sorriso me desmontou. Logo ele arranjou dois colchões e solteiro e fomos dormir. No meio da madrugada senti algo duro se mexendo encima da minha bunda. Fechei os olhos firme, um pouco trêmulo, não conseguia imaginar q aquilo tava aconteçendo, quando ouví a voz dele.[Não era uma rola q você queria? Eu vi como vc olha para minha rola, seu viadinho]Caraca eu fiquei bege, não sabia o que falar, apenas arregalei os olhos olhando pra ele. Ele apenas sorrio passando aquela mão grossa nas minhas costas sussurrando.[Não quer uma rola?]Eu dei um sorrisinho sem falar nada, apenas baixando as calças, ele entendu bem o que eu tava fazendo, me virando de costas e enfiando o pau dele no meu cú de verede. Caraca como dói eu dei um berro sentindo uma dor terrível parecia que o mundo ia acabar.

O que mais tarde tornou prazer. Ele ficou parado com o pau deele dentro de mim [Relaxa minha putinha tu vai gostar], e vagarosamente começou a me enccoxar e me enrabar. Nuss que delicia, pensei que ia gozar naquela hora.Depois ele começou a acelarar como louco me chamando de vaca, puita vadia, e aquilo me deixava louco, até que senti seu gozo me invadir.Nos beijamos muito, demos altos amassos, que nos levou ao delírios.Combinamos de repetir a doze e fazer outras vezes. Dormimos e no dia seguinte ele me dispensou para descanso.


É isso aí galera espero que tanham gostado do meu primero conto. hehe abração e votem



INICIADO PELO PRIMO



Eu estava todo dolorido,meu cuzinho ainda ardia,pois no dia anterior,o meu primo pauzudo,tinha tirado meu cabaçinho com maestria,eu somente tinha 15 aninhos.
Nós estavamos dormindo na cama dele,eu estava so de camiseta e nada por baixo,dormia encostadinho nele,sentindo o roçar daquele pauzão na minha bundinha,pois ele dormia nu tambem,pois estava fazendo muito calor.
No dia seguinte ao acordar,senti que a minha bundinha estava toda melada,o safado tinha gozado eem mim sem que eu tinha sentido.Levantei e fui ao banheiro tomar uma ducha bem gostosa,pois eu estava todo melecado.

Quando eu estava no banho,ele chega todo nú e entra para tomar banho comigo.Não queria acreditar,que eu tinha recebido aquele pauzão enorme e grosso.Sem pudor nenhum já fui pegando naquele caçetão,e como um menino faminto,fui xupando aquela maravilha,meu cuzinho piscava sem parar,queria receber de novo aquele pintão e estava muito guloso.Então ele sentou no piso do banheiro,e seu pauzão ficou ereto como um mastro,devia ter uns 25cm e era muito grosso.Foi me chamando para que eu sentasse nele.Eu disse que ainda eu estava todo ardido,mas ele falou que faria com bastante carinho.Passou sabonete no meu cuzinho,e mandou que eu sentasse nele.Fiquei de frente para ele,e fui sentando devagarinho num mixto de medo e desejo.Pude sentir a pressão daquela cabeçona no me cuzinho,quando ele encaixou o seu pauzão,me segurou pela cintura,e atolou passndo a cabeçona.Dei um grito de dor,mas já era tarde,eu estava sendo arrombado pela segunda vez.Seu pauzão ia entrando cm por cm,eu engulia aquela tora,meu cuzinho estava em brasa,ardia,mas já era uma dor bem gostosa.

Eu já sentava naquele caçete com movimentos de vaivem,sentindo todo o seu poderio.Eu berrava não de dor,mas de prazer,tanto que eu gozei pelo meu pintinho,como se fosse uma menina.Depois de varias estocadas ele gozou abundantemente no meu cuzinho,nossos gozos se misturavam com agua do chuveiro.Ainda atolado com seu pauzão no meu cuzinho,me deitei sobre ele,e nos beijamos apaixonadamente.Quando ele tirou o seu pauzão ,senti um vazio no meu cuzinho,queria mais.Mas ele disse que ainda teriamos um domingo inteirinho para nós.Saimos do banho,fomos para o quarto,e eu não queria largar dquele caçetão,meu cuzinho ficou muito guloso,mas meu primo falou que tinhamos que sair,pra irmos almoçar na casa de nossa tia.Fomos almoçar e depois voltamos para casa,pois tinha o domingo gostoso inteirinho para nós.Noutro relato eu conto como foi.



FUI FUDIDO POR UM PICAO



O que vou relatar aconteceu comigo e minha mulher nos sempre gostamos de fantasiar as coisas antes que aconteça mais esta foi um barato um dia Marta me disse António sabe o que estou com vontade de fazer lhe disse não só vou saber se me contar, e que já vi e li muitos relato onde mulher transa com homens que trabalha em obras e até mesmo com andantes que e diferente de mendigos, quem sabe se a gente não acha um deste que anda pelo mundo e se gostarmos trazer pra que possa transar com um deles lhe falei quem sabe quando a gente for até a praia não encontra um cara assim como o final de semana esta próximo marcamos para passar na praia na casa de uma prima minha e quando chegou o final de semana la fomos nos e quando estávamos indo paramos em um deste restaurante de beira de estrada para irmos ao banheiro e tomar algo e qual foi minha surpresa quando Marta que estava me esperando para irmos ao restaurante me disse que tinha um rapaz que tinha lhe pedido uma carona para ir para Santos mais nos iremos para Peruibe, Marta me disse passamos por la e o deixamos na entrada e depois seguimos o nosso caminha lhe disse para mim tudo bem e fomos tomar algo e quando voltamos ao carro o rapaz estava ali a nossa espera o que Marta lhe disse a ele tudo bem pode subir que vamos lhe dar carona.Me sentei atrás para poder observar melhor o cara e percebi que ele não tirava os olhos das pernas de Marta que apesar de ser uma mulher madura na minha opinião e muito gostosa e gordinha de pernas grossas e uma bunda grande e de seios normais, Marta que não e boba nem nada olhou pelo retrovisor e me deu uma pisca o que lhe dei sinal de tudo livre e ai começou a conversar com o rapaz que poderia ter no máximo uns 30 anos onde ficamos sabendo que se chama Mário e que estava indo passar as ferias na casa de um primo que morava em Santos Marta que adora conversar lhe perguntou o que acha de mulheres maduras Mário lhe respondeu elas tem muitas experiências e o bom que sabe como tratar de um homem enquanto estas garotas muitas não sabe nada só sai para depois dizer as amigas que esteve com um cara no final de semana, Marta perguntou a Mário se alguma vez já tinha feito sexo com um casal e se faria mesmo sabendo que era mais velho que ele, Mário lhe disse que para ele sexo e sexo e que já tinha feito sexo com um casal mais não da nossa idade mais novos ai Marta lhe disse que acharia se nos o convidasse para participar com a gente em uma suruba a três Mário lhe disse legal ia adorar seria mais uma experiência na sua vida foi ai que Marta me olhando pelo retrovisor me disse que acha lhe disse para mim tudo bem, Marta perguntou ao Mário se estava com pressa o que lhe disse que não e assim que Marta viu uma placa que indicava motel me disse vamos entrar para ver se de fato o garotão e bom na cama lhe disse sim vamos.Como o motel e deste que não tem porteiro foi fácil entrar os três pois você chega e anunciar pelo interfone eles de algum lugar manda a chave e abre o portão electronicamente e você só sai se pagar, quando pegamos a chave e o portão se abriu e vimos o numero do Apto que iremos ficar vi o brilho no olho de Marta, entramos na garagem onde ao sair Marta já foi se pegando com o garotão o que o mesmo também já foi dando um amasso enquanto o corno aqui abria o Apto e quando vi Mário já estava com a saia de Marta toda levantada e passando a mão em sua bunda e lhe beijando de língua que chegava a fazer aqueles estalos quanto a mim estava de pau duro só de ver aquela cena.Falei para eles vamos entrar para que vocês fique mais a vontade o que foram entrando como se tivesse um colado no outro e só se soltaram quando Mário disse espera que vou tomar um banho quando Mário começo a tirar a roupa e ficou nu vimos que era bem servido de pica pois mole era maior que a minha dura olha que tenho uma de 19x4cm, por coincidência Marta tinha uma fita métrica na bolsa e pediu para medir o cacete de Mário o que deixou e mole tinha 20x6cm Marta disse imagina isto dura o que não demorou só dela estar pegando para medir e constatou que dura media 25x6cm e disse nossa hoje me dei bem com minha fantasia e acabou tirando a roupa e indo tomar banho com Mário o que dava para ver os dois se beijando de baixo d'agua onde Mário colocou sua pica entre as pernas de Marta e dava para ver do outro lado ela rebolava em sua pica e dizia vai ser muito bom esta nosso encontro cara.Depois saíram e foram para cama enquanto fui tomar banho e de via eles na maior chupação Marta queria por a pica de Mário toda em sua boca mais não dava e quando ele colocou de quatro e foi metendo aquela pica nela a mesma chegou chorar de dor mais pediu para que Mário não tivesse do e colocasse tudo para dentro o que obedeceu, ali mesmo no chuveiro me masturbei e gozei como nunca vendo aquele cavalo estruprar minha querida Marta e vendo como ela estava gostando de tudo aquilo, foi uma hora mais longa que tivemos o que acabou que tanto eu como Marta acabamos convidando Mário para passar o final de semana com a gente e que final de semana.
Esta foi mais uma fantasia de Marta que virou realidade e diga se de passagem que vai ficar em nossa memoria para sempre e quando da Mário vem até nossa casa já que o mesmo estudo em uma cidade vizinha a nossa e faz aquela suruba comigo e Marta.




AMIGOS E PARA ESTAS COISAS


Pessoal, este é o verdadeiro conto das minhas "Aventuras em Goiania". Como foi publicado errado o que eu mandei anteriormente, resolvi mandar de novo.

Oi, instigado por uma amiga que adora contos eroticos, vou relatar hoje mais uma de minhas aventuras. Hoje eu tenho 31 anos, sou casado e desta vez vou contar o que aconteceu no Carnagoiania de 2003. Estava de férias do trabalho e cheguei em Goiania a fim de me divertir pelos 4 proximos dias no Carnagoiania. Me hospedei no melhor hotel de Goiania, com camisas do camarote do Café Cancun e do bloco que sairia com o Chiclete com Banana (que por sinal se hospedou no mesmo hotel).Os 3 primeiros dias do carnagoiania foram fantásticos, com muitos beijos e amassos... fiquei com mulheres loiras, morenas, com piercing, traindo o namorado que estava no mesmo camarote, altas, baixas, ... estava barbarizando. Conheci uma mulher, que vou chamar de Tati, com quem fiquei todos os dias, cada dia mais picante o negocio ficava, trocamos telefone, mas não chegamos nos finalmentes. No quarto dia, depois de passar um dia com dores intestinais, meio que fora de sintonia do carnaval, no apagar das luzes, no meio do bloco, me bati de frente com uma menina linda, 18 aninhos, +/- 1,73 de altura, cabelos e olhos castanhos claros, pele macia e branquinha... uma menina, ou melhor, uma mulher muito bonita, que vou chamar de Aline, que meio que sem querer acabamos ficando. Ficamos o resto da noite como que dois namorados apaixonados, saindo faisca dos beijos e amassos. Que boca! Que beijo! Que corpo delicioso! Mas a noite estava terminando e minha “menina” precisava ir embora com as amigas.Fiquei louco. Não podia perder aquela oportunidade que, com certeza, seria única. Resolvi esticar minha estada em Goiania por mais uma semana naquele paraiso de mulheres. E eu, claro, na intensão de ligar e encontrar aquela mulher linda.Dito e feito. Nos falamos e marcamos para dar uma volta para me mostrar a cidade e depois iríamos para a “It” dançar. O lugar não estava muito cheio, mas o do que tinha, 65% eram mulheres. Mas eu so tinha olhos para aquela “menina” que estava do meu lado. Ela estava com um vestido colorido, bem maquiada, cheirosa,... linda. Assim que chegamos procurei ficar num canto mais escuro para curti-la. Beijava seu pescoço, respirando e mordendo sua orelha, queixo e boca. Sentia aquele corpo delicioso, seus seios de menina de 18 anos, durinhos e excitados, tocava sua cintura e imaginava tirando sua roupa... já estava com meu pau pulsando de tão excitado. Ela estava adorando, não tinha duvida, mas estava muito nervosa... percebendo isso, dei uma tregua, fui pegar uma bebida e voltei para conversarmos. Surpresa! Para minha surpresa, ela me confessava que era virgem e que estava se quardando para uma pessoa especial. E agora?!! Confesso que aquilo me assutou... Pode até parecer “conversa para boi dormir”, mas apesar de gostar de curtir minha vida, sempre me preocupei com os sentimentos das pessoas. E aquilo me deixou preocupado e desanimado, pois não queria uma responsabilidade dessas. Conversamos por um bom tempo e também para minha surpresa ela havia decidido que queria que eu fosse seu primeiro. Precisava pensar... curtimos aquela noite, mas nos despedimos na frente do hotel.Eu estava louco..., excitado e com a cabeça a mil. Como eu poderia rejeitar aquela atentação que me fez ficar por mais 7 dias naquele lugar? Não tinha jeito... Liguei para ela pela manhã e marcamos para nos encontrar no hotel à noite. Estava tudo certo. Eu iria tirar a virgindade daquela “menina mulher” deliciosa.Surpresa!! Para não perder o costume das surpresas, Tati, com quem tinha trocado telefone me ligou chamando para irmos ao Estadio assistir a um jogo do Goias. Inventei uma desculpa e combinei dela me ligar depois do jogo... que seria +/- depois do encontro com Aline.Aline faltou a aula da faculdade e às 19:00h chegava no hotel. Quando o telefone do quarto tocou com a recepcionista avisando que ela estava subindo... meu coração desparou... Como estava linda!! Vestia uma calça capri com uma blusa/vestido por cima. Fui busca-la no elevador, recepcionando-a com um beijo delicioso. Entramos no quarto... nos beijando... com nossos corações a mil por hora... ofereci uma bebida, que não foi aceita. Ela estava nervosa. Sentamos na cama e eu a perguntei se tinha certeza que era aquilo mesmo que ela queria... se ela tinha claro na cabeça que em alguns dias eu estaria indo embora e tudo terminaria por alí... Ela tinha ceteza!! E eu tinha me prometido ser o mais romantico, carinhoso e gentil homem que ela poderia ter.Nos abraçamos. Comecei a beijá-la devagar, com carinho, para deixá-la mais calma. Dava pequenas mordidas no seu pescoço, orelha, queixo... deixando-a com os olhos fechados e com o corpo ardente... eu estava louco para sentir aquele corpo juvenil e delicioso... Comecei a tirar sua blusa ainda beijando sua boca... senti seu corpo pegando fogo em minha mãos... ela tirou minha blusa enquanto eu deixava seus seios lindos, cada vez mais excitados ao tocá-los... beijava e dava mordidinha no biquinho dos seios... a esta altura Aline já estava completamente entregue ao prazer daquele momento. Beijei todo seu corpo. Cada centímetro. Tirei sua calça, deixando-a so de calcinha... ela tirou minha bermuda me deixando só de cueca. Meu pau já estava pulando para fora da cueca. Peguei em sua mão e direcionei para que sentisse meu pau sobre a cueca... fiquei em pé ao lado da cama para tirar a cueca e sem que eu pedisse, ela começou a me chupar... meio que sem muita jeito... mas com muita vontade e tesão. Enquato isso, comecei a massagiar sua bucetinha ainda sob sua calcinha... que já estava toda molhadinha. Levantei seu rosto, dei um beijo em sua boca e disse que agora seria a minha vez de deixá-la mais excitada ainda. Tirei sua calcinha e pude ver aquela bucetinha linda, com pelos loirinhos, bem feitos... desci beijando todo o seu corpo até chegar naquela bucetinha deliciosa... e como era deliciosa... eu adoro chupar uma buceta e aquela estava muito gostosa. Passava a lingua devagar... e depois mais rapido... descia até seu cuzinho... e depois subia novamente lambendo cada centimetro de sua bucetinha... comecei a tentar colocar um dedo dentro dela, o que a fez soltar um “ai” e pedir que eu fosse devagar. Deixei-a mais molhadinha e fui colocando o dedo dentro daquela bucetinha virgem e apertadinha. Entrava e tirava meu dedo deixando-a louca de desejo e prazer. Entrei o segundo dedo com dificuldade... mas foi se acomodando. Ela foi ficando cada vez menos assustada e mais excitada ao ir se acostumando com a dor... e me pediu para tentar entrar nela. Coloquei a camisinha, o que deixou meu pau lubrificado... e fui entrando num papai mamãe bem gostoso. Coloquei a cabeça e ela pediu para eu parar... fiquei com a cabeça dentro... beijava sua boca e tocava seus seios... fui entrando devagar... que bucetinha apetada... e entrando... até estar todo dentro dela. Ela dizia estar doendo mais que estava gostoso. Comecei a fazer movimentos... entrando e saindo... mexendo gostoso e numa frequecia cada vez maior... que delicia. Ela já estava acomodada com a dor e começamos experimentar diversar posições... coloquei-a de quatro e meti olhando aquela bunda deliciosa e precionando meu dedo no seu cuzinho... ela estava delirando... senti que ela iria gozar no momento em que apertou minha mão e deu um grito abafado no traveceiro. Gozei ao vê-la gozando. Ficamos deitados abraçados por quase 2 horas.Eu queria mais. Queria sentir meu pau dentro daquela buceta apertada mais uma vez, mas ela estava dolorida, sangrando um pouco (o que é normal) e não podia chegar em casa fora do horário normal da faculdade. Ela se despediu com um beijo apaixonante e satisfeito. Que delicia!! Tinha tirado a virgindade daquela bucetinha apertadinha. Mas confesso que ainda estava com muito tesão.Não deu 30 min que Aline tinha saido, e para minha surpresa, sem ao menos ligar antes, recebi um telefonema da recepção do hotel informando que a senhorita Tati estava na recepção. Não acreditei!! Pedi para perguntar se ela queria e subir... e logo ela estava entrando no meu quarto de hotel recém “arrumado”. Estava perplexo e excitadissimo com a possibilidade de poder comer Tati, logo após ter tirado a virgindade de Aline.Tati estava com um bermuda jeans realçando suas pernas e bundas torneadas. Partimos um pra cima do outro como dois selvagens loucos por sexo. Ela sabia exatamente o que queria. Ela tirava minha roupa e eu a dela... beijava minha boca e tocava meu corpo. Desceu beijando meu corpo até chegar no meu pau. Ao contrario de Aline, Tati sabia muito bem o que fazia. Começamos um 69 delicioso... eu chupando sua buceta e metendo o dedo no seu cuzinho... e Tati fazia o mesmo... chupava meu pau e metia a ponta do seu dedo no meu cu, me deixando louco... Nos viramos. Eu fiquei deitado, ela colocou a camisinha no meu pau e foi sentando e deixando meu pau entrar bem gostoso nela... que mulher deliciosa... subia e descia no meu pau... eu fazia movimentos cada vez mais rapidos metendo nela... coloquei-a de costas e ainda sobre mim... que cena linda (adoro esta posição)... ela segurava na minha perna e cavalgava em meu pau... eu puxava seu cabelo e dava tapas em sua bunda... não demorou muito e ela gozou contorcendo seu corpo e apertando minha perna... como eu havia transado com Aline antes, Tati gozou mais duas vezes antes que eu gozasse. Que delicia! Ficamos deitados com nossos corações disparados... queríamos mais, mas estava ficando tarde e ela também não podia demorar pois iria de taxi para casa.Eu terminei a noite maravilhosamente satisfeito após ter transado com duas lindas mulheres naquelas últimas 4 horas. Os proximos dias da semana foram tão emocionantes como este... mas fica para um proximo conto.



AMANTE DE MEU IRMÃO


Olá...Sou Fernando...Tenho 28 anos, vida bem resolvida e bissexual.Tenho um irmão, chamado Felipe que tem 25 anos atualmente e também é bi. Vivemos cada um em nosso apartamento mas até cinco anos atrás vivíamos com nossos pais. Nessa época tivemos umas aventuras sexuais muito interessantes, que eu resolvi publicar aqui nesse site.Desde novinhos que nos dois descobrimos que gostavámos de meninos e meninas. Já com 14 e 11 anos respectivamente a gente brincava um com o outro e rolava umas pegadinhas...chupadinhas e as vezes até trepadinhas rápidas entre nós. Felipe sempre foi mais atirado do que eu. Era sempre dele a iniciativa e eu claro topava na hora. A partir daí a gente passou a experimentar outros carinhas, cada um na sua, mas sempre sabíamos que essas coisas rolavam. Era tudo muito natural entre a gente, sem espanto e sem nenhuma repreenção. Mas uns anos depois desse início aconteceu um lance super diferente e exitante que eu pretendo relatar aqui para vocês. Eu estava com 18 anos e Felipe com 15.
Só pra você saber nós somos muito parecidos apesar da diferença de idade. Altos, com um corpo forte sem ser musculoso, cabelos claros e lisos e olhos claros também. Tinha gente que achava que erámos gêmeos apesar de eu ser um pouco "maior' do que ele.Eu e ele temos pirocas bem grandes e as bundas são lisas e cheinhas com curvas bem acentuadas, bem femininas mesmo, e era isso, eu acho, que fazia sucesso entre os meninos e as meninas... rssss. Nós dividiamos o mesmo quarto o que facilitava as nossas brincadeiras, mas nessa época já não rolava muita coisa entre a gente como tinha rolado quando erámos mais novos.No quarto tinhamos um computador com internet que usávamos mais para tarefas escolares e uns contatos. Nem eu nem ele curtíamos ficar direto na Rede, o tempo todo, pelo contrário, nosso negócio era rua, festa, pegando as menininhas e dando discretamente pra uns gatinhos...rssss.Foi por isso que eu começei a notar que noite após noite o Felipe ficava horas na frente da tela. Nos primeiros dias achei que era alguma menina nova ou outro assunto qualquer que tava chamando atenção dele, mas com passar do tempo fui prestando mais atenção já que não era normal ele ficar tanto tempo assim ligado em papo virtual.A posição do computador no quarto em relação ao nosso beliche me impedia de ver a tela. Mas dava pra ver ele quase todo sentado iluminado pela luz do próprio computador. Nos primeiros dias notei que ele se tocava o pauzão por debaixo do pijaminha e nos dias seguintes mais a vontade tirava a roupa toda e se exibia na cam. Lá da minha cama eu apreciava o showzinho. Felipe nem ligava para minha presença, pois como eu disse no início do relato a gente sabia das preferências um do outro e tratavamos isso numa boa. Logo percebi que o interlocutor era um carinha pois nas noites seguintes a exibição começou a se concentrar na bundinha, no cuzinho, que ele mostrava cada vez mais assanhado para o amiguinho virtual. Isso começou a me exitar muuitooo. Felipe tava caprichando. Sua bundinha de menina,cheinha e lisinha na luz da cam em várias posições com o cuzinho aberto tava me deixando doido. Numa das vezes ele de quatro em cima da cadeira completamente peladinho rebolava a e fazia caras e bocas pro amigo e pra mim "de bandeja".Quando acabava ele todo feliz corria pro banheiro e voltava cansado dormindo logo. Imagina como eu ficava...Eu sempre tive muito tesão no Felipe e esse tesão tava ficando incontrolável por causa do que tava acontecendo . Eu também tava muito curioso também.
Quem será que era o cara que tava prendendo ele assim tantas noites na Internet. Eu conhecia o Felipe, ele não demorava muito pra resolver as coisas. Nunca tinha visto ele perder tanto tempo assim em lance virtual. Aquilo tava me intrigando. Numa dessas noites a coisa começou a esquentar pro meu lado. Felipe depois da sessão de striptesse foi direto pra cama. A cama dele no beliche era a de baixo e eu lá em cima com o pau durríssimo olhei e vi ele peladinho e bruços se tocando no cuzinho e no pau. Caramba...fiquei maluco...começei tocar uma também olhando fixo para aquela bunda deliciosa. Percebi que ele adormeceu ainda de bruços. Eu estava super tesudo e resolvi arriscar. Como eu disse nessa época não rolava mais o lance entre nós dois e como tinha sido sempre ele quem tomava iniciativa antigamente eu fica sem saber o que fazer. Mas o tesão era demais, porra um monte de noites eu só olhando aquilo e agora ele ali pertinho cheio de tesão também era demais mesmo..rssss.Desci e me a joelhei do lado dele.
Aquele corpão liso na minha frente. Botei a mão na bundinha dele bem devagar. Ele deu uma mexidinha e virou a cabeça para a parede. As pernas abriram mais um pouquinho e eu meti o dedo no cuzinho dele. Deliciaaaaaaa....quente demais e muuitoooo macio..rssss. Aí aconteceu dele se maxer mais um pouco e empinar abundinha me facilitando. Notei então que ele tava de joguinho comigo e fiquei aliviado. Sentei na cama e abri a bundinha dele. Felipe gemeu baixinho e virou a cabeça denovo agora na minha direção. Tava com os olhos fechados ainda mas com a boquinha aberta. Levantei e encostei minha rola na boca dele. O safadinho abriu a boca e foi engolindo tudo. Quase gozei na hora. Quente demais...molhada...hummmm..puta que pariu...rsss. O danado ainda fingindo que tava dormindo passou o braço na minha cintura e me puxou. A piroca entrou quase toda e ele mandou ver numa chupada gulosa. Não tava aguentando. Mas dois minutos e eu gozava. Abaixei no ouvido dele e sussurei..."Posso te comer?". Felipe tirou a boca do meu pau e respondeu baixinho com um sorrizinho no canto da boca..."Vem..." e foi empinando a bundinha quase de quatro na cama. Pulei atrás dele..abri a bundinha e botei a cabeça da piroca no buraquinho quente do meu irmão. O safado gemeu baixinho e eu fui empurando."Aiii...hummmmm...aiiiiiiii....deliciaaaaa. " Meti e mais e ele gemendo baixinho. A piroca entrou toda..todinha...que cu quente e muito guloso, minha piroca é grande, uns 20cm e aquele cu engulia tudo numa boa apesar de ser super apertadinho. Felipe agora já acordado me olhava por cima do ombro com uma carinha de puta e pedia quase gemendo. "Meti...meti....." Fui bombamdo devagar...bem devagar pra aproveitar o máximo pois eu sabia que não ia aguentar muito. Dito e feito..rsss....Minutinho depois gozei igual um cavalo. Enchi o cuzinho dele de porra. Muita mesmo. Cai por cima . A gente tava muito suado...Ele tava rindo baixinho e com as mãos fazia carinho nas minhas pernas e na minha bunda." E aí Fê..gostou?"..Ele me chamava de Fê. "Gostei..muuitoo..rssss".Respondi no ouvido dele. Sai de cima e o pau pulou pra fora do cuzinho dele. Ele levantou com cuidado pra porra não manchar a cama e foi devagarinho pro banheiro. Com cuidado também eu limpei minha rola e quando ele voltou ainda rindo eu fui pro banheiro me limpar também. Quando voltei tava ele lá deitado, desse vez com o pijama e dormindo como nada tivesse acontecido. Subi no beliche e dormi também todo feliz. Essa noite foi o começo de uns lances muito diferentes..Felipe gostava da coisa mas esse contato com o amigo da Internet foi mudando ele. Foi deixando ele mais safado, mais putinha mesmo e eu me aproveitei disso. Depois a coisa esquentou mais quando eu conheci o carinha da NET que mais adiante se transformou no macho do meu irmão. Conto isso depois..valeu!!!..




AMIGO DO CURSO


Bom, galera vou contar uma história que aconteceu comigo há dois anos atrás como eu falei em outros contos sou moreno claro, 177 alt. 83 k cavanhaque, cabelos curto e sou bem macho e só curto cara igualmente macho como eu. Há dois anos atrás entrei no curso técnico de administração mais onde eu fiz muito amigo nesse curso existe diversas cadeira e entre uma dele tinha uma cadeira onde o foco era cuidar bem do seu amigo, durante essa cadeira que nós pagamos tinha uma dinâmica onde todos se abraçavam homem com homem mulher com mulher todos com os olho vendados mais ñ podia ser um abraços qualquer tinha além de abraçar fazer carinhos, nesse curso tinha um cara meio matuto mais supre extrovertido ele era mais baixo que eu acho que tinha 170 de altura e era meio gordinho “meu ponto fraco”, e a dinâmica foi rolando quando chegou a hora em que nós nos abraçamos fiz questão de dar um abraço de verdade nele alisei suas costas fiz carinho na sua cabeça e ele fez o mesmo em mim, o cheiro de suor dele entrava nas minha narina e isso mexeu comigo e acho que com ele também nossa rolas deram sinal de vida mais dentro de uma normalidade, trocamos de par e seguimos o fluxo normal do curso.
Passaram-se semanas e como é natural ficamos todos amigos e nós dois ficamos muito amigo por sinal, íamos a cinema, shoppings e diversos lugares mais nunca a sos, sempre tinha alguém da turma que ia com agente, um dia fomos todos a meu apt. E ficamos no maior papo jantamos tomamos vinho e ficamos vendo filmes e restante do pessoal foram todos embora e ficamos só nos dois, o chamei para tomar banho de piscina fomos pra o quarto e dei uma sunga a ele trocamos de roupa pegamos o vinho e fomos pra a piscina e ficamos no maior papo então logo veio o papo sobre mulher falei pra ele que fui casado e que estava solteiro faz pouco tempo e ele falou da sua namorada e coisa e tal, nesse meio tempo olhei bem pra ele e falei que agora estava em outra e ele se espantou, como assim ? então soltei na bucha “ sou homem e que curte outro homem”, ele com a cara de espantado falou, que se quer passava pela sua cabeça que eu curtia homem, e que sabia que tinha ficado com uma menina do curso então falei pra ele que eu era Bissexual e com a maior naturalidade continuamos na piscina trocamos de papo e ficamos na maior zoarão quando deu a hora dele ir embora entramos em casa dei uma toalha ele foi para um banheiro e eu fui pra outro, quando eu menos espero a porta abre tomei o maior susto era ele olhou pra mim e me pergunta posso tomar banho com você ?
olhei bem pra ele nessa hora ele estava de cabeça baixa mais a sunga estava folgada e seu pau estava duro como uma pedra, na mesma hora punho ele pelo braço para baixo do chuveiro tiro a sunga dele e pra minha supresa pula de dentro um pau lindo um pouco torto, porém grosso com a cabeça vermelha fui ás nuvens mais não o toquei ficamos tomando banho logo meu pau de sinal de vida olhei bem pra ele e perguntei. È isso que você que? Ele respondeu bancando a cabeça que sim, peguei o sabonete e fui lhe ensaboando até chegar no seu pau, peguei no seu pau me abaixei e tive o prazer de ter feito a primeira chupada da sua vida ele falou que mesmo com 31 anos nunca tinha tido essa experiência e que só tinha transado duas vezes, quando eu escuto isso fiquei louco de tesão na hora fechei os olhos e chupei seu pau com uma volúpia que jamais como jamais tinha feito antes, ele só ficava de olho fechado e tremia muito depois ele me falou que estava tremendo porque estava com muito medo afinal eu era o primeiro homem que ele estava a fazer sexo e que nunca na vida tinha cogitado essa hipótese de um dia transar com outro homem e que na quela hora passa um filme na sua cabeça afinal estava rompendo com tudo que ele dia ser certo e foi ensinado pra ele mais ao mesmo tempo ele não queria estar em outro lugar além da li.
Terminamos o banho fomos pra cama onde eu chupei seu pau com tanta vontade com tanto tesão que não via a hora dele gozar na minha boca, fui chupando e me posicionando na posição de 69 quando ele percebeu estava com meu pau bem perto da sua boca, logo ele pegou no meu pau relutou um pouco mais logo-logo já estava com meu pau na sua boca ficamos assim durante um bom tempo, mais o que eu queria mesmo era sentir seu gozo na minha boca,deixei ele de joelhos na cama deitei na sua frente ele se mastubava e eu só esperando sua porra ele se mastubava com tanta força que fazia um barulho alto porém dava muito tesão, lembro bem quando ele falou abre bem a boquinha porque tudo que vc quer vai sair agora, foi simplesmente a maior gozada que eu vi em toda minha vida, minha boca ficou cheia,minha cara toda melada ao ver esse gozo maravilhoso dele gozei melando sua perna.
As nossa rolas não baixava e em poucos minutos estávamos nos chupando agora ele estava bem mais solto abria as pernas deixava que eu alisasse sua bunda mais o que eu queria mesmo era sentir aquele pau no meu rabo, depois de outro sessão de chupadas fui na gaveta da cômoda pequei camisinha e KY pedir pra ele me fuder, a camisinha entrou no seu pau mais só depois dele esticar bem passou a pomada e veio pra trás de mim tentou mais doía muito então ele ficou deitado e fiquei em cima e aos pouco seu pau foi entrando no meu cuzinho a dor era grande mais a satisfação de ter um cara que nunca tinha transado com outro homem fudendo você era bem maior depois ficamos em pé na borda da cama onde ele me fudeu durante muito tempo meu cuzinho estava ardendo ele tirava e enfiava de vez e fazia barulhos quando seu saco tocava minhas nádegas depois de algum tempo ele fala que estar perto de gozar mais queria gozar novamente na minha boca e chupando meu pau, ficamos de 69 novamente e logos ele enodoou minha boca com sua gala e eu gozei no seu peito ficamos assim durante toda noite e pela primeira vez passei uma noite inteira de sexo, coisa que nunca tinha feito . Bom galera tudo isso que eu narrei foi a mais pura verdade, hoje nós nos vemos com raridade mais sempre rola uma boa putaria entre agente, sem contar que ele também passou a dar a bunda pra mim. Abraços




O ULTIMO TREM DA NOITE

O comboio chega finalmente está atrasado como de costume penso mirando a estação quase deserta aquela hora da noite o chiar dos travões detém a composição com um lamento estridente entro na segunda carruagem caminho pelo corredor maquinalmente sento-me junto há janela olho pelo vidro a gare uns quantos atrasados correndo um homem de meia idade entra apressado senta-se no banco oposto desdobrando o jornal desfia os olhos pelas noticias do dia outro irrompe olhando em volta senta-se a meu lado pousando a pasta de aspecto atlético olhar simpático fita-me um par de vezes tentando meter conversa disfarço sem paciência para aturar ninguém a está hora um estremeção abana-me contra a janela o comboio arranca o homem aproveita a embalagem para se encostar a mim roça a coxa na minha sem desviar o olhar da porta em frente a estação fica para trás rapidamente entramos no túnel recosto-me no banco disposto a descansar na viagem puro engano a mão dele pousa entre as minhas pernas de forma descarada aperta-me a pica com malícia faço-me desentendido traído pelo pulsar da haste que entesa na mão dele mesmo contra a minha vontade não posso disfarçar a tesão que sinto foda-se penso só me faltava mais isto a esta hora mantenho os olhos fixos no desfilar das paredes negras do túnel pega a minha mão põe entre as pernas dele está com a pica de fora estremeço ao senti-la quente é grande grossa quase o dobro da minha penso meio assustado e ao mesmo tempo curioso pelo canto do olho vislumbro o seu reflexo no vidro emergindo-lhe da abertura das calças não há duvida um belo caralho guia a minha mão tocando-lhe há punheta num sobe e desce suave não se fica por ai afoito abre-me as calças tira a minha para fora sem cerimónia aperta-ma entre os dedos macios por sinal corre-me a pica com movimentos pausados sabe o que faz constato o túnel fica para trás o raspar metálico dos rodados grita no silencio da carruagem num embalo repetido acompanhando o latejar das picas apertadas nos punhos fechados pulando cada vez mais tesas o passageiro do banco ao lado continua mergulhado no jornal para minha sorte parece não se ter apercebido ainda de nada a pica do homem parece um tição ardendo na minha mão ele cospe nos dedos molhando a minha espalha a saliva na pele deixando-ma escorregadia estou com ela enorme há muito que não a tinha assim tão grade foda-se olha para isto!.....
observo surpreendido sinto a mão dele no pescoço puxa-me para baixo de repente fico com a cabeça luzidia do caralho colada no meu rosto esfrega-ma nos lábios enfia-ma na boca quase não tenho reacção sinto-a pulsar fincada na garganta quase me falta o ar faz-me chupar empurra-me a cabeça contra ela mamo contra vontade soltando baba pelos cantos da boca estou fodido penso rendido aos poucos apreciando a desenvoltura da haste que me enche a boca o balanço do comboio acentua-se com a subida íngreme lambuzado solto-me das mãos dele ergo-me atirando a cabeça para trás respiro ofegante folga de pouca dura põe-me a mão no ombro faz-me deslizar para baixo escorrego meio deitado apoio os pés no banco da frente rápido arreia-me as calças e as cuecas para o meio das penas deixando-me com o rabo nu na dureza do assento olho há volta incomodado por me ver ali assim semi nu as estações desfilam lá fora num rodopio ainda bem que o comboio a esta hora não tem paragens penso aliviado ergue-me nos braços atléticos e senta-me no colo dele foda-se e agora?....
questiono mentalmente ajeita o caralho entre as minhas nalgas com mestria a cabeça molhada de saliva fura sinto o coração bater forte segura-me com firmeza preso pela cintura abrindo-me lentamente enfia-me a pica pelo cu dentro sinto uma dor fina no anus que se esvai com a passagem da glande respiro fundo todo a tremer sinto-a toda a pulsar apertada nas paredes do recto pouso as nalgas nas coxas dele entrou toda caralho! Estou com ela toda enfiada!....mas e agora foda-se que coisa!...e agora?...
interrogo-me ainda mal refeito com a situação vejo-me escarranchado no colo dele com uma pica tesa enfiada no cu em plena viagem ás duas da manhã algo impensável horas antes sopra um há! De gozo no meu ouvido baixinho empurra o caralho mais para dentro ui!...foda-se!...não é mau como dizem!...dá-me uma foda grande ai caralho isto é bom!...é bom sim!....penso sem querer levado nos seus braços espetado de novo sabe o que faz não há duvida recosto-me no seu peito levando no cu rendido ao deslizar gostoso da pica dele escorregando-me no recto numa fricção boa que me enche de arrepios subindo do anus alastrando pelo meu corpo foda-se que coisa me havia de acontecer esta noite sou tomado por uma vontade repentina que cresce arrebatadora venho-me ai tão bom!...tão bom assim ui!...isso!...espeta toda!....repito mentalmente venho-me sem querer estou-me a vir pelo cu foda-se olha para isto!...ho! que caralho!... esporro-me todo o liquido esguicha da minha pica saltando no ar em jorros sucessivos aperto o anus em contracções involuntárias deliciosas na haste dele aumentando o meu embaraço esporro para o chão sobre o banco da frente o meu carlho pula sozinho vindo-se doido reteso-me com força dá-me uma estocada forte que me arranca um gemido o homem do jornal já há um bocado que deixara a leitura para nós observar está com a pica de fora bate há punheta compenetrado extasiado por me ver esporrar assim desta maneira já vamos a metade do caminho suspiro transpirado ele afaga-me a barriga sobe aperta-me os mamilos delicadamente morde-me o pescoço geme baixinho vai-se vir penso aperta-me com força afunda a pica desesperado estremecendo inundando-me de esporra vem-se todo esporrando numa torrente vigorosa a haste dele pula alucinada soltando esguichos grossos numa onda viscosa que se espalha no intestino enchendo-me o recto que esporradela penso combalido meio zonzo ficamos ofegantes levados no embalo dos carris o senhor do jornal vem-se a esporra jorra-lhe da pica em golfadas abundantes num gemido abafado estremece de olhos fechados com as calças sujas ergo-me cambaleando a pica salta-me do anus aberto num barulho molhado estou todo esporrado com o rabo langonhento puxo as cuecas e as calças mais para cima recostando-me no banco o meu amante de ocasião continua com a pica tesa babada de esporra trocamos um olhar momentâneo quase envergonhado sorri retribuo o senhor do jornal vem para junto de nós senta-se na minha frente tem a pica de fora mexe nela meia tesa o meu companheiro não hesita mergulha entre as pernas dele e mete-a na boca chupa com mestria num broche lento arrancando um longo suspiro aquele senhor de cabelos brancos que se estende extasiado deixando-se levar umas chupadelas depois despe-o como me fez a mim fá-lo ajoelha sobre o banco de rosto virado para a parede afaga-lhe as nalgas gordas bem formadas por sinal assenta-lhe uma palmada deixa cair as calças perna abaixo mostrando as coxas musculosas parcas de pelos sem perder tempo aponta a pica no cu dele e começa-lha a enterrar devagar pelo cu dentro o senhor geme ansioso ao ser penetrado fincando os dedos nas costas do banco num desespero momentâneo levando a primeira foda logo se habitua ao deslizar do caralho dentro do cu começando a levar ali como um herói enrabado a preceito a minha haste pula tesa acesa de novo perante aquele espectáculo o simpático tira a pica do cu do velhote faz-me sinal entendo de pronto aponto a glande no buraco aberto entre as nalgas do senhor afundando-me no recto dele suavemente maravilho penso enterrado nele até aos tomates sinto os meus encostados nos dele pouso as mãos nas suas nalgas duras dou-lhe uma foda grande geme com gosto assim como eu a haste desliza escorregando nas paredes do recto com suavidade numa fricção saborosa vou-lhe ao cu perante o olhar aprovador do meu companheiro incitando-me como um mestre o senhor de cabelos brancos balança submisso esta agora?...a enrabar um homem assim tão distinto não é para todos quem havia de dizer quando o vi entrar de jornal debaixo do braço!....tem um cu que é um espectáculo!...
pelo aperto não deve ser enrabado com frequência !.... não aguento muito como é habito saboreio o cu do senhor cometido por arrepios deliciosos que me fazem vir espeto num impulso final esporro com gosto esguichando dentro dele a pica pula com gana deitando liquido viscoso nas suas entranhas suspira ansioso num ai sentido logo tomado pelo meu companheiro que o espeta sem dó num sucessão de fodas vigorosas que o atiram contra o banco violentamente o senhor não se aguenta esporra-se todo vindo-se pelo cu desaustinado numa experiência nova que o deixa tonto logo inundado pela esporra do simpático que esvazia os tomates por inteiro no cu dele esguichando-lhe no recto já tocado pela minha esporradela o senhor lá se levanta meio a custo treme encarando-nos vermelho do esforço e da emoção já não falta muito para a estação seguinte este para na várzea não para?.....
questiona vestindo-se aceno afirmativamente compondo-me vamos para junto da porta ficamos lado a lado apoiados no varão vendo desfilar as casas junto há linha numa sucessão vertiginosa o senhor junta-se a nós de jornal debaixo do braço apoiado no varão de trás com os balanços vai-se encostando ora em mim ora nele roçando-se pressiona a pica nas nossas nalgas mostrando que a tem tesa ainda entramos no jogo ajeitamos as ancas na barriga dele a cada encosto sentindo-a pica aninhar entre as nalgas num picar gostoso que nos faz ficar com tesão aos dois com uma troca de olhares cúmplice o meu companheiro deixa cair disfarçadamente as calças pelas penas abaixo faço o mesmo logo sinto o toque quente da glande grossa do senhor pousando entre as minhas nalgas está com ela de fora constato com gosto ajeitando o anus nela para a sentir bem assim quente e dura faz-me um arrepio na barriga empurro as ancas sinto-a entrar abrindo-me o cu forço rompe sugada pelo recto ui!...toda vá toda!.....quero-a toda!...repito mentalmente o balanço da carruagem dá uma ajuda rebolo as ancas sentindo toda aquela pica madura pulsar enterrada no cu dando-me fodas suaves ao ritmo do choro dos carris agarro-me ao varão firmemente para me segurar a cada balanço as pernas tremem-me a minha pica ergue-se tesa entre as minhas pernas apontando a porta ai que me vou vir!....vou-me vir caralho!....reteso-me todo ao lado o simpático dá uma ajuda agarra-me nela punheta com candura ui! Tão bom caralho tão bom!
A esporra salta numa sucessão de esguichos saborosos atingindo a porta escorrendo viscosa na superfície metálica num rasto langonhento o senhor tira-ma do cu aninhando-a entre as nalgas másculas do meu companheiro que manobra a preceito de forma a que ela lhe entre no rabo soltando um longo suspiro ao senti-la toda enfiada levando no cu de forma experiente rebola na haste adulta do senhor numa cadencia suave deixando-se enrabar deliciado não tarda a gemer rendido a pica dele pula erecta como um aríete abandonada agarro nela saboreando o seu toque quente latejante bato-lhe há punheta como ele me fez a mim momentos antes surpreendido com o vigor daquele caralho magnifico que me escorrega na mão vem-se num lamento languido esporrando com jactos grossos atirados contra a porta numa sucessão poderosa o senhor geme alucinado vem-se no cu dele deixando cheio de esporra o comboio apita anunciando a várzea que se aproxima acelerando o puxar das calças perna acima ajeitando a roupa com gestos rápidos o chiar dos travões antecede o safanão da travagem a composição para abrindo as portas o frio da noite invade o local num arrepio momentâneo o senhor despede-se com um gesto envergonhado saindo sem uma palavra deixando-nos sós por instantes um casal idoso entra indo sentar-se ao fundo o comboio arranca de novo num estremeção queixoso quero uma foda tua!....segreda-me ao ouvido dirigindo-se para o wc da carruagem seguinte vou atras dele entramos sem nos verem fecha a porta no trinco olha-me por instantes despe as calças!....fala baixinho baixando as dele junto com as cuecas para os tornozelos mostra o corpo nu atlético apetitoso vira-me o rabo passando as mãos pelas nalgas duras afasta-as mostrando-me o olho húmido da foda do velhote vira-se equilibrando-se aos balanços da viagem dobrando-se mete a minha pica na boca lambe a glande delicado engolindo-a lentamente quase me venho com o beijo quente dos seus lábios chupa-me suavemente comendo-me a pica toda de forma deliciosa cospe na cabeça inchada fitando-me ofegante agora enfia-ma no cu e dá-me com força!.....
pede apoiando-se na janela com o corpo inclinado para a frente oferecendo aquele rabo perfeito a visão faz-me redobrar a tesão que sinto encosto a cabeça no olho esporrado vendo-a sumir afundando-se entre as nalgas dele de forma macia saborosa estou todo dentro dele suspiro emocionado abraço pela cintura para o sentir mais colado a mim mexo-lhe na pica afagando a glande cabeçuda fode-me vai! Enfia-me o caralho enraba-me!....isso! mete-mo todo vai! Com fodas grandes vai! Ai assim caralho assim!
Geme num murmúrio languido vou-lhe ao cu como ele pede tentando não me vir segurando a vontade o mais que posso a haste corre-lhe pelo recto dentro numa cadencia saborosa que me enche de arrepios vou-me vir aperto-lhe a pica com força numa punheta rápida vigorosa quero que ele se venha comigo assim acontece esporramos os dois quase ao mesmo tempo esguicho deliciado enterrando no cu dele num coro abafado de gemidos soprados das nossas bocas ofegantes os corpos transpiram foda-se ai tão bom caralho!....ui! isso toma assim toda toda!....isso aperta isso aperta com força ai tão bom caralho!...murmuro saboreando os apertões poderosos que o anus dele dá na minha haste a cada jorro que solta da dele esporando-se todo na minha mão desfaleço nas suas costas numa letargia momentânea foda-se doem-me os tomates estou todo partido três da manhã e eu a enrabar um desconhecido!....isto só comigo!...o ultimo comboio da noite chega ao fim da linha detendo-se com um estrondo metálico vestimos há pressa saindo um a seguir ao outro as portas abrem-se num chiado o casal de velhotes olha-nos de soslaio desconfiados de qualquer coisa descemos cá fora o frio da noite recebe-nos numa aragem cortante o cu lateja-me dorido faz-me sinal que o siga hesito que quer agora?...lá vou maquinalmente os lavabos da estação são o destino lá dentro a luz baça reflecte nas paredes sujas espalhados nos urinóis dois rapazes e uns quantos homens maduros exibem as picas de fora das calças punhetando-se solitários que é que eu venho fazer para aqui?... tento questionar-me mas falta-me o discernimento a esta hora já não dá para reflectir sobre o que quer que seja ao lado um do outro tiramos as picas para fora fingindo mijar mostrando-as com fazem os outros despertando a curiosidade de uns quantos o garoto da ponta aproxima-se de mim ficando a olhar para a minha pica com a dele na mão bem tesa por sinal chega-se apalpa-me o cu demoradamente roçando-se mantenho-me imóvel sentindo a mão dele percorrendo-me as nalgas insidioso avalia-me o rabo prega-me um beijo na boca apanhado de surpresa nem reajo fico com os lábios molhados ele afasta-se não gostou do meu rabo tá visto?....a duvida dissipa-se com a chegada de um homem forte de cabelos brancos rondando os sessenta mais coisa menos coisa olha as nossas picas tesas com ar guloso por de trás dos óculos tira a dele exibindo-a grossa adulta com uma cabeça bem feita despertando a cobiça do meu companheiro de viagem que de pé a meu lado fica fixado nela como que hpnotizado as picas pulam tesas nas nossas mãos como é possível num sitio destes estar assim com uma tesão destas espanto-me o ar decadente do local o cheiro que sobe do chão devia ser suficiente para quebrar qualquer vontade mas pelo contrario parece excitar-nos ainda mais um mistério conjecturo comigo mesmo interrompido pelos gemidos que vem de uma das retretes olho discreto o garoto já arranjou companhia sentado no colo de alguém que não consigo ver o rosto sobe e desce com um caralho enfiado entre as nalgas levando no cu bem feito por sinal o homem do lado lança o convite bramindo a pica lambendo os lábios para uma noite a três só me faltava esta deitar-me com dois homens!...não estava nos meus planos como nada do que me tem acontecido esta noite.....essa é a verdade....acabo por segui-los a pensão junto há estação é o local escolhido pelo nosso anfitrião lá vamos atras dele escada acima um quarto escuro espera-nos mobilado apenas por uma cama de ferro fechada a porta despimos a roupa ás escuras apenas iluminados pelos néons que piscam na rua entrando pela janela dentro nus somos apalpados pelo senhor maduro postos de pé de frente um para o outro avalia-nos os rabos as picas dá-nos palmadas nas nalgas murmurando ai os meninos ai os meninos!... numa voz abafada soprada ao ouvido brinca connosco chupa-nos os caralhos com gosto deixando-os babados pingando saliva enfia-me o dele na boca foda-se é grosso fecho os olhos recordando pica do filosofo meu mestre nas brincadeiras nocturnas há muitos anos atras quando internado na clinica devido a uma gripe passageira iniciando-me em segredo na calada da noite em longas punhetas a dois metidos na mesma cama nus da cintura para baixo fazia-me vir com doçura e eu a ele enquanto os outros dormiam nas camas em volta dpois roçava-ma nas nalgas e eu a minha nas dele fingindo ir ao cu voltava sempre para a minha cama esporrado contente com o segredo que mantínhamos a semelhança o tamanho e envergadura com a que me enche a boca neste momento é total ali no escuro quase recuou no tempo deitado entre o barrigudo sexagenário e o viajante nocturno que me abraça com força ao mesmo tempo que o outro me mete o caralho no cu com sabedoria ai foda-se o senhor sabe o que faz constato penetrado na perfeição levo no cu com gosto fodem-me há vez ora um ora outro agora estou abraçado ao mais velho que me beija o pescoço languido esfrega a pica na minha aperto-me contra a sua barriga fofa atirado pelas ancas do simpático como lhe chamo mentalmente há falta de outro nome que me espeta com fodas grandes tremo no meio deles sentindo os seus corpos nus musculosos colados no meu venho-me pelo cu esporrando na barriga do senhor doutor como se intitula logo tomado por ele deita-me de bruços enfia-me o caralho lentamente ai foda-se!...não aguento isto é melhor que tudoo que já me aconteceu!...abraçame carinhoso enrabando com alma..possuindo-me como ele diz dengoso arde-me o cu farto de levar venho-me esporro no lençol socado com vigor pela haste poderosa do doutor que logo se esporra em abundância inundando-me preciso descansar penso com o rabo em fogo indo ao cu ao senhor que agora espojado debaixo de mim geme com gosto rebolando na minha pica beija o simpático na boca num linguado molhado trocando saliva venho-me sem demora o simpático monta o doutor impetuoso se enterra no homem arrancando-lhe um grito abafado fode-o com gana redobrada vem-se ambos num coro de gemidos ofegantes caldos aos poucos recuperando chega a vez do simpático provar o gosto do caralho maduro entre as nalgas numa foda longa que o faz gemer como um doido levando naquele rabo sem descanso por mais de meia hora acabando por se vir pelo cu coisa que nunca lhe tinha sucedido com um beijo a cada um o doutor deixou-nos satisfeito sós naquela cama revolta eu e o simpático estamos doridos suados com os rabos esporrados consolando-nos um ao outro estou todo partido!...
confessa baixinho também eu foda-se!....concordo que noite penso quando entrei no comboio alguma vez me passava pela cabeça uma coisa destas....reflicto abraço-me a ele e ele a mim rendidos beija-me a medo retribuo sem pensar nesta altura vale tudo trocamos afagos enroscados um no outro como dois amantes embora desconhecidos acende a luz tira dois vibradores da pasta vais ver que gostas! Isto faz milagres
Anuncia mete-me um na boca enfia o outro na dele mergulhando na cama chupamos as pichas de borracha como tetas macias faz-me virar e enfia-me o vibrador no cu é duro ao invés das picas mas vibra numa sensação estranha mas consuladora cinco e meia da manhã estou nu deitado de barriga para baixo na cama gasta de uma pensão manhosa com um desconhecido nu como eu com um vibrador enfiado entre as nalgas ronronando no anus estico-me ao comprido passamos pelo sono olha-me desperto dá-me um beijo no pescoço depois nos lábios enfiando-me a língua pela boca dentro fazemos um longo linguado saboreando as línguas enroscadas quero chupar-te! Diz viro-me oferecendo-lhe a pica mete-a na boca mama devagar o calor dos lábios húmidos não tarda a fazer-me vir ai foda-se venho-me chupa! Isso chupa a toda isso!...venho-me! Ui! Tão bom!....suspiro sem pejo esporro-lhe na boca em esguichos gostosos apara o liquido e vem sobre mim beija-me na boca deixando escorrer a esporra de boca dele para dentro da minha nunca tinhas provado a tua esporra?
Vá engole!...saiu da tua pica!...isso engole toda saboreia!....gostas?...aceno com a cabeça sentindo o gosto viscoso na boca misturando-se na saliva vou engolindo como ele manda lambuzado pelo cheiro intenso toma agora chupa-me tu pede ajeitando-se na cama oferecendo-me a haste quente sem pensar lambo a glande enfiando-a na boca chupo mamando submisso madrugada e eu ali com um caralho na boca metido entre as coxas de um homen fazendo-lhe um broche a sério nada comparado com as chupadelas na pica de borracha que comprara por brincadeira numa loja e que ás vezes metia na boca e no cu nas noites solitárias de tesão em segredo agora era um caralho real que pulsava na minha língua enfiado até há garganta chupado suavemente num escorregar macio só comparado ao do meu primo quando ás vezes o metia na boca teso ainda assim sem chupar nas nossas brincadeiras de adolescentes a coberto de escuridão do projector de slides fechados na sala a mão na minha nuca pressionando-me faz-me antever o que ai vem sinto um jorro quente espesso na garganta seguido de outro e mais outro o simpático vem-se enterra-me o caralho pela boca dentro com desespero inundando-me de esporra em golfadas espessas e viscosas engulo sem querer uma e outra vez solta-me todo a tremer vou sobre ele beijo-lhe a boca deixando escorrer a esporra na sua língua isso vai dá-me tudo dá isso!...murmura saboreando a langonha viscosa que pinga da minha lingua esticada engole num abraço prolongado chupas bem!....diz chupo bem? Foda-se!...Não é coisa que faça habitualmente mas se ele diz seja?....penso para mim esfregando a pica na dele rolamos na cama apalpa-me o cu enfia-me o dedo já os romanos faziam isto!...anuncia é verdade concordo a penetração anal sempre foi praticada pelos homens nas civilizações antigas embora escondida depois os gregos eram conhecidos por não ter mulheres durante os longos anos em guerras enrabando-se sem fazer disso segredo durante as campanhas militares respondo num pseudo arremedo de cultura dando rumo há conversa em confidencias entre lençóis conta-me que aprendera a levar no cu com um tio de quem gostava desde pequeno que o levava em passeios pelo pinhal onde ergueram uma barraca de madeira escondida que servia de refugio para os seus encontros deitados nus numa cama improvisada enrabando-se horas a fio sempre que podiam falei dos garotos que vira nas dunas na adolescência indo ao cu um ao outro escondidos como me espantara com sua técnica em enfiar as picas pelo rabo dentro fonte inspiradora das punhetas com o meu primo das fodas na varanda das traseiras com as picas tesas encostadas no rabo picando no anus um do outro recordo o gostinho da cabeça dura apertada entre as nalgas batendo suave no pano das calças depois ás escuras calças arriadas sentados no colo um do outro com elas tesas aninhadas no rabo ameaçando furar a sensação o medo quando acontecia a cabeça entrar recordo o frio na barriga que isso dava recentemente no gabinete da chefe depois de todos saírem nu com a pica de borracha toda enfiada no cu depois de a haver chupado encostado há parede fingindo-me amarrado a seguir deitado sobre a mesa no escuro sozinho dando fodas com o rabo espetado contra o tubo preso há cadeira com a borracha enroscada na ponta furando recto dentro o rosto arder aquela coisa dura apertada deslizando para dentro e para fora fazendo-me esporrar todo esguichando para o chão a conversa foi murchando mas as picas não queres fazer de meu tio?...disparou acedi tio namora comigo!...faz-me gemer muito como tu costumas!....choramingou sim sobrinho maroto levanta bem o rabo para o tio isso!....inventei pronto tio mete a tua pica boa mete-ma toda!....apontei a cabeça enfiando-lha lentamente ui tão bom tio tão bom mete assim mete toda!....gemeu dengoso fode fode com força faz-me gemer muito!....faço maroto vá toma assim toma assim neste cu! Gostas? .....simmm gemia levando no cu entusiasmado como se fosse a primeira vez esporrei não aguentando mais saboreando o latejar do anus há medida que esporrava dentro dele sai devagar com a haste a pingar queres que faça de quem? A imagem do filosofo veio-me há cabeça de pronto não sei porque virei-me de lado faz devagar para não nos verem passa entre as minhas nalgas devagarinho isso!...assim?...sim!...agora põe no olho enfia ui!....vá que isto é muito bom!...vais gostar muito vais ver! Assim!...dizia ele no meu ouvido inventando metendo-me a pica pelo rabo dentro está toda? Está! Gostas? Gosto!...deixa foder deixa assim!.....agarra na minha e bate punheta bate!...pedi erguendo a haste para os seus dedos abraçarem vou-me vir!....gemi esporrando-me todo ao mesmo tempo que levava no cu com a pica dele toda encavada até aos tomates senti-o vir minutos volvidos apreciando a onda quente que me inundava esporra-me no rego esporra-me entre as nalgas ele tirou a haste soltando um par de jorros sobre o meu anus esguichando ao logo do rego esfregando a cabeça babada no meu rabo deixando-me todo esporrado como o filosofo fazia enroscados de novo fomos dando beijos um ao outro pelo corpo na boca agora vais ser meu escravo falou virando-me de costas vendou-me os olhos atando-me as mãos há cama foda agora não vejo nada que me irá fazer?....senti as pernas serem levantadas pousando nos seus ombros a pica del foi posta entre as nalgas a cabeça furou abrindo-me olho suavemente o meu rabo encostou na barriga dele os meus tomates roçaram no seu umbigo vai-me foder há menina penso e acerto começando a levar com força mais que o habitual atirando-me contra a o travesseiro com violência repetida repete sou uma puta estou a levar no cu!....ordenou dando-me um estalo na cara
SOU UMA PUTA E ESTOU A LEVAR NO CU!...repeti obediente umas quantas vezes SOU A TIA MANUELA ESTOU A SER ENRABADA PELO MEU SOBINHO E AMANTE!... diz porca..repeti o que dizia uma e outra vez agora diz sou Paulinha e estou a levar no cu do meu mano!......
SOU A PAULINHA ESTOU A LEVAR NO CU DO MEU MANO!...disse bem alto levando nova palamda na cara sou a Dona Alice estou a ser fodida como uma cadela pelo meu filho!..vamos porca repete!...
SOU A DONA ALICE ESTOU A SER FODIDA COMO UMA CACHORRA PELO MEU FILHO!....gemi dando corpo aos seus fantasmas veio-se afogueado todo enterrado no meu cu esguichando com vigor escravo porco!....fodo-te todo!....gemeu tirando a haste beijou-me o cu lambendo-me o anus esporrado estremeci vindo-me todo numa onda de esporra gostosa sugou-me a pica com fortes chupões mordendo a glande bateu-me nos tomates gemi de dor depois bateu-me na pica a seguir no rosto agora ergue-me as pernas ao alto bate-me no rabo com força foda-se tenho as nalgas arder solta-me arrancando a venda habituo-me há parca luz vislumbrando aos poucos as formas o viajante desaparecera num ápice estiquei-me sozinho nos lençóis rebolando preguiçoso afago o corpo nu todo esporrado passo a mão na pica consolando-a num suspiro sinto-a entesar timidamente ui coisa boa!....viro-me de barriga para baixo esfrego-a no lençol movendo as ancas numa foda simulada saboreando o roçar macio do pano a vontade de me vir surge em minutos ui isso!
Assim tão bom foda-se!...gemo solitário a esporra jorra quente espalhando-se pelo lençol alastrando-me pela barriga numa onda viscosa tremo apertando contra o colchão suspirando de gozo foda-se!... viro-me olho o tecto contemplando sete da manhã visto-me cá fora chove molhando as pedras num brilho escorregadio caminho sem pressa de volta há estação antevendo mais um dia trabalhoso.
PM MINEIRO

Essa minha estória já se desenrola há algum tempo. Desde a minha infância tenho tara por militares. Parece que é o fetiche de todo gay. Mas no meu caso, é um pouco diferente, por ser filho, sobrinho, primo, de militares, ter estudado em escolas militares etc. Tive uma educação muito rígida e só fui perder minha virgindade com 21 anos. Sou prendado, carinhoso, e adoro sexo. Mas na verdade quero um marido... Para cuidar dele, das roupas dele, fazer comida, cuidar da casa etc. parece loucura, mas sinto essa necessidade, apesar de ter curso superior e trabalhar.
Sou de Juiz de Fora MG, tenho 30 anos, e há 2 conheci um PM daqui da minha cidade, temos tido alguns encontrar pelas madrugadas. Mas o que aconteceu no nosso ultimo encontro me marcou, por nunca ter feito o que fiz, e me excitou demais.Sou moreno claro, cabelo preto olhos castanhos, tenho 1,70m 74 quilos, sou um pouco gordinho, tenho peitinho salientes, que sempre me causaram certo constrangimento. Marcamos sempre meia noite, bem perto da minha casa na Zona Sul da cidade, e daqui seguimos para um motel próximo a BR040. Quando entramos no motel, um pedia o corpo do outro, muitos beijos, sarros, carícias, e um 69. Ele chupa um cuzinho que nunca vi igual, me dar muito prazer sentir a língua dele querendo entrar em mim, de qualquer jeito. Ele é um típico militar, alto forte, parrudo, mas muito carinhoso e viril. Seria um marido ideal se ele não fosse casado.Nosso embate sexual, de onde se ouviam gemidos, e sussurros. Seus dedos entravam e saiam de mim, seu pau estava todo dentro da minha boca, queria agradar meu macho na melhor chupada que podia dar, engolindo todo o seu pau, lambendo seu saco, sua virilha. Já estava desesperado, quem é passivo Sabe que chega um momento que queremos ser penetrados, não agüentamos mais segurar. Depois de babar bastante seu pau, e ele o meu cuzinho, me deita de bruços e parte para cima de mim com tudo, querendo já colocar seu pau em mim, o lembrei da camisinha, pois nuncahavíamos feito sem. Mas ele pediu de um jeitinho, e já que o conheço há um tempo. Fiz a loucura de deixar. Não estou fazendo apologia para não usar, é que de fato, foi um lance novo para mi, nunca tinha feito, e também queria saber como é. Deixei que ele entrasse, me arreganhando mais para meu macho. Mas eu estava tenso e ele disse:- Esta tenso por causa da camisinha;- Sim, um pouco.- Então relaxa, e confia em mim, sou casado e doador de sangue,- Então entra em mim logo....- Aiiiiiiiiiiiiii,
Sempre dói na primeira entrada, mas é um dor que gosto, é dor de estar recebendo seu macho na posição de passivo.De bruços podia sentir seu peso me prendendo à cama, e entrando fundo em mim, nossas bocas se procuravam, suas mãos abraçadas as minhas, suas pernas forçando para que as minhas se mantivessem mais abertas possíveis.Deixei que meu PM entrasse e saísse da forma que gostava, com estocadas firmes e fortes que me causam sempre pequenos ais....Nesse embate, ele anuncia que irá gozar, e eu recebo todo seu semém dentro de mim, todinho mesmo. Sinto seu pau amolecer, ele sai de dentro, se joga do meu lado, e me abraça gostoso. Pela primeira vez, sinto sua porra escorrer de dentro de mim. Tomamos um banho gostoso, e temos que voltar, já são 1:45 e ele tem q estar em casa.Nossos encontros são sempre raros, gostaria de ter um PM para mim, ou um macho que seja exclusivamente ativo para ser meu marido. Se for gordinho e peludo eu apaixono.Sou discreto e muito carinhoso.
MINHA 1 VEZ ORAL


Caros colegas. desde que me entendo por gente e tenho desejos sexuais sempre achei mais atraente o corpo masculino. Posso dizer que nunca senti atração por mulheres. Nunca gostei de esportes masculinos nem nada ligado a esse mundo viril. Só gostava de ver o corpo sarado dos meus colegas e imaginar eu chupando aquelas rolas e dando o cú para eles. Minha primeira experiencia sexual , foi com um vizinho.
Eu tinha uns 14 anos e ele 23.Ele era loirinho, saradinho, tinha a mania de andar com a bermuda arriada até lá embaixo deixando os pentelhos a mostra. Uma vez a mãe dele saiu e como ele tinha esquecido de levar a chave, ela deixou lá em casa pra ele pegar. Eu tava sozinho em casa.Quando ele chegou eu estava tocando uma punheta, fui atender o portão mas estava com o pau visivelmente duro.Ele falou: "tocando uma né?" e sorriu safadamente. Eu entreguei a chave , meio sem graça e ele foi embora. 5 minutos depois volta ele com a desculpa de deixar a chave. E saiu entrando pelo portão que havia deixado encostado. Nesta hora eu já estava no quarto, de volta a minha punheta, quando ele ne chamou na porta. Subi o short e fui lá. ele disse " tava tocando de novo né". eu balancei a cabeça dizendo que sim. Ele saiu entrando eu fui atrás, entrei no meu quarto e ele junto. sentei na cama tirei meu piru pra fora e comecei a punhetar. Ele sentou na cama de meu irmão e enfiou a mão na bermuda e ficou se acariciando. Ele estava meio inquieto com medo de que alguem aparecesse. Ele levantou e foi em direção a porta. levantei depressa tomei coragem e enfiei a mão dentro da bermuda dele puxando a pica dele pra fora.
A ´piroca ainda estava meio mole. eu baxei e comecei a chupar. nunca tinha feito isto antes. ele sentou na minha cama e eu continue chupando. passe a mão em suas costas e sentio aquele macho delicioso nas minhas mãos por alguns minutos. Chupei gostoso, da forma que achava que deveria ser. engolia aquela pica , que agora já estava dura, grossa, uns 19,5 cm,. Que pica gostosa. Chupei gostoso e fiz ele gozar na minha cara. Ele se levantou sem falar nada vestiu seu short e foi embora, sem dizer uma palavra. Essa foi a primeira e unica vez que chupei ele. Acho que ele deve ter ficado com medo de alguem desconfiar e cair na boca do povo. foi melhor assim. Essa foi minha primeira experiencia.
O COROA GORDINHO NO NALTICO
Oi pessoal, meu nome é Ricardo sou de Recife fui casado durante 5 anos tenho 177 alt. 83k moreno claro , cavanhaque bem macho afinal eu sou . tenho muitas historias para compartilha com vcs mais vou contar a mais recente.
Estava sem fazer nada, era domingo já estava no inicio da tarde e o tesão começava aflorar e ficar mais forte, pequei o carro e fui dar uma volta, lembrei que no extra da Bem Fica sempre rola uma sacanagem quando eu chego dou logo de cara com um coroa vestido com a camisa do náutico entro no banheiro e ele logo veio atráz de mim, fico no mictório e ele no outro lado a lado.
O coroa olha pra mim e balança seu pau um lindo pau por sinal, sem contar que ele ara um homem muito bonito um pouco baixo tipo parrudo com bigode perna e braços peludo cabeleira negar e bem cheia bem másculo. Quando eu vi aquele homem balançando o pau e olhando nos meus olhos, percebi que era o sinal verde, pequei no pau dele era uma lindo deveria ter uns 16cm com a cabeça vermelha do jeito que eu adoro, fiquei pegando na seu pau ali mesmo e o chamei para o reservado ele relutou falou que era perigoso e que ali onde estávamos ficava melhor pois o espelho dava uma visão da porta, como eu ñ quis espantar o coroa concordei e ficamos só se masturbando como eu sabia que o movimento estava fraco e sabia que ñ tinha tanto perigo perguntei se poderia chupar e ele com a cabeça disse que sim não deu outro me abaixei ali mesmo e chupei aquele coroa com tanto tesão que gozei em seguida, ele ao ver minha gala jorrando do meu pau pediu que eu passa-se a língua no seu saco e gozou melando meu cabelo e pescoço depois nos limpamos e saímos como se nada tivesse acontecido ele pegou um táxi e foi para o jogo e fui para minha casa feliz da vida . Se você é gordinho, branquinho ñ importa a idade porém tem que ser macho, e estiver afim de curte entra em contato ok.
GORDINHO GOSTOZO
Oi pessoal, meu nome é Ricardo sou de Recife fui casado durante 5 anos tenho 177 alt. 83k moreno claro , cavanhaque bem macho afinal eu sou .
tenho muitas historias para compartilha com vcs mais vou contar a mais recente.Estava tc no bate papo da uol com nick AFIM DE GORDINHO quando, pro sorte minha, entra um cara dizendo-se que era gordinho, fiquei logo de pau duro (sou louco por gordinhos branquinhos tipo urso) porém tem de ser macho e se curte Mulheres melhor ainda, ela falava que estava afim mais tinha medo pois ninguém sabia que ele curtia e que tinha namorada coisa e tal, trocamos telefones e batemos um breve papo, marcamos um lugar prox.
Do extra aki em boa viagem mesmo, então fui ao encontro chegando lá ele já estava, quando eu vi aquele macho branco todo gordinho, aprovei na hora. Ele era tipo garndão alto meio gordinho pernas grossas mãos grandes braços fortes 35 anos branquinho só não era peludo tinha jeito de macho coisa que é fundamental pra mim, em fim era tudo que eu queria só faltava ver seu pau e a bunda.
Trocamos umas ideias falei pra ele que morava só e era bem pertinho, ele logo me chamou pra irmos pro meu apt. Chegando la logo fui matar minha curiosidade de ver seu pau, ficamos sem roupa ele viu o meu pau e logo caiu de boca, uma linda rola reta 18x5 cm cabeça vermelha a dele também era bem parecida só que bem branquinha e com a cabeça mais vermelha que a minha, eu fiquei de pé na sua frente e aquele homem grandão de joelhos me chupando feito um bezerro novo eu atolava meu pau na sua boca até sua garganta só ficava de fora meu saco e ele chupando sem parar, logo – logo falei pra ele que ia gozar mais ele não ligou e foi o que eu fiz, gozei “rios” de gala na sua boca uma gozada que há tempos ñ tinha sentido, ele deixou a gala escorrer da sua boca melando toda aquela barriga saliente, vendo aquela sena não me contive vi que agora seria minha vez , ele se levantou e me empurrou para baixo com aquele pau pulsando na minha frete , agora os papeis se inverteram ele socava minha boca e eu só chupando aquele pau que era um dos mais lindo que eu havia visto na vida, sem contar com o saco dele que era grande como de um touro reprodutor ele socava minha boca com uma maestria com uma cadencia tão boa tão gostosa que só um macho sabe fazer, e logo falou que queria gozar do mesmo jeito que eu gozei na sua boca, não demorou o pau dele ficou pulsando na minha boca e jatos de gala saíram daquele pau enchendo minha boca que escorria pelos cantos melado meu peito minha barriga até o chão, suas pernas tremia mais que vara verde mais seu pau não baixava e depois da chupada que eu dei nele meu pau também estava duro.
Agora chegou a hora de provar daquele cu, um verdadeiro cu de macho que sou louco pra fuder ele sentou na cadeira e eu fiquei chupando seu pau e seu saco logo fui levantando suas pernas e passando a língua no seu buraquinho uma coisa linda bem apertadinho (depois ele confessou que eu era seu terceiro homem em toda sua vida e que já fazia anos que não dava seu rabinho a outro) depois de chupar seu rabinho e de arrancar suspiros fui até meu quanto pequei uma KY e camisinha e logo fui mandando ele ficar de quatro no sofá ele na hora o fez e fez com prazer ficou de joelhos bem abertinho e com seu rabinho pra traz e com seu buraquinho amostra, me posicionei por traz e fui introduzindo meu pau, ele reclamou mais falou para eu não parar, fui bem devagar tirava e colocava o pau daquele rabinho de macho ficamos assim durante 15 minutos mais não gozei, ele logo pediu pra me fuder também, fomos para meu quarto e ele logo pegou uma camisinha e pois no pau e pediu que eu ficasse de quatro em cima da cama passou ky no pau e no meu rabinho e foi logo empurrando se dó, dei um leve grito mais já estava dentro, ficamos um tempo parado até que eu me acostumasse com seu pau dentro de mim, depois que passou a dor da entrada ele começou a fuder e fudia como um verdadeiro macho, que só se importava com seu prazer, e com uma cadencia magistral só que ñ deu pra suportar, porque tanto ele quando eu fazia muito tempo que não tínhamos sido penetrados , então ficamos de 69 um com a rola do outro na boca esperando o gozo, e gozamos mais uma vez eu na sua boca e ele na minha. Bom galera, espero que tenham gostado do meu primeiro conto, quem for meio gordinho, branquinho , macho e estiver afim de contato é só mandar um e-mail com foto não precisa mostra o rosto ok
MEU GAROTO SARADO E BEBADO

Aos domingos acordo cedo e sigo p/comprar pãp e jornal, sempre por volta das 6 da manhã, qdo avistei proximo a minha casa, o Rafa, garoto de seus 17 anos, moreno de praia, sarado, no auge de seus 1,75 de altura(=/-), bebado como um gambá, rua deserta, peguei-o e levei a minha casa, coloquei-o no banheiro e o danado chamou pelo raul, então, tirei a sua roupa e o botei embaixo do chuveiro, foi qdo reparei, seu pau plácido, moreno, e bonito, chegando a ficar com agua na boca, mas o danado não estava se aguentando, dei café, e ele apagou na minha cama, fiquei sentado ao seu lado admirando seu corpo de homem, e cara de menino, qdo me dei conta estava alisando o seu pau, segurava com os dedos, massageando, fiquei pensando no meu sonho estava para se tornar realidade, que era de chupar um pau mole e cheiroso, e o falo era ralmente bonito e gostoso. Mas, veio a duvida, será que Rafa, gosta de ser bolinado por um homem, será que gosta de ser chupado e comer um cú, que ja estava piscando, doido para ser fudido, então após umas 4 horas de sono o menino acordou e como eu imaginava de pau duro(tesão de mijo).
Viu que estava nu, e meio puto, perguntou pela roupa, eu mostrei e expliquei o acontecido. Ele meio envergonhado e aturdido, disse, cara eu sou homem e espero que tu não tenha feito nada, ri e falei, não fiz nada só te admirei um pouco enquanto dormia. Pô cara, qual é, sou macho e se desconfiar que vc passou do limite, nem sei que fço, então tomando folego falei, vc durmiu de barriga pra cima, se vc não ficar chateado falo que fiz, Rafa falou, se vc pegou no meu pau e lavou ele direitinho juro que não fico bravo, sim lavei e fiz uma massagem enquanto vc dormia, se quizer faço agora que estar acordado, aproveita e vem que to com tesão, e como não condsegui comer ninguem ontem um cu até que não faz mal a ninguem, sorri e segurei agora o bicho ja estava duro, grosso e grande para um garot de 17 anos, apesar que agora a garotada nasce de pica grande, comecei de leve a tocar uma bronha, ela sentado na beira da cama e abrisse um pouco as pernas e vim subindo devagar beijando as pernas cabeludas, até chegar no saco, onde comecei a chupar e beijar suas bolas, fui subindo beijando sua pica até engulir tudo quase me sufoquei, por que era grande, que mamada gostosa eu estava dando, pois o Rafa urrava feito um urso, e pedia mais dizendo, chupa viado filho da puta como tua chupa gostoso quero gosar na tua cara, quero comer teu cú,vai chupa que eu vou gozar, acabou de falar não aguentou e gozou tuodo seu leite na minha boca, que gostoso.
Fomos para o banheiro e tomamos um banho, no qual ele pedia para eu rebolar no seu pau, vem viado gordo rebola essa bunda gorda no meu pau, faz ele subir que eu quero te fuder, abaixei e comecei a chupa-lo, até que novamente seu pau endureceu, fomos para cama ele me colocou de quatro, mirou me olhinho e foi enfiando sua pica no meu cu, ajudava ele empinando a bundinha, até senti o saco batendo na bunda, num vai e vem frenetico e socando com força, Rafa gozou no meu cu, deitado nas minhas costas e falando coisas bonitas no meu ouvido, dizia vc tem um cu maravilhoso, deixar eu descansar que quero mais, após um breve descanso, começamos de novo, ele me beijou e comeu meu cu dando tres gozadas gostosas todas em frango assado. Hoje temos de novo. não vejo a hora dele chegar. ja fico com o cu piscando só de pensar de dormir com uma pica dentro do rabo.

Sexo, Mentiras e Reviravoltas


O calor estava escaldante naquela segunda-feira ensolarada, quando o empresário César decidiu faltar ao trabalho para aproveitar um pouco a piscina de casa, da qual pouco fazia uso. Ligou para sua secretária, dizendo que estaria fora do escritório, cumprindo outros compromissos, pegou uma toalha, o bronzeador e vestiu sua sunga preferida disposto a dar um pouco mais de cor ao seu corpo.

Estendeu a toalha no deck da piscina e, olhando em volta para certificar-se de que nenhum vizinho xereta estava olhando, começou a passar óleo no corpo. A solidão daquele dia, o sol quente e o clima de sua própria mão alisando seu corpo, já eram suficientes para trazer-lhe pensamentos libidinosos e, enquanto o óleo escorria sob sua pele nua, seus pensamentos traziam-lhe lembranças de seu companheiro Bruno, que estava ausente de casa já há quatro dias, ocupado em reuniões no Nordeste, onde mantinham uma filial da empresa. A saudade estava apertando... Mas César não era homem de entregar-se à depressão. Logo que seus pensamentos tomaram forma, ele estendeu-se no deck e começou a imaginar como seria bom se Bruno estivesse ali agora, com ele. Logo a excitação tomava conta de seu ser. Deitado sob o calor que penetrava sua pele, seu membro enrijeceu. Fechando os olhos para o resto do mundo, sua imaginação alçou vôo até o mundo das fantasias eróticas.

Apertando a sunga, que repentinamente ficara apertada por causa do volume crescente, ele trouxe à tona uma ocasião onde, ali mesmo, na piscina, aventurara-se com Bruno, indiferentes aos vizinhos que pudessem avistar suas atitudes despudoradas. Bruno era um êxtase constante em sua vida e, desde que se conheceram, há cinco anos atrás, não haviam passado um único dia sem transar. O fogo do companheiro era algo absurdo, que César creditava à sua masculinidade e ao tamanho exagerado de seu membro, algo que sempre o mantinha excitado. Lançado ao mundo da imaginação, as imagens surgiram vívidas, como se as estivesse vivendo naquele momento... Estava ali, naquele mesmo local, quando Bruno aproximou-se lentamente, para fazer-lhe uma surpresa. Entregue ao sol e ao prazer do descanso, ele mal notou sua aproximação até que este se pôs em pé diante dele, eclipsando o sol com sua sombra. Ao abrir os olhos, César quase perdeu o fôlego ao ver sobre ele aquele volume imenso guardado dentro da sunga verde. Automaticamente, ofereceu o óleo de bronzear ao companheiro.

Por quê você não me dá uma mãozinha aqui? – perguntou. Sem dizer nada, Bruno ajoelhou-se por trás de César. Este, sentido um arrepio de êxtase, sentiu o calor do companheiro, como se ele irradiasse alguma espécie de aura sexual. Bruno apanhou o óleo oferecido por César e, derramando um pouco nas mãos, logo entregou-se ao trabalho de alisar o companheiro. Com suas mãos cálidas de desejo, logo seus dedos experientes começaram a traçar os caminhos – velhos conhecidos – que sabia, levariam César ao êxtase. Eles conheciam cada segredo de seus corpos e sabiam o que fazer para levar à loucura um ao outro.

Entregue ao companheiro e suas carícias, César não se continha de tesão. Sabia que o marido o tomaria nos braços ali mesmo, na beira da piscina, como fizera tantas vezes antes, possuindo-o e penetrando sua carne com seu membro de proporções incomuns. Sem controlar seus impulsos, ele retribuía as carícias de Bruno, apressando o processo, incapaz de conter-se diante do tesão crescente. Seus dedos arranhavam as costas do companheiro, que gemia a cada arranhão, entregue àquela aventura exibicionista, onde empregados da casa e vizinhos podiam testemunhar sua devassidão.
Abraçando Bruno pelo pescoço, César puxou-lhe, tirando os óculos escuros para olhar diretamente em seus olhos e colando seus lábios aos do companheiro, enquanto sua língua deslizava para dentro da boca receptiva, explorando-a sob os lábios, entrecruzando sua língua à dele, excitando-o como só ele sabia fazer...
O que César não sabia era que, enquanto entregava-se às suas fantasias eróticas, algo muito ruim estava para acontecer. Mas ele só saberia disso quando fosse tarde demais...

Capítulo IIEntregue aos mais desvairados pensamentos, César continuava sonhando com seu companheiro Bruno, enquanto excitava-se na beira da piscina. Sem saber, dois homens disfarçados haviam acabado de entrar em sua mansão. Como era dia de folga dos empregados, os dois homens não tiveram dificuldades em estacionar o carro do lado de fora da mansão e pular o muro. Lentamente, os bandidos vasculharam a propriedade.

- Você tem certeza de que a casa está vazia? – perguntou aquele que vestia máscara de palhaço. - Tenho, sim! – respondeu o outro, nervoso por estar sendo questionado. - Precisamos encontrá-lo! Se ele nos ver e chamará a polícia e estaremos numa grande encrenca! Foi quando eles viram César. Com um cutucão, aquele que vestia máscara preta mostrou-lhe sua vítima. Não poderia ser mais fácil! César estava na beira da piscina e, ao que parecia, entregue a algum tipo de delírio. Devagar, os dois bandidos seguiram até a piscina, evitando fazer qualquer barulho para não despertar sua vítima. Um deles trazia nas mãos um pano e um recipiente com éter. O outro trazia uma corda enrolada nos braços. Enquanto isso, César, deitado sob o sol, continuava a fantasiar. Com o membro já duro sob a sunga, ele relembrava uma das centenas de vezes que ele e Bruno haviam feito amor no sofá da varanda, o local preferido dos dois. Em seus pensamentos, ele entregava-se ao companheiro, desnudando-o no sofá enquanto, mais uma vez, surpreendia-se com o tamanho daquele caralho, grosso e longo, que ele degustava sem pressa cada vez que colocava-o na boca. Os gemidos de Bruno chegavam até seus ouvidos como se fosse realidade, enquanto ele trabalhava com sua língua em torno da glande inchada, sorvendo-o com prazer e amor, enquanto masturbava seu próprio pinto.

César tinha tanto tesão por Bruno que mal precisava se masturbar para chegar ao orgasmo. Enquanto se contorcia sobre as pedras do deck, os bandidos aproximaram-se, cada um de um lado. Aquele que vestia máscara de palhaço molhou o pano com éter e aproximou-se lentamente de César. Quando César sentiu a sombra que desceu sobre ele, abriu um sorriso, acreditando que seu companheiro havia, finalmente, chegado em casa de viagem. Mas quando abriu os olhos, mal teve tempo de defender-se, pois o bandido já estava sobre ele, dominando-o e colocando o pano sobre seu nariz. César lutou bravamente para se livrar, mas suas forças logo o abandonaram, devido ao efeito do sedativo líquido.

Seu corpo relaxou, apesar de ainda estar excitado, e caiu inerte sobre o deck, subjugado pelos seus dominadores. - Conseguimos! – comemorou o de máscara preta. - Ainda não! – retrucou o outro – Amarre-o! Rápido! Temos que levá-lo para o carro e sair daqui o mais rápido possível! Assim fizeram eles. Logo, César estava devidamente amarrado.
Depois de amarrar César, aquele que vestia máscara preta disse: - Muito bem, Jonas! Temos que carregá-lo! - Olhe só pra ele! – falou Jonas – Estava excitado! O que será que estava pensando? - Isso não é da nossa conta! - Vendo-o assim, dá até vontade de abusar um pouco dele... - Pare com isso! –retrucou o outro – Você vai ter todo o tempo do mundo para abusar dele. No momento, temos que sair daqui! Jonas então retirou um papel do bolso e deixou-o sobre a toalha, onde podia ser facilmente encontrado. - Vai ser uma surpresa quando o outro chegar e encontrar isto! Erguendo o corpo de César, ambos os bandidos carregaram-no até o carro. Abrindo o porta-malas, jogaram-no de qualquer forma lá dentro, trancando-o em seguida.

César, dominado pelo potente sonífero, ainda mantinha suas fantasias ativas. Mesmo sem saber que estava agora trancafiado no porta-malas de um carro, seus pensamentos eram poluídos por cenas de êxtase, onde alguém – não mais o seu marido – dominava-o, submetendo-o aos seus caprichos. As imagens que preenchiam sua mente eram desconexas, e ele não conseguia visualizar quem era seu dominador,
mas, em breve, ele o encararia frente a frente e, talvez, apenas talvez, esses pensamentos se transformassem na mais cruel – e excitante – realidade que já vivera.

Capítulo 3

Logo após trancarem César no porta-malas do carro, o seqüestrador Jonas e seu companheiro, mais que depressa correram para seus lugares. O êxtase de ambos era grande, pois seu plano havia dado certíssimo.
- Agora acelera essa porra e vamos sair daqui! – disse o seqüestrador de capuz preto. - Calma!Daqui pra frente tudo vai ficar mais fácil! – disse Jonas – Você mesmo disse que o companheiro dele não vai chamar a polícia, porque tem medo do escândalo. - É isso mesmo! Ninguém sabe que Bruno é gay! Mas ele é um empresário conhecido da mídia. Se descobrirem sua sexualidade, será um escândalo para a imprensa! Jonas acelerou para longe da suntuosa mansão. Absortos cada um em seu próprio pensamento, ambos se deleitavam agora com as perspectivas de muito dinheiro que arrancariam do milionário precoce. Para não despistar mais nenhuma suspeita, logo trataram de se livrar das máscaras e seguiram até o covil que haviam preparado para abrigar sua vítima.

Na mente de Jonas, o mais perverso dos dois, um pensamento não parava de lhe corroer: “Gostei desse rapaz, o César! O dinheiro vai ser bom, é claro. Mas, melhor ainda, vai ser poder fodê-lo todos os dias. Se ele pensa que já experimentou de tudo em matéria de sexo, está enganado! Quando cair nas minhas mãos, vai ver o que um macho de verdade é capaz de fazer!” Quando Bruno chegou em casa, já estava anoitecendo. Ele vasculhou toda a casa, procurando por César, sem encontrá-lo. Então pensou que seu companheiro talvez tivesse dado uma saidinha. Para livrar-se do cansaço da viagem, decidiu tomar um banho. Assim, estaria cheiroso quando encontrasse seu amor. Bruno se despiu lentamente, ainda cansado da viagem, e ligou o chuveiro. Enquanto se ensaboava, começou a imaginar as pequenas aventuras que tivera durante a viagem. Nunca conseguira ser fiel ao companheiro, e, nestes últimos dias, passara parte do tempo em companhia de um rapazote, que lhe dera muito prazer nas noites do hotel.

Agora, pensando no rapaz, ele sentiu seu membro enrijecer, enquanto se lembrava das aventuras que vivera. A voz do garoto chegava-lhe aos ouvidos. “Vai, me fode! Mete com força esse rolão em mim!” “Ai!!! É tão grande, você tá me machucando, mas eu quero mais!!!” “Soca com força, mete até o fundo, por favor!!!” “Deixa eu beber tua porra, deixa!!! Goza na minha garganta!” Aquele menino havia sido um grande safado mesmo, pensava Bruno, sentindo o pinto duro como pedra enquanto a espuma do xampu escorria pelo seu corpo.

“César que me desculpe! Mas não posso ficar sem gozar pensando naquele menino!” – pensou Bruno, enquanto começava a se masturbar no banheiro, relembrando a forma como o garoto arrebitava o cuzinho para ele, deixando-o enterrar até o talo sua vara dentro dele. Fechando os olhos, ele via o rapaz chupando-o, engolindo sua porra viscosa a cada noite que passaram juntos, e pedindo mais logo de manhã, acordando-o com sua boca quente. Quando foi embora, garantira que aquele rapaz continuaria por muito tempo arrombado pelo seu grande instrumento. Uma lembrança de sua passagem pela vida do rapaz. A mão de Bruno deslizava velozmente pelo pinto duro, enquanto suas lembranças vinham à tona. Lentamente, ele sentiu o gozo chegando e, diminuindo a velocidade da masturbação, deixou-o chegar lento, até que não pôde suportar mais. Com um grito de prazer que encheu a casa, ele despejou seus longos jatos pelos azulejos do box, lamentando toda aquela porra desperdiçada no ralo do banheiro, desejando que, ao menos, houvesse uma boquinha onde pudesse despejá-la.

Desligou o chuveiro, sentindo-se revigorado. Com suas fantasias saciadas, ele agora tinha condições de esperar seu companheiro com tranqüilidade. Enxugando o corpo e vestindo outra roupa, ele saiu do banho, estranhando o fato de que César ainda não tivesse chegado. Mal sabia que demoraria para que ele voltasse para casa...
Capítulo 4

O cativeiro para onde levaram César era um lugar sombrio, uma casa isolada, alugada apenas para servir a esse propósito. Ali, havia apenas uma bancada pobre, com um colchonete, uma mesa com cadeiras, uma mesa de bilhar e outra de pebolim. Jonas e Carlos, os seqüestradores, conduziram sua vítima para dentro dos aposentos e, sem qualquer respeito, jogaram-no sobre o colchonete.

Carlos, que ainda vestia o capuz preto, disse para César: - Aproveite a estadia. Não é confortável, eu sei, mas é o que você terá daqui em diante – e dizendo isso, virou as costas, gargalhando. César ainda estava cambaleante, devido ao efeito do éter, e assim que foi jogado no colchonete, adormeceu, tonto.
Jonas apanhou uma garrafa de uísque e ambos comemoraram o sucesso de sua empreitada. Abusando do álcool e dos charutos que tinham à disposição, eles traçaram os planos de resgate. Carlos, aproveitando que sua vítima estava inconsciente, tirou o capuz, tomando o cuidado de ficar fora das vistas de César.

O calor era opressivo na pequena casa e, tomado pelo efeito do álcool, Jonas logo tratou de despir-se, ficando apenas de sunga. Carlos reclamou, enquanto colocava de volta o capuz: - O que você pensa que está fazendo? Acha que isso aqui é um bordel? Vai ficar assim exposto? - Ora – retrucou Jonas – Quem tem que manter a identidade em segredo é você! E não vou me importar se isso aqui virar um bordel! - Você está exagerando! Não vá fazer nenhuma besteira com ele!!! Isso não estava nos planos! - Fica frio, meu irmão! – disse Jonas – Por que você não vai fazer a sua parte, hein? Nervoso com a situação, Carlos não podia admitir que o corpo do parceiro lhe trazia sensações que ele não queria mostrar. Então falou: - Vou para minha casa e, no caminho, vou ligar para fazer o pedido do resgate.

Faça isso mesmo! - Não o maltrate, está bem? Isso não está nos planos! - Deixa comigo, - respondeu Jonas – Vou tratá-lo muuuuito bem!!! Carlos não gostou do tom de voz de Jonas, mas não podia fazer nada, a não ser confiar no parceiro. Hesitante, foi cumprir sua parte, deixando Jonas sozinho com sua vítima. Quando César acordou, estava confuso, mas logo se lembrou de onde estava. “Meu Deus, fui seqüestrado!” – ele pensou em desespero.
Foi quando viu, no canto da sala, um dos seqüestradores, apenas de sunga, bebendo um copo de uísque. Jonas já havia bebido muito e estava alcoolizado. Seus pensamentos eram sórdidos enquanto vigiava sua vítima. Ao ver que esta acordara, tomou todo o conteúdo do copo de um único gole e levantou-se, andando lentamente até César. César ficou em pânico, principalmente quando percebeu que o volume dentro da sunga do seqüestrador estava duro como pedra. Amordaçado, ele não podia argumentar nem implorar. Restava apenas torcer para que não fosse mal-tratado. Assim que Jonas parou ao lado de César, este sentiu o bafo alcoólico atingindo-o. Havia algo de sinistro e perverso no rosto do seqüestrador. Jonas, com um sorriso sádico, agarrou-o pelos cabelos e chacoalhou-os, fazendo verter lágrimas nos olhos de César, que apenas gemia em protesto. - A gente vai se divertir um bocado, garotinho! – falou Jonas – Sei do que você gosta e não vou deixar faltar nada pra você! Puxando César pelos cabelos até deixá-lo sentado, Jonas falou: - Vou tirar essa sua mordaça porque quero conhecer essa boquinha de viado rico que você tem. Vamos ver do que ela é capaz!

César cuspiu no chão e falou: - Não sei quem é você, mas não vai conseguir nada de mim! Jonas explodiu numa gargalhada: - Você não está em condições de fazer nada, viadinho rico! Vai fazer tudo que eu mandar! E a primeira coisa será chupar o meu pau! - Nunca farei osso! – rosnou César. - Vamos ver se não! Sem hesitar, Jonas revirou um forte tapa na cara de César. Depois outro e mais outro. Os tapas ardiam e logo César começou a implorar: - Por favor, pare!!! Não me bata mais!!!

Apenas por garantia, Jonas deu mais dois tapas, até ver que César estava à beira das lágrimas. Então arrancou a mordaça que ainda estava no pescoço de César e começou a puxá-lo novamente pelos cabelos, dessa vez em direção ao seu pau. César tentou resistir, mas Jonas era forte. Logo, sua boca encontrou o tecido macio da sunga do seqüestrador. César sentia o volume duro que havia por baixo, mas odiava aquele homem e não queria fazer aquilo. Mas Jonas era rápido. Tomado pelo álcool, ele logo abaixou a sunga, revelando seu membro intumescido, e forçando César de encontro a ele. - Abre a boca, safado! Sentindo o puxão nos cabelos, César abriu a boca num grito e, de repente, o pau de Jonas já deslizava pela sua boca. Ele engasgou quando o seqüestrador forçou-o até o fundo da garganta, dizendo: - Ah, é uma boquinha quente! Vou foder essa boca gostosa pelo resto do dia.

César não queria ser forçado a nada, mas percebeu que seu próprio pinto começava a crescer dentro da sunga. Para impedir a violência de seu agressor, ele cedeu aos desejos deste e começou a chupá-lo como fazia com seu próprio marido. - Isso, agora você tá entrando no jogo, seu safado! – falou Jonas, bêbado – Engole tudo! Se você me obedecer direitinho, vai ganhar um presente no final. Vou fazer você beber meu leite direto da fonte!!! César nada podia fazer. Entregando-se ao fetiche de Jonas, ele continuou chupando-o por horas e horas. - Esqueci de dizer que eu demoro muito pra gozar! Mas não tenho pressa! César queria dizer que já estava com a boca doendo, mas era impossível, pois Jonas empurrava seu membro duro até o fundo de sua garganta. Foi quando sentiu que ele próprio não conseguiria mais segurar seu próprio gozo e, mesmo amarrado, ele jorrou sua porra dentro da sunga, enquanto seus gemidos de êxtase engasgado apenas serviram para deixar Jonas mais louco. - Gostou né, garotinho? Ainda tem muito mais. Continua aí!!! César, surpreso com seu próprio êxtase, continuou, enquanto sua mente fervilhava com pensamentos confusos: “Esse homem é demais! Eu não queria chupá-lo, mas agora não consigo parar! Eu quero mais!!! Quero o leite que ele me prometeu!”


Capítulo 5Bruno não sabia mais o que pensar. Não era do feitio de César desaparecer dessa forma. E ele tinha deixado o celular em casa, o que também era estranho. Confuso, decidiu dar uma volta perto da piscina da mansão. Foi quando avistou a toalha que César usava quando tomava banho de sol. Não estranhou o fato até que percebeu que, sobre a toalha, havia um papel dobrado. “Mas que lugar pra deixar um bilhete!” – ele pensou, acreditando que o papel era de César. Bruno foi até a toalha e agarrou o papel, desdobrando-o. E as primeiras palavras que leu trouxeram-lhe arrepios e um medo insondável: Nós seqüestramos seu companheiro. Se você avisar a polícia, nunca mais irá vê-lo! O bilhete continuava, com diversas ameaças, o preço e o local onde deveria ser efetuado o pagamento do resgate. “E agora? – pensou Bruno – O que eu vou fazer?”.

Enquanto isso, no cativeiro, César continuava a chupar o membro de Jonas, o seqüestrador. Toda a sua repulsa já havia desaparecido e agora ele se entregava ao louco prazer do seu algoz. Jonas era um amante aproveitador e sádico, e agarrava César pelos cabelos, empurrando seu pinto até a garganta, fazendo-o engasgar até derramar lágrimas. César jamais havia sido tratado dessa forma por seu companheiro Bruno, mas o machismo e a grosseria de Jonas deixava-o constantemente excitado.

Ele queria se masturbar enquanto chupava Jonas, mas com as mãos amarradas isso era impossível e seu tesão acumulava-se dentro dele, fazendo com que ele chupasse cada vez com mais vontade. - Vai, boquinha rica! Chupa até o talo que eu vou matar a sua sede! César queria responder que estava adorando, mas era impossível, pois Jonas agarrava-o pelas orelhas, mantendo o pinto atolado em sua boca. Apenas conseguia gemer, e seus gemidos tornaram-se extasiados. Jonas notou isso:
– Tá gostando, né filho da puta? Então lambe meu saco agora! Com a boca livre, César lambia as bolas do grande saco de Jonas, enquanto dizia: - Que pau delicioso que você tem!!! - Cala a boca e lambe! – Jonas gritou. - Sim! Eu obedeço! – respondeu César, passando a língua ávida no saco peludo de Jonas e chupando cada uma das bolas, enquanto Jonas se masturbava.

. César queria alisá-lo, segurar aquele caralho tenso enquanto chupava aquele saco delicioso, mas isso era impossível. Subindo a língua até a cabeça do pinto de Jonas, ele voltou a abocanhá-lo, dessa vez chupando-o com mais vontade, sem que Jonas precisasse empurrá-lo. Ele queria ser fodido, mas não tinha coragem de pedir isso ao seqüestrador, pois não sabia se ele era esse tipo de homem. Por isso, fez o melhor que pôde com sua língua. Os gemidos de Jonas enchiam o cativeiro - Ahhh!!! Chupa gostoso!!! Huummm!!! Isso que é boca!!! Sem poder se masturbar, César apenas esfregava as mãos amarradas sobre sua sunga, sentindo a excitação cada vez mais crescente. Sugando Jonas com toda força que podia, ele sentiu a glande já inchada crescer ainda mais na sua boca, enquanto o seqüestrador gritava. - Bebe!!! Bebe cada gota, filho da puta!!! Eu vou gozar!!! AAAAhhhh!!! César sentiu os jorros enchendo-lhe a boca.

Jonas socava o pinto até o fundo de sua garganta e sua porra quente e viscosa encheu suas bochechas, descendo embaixo da língua e atrás dos lábios. Ele engolia c
ada jato, pensando que nunca tinha sentido tanta porra assim em toda sua vida. E enquanto bebia o leite do prazer de seu algoz. Ele sentiu o segundo orgasmo chegando. Gemendo com o pinto de Jonas na boca, ele melou sua sunga novamente, engolindo os últimos jatos que o seqüestrador despejava diretamente na garganta. Saciado, Jonas bufou, cansado. Ainda permaneceu em pé por algum tempo, para que César lambesse cada gota que havia vazado. Depois, s
em dizer uma palavra sequer, colocou novamente a mordaça em César, empurrando-o no colchonete deitado. Amordaçado, César viu Jonas vestir a sunga de novo e agachar-se ao lado de seu ouvido: - Não pense que isso vai te ajudar. – ele disse – Enquanto eu não receber o dinheiro do resgate, você vai permanecer aqui... E, a cada dia de espera, você vai ter que me saciar, entendeu? César apenas meneou a cabeça, concordando. Mas, em sua mente, um pensamen
to era constante. “Não vai ser tão ruim assim, se Bruno demorar a pagar...”
Capítulo 6
Bruno não sabia mais o que fazer. Não podia chamar a polícia, pois tinha medo do escândalo que poderia surgir do caso. Era um empresário conhecido e a mídia certamente ficaria a par dos acontecimentos. Além disso, corria o risco de nunca mais voltar a ver seu companheiro. Não podia se arriscar. Foi quando decidiu ligar para seu melhor amigo, Carlos. O amigo de longa data poderia ajudá-lo a pensar com mais clareza. Pegou seu celular e ligou para o número de Carlos. Carlos estava em casa, confortavelmente deitado no sofá, falando ao telefone.

Do outro lado da linha, uma voz sedutora seduzia-o com fantasias. Alguém que ele havia conhecido no bate-papo da net e haviam trocado telefone. Carlos tinha o hábito de fazer sexo dessa forma. - Se eu te pego, esfrego o pau na tua cara e te lambuzo de porra, seu safado! – dizia a voz. - Eu adoraria me lambuzar com a sua porra... – respondeu Carlos ao telefone. - Mas, antes, eu iria socar bem fundo meu caralho nesse teu cuzinho gostoso. Você ia pedir mais e mais... – a voz era tensa e sufocada. Carlos, sem resistir ao êxtase, masturbava-se loucamente, entregue à fantasia. - O que mais? – instigou.

Ia fazer você rebolar no meu pau como uma putinha vadia! - Ahhnn... – Carlos gemia cada vez que a voz grossa falava. Foi quando percebeu o toque de uma segunda chamada no aparelho. Sem dizer nada ao seu parceiro de fantasias, ele olhou no identificador e pensou: “Você vai ter que esperar mais um pouco, meu amiguinho. Já sei o que você quer!” Ignorando a segunda chamada, ele continuou: - Vai, safado, fala mais que eu to quase gozando! - Se eu te pego, te trato como um vadio, que é tua cara! Soco até fazer você gritar e implorar para parar!!! - Que mais? – Carlos estava quase gozando. - Alargo o teu cu com os dedos e soco meu pau no meio. Você é um safado... - Mais... mais... – Carlos implorava. - Te dou uma surra de pau duro na cara, e despejo minha porra na tua boca e no teu rosto. Ao ouvir isso, Carlos não resistiu mais. Com um gemido de prazer, ele despejou sua porra na própria barriga, enquanto a voz do outro lado também se entregava ao orgasmo. Esfregando os dedos na própria porra, Carlos disse: - Cara, você é demais!
Quero te conhecer pessoalmente! - Vamos nos encontrar no Parque do Ibirapuera... - Hummm, você caça por lá, é? - Ééé... mas dessa vez a caça será você! Combinaram o encontro, e Carlos desligou, preparando-se para retornar a ligação de Bruno. Percebeu, então, que o amigo havia deixado um recado na sua caixa postal. Quando o ouviu, sorriu, satisfeito: “Carlos, me liga assim que possível... É caso de vida ou morte!” Pensando no amigo e no seqüestro que planejara, chegou a uma tórrida conclusão: “Não seria nada mal receber o dinheiro, dar um sumiço no César e viver ao lado do Bruno. Com todo aquele dinheiro. Seria fácil ficar apaixonado por ele...” Já no cativeiro, Jonas decidiu desamarrar César, pois queria trepar com ele de verdade. A chupeta que ganhara naquela manhã deixara-o louco de tesão e agora ele queria experimentar a coisa de verdade. - E não adianta tentar fugir.

A porta está trancada. – ele dissera. - O que você vai fazer comigo? – César perguntou, esfregando as mãos. - Nada que você não goste! Venha cá! – disse, puxando César pelo braço, sem nenhuma delicadeza, e o empurrando para a escada do cativeiro. – Tire a sunga! – ele ordenou, parando entre os degraus. César obedeceu, assustado. Jonas, então, aproximou-se dele e agarrou-o pelo pescoço. César pensou que iria ser estrangulado ali mesmo,
Mas Jonas

aproximou-se dele, olhou-o nos olhos e deu-lhe um longo beijo, enquanto também se livrara as sunga azul. Tomado de surpresa, César até pensou em fugir. Era maior que o seqüestrador. Mas ao receber o beijo e sentir a língua de Jonas deslizando entre seus dentes, ele fraquejou e entregou-se novamente àquele prazer louco.
“O que está acontecendo comigo?”, ele se perguntou em pensamento, enquanto sentia seu próprio pau endurecendo e levava a mão até o membro já rijo de Jonas. - Isso moleque, bate uma pra mim! – falou Jonas num sussurro. - Bate pra mim também... – pediu César. - Cala a boca! Quem dá as ordens aqui sou eu! – retrucou Jonas, mas, assim que disse essas palavras, sua mão deslizou até o membro duro de César, agarrando-o com força. - Você gosta disso, né? – perguntou Jonas, com sarcasmo e tesão. - Você é demais! – respondeu César – Eu devia odiá-lo, mas não consigo! - Você vai gostar mais ainda, seu filho da puta! Jonas puxou César para junto de si e ali, em pé na escada, amos entregaram-se a beijos ardorosos, enquanto suas mãos exploravam simultaneamente os membros, numa incrível luta de espadas. Era o primeiro beijo que Jonas dava em um homem, mas ele não se arrependeu. Algo também estava acontecendo com ele, que não sabia explicar. Sua excitação era tanta que ele falou, entre um beijo e outro: - Cai de boca, moleque! Anda, faz o que eu tô mandando! Bruno nunca havia falado assim com César. Talvez, por isso, César não conseguiu resistir à ordem de Jonas. “Meu Deus, isso é um homem de verdade!”
Descendo sua língua pelo peito de Jonas, passando por seu umbigo e lambendo seus pêlos pubianos, César segurou firme no membro duro de Jonas e abocanhou-o, sentindo a glande que batia com força em sua garganta e as veias cheias de sangue que deslizavam por seus lábios. Seu desejo era tão grande que ele babava enquanto chupava, ora arranhando o peito de Jonas, ora segurando firme em sua bunda e puxando-o de encontro a si. Sentia as bolas de Jonas batendo em seu queixo e isso o deixava louco.

Trabalhando com sua boca naquele membro delicioso, César pensou em Bruno por um breve momento. Mas não sentiu saudades. Torcia para que o companheiro demorasse a pagar o resgate. Porque agora um novo desejo surgia em sua mente: “Dessa vez, não vou deixar Jonas gozar em minha boca. Se ele quiser derramar seu leite, terá que ser no meu cuzinho!!! E continuou chupando, deleitando-se, sem perceber que estava ficando perdidamente apaixonado por seu seqüestrador.



Capítulo 7



O amigo Carlos chegou à casa de Bruno no começo da tarde. Bruno estava sentado na beira da piscina, desconsolado, quando viu o amigo se aproximando. Erguendo-se, foi em direção a Carlos e o abraçou. - Eles levaram César embora! Não sei o que fazer? Carlos pediu que o amigo ficasse calmo e contasse toda a história para ele. Bruno mostrou a carta com o pedido de resgate e as ameaças. - O que você vai fazer? – indagou Carlos – Vai chamar a polícia? - Não posso!!! – chorou Bruno – Eles o matariam e a mídia descobriria que sou gay!!! Você sabe que isso atrapalharia meus negócios... Existe tanto preconceito no mercado! - Pague o resgate! – falou Carlos, aproveitando-se do estado lastimável do amigo. - É tanto dinheiro!!! - Faça isso! – insistiu Carlos – Pelo menos, assim, você pode tê-lo de volta são e salvo. - Estou perdido!!! – lamentou Bruno, escondendo os olhos para evitar o choro. Carlos sentiu uma breve satisfação ao ver que o amigo estava prestes a ceder às exigências dos seqüestradores. E, enquanto tomava seu drinque, não pôde evitar um sorriso sarcástico. Se Bruno pagasse o resgate, ele estaria sentado numa montanha de dinheiro. Os amigos conversaram por mais meia hora, até que Carlos decidiu deixar Bruno sozinho. A solidão poderia fazê-lo tomar a decisão certa. Despedindo-se, Carlos foi embora, pois, apesar de todos os planos, ainda tinha que trabalhar. O bar gay onde trabalhava era, por enquanto, seu único meio de subsistência. Enquanto isso, no cativeiro, Jonas não resistia mais aos encantos de sua vítima. A chupada que ganhara servira apenas para deixá-lo mais sedento de sexo. Sem perceber que o que sentia poderia ser o começo de uma perigosa paixão, Jonas ordenou que César ficasse de quatro nos degraus da escada. César hesitou, mas Jonas o empurrou pelo pescoço, dizendo: - Faz o que eu mando, porra! - Dois minutos depois, Jonas estava dentro de César. Seu pau martelava fundo no rabo de César, enquanto este gritava com a repentina dor. - Ah, assim você me mata!!! Aiii!!! Mete devagar!!! Ufff... Mas Jonas era indiferente aos apelos de César. Dominado pelo tesão incontrolável, ele arremetia seu membro teso em César, que revirava os olhos, por causa da dor e do prazer que assomava ao sentir o bafo quente de Jonas em seu pescoço, das palavras sacanas que gritava ao seu ouvido, dos puxões de cabelo que levavam sua cabeça para trás, arrancando-lhe lágrimas dos olhos. - Teu cuzinho é muito gostoso, garoto! – Jonas falava – Vou te arrombar inteiro, filho da puta! - Arromba!!! – César pediu finalmente – Arromba mesmo!!! Se você vai me matar, me mata de prazer!!! Ouvindo aquilo, Jonas não resistiu. Agarrando as nádegas de César com os dedos, ele jogou o corpo para trás e derramou sua porra dentro de César, gritando de prazer e socando com força enquanto sentia o sêmen jorrar de seu membro duro. César caiu deitado nos degraus, satisfeito. Mas Jonas logo o ergueu e o levou de volta para cima, voltando a amarrá-lo. Antes de ser amordaçado, César perguntou: - Pensei que você fosse me tratar melhor! Por favor, me deixe sem a mordaça! Jonas riu e respondeu: - Nem a pau, garoto! Posso perder o controle de vez em quando, mas não vou correr o risco de perder você! - Então você gosta de transar comigo? – César perguntou, esperançoso de receber uma declaração. - Transar é bom! Mas melhor ainda será o dinheiro que teu marido vai me dar em troca de você! E, dizendo isso, selou os lábios de César com a mordaça. A tarde já chegava ao fim quando Bruno teve um sobressalto. “Sim, é claro! O detetive que cuidou do assassinato de Augusto Venturini, meu ex-sócio!” Procurando na agenda do seu celular, ele encontrou o telefone do detetive. Apertou a tecla send, e ouviu o primeiro som da chamada. “Espero que ele possa me ajudar!” Era apenas uma esperança. Mas Bruno agarrou-se a ela como se fosse a última. Seu tempo era escasso. Ele tinha apenas uma semana para pagar o resgate, caso contrário, jamais voltaria a ver César...

Capítulo 8

Pedro Durão formara-se detetive há pouco mais de cinco anos, mas seu poder de perspicácia e sua inteligência acabaram o elevando à posição de um dos melhores detetives disponíveis no mercado. Mas, como todo ser humano, era feito de carne e tinha suas fraquezas. Uma delas era seu apetite sexual incontrolável. Considerava-se quase um compulsivo sexual, mas isso não o incomodava, pois era um colecionador de aventuras. Apesar disso, tinha sempre que se controlar quando se encontrava com seus clientes, pois a simples figura de um homem bonito sempre despertava seus instintos mais obscenos e já havia perdido alguns trabalhos importantes por ter ‘xavecado’ clientes em hora imprópria.
Naquele dia, porém, ele não estava trabalhando e decidira passear pelo centro de São Paulo e aproveitar para procurar uma nova lupa. Quando a noite chegou sem que ele encontrasse o que procurava, decidiu dar uma passada no banheiro de uma galeria central para arrumar seu visual. Havia um barzinho gay na região e ele daria um pulo por lá para, quem sabe, encontrar alguém que pudesse levar para casa...
Mas a sorte estava ao seu lado. Assim que terminou sua longa mijada e já estava na pia, lavando as mãos, quando um rapaz alto, moreno e atraente entrou no banheiro. Imediatamente seus olhares se cruzaram.
Durão não era nada bobo e seus olhos seguiram o rapaz até o box através do espelho. Postado ali, em pé, o rapaz a princípio o ignorou, mas logo voltou os olhos para ele. “Ah, o peixe está fisgado!” – ele pensou. Durão fez o jogo do homem difícil. Continuou ali no espelho, apenas trocando olhares maliciosos, enquanto terminava de arrumar a camisa, dando a entender que já estava saindo.
O jogo deu certo. Em poucos segundos, o rapaz virou-se d
e frente para ele e começou a encará-lo descaradamente. Durão achou que era hora de começar a brincadeira. Voltou-se e também encarou o rapaz. Seguindo o velho jogo de sedução entre os ‘caçadores’, Durão virou-se de frente para o rapaz e começou a apalpar seu membro já duro.
Os olhos do rapaz imediatamente voltaram-se para a calça de sarja, cujo volume chamava a atenção claramente. Passou a língua p
elos lábios, numa clara alusão de que também estava preparado para o jogo. Um sorriso malicioso brotou nos lábios de ambos. Durão foi até a porta do banheiro e a trancou para que ninguém mais pudesse entrar, torcendo para que a administração da galeria não viesse ver o que estava acontecendo.
Carlos apenas olhava para o homem de boina e blazer que trancava o banheir
o, sem fazer a menor idéia de quem era ele. Seu coração palpitou forte quando viu a porta sendo trancada. “Será que me meti numa enrascada?”, ele pensou. Mas o rosto do homem não demonstrava más intenções, e, sim, outras intenções.
Carlos arrepiou-se quando, sem dizer uma ún
ica palavra, o homem retirou o blazer, jogando-o sobre uma bancada do banheiro. Seus olhos passeavam pelo corpo do homem, cujo volume pulsava de tesão. Durão desabotoou a camisa sem dizer nada. Apenas seus olhos diziam: “Você não vai escapar daqui sem trepar comigo!” - Vamos nos apresentar? – arriscou-se Carlos. - Não creio que seja necessário... – respondeu Durão. Dizendo isso, ele virou Carlos de costas para ele e apalpou sua bunda, pegando-o de surpresa. - Mas você nem sabe o meu nome! – protestou Carlos. - Não vou comer seu nome – falou Durão, abaixando a bermuda de Carlos – e sim essa bunda gostosa aqui.
Os dedos ágeis de Durão apalparam com força a carne polpuda de Carlos, fazendo-o suspirar. -Esse cuzinho tá bem tratado hein? – falou Durão, ao mesmo tempo em que se abaixava para sugar o orifício seco e cheiroso de Carlos. Ao penetrar sua língua no cuzinho de Carlos, ele ouviu os gemidos do rapaz, que, tomado de surpresa, agarrou-se ao batente do banheiro, arrebitando ainda mais a bunda. - Ah, que língua quente!!! Lambe! Lambe gostoso, vai!!! Durão afastou as nádegas de Carlos o mais que pôde, enquanto sua língua passeava pelos cantos do cuzinho raspado. Durão adorava um cu raspado e aquele estava o deixando louco. - Nossa! Se a língua é assim, imagino o pau!!! – gemeu Carlos – Você vai me comer, gostosão? Erguendo-se e abaixando a bermuda e a cueca de Carlos até os tornozelos, Durão falou: - Esta bunda precisa de um trato. Vamos dar uma amaciada nessa carne! Dizendo isso, deu um forte tapa, que estalou, causando ecos nas paredes do banheiro. Imediatamente a bunda de Carlos ficou vermelha. - Aiii, isso dói! – falou Carlos, que estava adorando aquela submissão. - Cala a boca, garoto, e fica de quatro! Obediente, Carlos debruçou-se na privada, deixando a bunda arrebitada para Durão. O detetive, sem qualquer piedade, deu vários tapas na bunda de Carlos, deixando-a toda vermelha, enquanto ouvia os gemidos de dor do rapaz, que apenas enchiam-lhe de mais tesão. - Você tá me machucando! – disse Carlos – Anda, me fode logo, seu safado filho da puta! - Tá com pressa, garoto? – falou Durão com grosseria – Antes vou experimentar essa tua boquinha e é bom você chupar direitinho, se não quiser apanhar mais! Rapidamente, Durão puxou o cinto da calça, deixando-a descer até os joelhos. Como sabia todos os truques de domínio aprendidos nos cursos de detetive, pôs o cinto em torno do pescoço de Carlos e começou a puxá-lo em direção à sua cueca branca, cujo volume já molhava de tesão o tecido macio. Carlos tentou resistir, mas Durão era forte e dominador.
Caindo de joelhos, Carlos começou a mordiscar a cueca, tendo a impressão de que estava mordendo um pedaço de tora. O leve gosto de sêmen penetrou em sua boca, deixando-o alucinado. - Lambe!!! Lambe minha cueca, seu safado de banheiro! Carlos obedeceu, temeroso de levar umas chicotadas com o cinto.
Enquanto chupava a cueca de Durão, olhou-o diretamente nos olhos, passeando com a língua pela cueca já molhada de tesão e saliva. Por um instante, Durão fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, entregue ao êxtase. Foi a deixa para Carlos puxar o membro duro como pedra para fora e abocanhá-lo. - Ahn!!! – gemeu Durão ao sentir seu pinto deslizar até a garganta do safado. Atirando o cinto longe, ele segurou Carlos pelas orelhas e arremeteu com força o pito em sua boca, fazendo-o engasgar e tossir. Mas como era adepto de um leve sadismo, não permitiu que Carlos abandonasse sua posição e continuou a mover o pau dentro da boca molhada e sedenta. - Chupa gostoso, hein? Parece profissional! Carlos apenas gemia, enquanto sua língua dava voltas e voltas em torno da glande de Durão. Com suas próprias mãos, Carlos abaixou a cueca do detetive até o chão. Agarrando-o pela bunda, começou a sugar o pau delicioso de Durão, puxando-o de encontro a si. Carlos estava nas nuvens. Aquele era o pinto mais gostoso que já chupara. Babão, ele se deliciava com aquele gosto de macho na boca. - Você merece levar outra surra! – disse Durão – Chupa gostoso!!! - Não! – gemeu Carlos entre uma chupada e outra – Chega de tapas! - Não vou te dar tapas! – riu Durão! – Mas vai levar uma surra de pau duro nessa tua cara de safado! Assim, Durão arrancou o pinto da boca de Carlos e começou a bater com ele no rosto do rapaz ajoelhado. Carlos pedia mais e mais.
O ardido daquele membro duro era demais para ele... Foi quando ouviram um celular tocando no banheiro. Assustado, Carlos afastou-se. - Tem alguém aqui dentro? - Não, garoto bobo! – riu Durão – É o meu celular! E seja quem for, vai ter que esperar. Você ainda tem muito o que apanhar. Puxando Carlos para perto novamente, Durão continuou a dar sua surra de pau duro no rapaz. Enquanto isso, do outro lado da linha, Bruno esperava que atendessem sua ligação. “Será que aquele detetive está ocupado agora? Espero que não! A vida do meu amado depende dele agora!”
Capítulo 9




Depois da terceira tentativa consecutiva, Bruno decidiu esperar mais um pouco para ligar para o detetive. Sentado à beira da piscina, ele se desconsolava cada vez que pensava nas torturas que seu amado deveria estar sofrendo no seu cativeiro. Tentando afastar aquelas lembranças terríveis da mente, ele relembrou um momento feliz de sua vida. Fazia pouco tempo que eles haviam se mudado para aquela casa imensa. E quando isso aconteceu, César fez questão de ‘estrear’ cada cantinho da casa. Olhando para a varanda e o sofá de vime que ali estava, ele sorriu tristemente, enquanto as memórias eram preenchidas com lembranças de meses atrás, mas que eram vívidas como se tivessem acontecido ontem... ... César havia arrancado sua camisa, deixando-os entregues ao frio da madrugada. Mas o tesão que sentiam era tanto que irradiava calor entre seus corpos. Os beijos ardentes de César eram como um bálsamo de pecados carnais e seu corpo reagia com o tesão esperado. “Meu Deus, como é difícil resistir a esse homem!”, ele pensou na ocasião, enquanto seus lábios desprendiam-se da boca sedenta do marido e desciam pelo seu pescoço, causando-lhe arrepios por todo o corpo. César gemia de tesão e pedia para que Bruno não parasse. Não era necessário pedir. Seu próprio desejo era o combustível de seus atos. Com a língua desejosa de proporcionar prazer ao parceiro, ele desceu pelo pescoço, chegando aos mamilos rijos de César e sugando-os, enquanto via o parceiro perdendo as forças diante daquele ataque à sua libido. César pedia mais, mas Bruno não tinha pressa. Fazia parte de seu esquema de sedução deixar o parceiro totalmente entregue a ele antes do sexo. Suas preliminares sempre foram o ponto forte do sexo e César sabia disso. Percorrendo o peito de César dos mamilos até o umbigo e com movimentos circulares, Bruno apenas ouvia o resfolegar do parceiro, cujo tesão sequer permitia que ele falasse. Com a boca colada em seu umbigo, ele sentiu o membro rijo de César abaixo do tecido jeans e viu que estava a ponto de explodir. Abrindo o zíper da calça a quatro mãos, ambos trouxeram à tona o membro de César, que clamava pela boca de Bruno. Mas Bruno gostava da sensação de tortura sexual que causava ao parceiro. Lentamente, ele desceu e lambeu a glande e o corpo do pinto de César, sem pressa, enquanto os gemidos enchiam o ar da noite. César mergulhou os dedos entre os cabelos de Bruno e pediu: - Agora!!! Vai, eu não agüento mais!!! Bruno então o abocanhou, segurando-o pela base e descendo a boca lentamente, enquanto sua língua trabalhava rapidamente. César gemia prazerosamente, forçando os quadris para o alto, penetrando na garganta de Bruno. Agora o próprio Bruno deixou de agir de forma pensada. Ao sentir o membro rijo de César, ele apenas queria esbaldar-se naquela fonte de prazeres que era seu parceiro e o chupava com vontade, sugando com tanta força a glande de César, que a deixou até inchada em sua boca. - Ah, meu amor. Você me deixa louco com essa tua boca, caralho! Bruno apenas gemia. Me livra dessa calça! Quero enlaçar você com minhas pernas! Não quero que você saia daí nunca mais! Quase em desespero, Bruno começou a baixar a calça de César, sem parar de chupá-lo. Sua boca descia até os pêlos pubianos do companheiro, trazendo uma cócega deliciosa aos lábios. - Você vai me matar qualquer dia desses! Vai me matar de prazer, porra! – gemia César. Assim que se livrou da calça, César enlaçou o pescoço de Bruno com os joelhos, prendendo-o. Dessa forma, seu caralho ficava preso na boca de Bruno que, sem conseguir desvencilhar-se, apenas podia deixar que escorregasse até sua garganta. Mas a familiaridade do corpo já conhecido era tanta que não engasgava, apenas deixava-o sentir lá no fundo, tampando sua garganta, enquanto o néctar do prazer descia lentamente até seu estômago. César ficou de pe em frente de Bruno e agarrou-o pelo pescoço, atolando o pinto em sua boca cada vez mais fundo. Sentia que estava prestes a gozar e preparou-se para avisar ao parceiro. Bruno não gostava do gosto de porra, portanto, jamais havia deixado César gozar em sua boca. Quando o sêmen estava quase chegando, César avisou-o: - Me dá o rostinho, meu amor!!! Deixa eu despejar na tua carinha vai!!! Mas, diferente do que sempre acontecia, Bruno não se afastou. Ao contrário, afundou mais ainda o membro de César na boca e sugou-o com mais vontade, enquanto seus dedos arranhavam o peito do companheiro. César deu um grito quando sentiu os primeiros jorros chegarem. E qual não foi sua surpresa quando percebeu que cada jorro era engolido por Bruno, que continuava heroicamente posicionado aos seus pés. Bruno sugou até a última gota de porra. Era a primeira vez que experimentava a porra de alguém, mas há muito tempo vinha reunindo coragem para fazer isso. Se tivesse que beber o néctar do prazer, que fosse do seu amado. E, enquanto engolia as últimas gotas daquele leite delicioso, morno e amargo, sentiu que ele mesmo também gozava, e jamais imaginou que tal atitude pudesse trazer-lhe tanto prazer... O tesão da lembrança aflorada foi tanto que Bruno sentiu-se jogado de volta à realidade. Atordoado, ele lembrou que aquilo havia se passado há muito tempo atrás, numa época em que ele vivia feliz ao lado de César. Envergonhado de si próprio, ele sentiu e viu a mancha de gozo em sua bermuda. “Como uma lembrança pode fazer isso?”, perguntou a si mesmo, levantando-se e indo até o banheiro para trocar de roupa. “Como eu posso gozar assim, sabendo que meu amor está agora sofrendo nas mãos de dois seqüestradores?” Cabisbaixo, ele decidiu tomar um banho antes de voltar a ligar para o detetive.


Capítulo 10
Já chega!!! Não agüento mais esse teu pauzão me batendo na cara!!! – gritou Carlos, apesar de estar adorando a submissão do desconhecido que se trancara no banheiro com ele. - Agora é que vai começar a brincadeira, meu chapa! – falou Durão, o detetive. Agarrando Carlos pelos cabelos e pondo-o de pé, Durão virou-o de costas e empurrou-o para dentro do box do banheiro. Carlos apoiou-se na privada, enquanto sentia o homem abrindo sua bunda com dedos grosseiros. Por um momento, ele pensou: “Como será que andam as coisas no cativeiro? Espero que o maldito Jonas não esteja abusando do César. Sei o quanto ele ama o Bruno e jamais teria coragem de fazer sexo com outra pessoa. Apesar de tê-lo seqüestrado, não quero que nada de mal aconteça a ele”. Mas seus pensamentos voltaram à realidade quando sentiu a primeira cuspida no cuzinho. Olhando para trás, ele viu o homem que, nu, apesar da boina que continuava equilibrando-se em sua cabeça, deu-lhe outra cuspida. Carlos gemeu quando sentiu que o homem enfiava um dedo, depois dois, dentro de seu rabo. Sem conter os gemidos, que estavam cada vez mais altos, ele disse: - Vai devagar, porra! Isso dói! - Cala a boca, safado! Conheço o seu tipo! Você deve atender um homem por dia aqui! Esse cuzinho não deve ter segredo nenhum! Os dedos começaram a mexer lá dentro e Carlos fechou os olhos. “Que homem é esse?”, ele pensou, sentindo que os dedos massageavam sua próstata através do rabo. A sensação era parecida com o gozo, mas sem o esperma. - Eu vou ficar louco assim... O que você está fazendo? - Só estou alargando você mais um pouco... - Me alarga com teu pau, filho da puta! Pára de me torturar assim! Me dá logo teu pinto!!! Sorrindo com a safadeza do rapaz, Durão agarrou seu membro intumescido e apontou-o na entrada do cuzinho de Carlos. “Nossa, é tão grosso!” – pensou Carlos – “Sei que vou sair machucado daqui!” E, no momento em que tinha estes pensamentos, ele sentiu o homem penetrando-o, sentiu sua carne sendo rasgada por aquele membro grosso e teso. E não pôde segurar o gemido que veio à garganta. - Meu Deus, você tá me rasgando, vai com calma!!! Com calma!!! Mas já era tarde demais. Segurando firme nas ancas de Carlos, Durão arremeteu de uma só vez até o talo, arrancando um grito de dor de Carlos. - Que é isso, rapaz! – disse o detetive – Até parece que você não gosta! - Não tão forte, por favor!!! – implorou Carlos. - Alguma coisa me diz que você merece essa dorzinha! – falou o detetive – Você tem cara de safado!!! Já deve ter aprontado alguma hoje. Carlos teve medo de que o homem soubesse de algo, mas logo viu que isso era bobagem. Ele era completamente desconhecido! - Por isso vai levar um castigo! – continuou Durão – Vai levar rola até não aguentar mais!!! Durão começou a movimentar-se com uma velocidade espantosa. Seu pinto escorregava dentro do cuzinho de Carlos, fazendo arder sua carne, como se estivesse em chamas. Que homem era aquele??? - Ai, ai... você é demais... não... consigo... falar... - Não é pra falar, filho da puta! – rosnou Durão – É pra rebolar!!! Carlos obedeceu. Enquanto sentia o deslize daquela tora dentro de si, arrebitou mais ainda a bunda a rebolou como um vadio para o homem. - É disso que eu gosto!!! – comemorou Durão sentindo que o rapaz apertava o cu com força, aprisionando seu membro lá dentro com a força dos músculos anais. Carlos suava, pois apesar do prazer, sentia sua carne sendo rasgada por dentro, pois o pinto do homem era grosso demais e sua arremetida muito forte. A cada estocada ele sentia o estalo dos dois corpos se chocando, e os dedos do homem abrindo sua bunda faziam com que o membro afundasse cada vez mais... Estava sendo arrombado como nunca havia sido. Foi quando o telefone voltou a tocar dentro do banheiro. Dessa vez, sem sequer tirar o pinto de dentro de Carlos, o detetive atendeu à ligação. - Alô? – ele falou, enquanto continuava socando no rapaz. - É o detetive Durão? – perguntou a voz do outro lado. - Sim, é ele! – respondeu o detetive, com a voz alta para eclipsar os gemidos do rapaz. - Preciso dos seus serviços, detetive. Aqui é Bruno Castellari. Lembra-se de mim? - Sim, lembro, qual é o problema? – perguntou, enquanto segurava firme a bunda do rapaz com a outra mão. Estava adorando aquela situação. Era a primeira vez que falava com alguém ao telefone enquanto fodia um homem. Enquanto ouvia o relato do outro lado da linha, Durão concentrava-se no rabo que tinha diante de si. Ele continuou socando e socando. Em certo momento da transa, quando o rapaz estava gemendo alto demais, ele deu-lhe um forte tapa no rosto, surpreendendo Carlos. Quando este tentou protestar, Durão apenas levantou o polegar, dando a entender que seria melhor permanecer calado. Carlos pressentiu que aquele homem não era de fazer ameaças vazias, portanto, decidiu ficar quieto, enquanto sentia o pinto rijo deslizando dentro de si. Sentiu que a velocidade das estocadas estava aumentando e, olhando para trás, viu os olhos do homem se fecharem. Tratou de masturbar-se rapidamente, pois não queria perder uma trepada tão deliciosa sem atingir o orgasmo. Esse pensamento veio em boa hora pois, mesmo falando ao telefone, ele sentiu que o homem ficava nas pontas dos pés. Estava prestes a gozar... Foi quando ele ouviu o gemido do homem. - AHHHNNNN!!!! Do outro lado da linha, a voz dizia: “Detetive? Está tudo bem? Detetive? Durão arrancou o pinto para fora do cu já melado de Carlos e derramou toda sua porra nas costas e nádegas do rapaz. Os jatos foram tantos que lambuzaram todas as costas de Carlos, escorrendo pelas suas pernas até o tornozelo. A porra quente fixou-se em pontos de sua pele, deixando-o completamente lambuzado. Carlos sentiu seu próprio gozo chegando, mas sem gemer, ele despejou sua porra dentro do vaso sanitário, enquanto ouvia o homem voltar a falar ao telefone: - O quê? Não, não foi nada! Dei uma topada com o dedo do pé numa pedra, foi isso... Sim... Sim, já estou a caminho. O homem desligou o celular e, sem dar conta do rapaz que ainda estava de quatro no box do banheiro, começou a se vestir. - Você vai me deixar aqui assim? – perguntou Carlos, resfolegando. - O que você quer que eu faça, garoto? – perguntou o homem, com grosseria. - Espere eu me arrumar... - Isso não é um quarto de hotel meu bem... – falou Durão, com sarcasmo – Tenho assuntos importantes a tratar... - Que droga! – protestou Carlos – Eu to todo lambuzado, arrombado e me deu câimbra!!! Você tem que esperar!!! Terminando desse vestir, Durão apenas olhou para ele e disse: - Se liga, rapaz! Não sou seu namorado. Por mim, você pode continuar assim! Se tiver sorte, o próximo cara que entrar já vai encontrar você prontinho pra ele. Até mais! Já no caminho para a mansão de Bruno, Durão pensou: “Lembro-me bem desse rapaz, quando investiguei o assassinato do sócio dele. Prendi o assassino, mas continuo achando que o rapaz preso era só um laranja. Tenho certeza de que foi ele quem matou o sócio!” “Mas o caso agora é outro. Garoto bonito, esse Bruno. Será bom trabalhar pra ele!”



Capítulo 11
Jonas não sabia o que estava acontecendo com ele. Sempre tivera orgulho de ser um bandido machão, fodedor de mulheres,que nunca havia sequer pesado em transar com um homem. Mesmo em sua adolescência, escapara dos famigerados troca-trocas entre primos e vizinhos, e corria atrás das garotas virgens do bairro onde morava, sabendo que poucas conseguiam resistir aos seus encantos de falcão. Agora, lá estava ele, trancafiado no cativeiro, junto com sua vítima, que dormia satisfeita no banco acolchoado. Passando a mão na testa, ele queria entender porque ficava excitado apenas de olhar para César. Passeando o olhar pelo corpo seminu do empresário amordaçado, ele sentiu novamente seu pênis pulsando de tesão. Seus pensamentos vaguearam até o mundo das fantasias, eclipsando seu raciocínio lógico. Sem conseguir resistir aos próprios impulsos, ele tomou o último gole do uísque no copo e cambaleou, bêbado, até onde César estava. Sem dizer uma palavra, ele arrancou a mordaça de César, deixando-a pendurada no pescoço. César acordou sobressaltado, assustado. Vendo Jonas ali, em pé, com os olhos injetados, nu e com o pênis duro como pedra, ele não queria acreditar que o homem o submeteria novamente aos seus caprichos. Apesar de ter gostado da transa anterior, ele sentia-se exausto e esperava uma trégua, mas as palavras que ouviu tiraram suas esperanças. - Vem aqui, moleque filho da puta! – Jonas falou, com a voz embargada, puxando-o pelos cabelos para fazê-lo se sentar. - Por favor... – gemeu César – Eu estou com fome. - Cala a boca! – Jonas parecia mais violento do que fora até então – Não sei o que você fez pra mim, porque eu não consigo parar de olhar para você. - Eu não fiz nada! – protestou César – Por favor, me dê alguma coisa pra comer... Vou te dar um linguição, garoto! – Jonas riu com a própria piada – Mas não é pra comer! É pra chupar! Sem dizer mais nada, Jonas puxou César com violência, enfiando novamente o pinto em sua boca. Segurando-o pela nuca, ele enterrava o membro na garganta de César, enquanto gemia com o prazer súbito. César sentia-se fraco, mas, ainda assim, começou a trabalhar no membro de Jonas, sentindo sua própria excitação crescer. - Tua boca é deliciosa! – gemia Jonas – Acho que vou obrigar você a me chupar a noite toda. César queria chupá-lo com carinho, mas Jonas era bruto e enterrava o membro fundo em sua boca, deliciando-se cada vez que o via engasgando. Tomado de êxtase, Jonas empurrou César para o chão, que ficou de joelhos. Ali, ele continuou chupando seu algoz, esperando que, em breve, tudo terminasse para ganhar um prato de comida. Mas aquilo era apenas uma ilusão. Entregue ao êxtase do momento, Jonas puxou-o de volta e colocou-o de quatro sobre o banco, empurrando sua cabeça até encostar no colchonete. - Eu vou te dar o que comer... mas antes, quem vai comer sou eu. Sem nenhum carinho, Jonas começou a arrancar a sunga de César, enquanto falava: - Você me enfeitiçou com esse cuzinho gostoso. Não consigo ficar longe dele. As mãos de Jonas abriam as nádegas de César, mostrando o cu ainda arrombado pela trepada anterior, enchendo Jonas com mais tesão ainda. - Arrebita a bunda, rapaz! – falou entredentes, enquanto seus dedos fortes apertavam a carne macia de César. César obedeceu, deixando sua bunda aberta e arrebitada para o algoz. Jonas não perdeu tempo. Frente a frente com o objeto de seu desejo, ele logo tratou de dar uma cuspida no ânus de César e preparou sua vara, esfregando-a no própria saliva. César, um pouco machucado pela trepada anterior, sentiu aquele membro duro e teso entrando com força dentro dele e não pôde evitar um grito. Mas, quando percebeu, Jonas já estava dentro dele, movimentando-se com rapidez, enquanto segurava-o pelas ancas, gemendo como um homem que descobre pela primeira vez o prazer do sexo gay. - Aiii, você mete muito forte! – protestou César, em vão – Por favor, mais devagar. Mas Jonas parecia surdo aos seus apelos. Seus instintos mais sádicos afloraram ao ouvir os gritos de protesto e ele arremeteu cada vez mais forte, rindo do desconforto de sua vítima. César sentia as bolas do grande saco de Jonas batendo em seu próprio saco. A dor foi diminuindo aos poucos, e logo, os gritos de dor cederam lugar a gemidos de prazer intenso, que ele mal conseguia conter. - Você tá gostando, né, filho da puta? - Você é demais... – gemeu César – Não posso me controlar... Eu te odeio, mas quero mais... mais... - Me odeia é? – gemeu Jonas – Isso é bom!Me dá mais tesão!!! Jonas subiu sobre o banco, apoiando os pés no assento acolchoado, e subiu sobre César. Abraçando-o por trás, ele arremetia mais fundo agora, pois a posição permitia que seu pinto deflorasse César a cada estocada que dava. César começou a chorar, mas não queria admitir que aquele choro era de puro êxtase.Não podia contar para seu seqüestrador que aquele pinto delicioso era a coisa mais incrível que já acontecera a ele em sua vida. A velocidade de Jonas era tão grande que César sentia seu cu ardendo em chamas. Um grito involuntário veio à sua garganta quando ele sentiu o gozo aproximando-se e despejando-se sobre o banco. Mas seu prazer prolongou-se, pois César já não fodia com força,ele enfiava a tirava o pinto de dentro de César a cada estocada, aproveitando que já estava relaxado e arrombado. - Gozou né, safado? Quem goza assim não odeia. Tá gostando da minha rola né... - Não vou dizer... - Diga, senão vou foder você a noite inteira até deixar você sangrando... César não disse nada e Jonas começou a esbofetear sua bunda com toda força,deixando as marcas vermelhas dos dedos nacarne macia de César. A cada tapa, ele dizia: - Você tá gostando! Gosta de ser tratado como um puto! - Eu te odeio, sim!!! Eu te odeio! - Vamos ver se isso é verdade! Jonas agarrou César pela cintura e sentou-se no banco sem tirar o pinto de dentro daquele cuzinho quente. Abrindo as pernas e mantendo o pênis enterrado em César, ele disse: - Me mostra seu ódio, vai. Você tem a chance de sair a hora que quiser... Sentado sobre Jonas, César podia simplesmente levantar-se, mas não foi isso que ele fez.Sentindo os cutucões dentro dele, ele começou a subir e descer sobre Jonas, cada vez mais rápido,enquanto seu discurso de ódio e repulsa mudava: - Eu te odei... te odei... eu... eu quero mais... mais... mais!!! Ah, meu deus, que rola gostosa! Ahhh!!! - Ahahah!!! – riu Jonas – Vai, meu putinho, rebola no meu pau! Mostra sua raiva pra mim! Eu sou teu macho agora! César não precisava mais de palavras de incentivo. Entregue ao prazer maior de sua vida, ele subia e descia sobre a tora de Jonas, consciente de que aquela era a trepada mais louca que já vivera. Por quase vinte minutos ele rebolou sobre o seqüestrador, até que seus músculos se cansaram. - Minha vez de novo! – Jonas falou, colocando César novamente de quatro sem tirar o membro de dentro dele. - Me fode, meu macho, fode gostoso! – implorou César - Ah, agora eu sou teu macho, é? - É meu macho! Meu macho fodedor!- delirava César. - Então pede pro teu macho te foder com força, pede... - Me fode com força, machão! Com toda força!!! Jonas fez seu papel. Sem dó nem arrependimento, ele socou e socou cada vez mais forte e fundo, enquanto César gemia e pedia cada vez mais. Jonas sentiu que a maior explosão orgástica de sua vida estava a caminho. Arrancando o pau de dentro de César com um ruído de sucção, ele masturbou-se alucinadamente, enquanto seus dedos entravam e saíam de dentro do cu arrombado. O grito de Jonas atravessou as paredes e pôde ser ouvido por todo canto, enquanto ele sentia o líquido percorrendo o caminho para a saída. - Me lambuza!!! Me lambuza!!! – pediu César. Jonas apontou o pinto para as costas de César e jorrou sua porra. Seu tesão era tão grande que os primeiros jatos voaram para longe de ambos, mas os jatos seguintes derramaram-se por toda as costas de César, numa gozada nunca antes vista. Enquanto os gritos de prazer de Jonas faziam tremer os móveis da casa, ele sentiu que aquele era apenas o começo da maior gozada de sua vida. Os jatos não paravam mais. Colocando a mão na frente do pinto, ele viu os últimos jatos, viscosos, quentes e fortes, enchendo sua palma da mão. César virou-se para trás, surpreso com tanta porra derramada. Ao ver que parte da porra estava na mão de Jonas, ele lamentou o desperdício e não entendeu porquê o seqüestrador não havia despejado tudo em cima dele. - Ah, moleque... – gemeu Jonas, exausto – Foi a maior gozada que já tive. - Você é maravilhoso... – gemeu César, também cansado. - Mas eu te prometi que te daria de comer depois da trepada... Jonas levou a mão cheia de porra ate a boca de César e disse: - Toma! César assustou-se, pois não queria beber porra, mas Jonas reiterou: - Bebe com vontade, ou vou fazer você beber na marra. Lentamente, seu outra opção, César deu uma primeira lambida na porra. Mas, assim que sua língua sentiu o gosto daquele macho viril e forte, ele não resistiu e abriu toda a boca, mordendo os dedos de Jonas e engolindo cada gota que lhe era oferecida. . Era a madrugada do segundo dia de cativeiro.



Capítulo 12
Bruno não podia fazer mais nada. Agora era esperar que o detetive aparecesse e deixá-lo a par de todos os acontecimentos. Incapaz de sair de casa e temeroso de que o telefone tocasse, ele não desgrudava do aparelho celular, enquanto afogava suas mágoas no copo de uísque que tinha diante de si. A saudade era grande, agora que o futuro parecia incerto, e Bruno recordava-se muitas situações que vivera ao lado de seu amado. Os pensamentos ocorriam-lhe quase por acaso, um substituindo o outro. Era lembrava-se das viagens e passeios que fizera, dos jantares que só César era capaz de organizar, da forma como ele aceitava, sem reclamar, o amor escondido de ambos, sem poder sair a lugares públicos, e o modo calado com o qual ele via as falsas companhias femininas de Bruno, que o acompanhavam nos eventos em que comparecia. Lembrança após lembrança, ele chegou até o dia em que ambos estavam com calor, e decidiram passear pelados pelos jardins da casa, sob a luz do luar. Naquele dia, após passear pela beira da piscina e entre as plantas da casa, sempre relembrando cada processo de criação e decoração da imensa propriedade, eles aconchegaram-se no sofá da varanda, onde gostavam de ficar horas a fio, conversando sobre sua vida, seus amores antigos, suas experiências em comum. Como sempre, a conversa chegou ao clima de sacanagem – o que não era difícil quando se tratava de César – e ambos entregaram-se aos braços um do outro, em beijos ardentes que logo se transformaram num convite ao sexo. Ambos endurecidos com a troca de palavras obscenas e juras de sexo louco, começaram uma seção de masturbação dupla, onde cada um alisava o outro, enquanto as conversas cálidas se revertiam em palavras quentes de excitação. César sabia como conduzir a situação sem palavras, e após um longo beijo que tirou o fôlego de Bruno, abocanhou-o com rapidez, lambendo sua glande inchada de prazer, passeando a língua pelo corpo cavernoso cheio de sangue, enquanto arrancava suspiros de tesão dele. Bruno sempre se entregava de corpo e alma ao parceiro nessas ocasiões.Apesar de ter sido infiel em alguns momentos da vida a dois, ele jamais pensara em comparar seu amado a qualquer uma de suas aventuras passageiras. Havia, em César, uma magia que o hipnotizava, fazendo com que parecesse uma criança diante de seu primeiro brinquedo. César puxou Bruno sobre o banco, de forma que ele ficasse sobre ele e pudesse, também, chupar o seu pau. Assim, Bruno abocanhou-o com vontade, num verdadeiro 69 que trouxe a ambos o prazer de penetrar-se ao mesmo tempo. Para Bruno, aquilo era sublime. Enquanto chupava César, ele sentia a língua do parceiro passear pelo seu pau, sentia os lábios apertarem-se, sugando-o com força, sentia as mãos de César apertando-lhe a bunda de encontro a si, mergulhando todo seu membro gigante dentro da boca. Bruno sempre se surpreendia diante da gulodice de César, que era detentor de uma verdadeira ‘garganta profunda’. Sem engasgar, ele conseguia deslizar seus vinte e três centímetros boca adentro e mantê-los lá dentro pelo tempo que quisesse, sem sequer engasgar. Bruno movimentava os quadris lentamente, enterrando fundo cada vez que César trazia a glande de volta à boca. Enquanto isso, sua própria boca trabalhava freneticamente no pênis de César, lambendo-o e mordiscando sua pelinha, o que causava pequenos arroubos de tremedeira no parceiro, o que ele adorava. César era um babão e Bruno sentia, a cada chupada, o líquido viscoso que penetrava em sua boca, trazendo um gosto de sexo que era impossível resistir. Assim, ele apertava as bolas do saco de César, pedindo mais daquele mel sexual para saciar sua vontade. Tomado por um impulso violento, mas ainda assim, carinhoso, César empurrou Bruno para sentar-se no sofá, posicionando as pernas entre seu corpo.Segurando firme em seu membro descomunal, ele abaixou-se lentamente e deixou-o deslizar para dentro, enquanto segurava firme nos ombros de Bruno,fechando os olhos e gemendo a cada centímetro que adentrava sem ânus. César conseguiu engoli-lo inteiro com seu rabinho guloso e começou a rebolar sobre Bruno alucinadamente, trocando palavras de amor a cada sobre-desce que realizava. Entregue ao domínio do parceiro, Bruno deitou a cabeça no encosto do sofá, sua língua passeando pelos lábios, enquanto seus olhos cerrados transmitiam todo o prazer que sentia com aquele domínio. Logo, César conseguiu mudar de posição, sem tirar o membro imenso de Bruno de dentro dele. Ajoelhado no sofá, ele entregou-se às estocadas leves e deslizantes de Bruno que, com aquele jeito todo carinhoso de fazer amor, deixava-o louco de prazer. Enquanto Bruno o fodia com carinho, mordiscava o lóbulo de sua orelha, causando-lhe arrepios que percorriam sua espinha, deixando-o cada vez mais entregue. César não era do tipo que dava calado. A cada arremetida de Bruno, ele o instigava com palavrões e gestos, pedindo beijos e arranhando as pernas de Bruno com suas unhas curtas, pedindo sempre mais. Bruno atendia ao pedido, estocando fundo, sem machucar, enquanto lambia o pescoço de César, derramando palavras de carinho em sussurros quentes ao seu ouvido. Bruno sentiu um prazer imenso em estar ali, em noite aberta, fazendo amor com seu companheiro. Em meio ao tesão crescente, ele sentiu o orgasmo iminente, mas controlou-se. Não queria gozar dentro de César. Não naquela noite. Arrancando o pinto de dentro dele e colocando-o de joelhos no chão, Bruno esfregou seu pau no rosto de César, que o segurava, ajudando a esfregar em cada centímetro de seu rosto. Aquela entrega deixava Bruno alucinado e o gozo parecia querer explodir de dentro dele, mas César segurou firme em suas bolas, impedindo o momento, ao mesmo tempo em que voltava a abocanhá-lo. Depois de outra longa chupada, em que impedia a gozada de Bruno com técnicas aprendidas em algum lugar do passado, César soltou as bolas de Bruno e este sentiu a explosão que se achegava. Com um urro de prazer incontrolável, ele despejou sua porra quente, em jatos fortes que se espalharam pelo queixo, pescoço e peito de César, lambuzando-o com seu tesão. Exausto, Bruno caiu de joelhos ao lado de César, que deu-lhe um longo beijo. Mas ele ainda estava a todo vapor, por isso, sentou-se no sofá e puxou a cabeça de Bruno para entre suas pernas e começou a masturbar-se. Com palavras de incentivo e sacanagens verbais, Bruno logo levou o parceiro ao êxtase. Ao ouvir o gemido do primeiro jato que chegava, ele abriu a boca sobre o pênis de César e sentiu o primeiro jato atingindo-lhe o fundo da boca e outro despejando-se em sua língua. O restante do gozo de César escorreu pelo membro duro, pingando no caro piso de lajotas da varanda, enquanto Bruno lambia as gotas disponíveis, deleitando-se com o néctar do prazer. Cansado e satisfeito, ele deitou-se sobre o membro agora flácido de César, sonhando e pensando que sua vida era realmente completa... se não fosse... Bruno acordou de seu devaneio. Novamente, havia se infiltrado pelo mundo das fantasias. Mas era assim que acontecia cada vez que pensava em César, não era? De volta ao mundo real, ele percebeu, com tristeza, que César não estaria ali naquela noite para afagar-lhe os cabelos, como fazia todas as noites. Aguardando o detetive que chegaria apenas em algumas horas, ele voltou ao copo de uísque, esperando que, fosse quando fosse, tivesse novamente a chance de estar ao lado de seu amado.



Capítulo 13
No dia seguinte ao seqüestro, o amigo traidor, Carlos, chegou ao cativeiro, onde Jonas havia ficado tomando conta de César. Antes de entrar, porém, ele pôs seu capuz de volta na cabeça, temeroso de ser reconhecido pelo amigo. Ao subir as escadas, ele fungou através da máscara e disse para seu parceiro: - Esse lugar tá cheirando sexo! - Nós nos divertimos um pouco. – respondeu Jonas. - Droga!!! – praguejou Carlos – Eu falei para não encostar o dedo nele, não falei? - Não se preocupe, ele gozou gostoso. Não fiz nada que ele não quisesse... Aquilo deixou Carlos puto da vida. Mas seu nervosismo não era por moral ou medo e, sim, porque há muito tempo sentia-se apaixonado pelo amigo Jonas. Decidiu provocá-lo: - Pensei que você fosse hetero... - Hei!!! Eu sou hetero, ok? – indignou-se Jonas – Apenas brinquei com ele um pouco. - E gostou? - Ééé, até que foi bom... - Se gostou, é porquê é tão viado quanto eu... - Cai fora, mané! Não me vem com essas histórias!!! Carlos estava frustrado, pois sempre alimentara o desejo de ser o primeiro homem na vida de Jonas e esta chance passara. De repente, vendo ali a mesa de bilhar que nunca era usada, Carlos teve uma idéia: - Ei, vamos jogar um pouco... - Não to com vontade. – respondeu Jonas. - Ora, vamos! A mocinha está com medo? - Essas tuas brincadeiras já estão enchendo o saco, cara! É bom parar antes que tome uns sopapos. Aquilo excitou Carlos. - Vamos jogar valendo uma aposta... – ele disse. - Tá zoando? A grana ainda nem chegou e você já quer perder o dimdim pra mim? - Não vamos jogar valendo dinheiro... - Então, qual é a aposta? – perguntou Jonas, desconfiado. - A regra é simples. Cada bola que eu matar, você tira uma peça de roupa. E vice-versa...Quem ficar pelado primeiro, perde o jogo. – Carlos torcia para que Jonas aceitasse a aposta, pois era louco para conhecer o corpo do amigo. - Típica aposta de viado, hein? – provocou Jonas. - Nunca escondi isso... De seu canto, César, amarrado e amordaçado, apenas prestava atenção na conversa. Tinha certeza de que conhecia a voz abafada do outro seqüestrador. - Ok, eu aceito. – disse Jonas – Vamos ver quem fica peladão primeiro. Toca aqui pra valer a aposta. E assim eles começaram o jogo. Logo nas primeiras tacadas, ficou evidente que Carlos era um bom jogador, que havia escondido esse fato até então. O semblante de Jonas ficou preocupado. Mas ele havia aceito a aposta. Enquanto jogava, ele olhava para César, mal conseguindo disfarçar o tesão que sentia próximo a ele. Talvez esse tesão tivesse tirado sua concentração, pois estava jogando muito mal naquele dia. Eles continuaram a jogar. Jonas só podia matar as bolas ímpares, enquanto Carlos apenas as pares. Por sorte ou azar de ambos, demorou até que a primeira bola fosse encaçapada, e o felizardo foi Carlos. - Muito bem, sabichão! Vou arrancar a camisa primeiro. - Assim não! – falou Carlos – Tem que subir na mesa e tirar que nem um stripper. - Você não disse isso. - Ora, vamos lá! – provocou Carlos – Até pra isso você tem medo? - Vou te mostrar quem é que tem medo, seu filho da puta! –respondeu Jonas, subindo na mesa, tomando o cuidado para não pisar nas bolas. Lentamente, olhando para César, Jonas começou a arrancar a camisa. Quando Carlos percebeu que a atenção do amigo estava voltada para a vítima, sentiu um ciúme crescente e não deixou por menos. Aproximou-se por trás e alisou o tórax bem definido de Jonas. - Ei, seu viado! Não consegue resistir a um macho não, é? –falou Jonas. - Cala a boca e tira a camisa! Você tem os músculos duros, hein? - Não são só os músculos... – respondeu Jonas, arrancando a camisa e descendo da mesa para continuar o jogo. Algumas tacadas depois, a sorte pesou a favor de Jonas. Agora, sem camisa, ele percebia que César o encarava com olhos famintos, o que lhe causou uma forte ereção, que manteve escondida na bermuda. Seria difícil controlar-se daquele jeito. Ainda assim, ele encaçapou a bola azul. - Tua vez, gatinha! - Escuta aqui, eu sou gay, mas não precisa falar assim tá legal? - Ui!!! Ela tá nervosa!!! – provocou Jonas, que nada entendia de dignidade gay – Agora arranca a roupa, anda! Inconscientemente, Carlos virou-se de costas para César, pois não queria que ele participasse do jogo de tesão que havia criado. Lentamente, ele começou a erguer a camisa, arrebitando a bunda em direção a Jonas propositalmente. Jonas, tomado de tesão por César, não podia fazer nada com sua vítima na presença de seu parceiro de crime.Então, ao ver a bunda arrebitada de Carlos,decidiu fazer a mesma brincadeira que ele, e levou a mão até a nádega de Carlos, apertando-a: - Você tem uma bunda gostosa, parceiro. - Enquanto arrancava a camisa, Carlos falou, com voz sedutora e provocativa: - Eu já ouvi isso de homens mais machos que você! Jonas riu e eles voltaram ao jogo. Uma tacada foi o suficiente para que Carlos matasse duas bolas de uma única vez. - Agora você vai ter que tirar duas peças, já que eu matei duas bolas! Jonas subiu novamente na mesa e, rebolando em tom de brincadeira, começou a tirar a bermuda. Sem conseguir resistir ao amigo de longa data, com o qual alimentava tórridas fantasias, Carlos aproximou-se: - Deixa eu te ajudar. E, enquanto Jonas rebolava maliciosamente, Carlos desabotoou a bermuda e puxou-a para baixo. Ao mesmo tempo em que fazia isso, os olhos de Jonas concentravam-se em César, ali, amarrado, percebendo que ele também não parava de olhar para ele. Sua excitação era tão grande que, assim que sua bermuda foi tirada, Carlos percebeu o grande volume que esticava o tecido suave de sua cueca preta. Acreditando que ele era o responsável pela excitação do amigo e parceiro de crime, ele disse: - Hum, você está gostando mais do que eu dessa brincadeira, não é? Jonas nada respondeu. E quando preparou-se para descer da mesa, Carlos disse: - Nada disso! Esqueceu que eu matei duas bolas? Duas bolas,duas peças. Ainda falta uma! – ele completou, enquanto alisava o membro duro de Jonas por cima da cueca. Com os olhos cruzados com César, Jonas manteve-se calado. Isso foi interpretado por Carlos como um consentimento para prosseguir. - Está bem. Pode deixar que eu tiro... Lentamente, com os olhos hipnotizados por aquele corpo que há tanto tempo ele desejava, Carlos desceu a cueca de Jonas, primeiro revelando a glande inchada do parceiro,depois o membro coberto de veias salientes que pulsavam, e o saco mole e grande, onde duas bolas de tamanho considerável emolduravam aquela obra-prima. Carlos estava sedento de desejo. O membro de Jonas,ali, a apenas alguns centímetros de seu rosto, era como um feitiço que o chamava para o mundo dos prazeres carnais. Temeroso de ser repudiado pelo parceiro,ele começou alisando suas pernas, sem se dar conta de que os olhos de Jonas estavam fitados além dele, no rapaz amarrado no banco. Seus dedos lentamente subiram até as coxas firmes de Jonas, apertando-as e sentindo sua musculatura, até que chegaram ao saco peludo e com cheiro de macho. Sua respiração tornou-se pesada por baixo da máscara quando ele segurou firme o pênis de Jonas, tirando-o de seu devaneio. - Ei, o que você está fazendo? - O que você acha? - Acho melhor não... - Por quê? Está na cara que você quer! – respondeu Carlos, iludido pela ereção do parceiro. Apertando firme o membro em sua mão, Carlos ergueu a máscara até livrar sua boca da lã áspera. Com sede de sexo, ele puxou Jonas até encontrar o membro intumescido com seus lábios úmidos. Que droga, cara! – protestou Jonas ao sentir seu membro sendo engolido – Não!!! Pára!!! Não!!! Pára... não... não pára!!! Não pára!!! Sem resistir à boca profissional de Carlos, Jonas entregou-se àquela chupeta deliciosa. Apesar de surpreso – pois conhecia Carlos desde criança – ele aproveitou aquele momento, pensando que, apesar de nunca ter transado com outro homem antes, em apenas dois dias, era o segundo homem que ele experimentava. E aquilo estava mexendo com sua cabeça. Carlos, por sua vez, entregou-se por completo àquele novo prazer, que ansiava há anos, e sua língua passeava gulosa pelo membro de Jonas,enquanto seus gemidos eram ouvidos por César. Jonas o encarava, incapaz de olhar para baixo, imaginando César ali, aos seus pés, fantasiando novas aventuras com sua vítima. Ao ver que César deu uma piscadela para ele,excitou-se ainda mais e começou a falar: - Chupa garoto! Mete ele inteiro na boca. Eu sou todo seu, aproveita... Excitado com essas palavras, Carlos chupou-o com mais ensejo ainda, segurando-o pela base enquanto massageava seu saco. Com as pernas tremendo por aquele tesão súbito, Jonas entregou-se à fantasia. Seus joelhos cederam e ele caiu ajoelhado na mesa de bilhar, deitando-se para que Carlos pudesse chupá-lo. Carlos sequer perdeu o membro de Jonas de vista – ou melhor, da boca. Acompanhando o parceiro, ele debruçou-se sobre ele, masturbando-se enquanto chupava com vontade o pinto babão de Jonas. Este, por sua vez, trocava olhares cobiçosos com César, que, mesmo amarrado, se contorcia de prazer, instigando Jonas. Jonas fechou os olhos e aproveitou aquele momento mágico. Sentia que o universo era apenas o seu pinto e que tudo girava em torno dele. Seu delírio durou uma infinidade de tempo, até que abriu os olhos e, ao invés de encarar César, olhou para seu membro, vendo-o sendo engolido pela cabeça encapuzada de Carlos. Apesar de nunca ter alimentado fantasias com o amigo, ele agora aproveitava uma das melhores chupadas que já tivera o prazer de receber. Sem controlar seus instintos sacanas, ele começou a dizer: - Chupa, parceiro! Sua boca é gostosa mesmo hein? Se eu soubesse disso, teria deixado você me chupar há muito tempo. Ahhh... essa é a melhor chupeta que já recebi... Jonas fechou novamente os olhos, sem sequer olhar para César. Carlos continuou seu trabalho, torcendo para que Jonas não gozasse, pois não queria que aquele momento acabasse nunca. Deitado no banco e abandonado por Jonas, César sentiu algo diferente surgindo dentro dele. Era raiva. “A melhor chupeta que já recebeu?!?! Filho da puta!!! Deve falar isso pra todo mundo!” Uma lágrima de frustração surgiu nos olhos de César. Não seria errado dizer que aquele sentimento que assomava em sua mente era ciúme. “Esse encapuzado desgraçado! Se não fosse por ele, esse seqüestro seria o paraíso.



Capítulo 14
Enquanto César desesperava-se de ciúme no cativeiro, naquele mesmo horário seu companheiro Bruno afogava-se no desejo de tê-lo de volta são e salvo. Aguardando o detetive Durão, que conhecia de tempos passados, ele continuava a beber seu uísque,consciente de que o álcool o deixara zonzo e tristonho. Foi quando recebeu um chamado em seu rádio, de um dos empregados: “Há um homem aqui querendo falar com o senhor, senhor Bruno. Seu nome é Durão...” - Mande-o entrar. Diga que me encontre na piscina. Não precisa vir junto, apenas indique-lhe o caminho. Bruno tentou lembrar-se do detetive, mas a ocasião em que o conhecera havia sido há alguns anos atrás, e apenas uma sombra do detetive pairava em sua mente. Bruno sabia apenas que, naquele tempo, ele sentiu desejo de entregar-se ao detetive, um homem másculo, com voz grossa e um sorriso sarcástico que deixava as pessoas sem-graça, quando não excitadas. Bebendo os últimos goles de seu copo, ele depositou-o sobre a mesa, aguardando a chegada do detetive. Durão chegou com passos firmes e ficou surpreso ao ver que o empresário vestia apenas uma sunga e um robe de lã. “Esses milionários!”, pensou, “Não fosse a situação que se encontra, esse estaria no paraíso!” Durão apresentou-se novamente, relembrando do caso anterior em que trabalhara para Bruno e pediu que este lhe contasse o que estava acontecendo. Bruno cotou todos os detalhes de que se lembrava. Falou do bilhete, mostrando-o para o detetive. Durão pediu permissão e guardou o bilhete para examiná-lo mais tarde, fez perguntas sobre os hábitos de César, seus amigos, seu trabalho, pessoas suspeitas, os empregados da casa, enfim, tudo que pudesse lhe trazer uma pista dos seqüestradores. Mesmo enquanto ouvia o relato de Bruno, seu olhar passeava pelo corpo do milionário, medindo suas curvas, sua sunga apertada, seu rosto deliciosamente sofrido, seu olhar de menino perdido. Mas, acima de tudo, tentava calcular quantos copos de uísque Bruno havia tomado, pois sua voz estava meio engrolada, e seus olhos injetados pelo álcool. Bruno começou a chorar convulsivamente, explicando seu amor por César e tudo que ele representava para ele. Assim que prometeu que resolveria o caso com a máxima discrição possível, Durão apoio a mão no ombro de Bruno por solidariedade, mas esse gesto fez o braço do roupão correr pelo braço do empresário, desnudando-o. Ao ver o ombro nu de Bruno, Durão logo sentiu a excitação tomar-lhe o membro. “Ora, isso não é hora para isso!”, ele repreendeu a si mesmo, em pensamento. Mas qual não foi sua surpresa quando o milionário abraçou-o, chorando, bêbado, pedindo que trouxesse César de volta. Sem saber o que fazer, Durão prometeu que faria o possível. Queria afastar Bruno de si para que este não sentisse sua excitação. Mas o que aconteceu pegou-o desprevenido. Bruno, em lágrimas, escorregou até o chão, abraçando a cintura do detetive, chorando copiosamente enquanto encostava o rosto em sua calça. - Prometa que vai trazê-lo de volta!!! – Bruno pediu, olhando para cima, encostando o queixo em seu membro rígido como pedra. - Sim... vou... trazer... –gaguejou Durão, consciente de que não poderia ultrapassar a barreira com o cliente, mas, ao mesmo tempo, afagando os cabelos de Bruno, apertando-o mais ainda de encontro a si. Bruno, tomado pelo álcool, sentiu o membro grande e grosso pulsando junto ao seu rosto, enquanto as mãos do detetive acariciavam seu cabelo. Sem que percebesse, seu próprio membro endureceu e ele sentiu, confuso, um misto de remorso e tesão, como nunca sentira antes. - Eu preciso... – ele gaguejou, sem conseguir concluir a frase... - Precisa do quê? – perguntou Durão, respirando com dificuldade, controlando-se para não fazer nenhuma besteira. - Eu preciso... – repetiu Bruno – Eu quero... quero tanto... A mão de Bruno ergueu-se e segurou firme na tora de Durão, apertando-a, enquanto deslizava o rosto pelo tecido da calça, sentindo aquele volume roçar em seu rosto. Sem saber o que fazer, Durão apenas continuou afagando os cabelos de Bruno, prometendo que faria o possível para solucionar aquele caso.Mas o milionário parecia não ouvi-lo. Ainda com lágrimas nos olhos, Bruno começou a desafivelar o cinto do detetive, segurando com força o volume da calça, enquanto balbuciava: -Eu quero... quero... tanto!!! Com carinho, mas com mãos ágeis, Bruno tirou o cinto da fivela, desabotoou a calça de Durão e baixou seu zíper, olhando para o rosto do detetive. Com um movimento dos ombros, deixou cair o robe aos seus pés. Durão não se atreveu a moveras mãos,até que sua cueca ficou visível. Com um puxão, Bruno fez saltar o pênis grosso diante de si. Encarando-o, segurou firme, sentindo as veias pulsarem sob seu toque, fechou os olhos e abriu a boca, engolindo o membro do detetive, fazendo-o descer até a garganta. Seus sentimentos eram confusos naquele momento, mas ele sabia que queria, mais do que tudo, sentir aquele membro em sua boca, e começou a sugá-lo com força, gemendo como um garotinho que descobre o sexo oral com um amigo do colégio. Tomado pelo tesão, Bruno esqueceu todos os problemas e abaixou a calça do detetive até os tornozelos, enquanto apertava sua bunda, enterrando o membro na própria garganta com força suficiente para engasgar. Durão, sem conseguir resistir mais à tentação, agarrou os cabelos de Bruno e começou a movimentar os quadris, empurrando sua tora para dentro da boca ávida do milionário com velocidade, enquanto gemia em êxtase com aquela aventura inusitada. Encarando com olhos que suplicavam por prazer, Bruno virava os olhos para cima, arranhando o peito de Durão, pedindo mais através de gemidos extasiados. De vez em quando, ele arrancava o pinto da boca e batia com ele no próprio rosto, gemendo, bêbado: - Eu quero tanto... eu te amo... te amo... Durão sabia que o milionário estava delirando. Não havia amor ali. Para não ouvir declarações irreais, ele enfiou o pinto novamente na boca de Bruno, socando com vontade.Mesmo engasgando o tempo todo, Bruno ao deixava de sugá-lo, permitindo que o membro se enterrasse em sua garganta, tapando-lhe o ar dos pulmões. Quando conseguia escapar das estocadas, Bruno lambia toda a extensão do membro duro como pedra, voltando a chupá-lo com força cada vez maior. Durão sentiu que não resistiria por muito mais tempo. Empurrando devagar Bruno até encostá-lo na coluna de tijolos da varanda, ele prensou sua cabeça contra a coluna, enterrando o pinto cada vez mais fundo, sentindo que explodiria em gozo em alguns segundos. Bruno sentiu a baba doce encher-lhe a boca e abriu-a, pedindo: - Derrama!!! Derrama em mim!!! Me suja de porra, por favor!!! Com um grito preso na garganta, Durão sentiu o gozo subindo pelo canal da uretra, como se nunca fosse chegar. Mas, então, os jatos explodiram, derramando-se sobre a língua de Bruno, gotejando sobre seu peito e espirrando em seu rosto. - Caralho!!! – foi a única coisa que Durão conseguiu dizer, enquanto despejava seu leite grosso sobre seu cliente. - Que delícia!!! Que delícia!!! – gemeu Bruno, pegando a porra que escorria com os dedos e lambendo-os, engolindo aquele néctar orgástico, saboreando o gosto que vinha de dentro do detetive. Enquanto Durão recuperava o fôlego, Bruno terminou de lamber cada gota que o detetive derramara sobre ele. Erguendo-se, eles se encararam. Durão perguntou: - Você não quer gozar? - Não... – gemeu Bruno,de volta à realidade – Na verdade, eu não queria... Mas Durão não deixou que ele continuasse. Encostando seu corpo ao corpo de Bruno, ele deu-lhe um longo beijo,cruzando sua língua na boca hesitante do milionário. - Não diga mais nada. – falou o detetive – Vou trazê-lo de volta para você. Enquanto isso, no cativeiro...


Capítulo 15
Depois que gozou na boca de Carlos, Jonas parecia arrependido, mas não deu a entender isso ao amigo. Envergonhado de ter admitido sua paixão pelo amigo, Carlos logo tratou de ir embora do cativeiro, por tinha um emprego e tinha que manter as aparências. Assim que voltou a ficar sozinho com César, Jonas aproximou-se dele, ainda nu e suado. César mal olhava para ele e seu semblante denunciava a tempestade de emoções que estava sentindo. Tentando manter sua aparência de bad boy, Jonas arrancou a mordaça de César, ainda deitado, e perguntou para ele: - Gostou do show que fizemos para você? César nada respondeu e continuou fitando o teto do cativeiro. Enraivecido, Jonas arrancou a sunga de César, que não resistiu, pois decidira que ignoraria o seqüestrador de agora em diante. - Vamos, eu te fiz uma pergunta! É bom começar a falar, porquê eu vou foder você de novo! - Vai tomar no cu!!! – explodiu César – O que você tá pensando? Além de querer meu dinheiro, ainda quer meu corpo?!?! Porque não comeu teu amiguinho? - Ah! Então você está com ciúme!!! - Cheguei a acreditar que você estava apaixonado por mim! – repreendeu César – Mas vi que era tudo mentira! - Escute aqui! – Jonas agarrou César pelo queixo até deixá-lo em pé – Eu estou, ok? Mas tive que disfarçar! Não quero que ele saiba que estamos nos entendendo... - Nos entendendo?!?! – César riu – Eu só estou transando com você porque você me obrigou a isso! - Não seja idiota! É óbvio que você está gostando! - Eu estava! Porque acreditava em você... - Então, você quer que eu te prove que estou caído por você, hein? - Não vejo como vai poder fazer isso... - Mas eu vejo! Subitamente, Jonas começou a desamarrar as cordas que prendiam César, o que o surpreendeu. Mesmo assim, sua voz soou ameaçadora: - Vou te livrar das amarras, mas se você tentar escapar, te derrubo no chão, te dou uma surra e te deixo amarrado até terminar essa palhaçada... - Não vou te chupar depois daquele encapuzado colocar a boca aí! - Não precisa! Você quer que eu prove que gosto de você? – gritou Jonas – Vou provar então! Deixando as cordas caírem ao chão, Jonas agarrou César pelo pescoço e começou a beijá-lo. A princípio, César estava relutante, mas Jonas abriu caminho com sua língua, apertando a bunda de César, ao mesmo tempo em que segurava firme em seu pinto. Sem conseguir resistir, César levou sua mão até o pau de Jonas, apertando-o e sentindo sua dureza. Ele balbuciava: - Eu te odeio... eu te odeio... - Odeia nada... – dizia Jonas, sussurrando – Você me ama... Diz que me ama... - Odeio... eu... eu... eu te... - Fala, seu safado! - Eu te amo... droga... eu te odeio... amo... Jonas pegou César de jeito, com beijos molhados e ardentes, enquanto esfregava sua tora endurecida no pinto de César, numa deliciosa luta de espadas. César lambia o pescoço de Jonas, enquanto o masturbava loucamente. Devagar, sua mão escorregou para a bunda do seqüestrador, mas não encontrou resistência por parte de Jonas. Ele sentiu um arrepio percorrer-lhe a espinha ao sentir os pêlos na bunda de Jonas e apertou-a. Jonas agora lambia o pescoço de César, enquanto murmurava: - Não sei o que está acontecendo comigo... Mas vou te provar que eu também te quero... Vou fazer uma coisa que nunca fiz antes... Jonas começou a lamber o peito de César, que soltava sussurros de tesão com a língua macia do seqüestrador em seus mamilos. Entregando-se novamente, apesar da raiva e do ciúme, César começou a deitar as costas na mesa de bilhar, segurando firme seu pau junto ao pau de Jonas, masturbando os dois ao mesmo tempo. Na mente de Jonas, um turbilhão de pensamentos o estava deixando louco: “O que eu estou fazendo, droga?! Eu nunca fui disso!!! Nem sei se quero, mas não consigo resistir...” Até então, Jonas acreditara que era heterossexual. Por toda sua vida, ele havia seduzido mulheres e garotas e sempre fora um grande amante. Mas agora, no intervalo de dois dias,ele já havia comido dois homens. E o que estava prestes a fazer agora? “Isso é loucura!!!” – pensou – “Eu não posso fazer isso!!! Eu não sou gay!!!” Mas, mesmo enquanto protestava em pensamento, sua língua parecia agir por vontade própria, e deslizava pelo peito de César, lambendo-o, mordiscando-o. Por um momento, César pensou que aquele seria um momento perfeito para tentar fugir. Bastaria apenas dar uma forte joelhada no saco de Jonas e depois correr... Mas não queria fugir!!! Queria continuar ali! A língua percorreu o peito de César, passando pela barriga e chegando até o umbigo, onde dava círculos. Sentiu a cabeça do pinto de César roçar em seu rosto enquanto o lambia e, antes que fizesse o que não queria, ele já sabia que não iria resistir. Ele lambeu os pêlos pubianos e encaracolados de César, sentindo sua rola próxima demais. Abrindo a boca, Jonas lambeu a glande inchada de César lentamente. Sem saber se gostava ou não daquilo, ele lambeu novamente, sentindo a pele macia e o gosto do tesão que escorria de César. Sua língua deslizou pelo corpo endurecido, da cabeça até a base e de volta para a cabeça, cada vez mais rápido, mais alucinado, mais entregue... Devagar, ele fechou a boca em torno da cabeça inchada e segurou aquele pau duro pela base, enquanto escorregava a glande para dentro da boca, próxima à garganta. “O que eu estou fazendo? Eu não sou gay!!! Não sou!!!” Mas seus atos não respondiam ao seu pensamento. Fechando firme a boca, ele começou a sugar aquela rola dura, sentindo-a endurecer mais a cada sugada. Sua mão percorria o peito de César enquanto a outra segurava seu saco, alisando-o com carinho. César estava entregue mais uma vez. Seus gemidos enchiam o cativeiro,experimentando aquela boca sedenta e, ao mesmo tempo, inexperiente. Ficou claro para ele que Jonas nunca fizera aquilo antes e sentiu-se excitado com a idéia de ser o primeiro. Sua mão escorregou até a cabeça calva de Jonas, apertando-a mais para si, enterrando o pau em sua boca. Sem desejar, ele falou: - Chupa, meu homem... me chupa gostoso! Me dá essa boca quente! Jonas, ouvindo aquilo, queria responder que ele não era assim, que aquilo tudo era apenas um engano. Mas a única coisa que conseguiu foi gemer... gemer de tesão. Os dedos que alisavam o saco de César desceram entre suas pernas, procurando aquele cuzinho ávido que o deixava louco. Quando César sentiu o dedo grosso apertando-se de encontro ao seu rabo, abriu as pernas e sentiu Jonas penetrá-lo. - Meu Deus!!! – César gemeu – Você é uma delícia!!! Me chupa mais!!! Chupa!!! Jonas, temendo ser considerado gay pela sua vítima, respondeu: - Eu não disse que ia provar que gosto de você? To te chupando mesmo sem gostar! Era óbvio que ele estava mentindo, mas César nada disse, pois sabia a batalha mental que era assumir-se para si próprio. Já havia passado por isso na adolescência. Por isso, ele decidiu ajudar Jonas: - Deita aqui, meu macho!!! Eu também quero te chupar!!! Nós dois juntos, vem!!! Jonas, sem pensar, deitou-se na mesa do lado inverso. Seu pau, grande e grosso, foi seguro com força por César, que começou a lambê-lo com toda experiência que tinha. Depois fechou a boca em torno do pau, sugando-o com vontade, fazendo a cabeçorra inchar dentro da boca. Alucinado com aquela experiência, Jonas agarrou o pau de César e retribuiu a chupada, tentando agir com a mesma experiência e fazendo com a boca tudo aquilo que sentia em seu próprio pau. Ao mesmo tempo, seus dedos escorregaram novamente para o cuzinho de César, penetrando-o primeiro com um, depois com dois e, por fim, com três dedos. Entregues ao prazer máximo, seqüestrador e vítima agiam agora como amantes obscenos. O dinheiro já não era a preocupação principal de Jonas e o retorno para casa parecia agora para César algo que ele já não almejava com tanto desejo. As bocas trabalhavam e os gemidos de prazer enchiam o cativeiro. Quando o gozo de Jonas chegou, César sentiu um prazer imenso invadindo-lhe. Jatos e mais jatos despejavam-se pela sua boca, enchendo-a com aquele gosto ácido que ele tanto amava. O prazer foi tanto que ele próprio não resistiu. Surpreso, viu quando Jonas gemeu mais alto, enquanto despejava sua própria porra na boca dele. Ambos sabiam, agora, que aquele gozo era apenas o começo de uma longa trepada... O seqüestrador havia provado que gostava dele...


Capítulo 16
Jonas estava confuso. Apesar de ter certeza de sua masculinidade, ele havia se entregado ao sexo com César de uma forma que jamais imaginara. Quem diria que, um dia, ele chuparia uma rola e beberia de seu leite? Mas, mesmo enquanto esses pensamentos enchiam-lhe a mente de insegurança, ele continuava chupando, sentindo que o pinto de César, assim como o seu, continuava duro como pedra. César estava completamente apaixonado.Não sabia dizer o que se passava em sua mente, mas, se Jonas o chamasse para fugir com ele, ele abandonaria Bruno sem pensar e fugiria para qualquer lugar com o seqüestrador. Mas Jonas, mesmo confuso, ainda alimentava o fetiche da dominação. Assim, mesmo enquanto chupava César, virou-se na mesa, posicionando-se de joelhos sobre a boca de César. O 69 continuava, mas agora Jonas arremetia seu pinto com força na boca de César, enterrando-o até as bolas e fazendo César engasgar. Agora ele chupava o pinto de César com mais confiança, mas seu apetite voraz não se satisfazia com apenas aquilo. Com ambas as mãos, ele abriu a bunda de César, afastando as nádegas com dedos fortes, enquanto explorava o cuzinho arrombado com os dedos médios. Sua língua deslizou pelo membro de César e encontrou o saco. Com o desejo explodindo em todos os poros, Jonas lambeu as bolas, enquanto o cuzinho logo abaixo parecia chamá-lo para possuí-lo. Seu tsão era tanto que ele começou a foder com força, desabando o corpo sobre César a cada arremetida que dava. Sentia que seu pau, grande e grosso, atravessava a língua e os dentes de César, encaixando-se no fundo de sua garganta. César engasgava e tossia, mas era incapaz de escapar da investida violenta do seqüestrador. Sua boca nunca tinha sido fodida dessa forma e sua saliva escorria pelos lábios, enquanto tentava se controlar para não engasgar ou desmaiar por falta de ar. Jonas podia estar apaixonado, mas ainda era o bandido e estava acostumado a dar ordens. Por isso, enterrando fundo o pau na boca de César e segurando-o afogado embaixo de si, ele falou: - Já provei o que você queria, né? Agora vou foder você de novo! Virando-se na mesa, Jonas ergueu as duas pernas de César, pronto para fodê-lo. Mas, ao ver aquele cuzinho piscando em sua direção, sentiu a boca encher-se de água. Ajoelhado sobre a mesa, ele dobou as pernas de César, erguendo aquele cuzinho ávido até sua boca. Ele não sabia o que fazer, mas estava sendo atraído. Foi quando ouviu César dizer. - Me lambe... lambe meu cuzinho. Sem hesitar, Jonas começou a lambê-lo, enquanto César gemia,dizendo o quanto amava aquele homem. Excitado por ouvir aquelas palavras que misturavam-se entre palavrões e declarações de amor, Jonas entregou-se àquele novo prazer. Nem mesmo com as mulheres com quem saíra no passado havia feito uma cunete e nem sabia o nome que davam a isso. Mas o instinto prevaleceu. Deforma quase estúpida, ele enfiava a língua no cu de César, alargando-o com os dedos. Quando tirava a língua, abria aquele rabo com os dedos e olhava lá dentro, novamente caindo de boca, lambendo-o alucinado. César gemia e gritava, sentindo a barba mal-feita de Jonas machucando-o deliciosamente. A língua que penetrava dentro dele parecia imensa e ágil e o fazia mergulhar num torpor de êxtase como nunca havia sentido antes. Jonas, ainda guiado pelo instinto, parou de lamber e começou a sugar o cuzinho de César. - Ah, Meu Deus!!! O que você está fazendo?!?! Ai, socorro... soc... oh!!! César nunca tinha experimentado aquilo. Jonas sugava seu cu, puxando seu esfíncter para fora e mordendo-o com força, machucando-o.Ele sentia a barba rala roçar com força na bunda, deixando a pele irritada, ao mesmo tempo em que causava um arrepio e uma dor deliciosos. Jonas chupava com força, sentindo parte dos músculos anais de César penetrando-lhe a boca e mordendo-os com força, como se quisesse arrancar um pedaço. Aquilo deixou-o tão extasiado que seu pinto parecia querer explodir, clamando por ação. - Eu vou te foder! Repentinamente, ele ergueu-se e segurou as duas pernas de César no alto, penetrando-o de uma única estocada. O cuzinho, arrombado pelo sexo oral violento, recebeu a rola grossa com avidez, e César gritou com a dor bem-vinda. - Ah, meu macho!!! Fode, fode com força! Me machuca com essa rola enorme! Fode!!! Fode!!! Jonas se pôs em pé, quase enrolando César sobre si mesmo. Segurando-o pela cintura com o rabo para cima, ele socava com força, batendo a glande no fundo do cu de César, conforme descia com violência, enterrando firme o pau duro dentro do rapaz. - Você gosta do meu pau? – ele perguntou enquanto socava. - Eu amo...amo... – gemia César com os dentes trincados. - Então toma!!! Toma minha rola!!! – E Jonas socava com mais força ainda. - Me arromba... me deixa aberto, por favor... Jonas fodeu naquela posição por todo o tempo do mundo. Podia gozar a hora que desejasse, mas gostava de ouvir César pedindo mais, portanto, socava fundo e forte, apenas para ouvir os gemidos de prazer que o deixavam louco. Quando suas pernas não agüentavam mais, ele deitou-se atrás de César, ainda segurando uma de suas pernas para o alto. Apesar de estar cansado, seu pinto parecia agir por conta própria e continuava socando forte dentro de César. Este agora se masturbava velozmente, alucinado pela transa louca. Sabia que Bruno, seu companheiro, jamais o trataria dessa forma vulgar, maltratando-o e torturando-o com o pau. Mas isso era tudo que ele queria agora... Jonas subitamente agarrou a corda que estava ao alcance de suas mãos e passou-a pelo pescoço de César, como uma rédea para controlá-lo. Rindo com esse truque, ele pôs novamente seu lado sádico para fora, e apertou a corda em torno do pescoço de César, enquanto seu pau deslizava facilmente pelo cu agora arrombado. César nunca havia sido tratado daquela forma, mas estava adorando. Transar com aquele homem era fetiche puro!!! - Rebola, seu cavalinho safado! – disse Jonas – Rebola senão eu aperto essa corda mais ainda! Obediente, César rebolava e apertava o cu em torno do pinto de Jonas, pois sabia que estava aberto demais. A cada apertão de seus músculos, Jonas gemia de prazer. César arrebitava a bunda para trás, engolindo o pinto grosso de Jonas, até sentir que corda afrouxara em seu pescoço. Tomando a iniciativa, César revirou na mesa até ficar sentado sobre Jonas. Suas pernas ainda estavam fortes, de modo que ele começou a subir e descer sobre a tora intumescida, caindo até enterrá-la toda dentro de si. Depois, ele apoiou-se nos braços, rebolando sobre Jonas com vontade, alargando ainda mais seu cu já arrombado. - Você é um puto, safado! – Jonas gemia – Rebola, rebola gostoso! César obedecia, mesmo sabendo que rebolaria de qualquer forma. Mas gostava de ouvir as ordens de ‘seu macho’. Rebolando, ele sentiu que não suportaria mais segurar o orgasmo. Quando se preparou para dizer a Jonas que iria gozar, ele ouviu a voz do seqüestrador: - Mais rápido!!! Rebola mais rápido!!! César obedeceu e o grito do orgasmo de Jonas encheu a casa. Aquela voz máscula e grossa atingiu-lhe em cheio e ele sentiu a camisinha dentro de si enchendo-se de porra quente. Aquele homem podia gozar quantas vezes quisesse, e sempre sairia um rio de porra para seu prazer... Então ele mesmo gozou, ainda sentado e rebolando sobre seu algoz apaixonado. Gemendo fracamente, seu orgasmo parecia insignificante diante do gozo explosivo de Jonas, mas só ele sabia o quanto estava morrendo de prazer naquele momento. Satisfeito, César desencaixou a rola ainda dura de dentro de si e caiu de joelhos sobre a mesa. Jonas, ainda deitado, resfolegava cansado. Deitando-se ao lado do seqüestrador, Cear beijou-o e disse: - Você é o homem da minha vida... Queria ficar com você para sempre... - Ora, fica quieto... – Jonas gemeu. - Mas você não me ama? Quer dizer... você disse que provaria, e provou... - Provei que te amava só porquê chupei teu pau? - Pensei que isso fosse uma prova... - ‘Isso’ é uma prova... – e Jonas revirou-se na mesa e abocanhou o pinto gozado de César, lambendo sua porra, bebendo-a, gota a gota, provando, pela primeira vez, o gosto do sêmen. César, sem acreditar que aquele homem ali, chupando seu pau, era o mesmo que o havia dopado e amarrado, não sabia mais o que pensar da vida. Apenas sabia, no íntimo, que até então, ele nunca havia sentido atração por homens e agora entregava-se a todos os prazeres do sexo gay. “O que está acontecendo aqui? – pensou César, agora com a cabeça fria – Será que esse homem seria capaz de me matar? O que pode acontecer se eu tentar fugir?”


Capítulo 17
Apesar de toda dor que sentia no coração, Bruno não podia deixar de trabalhar. No entanto, havia transferido a maior parte de suas responsabilidades para casa, de onde podia acompanharas investigações de Durão e permanecer em contato com o detetive. Durão... a figura do detetive assomou em seus pensamentos. O que ele havia feito no dia anterior? Bêbado, entregara-se ao detetive, como nunca fizera com outro homem. Apesar do arrependimento, a lembrança causou uma ereção incontrolável e Bruno não conseguiu mais se concentrar no trabalho. Tomando o resto de suco que havia no copo, ele fechou o palm-top onde trabalhava e ergueu-se, espreguiçando-se, olhando para a paisagem que cercava sua casa. Nada daquilo tinha sentido sem César ao seu lado... Seu amado César... Não conseguia ficar em casa sem que a lembrança do amado lhe viesse à cabeça, então, decidiu dar uma volta no Parque da Cidade. Assim poderia, talvez, espairecer a mente. Apesar de morar próximo ao parque, Bruno nunca tinha-o conhecido. Agora, porém, esse desejo surgiu e era uma boa ocasião para tentar relaxar. O caso estava em boas mãos e ele não podia fazer mais nada... Carlos já havia saído do trabalho no bar. Porém, ao invés de ir direto para o cativeiro, decidiu dar uma volta no Parque da Cidade. As lembranças da loucura que fizera, entregando-se ao parceiro no dia anterior, tomavam-lhe a mente, causando uma excitação que não podia controlar. Sabendo que o parque tinha freqüentadores que ‘caçavam’ em plena luz do dia, decidiu dar uma volta antes que escurecesse, assim, poderia encontrar alguém com quem descarregar o tesão acumulado. O parque estava vazio, apesar do sol e do calor, o que decepcionou Carlos. Em uma das trilhas usadas pelos praticantes de cooper, ele sentiu vontade de urinar e encostou-se em uma árvore, tirando o membro para fora e respirando aliviado enquanto seu mijo aguava as plantas ao redor. Foi quando ele viu alguém aproximando-se à distância. “Que sorte a minha! – pensou ele – Tomara que seja alguém disponível... Mas o quê!” Estarrecido, ele reconheceu o amigo Bruno, que vinha em sua direção, absorto em pensamentos. “Esse filho da puta está caçando no parque!” Bruno nem imaginava que havia ‘cassação’ no parque. Com a cabeça baixa, ele caminhou em direção de Carlos, sem se dar conta de sua presença até que se aproximou dele. Carlos, ainda com o membro para fora, viu Bruno passar direto por ele, ignorando-o. E decidiu que não deixaria passar essa chance. - Hey, Bruno! – ele gritou. Bruno virou-se, surpreso, ao ver o amigo no parque. - O que está fazendo aqui? – Carlos perguntou, com certa malícia na voz. - Saí para dar uma volta... – respondeu Bruno, desanimado. - Sei... – Carlos fechou o zíper e aproximou-se do amigo – E aqui é lugar para passear? Bruno não entendia por que o parque não podia ser o lugar certo, e apenas deu de ombros. - Eu esperava encontrar qualquer pessoa aqui, menos você... – Carlos falou. - Bem, ainda bem que fui eu, né? Agora podemos ficar juntos. Carlos interpretou aquela declaração como queria. Mergulhado no desejo de encontrar alguém para uma transa rápida, a presença de Bruno mais do que compensava suas expectativas. Sabia que o amigo tinha uma ferramenta imensa e uma bunda gulosa, porquê, nas trocas de segredo com César, o amigo havia dito muitas coisas para ele. - É claro que vamos ficar juntos... – respondeu. Então, ele puxou Bruno para si, agarrando seu braço. Surpreso, ele viu que o amigo oferecia resistência. “Ah, então vamos brincar!” – ele pensou. Puxando Bruno mais para perto, ele passou a mão pelo pescoço do amigo. - Carlos, o que você está fazendo? – disse Bruno, repelindo-o com os braços. - Hey, nós dois estamos aqui... vamos nos divertir. - Do que você está falando? Alguém pode aparecer! - Se alguém aparecer, será pra fazer parte da festa! - Mas, nós dois... não podemos... - Podemos sim! – e, dizendo isso, Carlos puxou Bruno mais ainda, colando sua boca a dele, num ardoroso beijo. Bruno tentou resistir, mas estava enfraquecido pela tristeza e pelo tesão reprimido de seus pensamentos com o detetive. Em alguns segundos, ele deixou de oferecer resistência e entregou-se aos beijos de Carlos. E, um minutos depois, já correspondia aos beijos, cruzando sua língua com a língua ávida do amigo. Bruno nunca havia sequer pensado em ficar com o amigo Carlos. Mas agora, enquanto suas bocas se cruzavam num tesão crescente, uma névoa desceu sobre seus pensamentos, e ele entregou-se de corpo e alma à ocasião. Carlos sentiu seu ponto enrijecer dentro da bermuda e começou a desabotoá-la. Seu pinto pulou para fora com força, duro como pedra, cheio de tesão pelo amigo. Bruno sentia que não podia escapar daquele desejo repentino. Beijando Carlos com vontade, ele sentiu o amigo desabotoando sua calça. Quando sua mão desceu para apertar a bermuda de Carlos, encontrou o pau já rijo, pronto para a aventura. Apertando-o com um gemido de desejo, ele olhou para baixo. O pinto de Carlos apontava para cima, convidando-o ao prazer. - Desce... – Carlos gemeu – Fica de joelhos e chupa, vai... Bruno obedeceu. Caindo de joelhos na grama do parque, ele abocanhou-o, sugando com vontade enquanto se livrava das próprias roupas. Carlos arrancou o boné e a camisa, jogando-os de lado e deixou a bermuda e a cueca escorregarem pelas pernas. Bruno só parou de chupar para tirar a camisa, enquanto descia sua calça e a arrancava, deixando-a no amontoado de roupas ao lado. - Ah, você chupa bem... chupa gostoso... – sussurrou Carlos. Bruno respondia com gemidos, babando enquanto chupava. - Eu quero mais... – falou Carlos, virando-se de costas e oferecendo a bunda para Bruno – Me chupa mais... Bruno enterrou o rosto entre as nádegas de Carlos, passando a língua pelo cuzinho depilado do amigo, arrancando gemidos que ressoavam nas árvores ao redor. Carlos gemia, extasiado, percebendo o tesão reprimido que tinha pelo amigo aflorar repentinamente. Coberto de desejo, Carlos viu que o amigo ainda estava de cueca. Ele queria, mais do que tudo, ver com os próprios olhos aquele pinto imenso que César dizia haver sob aquela cueca. Ajoelhando-se de frente para Bruno, ele voltou a beijá-lo, abraçando-o e fazendo-o deitar-se na relva, com os corpos cruzados. Quando segurou firme o elástico da cueca e abaixou-a, ficou surpreso com o tamanho do membro do amigo. Sua boca encheu-se de água. Ele queria, precisava, experimentar aquela tora... Bruno beijou-o, agora incapaz da inconsequência de seus próprios atos. Sentiu a mão de Carlos segurando firme seu pau e pulsou-o firme, mostrando seu tesão. Carlos desceu lambendo o peito de Bruno, enquanto este gemia com a língua que percorria seu corpo. Segurando firme na rola de Bruno, Carlos enfiou-a na boca, sugando-a com força e vontade. Bruno olhou para os lados, certificando-se de que ninguém estava vendo aquele espetáculo erótico ao ar livre. Fechou os olhos e jogou a cabeça para trás, entregue aos delírios proporcionados pelo amigo. - Ah, Carlos... Que tesão... Que boca gostosa... Carlos não respondia. Atarefado com o instrumento de Bruno, ele tentava colocá-lo todo na boca, mas era impossível, pois era grande demais. Ele chupava com desejo crescente, vendo sua própria saliva descer pelo corpo cavernoso repleto de sangue, que pulsava no fundo de sua garganta cada vez que o engolia. Sedento de prazer, Carlos passou mais de dez minutos mamando em seu amigo, até sentir a baba que escorria do pinto duro e grosso enchendo-lhe a boca com o gosto do prazer. Agarrando o pau de Bruno com força e erguendo-se até encostar os lábios na orelha do amigo, ele sussurrou: - Quero você dentro de mim... - Vai ter... - Quero tudo... Quero ele inteiro dentro de mim. Bruno agarrou as pernas de Carlos e jogou-as sobre seus ombros, deixando o cuzinho do amigo voltado para o alto. Ele encostou seu imenso instrumento na entrada que pedia por ele, piscando de desejo, e empurrou-o lentamente. Carlos sentiu-se dominar pelo maior dos delírios. Cada centímetro que lhe era introduzido fazia-o subir e descer do céu. Parecia que aquele pinto jamais chegaria ao fim. Bruno empurrava devagar, sentindo os músculos apertados do amigo, enchendo-se de tesão por comer um cuzinho tão apertado. Ele empurrou até o fim, colando seus pêlos na bunda do amigo e ouvindo os gemidos de prazer que ele soltava. Então, começou a mover devagar o pau dentro dele, entrando e saindo, entrando e saindo, cada vez mais rápido. Os gemidos de Carlos aumentaram e, logo, podiam ser ouvidos à distância. Ele ao se importava se alguém pudesse ouvi-lo e parecia que Bruno também não. Virou-se devagar, sem tirar o pau do amigo de dentro dele, e postou-se de quatro, sentindo as estocadas cada vez mais rápidas ferindo-lhe as entranhas de prazer, elevando-o ao mundo sórdido do pecado. Por alguns instantes, Carlos arrependeu-se do que estava fazendo com o amigo, seqüestrando seu marido. Mas o arrependimento passou quando Bruno segurou-o pela cintura, colocando-o em pé de um único puxão, sem tirar o pinto de dentro dele em nenhum momento. Carlos agarrou-se ao tronco de uma árvore, enquanto sentia a rola de Bruno penetrando-lhe rapidamente, deixando-o cada vez mais arrombado. Bruno, ao ver que agora a penetração estava mais fácil, puxava o pinto para fora, quase tirando-o, e depois empurrava de volta, segurando firme na cintura de Carlos para não deixá-lo escapar. Para Carlos, era como se um bate-estacas estivesse dentro dele, dominando-o com um prazer incrível. Ele começou a se masturbar, sentindo que não resistiria por muito mais tempo. Bruno, ao ver que o amigo buscava o orgasmo, acelerou seus movimentos, e agora seu pau entrava e saía do cu do amigo, trazendo uma nova onda de prazer para Carlos. O tesão era tanto que Carlos sentiu suas pernas fraquejarem. Bruno sentiu que o gozo estava chegando e soltou a cintura de Carlos, vendo-o cair e rolar no chão, ainda se masturbando. Arrancando a camisinha, ele ajoelhou-se entre as pernas de Carlos, punhetando seu membro imenso. O gozo dos dois chegou ao mesmo tempo e os gemidos de prazer transformaram-se em gritos de orgasmo quando a porra jorrou de ambos os pintos sobre a barriga de Carlos. Os jatos de Bruno espalharam-se pela barriga e peito de Carlos, misturando-se com a porra do amigo. Exausto, Bruno sentou-se ao lado de Carlos, sem se preocupar com sua nudez. Aquele encontro imprevisível havia sido alucinante, mas agora, com o tesão extravasado, uma ponta de arrependimento assomava em seu coração. “O que eu estou fazendo? Em dois dias, já transei com dois homens! Eu devo estar louco!” Já Carlos pensava além do prazer: “Hummm, que transa incrível! É claro que, agora, ele também ficou nas minhas mãos... Bruno jamais deixará que César saiba do que aconteceu aqui. E esse segredo pode valer algum dinheiro...”


Capítulo 18
Vou deixar você desamarrado um pouco... – falou Jonas, deitado ao lado de César sobre a mesa de bilhar. - Obrigado... – balbuciou César, ainda exausto com a trepada. - Se eu tivesse conhecido você em outras circunstâncias... – falou Jonas, mais para si próprio do que para César – A gente poderia ter se dado bem. César olhou de relance para o seqüestrador: - Nós estamos nos dando bem. – ele pensou bem e disse – Eu... abandonaria Bruno... se você não tivesse me seqüestrado. Jonas apoiou-se no cotovelo, encarando César: - Tá falando a verdade? - Estou... - Só por causa de uma trepada... - Não foi por isso... você... é diferente... provou que gostava de mim. - Provei mesmo... – refletiu Jonas – Eu nunca, nunca, havia transado com um homem antes. - Acredito nisso. - Mas eu não sou gay! César olhou quase com pena para Jonas. Era tão difícil assumir sua própria sexualidade. Ele sorriu e disse: - É claro que não é. Por isso me apaixonei por você. - Sério? – Jonas parecia aliviado. - É, sim. – Adoro um macho. Debruçando-se sobre Jonas, César começou a beijá-lo, acariciando seu membro flácido enquanto explorava sua boca com a língua. Ele sentiu o pinto ficar rijo sob seu toque, endurecendo cada vez mais. Jonas deitou-se novamente, apoiando a cabeça no braço e fechando os olhos para aproveitar mais aquele prazer. César desceu a boca para seu pescoço, lambendo a barba rala de Jonas. Depois desceu para o peito,chupando seus mamilos e lambendo seu peito, enquanto sua mão segurava firme o pinto agora duro como pedra. César encontrou o ‘caminho da felicidade’ e lentamente desceu com a língua, lambendo os pêlos de Jonas. O seqüestrador gemia e sussurrava palavras que só ele conseguia ouvir. Suas mãos conduziam César para baixo, empurrando sua cabeça ao encontro do membro duro, que clamava por novos prazeres. César abocanhou o pau de Jonas, chupando-o lentamente, enquanto sua língua tentava penetrar no pequeno caminho da uretra, elevando o êxtase de Jonas. Segurando o pinto para o alto, César começou a lamber o saco do seqüestrador, colocando ambas as bolas dentro da boca e chupando-as quase ao ponto de causar dor. Jonas delirava a ponto de esquecer tudo. Queria apenas aproveitar aquele momento ao lado daquele homem misterioso, que o fazia sentir coisas que nenhuma mulher conseguira antes. A língua de César percorria sua uretra quase da cabeça até abaixo do saco, coisa que ele nunca havia experimentado antes. Mas,quando César elevou suas duas pernas, segurando-as dobradas, ele assustou-se: - O que você está fazendo? - Relaxa... você vai gostar. - Mas o quê... oh!!! Ahn!!! A língua de César agora lambia seu cu virgem velozmente. Aquilo era uma loucura e Jonas imaginou que não podia sentir prazer com aquilo.Mas a verdade era diferente do que imaginava. - Cara... que loucura... Ohhh!!! Meu Deus... César trabalhava rapidamente. Sua língua trabalhava freneticamente, traçando círculos em torno do cu de Jonas, vez ou outra penetrando levemente no músculo apertado. As pernas de Jonas relaxaram e César grudou sua boca naquele novo êxtase, sugando-o. Jonas não sabia o que dizer. Tinha medo de mostrar o seu delírio, mas, ao mesmo tempo, queria gritar e dizer que aquela sensação era demais para ele. César sabia disso, pois conhecia a insegurança dos virgens. Por isso, não dizia nada, apenas chupava aquele cu delicioso, preparando-o para novos prazeres. Levou o dedo até a entrada apertada, alisando-a, ao mesmo tempo em que forçava a entrada. Jonas, retesando-se, gemeu: - Não... Isso não... - Sshhh... – fez César – Você vai gostar... - Não! Eu não quero, eu...ahn... ah! Jonas não completou sua sentença. Enquanto falava, o dedo de César deslizou para dentro do seu cu, encontrando e massageando sua uretra. A cada movimento do dedo penetra, Jonas sentia seu pau pulsar, como se estivesse prestes a gozar. Aquilo era tão novo para ele! César sabia como fazer a coisa sem causar dor. Seu dedo movia-se velozmente, levando Jonas a delirar deitado na mesa. - Meu Deus... Meu Deus!!! – Jonas não queria admitir, mas aquela sensação era tão prazerosa quanto foder um cu! César agarrou uma camisinha que estava ao lado e, sem parar de lamber Jonas, abriu o envelope. Quando se pôs ajoelhado e começou a desenrolar a camisinha em torno do seu pau, Jonas arregalou os olhos, assustado: - O que você está fazendo? Não vai pensar que... Mas César calou-o com um ardente beijo, explorando sua boca e levando até Jonas o gosto do próprio rabo. Devagar, para não assustar Jonas, ele voltou a penetrá-lo com o dedo, enquanto seus beijos traziam um efeito calmante ao rapaz. César sentiu que Jonas relaxava novamente e, lentamente, apontou o membro para a entrada do cu virgem e começou a forçar passagem. Os gemidos de Jonas foram sufocados pelos beijos ardentes de César. Por um momento, o seqüestrador abriu os olhos em pânico, ao sentir a cabeça inchada de César penetrando dentro dele, causando uma dor repentina, mas que logo se desvaneceu. Ele queria dizer “Pare!”, mas não podia falar nada, calado pela boca de César. Aos poucos, César empurrou seu pau para dentro de Jonas, alisando sua bunda e abrindo suas nádegas com as mãos, relaxando a passagem forçada. Nunca havia experimentado um cuzinho tão apertado assim, e o tesão aflorou ainda mais ao sentir sua pele grudando à pele do seqüestrador. Estava todo dentro dele e continuava a beijá-lo. Lentamente, ele começou a mover-se. Bem devagar, para não causar dor a Jonas. O seqüestrador relaxou seus músculos e a dor desapareceu repentinamente. Ele apoiou as pernas nos ombros de César e segurou em seus pulsos, seus gemidos afogados pelo beijo. César parou por um instante e olhou Jonas nos olhos: - Está tudo bem? Jonas apenas balbuciou: - Continua... não para... César continuou. Aos poucos, acelerou seus movimentos, vendo nos olhos do seqüestrador o prazer que sentia. Apoiado apenas nas pontas dos pés, César agora arremetia para dentro de Jonas com mais rapidez. O seqüestrador apenas segurava em seus pulsos, às vezes mordendo a língua e às vezes gemendo extasiado. César abaixou-se novamente para beijá-lo e sentiu os braços de Jonas enlaçando seu pescoço. Devagar, ele puxou Jonas para cima, invertendo a posição. Ele sentou-se na mesa e depois deitou.Jonas, de repente, se viu ajoelhado sobre César, o pau ainda pulsando dentro dele. Ele sabia que, se escapasse, provavelmente não conseguiria resistir à outra penetração. Então, devagar, ele desceu sobre o pau duro de César, apoiando a mão em sua coxa enquanto descia lentamente, sentindo cada centímetro penetrá-lo. Fechando os olhos, ele entregou-se àquele prazer, gemendo e falando palavrões, mas, sem admitir, em nenhum momento, o prazer que sentia. Quando sentou no colo de César, percebendo que o pau estava agora todo dentro dele, ele começou a subir e descer, e descobriu que, masturbando-se, a coisa se tornava mais prazerosa ainda. Sem perceber, ele acelerou seus movimentos, enquanto o homem embaixo dele apenas encarava-o com olhos famintos, atiçando-o: - Mais rápido, meu macho... mais rápido. Jonas subia e descia com febre. Cada estocada que sentia dentro dele o elevava a novos horizontes de prazer. César agarrou as nádegas de Jonas, abrindo-as ainda mais, facilitando a penetração. Jonas, novato na arte do passivismo, não sabia o que fazer, mas o desejo o levou a inclinar-se e beijar César. Suas bocas grudaram-se num êxtase mútuo, enquanto ele continuava a subir e descer. Segurando a bunda de Jonas grudada a ele, César ensinou-o a rebolar, movendo seu corpo para os lados. Jonas captou o desejo de César e começou a rebolar sobre seu pau. Apenas os gemidos dos dois enchiam o cativeiro, denunciando seu prazer. César desvencilhou-se do beijo, murmurando no ouvido de Jonas. - Agora sim, você provou que me ama... - Safado você. – respondeu Jonas, ainda rebolando sobre César. - Mas não sou... - Eu sei... eu sei... – interrompeu César – Agora rebola mais! Rebola e me faz gozar! Jonas cedeu. Rebolando mais e mais, ele viu quando César retesou o corpo, pronto para gozar. Sem que precisassem lhe ensinar, ele apertou o cu em torno do pau de César, vendo em seus olhos que fizera aquilo que ele desejava. O grito de César ecoou no cativeiro e Jonas sentiu a camisinha dentro dele enchendo-se de porra. Desabando sobre César, ele deitou o corpo para trás, apoiando-se na mesa, e masturbou-se o mais rápido que podia. O orgasmo veio como um tsunami, varrendo todas as suas sensações para longe. Naquele momento, a única coisa que sentia era a explosão de sua porra sendo despejada sobre César. - Ai caralho!!! – gritou ele, enquanto seus jatos se esparramavam pelo peito abaixo do seu corpo. César percebeu que nunca havia tido um orgasmo desses com Bruno. Levando sua mão até o peito, ele espalhou a porra de Jonas pela sua pele, depois lambeu os dedos, olhando para o seqüestrador com olhos de tarado. Jonas saiu de cima de César. A confusão que sentia não o deixava pensar direito. Aquilo havia sido extasiante, mas estava errado. Ele não era gay. O que aquele filho da puta estava fazendo com ele? - Adorei... – gemeu César. - Cala a boca...- rosnou Jonas. - Ora, tenho certeza que você gostou... - Já mandei calar a boca! Você não sabe de nada! - Sei que teu cuzinho é delicioso!!! Jonas explodiu ao ouvir aquilo. Pegando César pelos cabelos, arrastou-o de volta para o colchonete, amarrando-o novamente. - Pensei que você me amasse! – protestou César. Mas Jonas estava confuso, e respondeu simplesmente: - Eu estava enganado... Você me enfeitiçou! Eu não sou assim!!! César ia protestar novamente, mas a mordaça foi colocada em sua boca, mais apertada do que estava antes. Jonas, ainda nu, foi até onde estava a garrafa de uísque e encheu o copo, bebendo o conteúdo de um único gole. Seus olhos fuzilavam César, que não conseguia compreender a reação do seqüestrador. “Eu devia ter aproveitado para fugir” – pensou – “Mas agora é tarde... O que será que está se passando na cabeça dele?” Ele não sabia a resposta, mas o que ouviu não deixou-o mais tranqüilo: - Está na hora de pedir seu resgate... – falou Jonas, pegando um telefone celular nas mãos.


Capítulo 19
Enquanto isso, no parque, Bruno descansava ao lado de Carlos, satisfeito com a transa de última hora. Não havia saído de casa para aquilo. Suas intenções eram apenas espairecer um pouco e livrar-se do sentimento cáustico de insegurança que assomava dentro dele cada vez que pensava no que poderia estar acontecendo com César. - Não imaginava que você fosse tão delicioso... –falou Carlos, nu, ao seu lado. - Eu também fiquei surpreso com você... – respondeu Bruno, alisando o peito do amigo. Mas o que nós fizemos foi loucura... - Não, não foi... respondeu Carlos – E, se você acha que foi loucura, é melhor enlouquecer de uma vez - O que você está dizendo? - A brincadeira ainda está na metade. Eu ainda quero você... Num rompante, Carlos agarrou Bruno, beijando-o com ardor, enquanto sua mão deslizava para a bunda carnuda do amigo, apalpando-a. Bruno sentiu o calor do beijo tomando-lhe de assalto e tudo o mais perdeu o sentido novamente. - Eu quero comer você... – falou Carlos em sua orelha. - Quer?.. - Sim... é o que mais quero. Mordendo a orelha de Bruno, Carlos deu dois tapas na bunda grande e gostosa, alisando-a e abrindo-a com os dedos,encontrando o cuzinho que piscava de tesão. - Vira pra mim... quero ver essa bunda... Bruno virou-se, se apoiando na mesma árvore em que Carlos se apoiara quando o fodeu. Sentindo os dedos do amigo abrindo-lhe a bunda, suspirou de tesão, olhando ao redor para certificar-se de que não estavam sendo observados. Carlos, diante daquela bunda deliciosa, sentiu seu pinto enrijecer como pedra. Ajoelhou-se e começou a lambê-lo com a língua ávida, enquanto Bruno ajudava-o a abrir a bunda, sentindo a língua quente percorrendo seu cu com tesão crescente. Carlos mergulhou o rosto entre as nádegas de Bruno, mordiscando sua bunda ao mesmo tempo em que dava tapas fortes, deixando-a vermelha. - Fica de quatro pra mim... Bruno escorregou até a grama, empinando a bunda para o amigo, enquanto este colocava a camisinha no pau. Quando sentiu o pinto de Carlos entrando dentro de si, Bruno escondeu o rosto no braço dobrado ao chão, sufocando os gemidos de dor e prazer que lhe vinham à boca. Ainda assim, arrebitou mais ainda a bunda, pedindo, através de suas ações, que o amigo enfiasse mais fundo. Carlos, ajoelhado atrás de Bruno, enfiou todo seu membro em Bruno, agitando-se dentro dele com força, tomado de súbito tesão. - Ai... me fode gostoso, Carlos! Enfia tudo... enfia... Carlos arremetia dentro de Bruno com força crescente, vendo o amigo entregue ao prazer. Suas mãos estalavam nas nádegas fortes de Bruno, com tapas ardidos. Bruno apertava o cuzinho com força, arrancando gemidos de Carlos a cada estocada que recebia. Carlos, por sua vez, abria-o com os dedos, forçando a passagem, enquanto falava: - Safado... safado filho da puta... toma vara, toma... - Me dá... me dá vara, tesão! Carlos segurou-o pela cintura, movendo-se com velocidade. Bruno apertou os olhos, entregue ao êxtase, sentindo o membro duro do amigo rasgando-lhe a carne. Aquilo era loucura. Carlos agarrou Bruno e virou-o de um único golpe com as pernas para o alto, enfiando novamente o membro dentro do cu já arrombado de Bruno. Segurou suas canelas para o alto e estocou com força, quase alucinadamente. Cada gemido que Bruno soltava fazia-o estocar mais e mais... Queria matar o amigo de tesão. - Meu Deus... que delícia! – gemeu Bruno. - Quer mais? - Mais... mais... Soltando uma das pernas de Bruno, que despencou ao lado do corpo, Carlos manteve a outra perna no alto e, com a mão livre, segurou firme no queixo do amigo, obrigando-o a encará-lo: - Toma rola, toma... Pede mais, vai! - Mais... – balbuciava Bruno – Enfia mais... quero tudo! Carlos enfiava e tirava o pinto de dentro do amigo, olhando dentro do seu cu cada vez que tirava o membro. Era uma sensação deliciosa e ele sentiu que o gozo estava chegando. Introduziu tudo de uma estocada e com a própria mão começou a masturbar Bruno. A sensação da pica imensa na sua mão causou-lhe um tesão maior ainda e ele ouviu Bruno dizer num sussurro: - Mais rápido, eu vou gozar... Ele acelerou seus movimentos e a punheta ao mesmo tempo. Quando o gemido estrangulado de Bruno veio-lhe à boca, Carlos apertou seu pau na base, sentindo a porá percorrer o caminho que levava à explosão do orgasmo. Vendo o sêmen jorrar do pau de Bruno, ele não se conteve e explodiu: - Caralho!!! Caralho!!! Despejou sua porra dentro de Bruno, estocando forte a cada jato que chegava. Seus gritos misturaram-se aos gritos do amigo na mata aberta, e ele desabou ao lado deste, resfolegando de cansaço. Deitados um ao lado do outro, ambos não tinham o que falar. Bruno recuperou-se e, já de pé, preparou-se para vestir suas roupas quando ouviu o celular tocando no bolso da calça. Agachando-se para pegar o aparelho, ele viu no visor um número desconhecido. - Alô... – disse ele. De repente, Carlos viu seu semblante mudar e a cor desaparecer do seu rosto. Sabia o que estava acontecendo, mas tinha que fingir ignorância. Quando Bruno desligou o aparelho, encarou Carlos com olhos assustados: - O que aconteceu? – perguntou Carlos. - Eram os seqüestradores. Eles pediram o preço do resgate... - Tenha calma... – falou Carlos. – Você vai vê-lo de volta... Só precisa pagar o preço. - Esse é o problema. Eles estão pedindo mais do que eu imaginava... - Acho que preço nenhum vale uma vida... –Carlos arrematou sabiamente. - O que eu vou fazer... - Tenho certeza que vai dar um jeito. – Carlos, ainda nu, abraçou Bruno pelas costas e encarou o horizonte, uma sombra de sorriso desenhada nos cantos da boca. “Isso mesmo, Jonas, você fez direitinho.” – pensou, sórdido.

Capítulo 20
Durante toda a noite, Jonas permaneceu acordado, incerto sobre tudo que sentia. O que fizera na noite anterior parecia algo impossível para ele. O medo de tornar-se gay era como um ladrão que chega à paisana, assustando-o. Ele se revirava na cama, vez ou outra olhando para César, que dormia um sono profundo, sem se dar conta de sua existência. Nem parecia o sono de alguém que havia sido seqüestrado. Seus pensamentos eram confusos. Algumas vezes, ele achava que seria capaz de matar César para manter em segredo a transa de algumas horas atrás. Outras vezes, ao relembrar o fato, tinha ereções tão violentas que sentia necessidade de masturbar-se. Mas jamais, jamais, bateria um punheta imaginando-se passivo de alguém. Quando dormiu, foi assaltado por sonhos eróticos, onde ele transava loucamente com César. No primeiro sonho, ele engasgava-se enquanto chupava o pau de César, gemendo de tesão e puxando suas pernas para engoli-lo mais e mais. . Em outro, ele era um passivo afeminado e César era um homem gigante, que o submetia aos seus desejos. Em outro sonho, ele estava coberto de maquiagem, enquanto seus amigos de infância riam dele, todos com o pinto para fora, masturbando-se e tentando penetrar em sua bunda descoberta. Por fim, ele sonhou que gritava de forma escandalosa enquanto um bando de homens o estuprava e gozava em sua cara. Foi então que acordou. O sol já havia nascido. Ele se pôs em pé e esfregou o rosto, aturdido com os sonhos – ou pesadelos – da noite. Nu, ele caminhou até onde César dormia e tirou a corda que o prendia ao colchonete. Ao inclinar-se sobre César, seu pau roçou no rosto do rapaz, e isso trouxe-lhe as lembranças do dia anterior, quando transara loucamente com ele. Não queria pensar nisso, mas seu membro não reagiu como queria. Ao sentir o toque da pele de César, ele endureceu. Disposto a não ceder à tentação, ele afastou-se até o banheiro, onde lavou o rosto. Mas, então, os gemidos de César chamaram sua atenção. Ele voltou e encontrou César olhando-o, ainda amordaçado e gemendo. Tirando a mordaça, ele perguntou: - O que você quer? - Preciso ir ao banheiro. Jonas levou-o até o banheiro, desamarrando-o, e esperou do lado de fora, ouvindo enquanto ele usava o banheiro e tomava uma ducha. Quando César saiu, algum tempo depois, estava de banho tomado. Encarou Jonas nos olhos e perguntou: - Você vai me amarrar de novo? Sua voz era tão sedutora que Jonas ficou sem resposta por alguns segundos. - É claro que vou... - Que bom... Aquilo surpreendeu Jonas: - Como assim, ‘que bom’? - Gosto de ser possuído quando você me amarra. - Tá de brincadeira comigo, é? - De jeito nenhum. – respondeu César, mais sedutor ainda, desviando os olhos para o pau de Jonas, que começava a endurecer. - Quero você de novo... - Nunca! – rosnou Jonas – O que fiz ontem... - Quero chupar teu pau... quero engolir ele inteiro. Jonas gaguejou. Seu pau crescia a cada segundo. Sabia que não iria resistir àquela voz. - Não vou te chupar... – ele falou, sem muita segurança. - É claro que não!!! – respondeu César – Você é meu macho... Eu é que vou chupar você... E depois, quero você dentro de mim... o dia inteiro... Aquilo foi o basta para Jonas. Agarrando César pelo pescoço, ele o levou até a mesa de jogos, sentando-se em cima dela e puxando César com força em direção ao seu pau. César abocanhou-o de uma vez só, sentindo a glande inchada penetrando até o fundo de sua garganta. - Você quer chupar, filho da puta?!?! – gritou Jonas – Vai chupar até as bolas!!! Jonas forçava a cabeça de César ao encontro de seu corpo com violência, fazendo verter lágrimas nos seus olhos, enquanto ele tossia e engasgava. Para César, aquilo era sexo de verdade. Adorava ser dominado por Jonas e seu pau pulsava só de ser tratado dessa forma violenta. Jonas comportava-se como um brutamontes perverso, e isso o excitava mais do que o normal. Apesar de ser forçado a chupá-lo, César engolia o mastro imenso, fazendo-o descer até a garganta, enquanto sua saliva e suas lágrimas escorriam pelo rosto. Seu pau, duro como pedra, era o sinal de que seu prazer residia no corpo de Jonas, fosse como fosse. - Você é um puto! Seu safado! Chupa gostoso essa porra!!! Largando a cabeça de César, ele inclinou-se para trás, vendo com olhos de maníaco o trabalho sendo feito em seu pau. Adorava dominar este sujeito, e agora sentia sua masculinidade voltando à toda. - Vou te mostrar o teu lugar... Chupa! Chupa até eu gozar, seu safado! Era exatamente o que César queria. Sua boca sugava o membro grosso, enquanto sua língua traçava círculos em torno da glande inchada e seus dedos massageavam o saco grande e flácido. Os minutos passaram sem que nenhum dos dois percebesse. Só a voz de Jonas era ouvida, falando palavrões e dando ordens para que César o chupasse mais e mais. - É assim que eu gosto... bem puto! Aos meus pés... Lambendo meu saco, chupando meu pau! Isso putinho! César não havia se incomodado com a reação violenta de Jonas na noite anterior. Sabia, por experiência própria, a dificuldade em ter que se assumir. Quanto mais tarde, mais dificultosa era a situação. Mas nada disso importava agora. Só o que importava era o pinto que ele chupava e chupava, sentindo a baba que escorria para dentro de sua boca. Lentamente, quase sem querer, a mão de César escorregou entre as nádegas de Jonas. Seus dedos movimentaram-se devagar, alisando as bordas do cu, cuja virgindade havia retirado na noite anterior. Ao encostar, sentiu receptividade de parte de Jonas. Quando sentiu os dedos de César, Jonas pensou em protestar, mas sabia o quão gostoso era aquilo. “Que se foda!”, ele pensou. Aproveitando a boca gulosa que o sugava, Jonas relaxou, certo de sua masculinidade, certo de que o que acontecera antes havia sido apenas um deslize e não voltaria a acontecer. Assim, estava relaxado quando sentiu que a explosão do gozo se aproximava. Sem avisar, ele despejou toda sua porra na boca de César e ficou surpreso quando percebeu que o rapaz sequer titubeara em engolir cada jato que despejava. - Ahhh!!! Hummm... – Jonas sentia sua porra sendo engolida e as últimas gotas sendo sugadas de dentro dele. Foi então que percebeu os dedos de César saindo de dentro dele. “O quê!” – pensou, surpreso. César o havia penetrado durante o orgasmo, com seus dedos ágeis, e ele nem percebera aquilo! Como podia ser? Antes que pudesse dizer qualquer coisa, César subitamente beijou-o, levando até ele o gosto de sua própria porra. Ele retribuiu o beijo, sentindo o gosto que ele próprio despejara na boca de César. Agarrando-o pelo pescoço, ele enfiou sua língua na boca ávida, ainda teso e pronto para mais. Um gemido vindo de César mostrou que ele também estava gozando. Sua porra espirrou na perna de Jonas e escorreu até o joelho. Ele adorava a sensação de fazer outra pessoa gozar assim! César, desvencilhando-se do beijo, mordiscou sua orelha e sussurrou: - Eu quero mais... quero você dentro de mim... Sem perder o tesão, apesar do recente orgasmo, Jonas virou César de costas para ele, lambendo-lhe o pescoço e as costas suadas. Apalpou sua bunda gostosa, enfiando dois dedos e arrancando gemidos de prazer que o excitaram mais ainda, então levemente empurrou César pelo pescoço, até que ele ficasse debruçado sobre a mesa de bilhar. Com uma cuspida certeira para lubrificar a entrada do Ânus que piscava, ele arremeteu para dentro, arrancando um grito de êxtase de César, que, olhando para trás, pedia por mais: - Fode... fode com força... quero que você me rasgue! - Vou rasgar, seu vagabundo! Vou partir você ao meio! Suas estocadas fortes eram um delírio para César, que gemia e chorava de tesão, levando as mãos para trás e agarrando Jonas pela cintura, puxando-o com força e fazendo seu membro bater no fundo de seu cu como um bate-estacas sexual. César masturbava-se rapidamente, alucinado pela vontade e desejo que Jonas mostrava sentir por ele. Seu cu, ardido por ter agüentado a tantas transas ontem, hoje clamava por mais, como se desejasse manter-se aberto, com aquele pau grande e grosso sempre bombando dentro dele. Rebolando como um vadio sexual, César começou a derramar declarações de amor a Jonas, enquanto este respondia com tapas fortes que estalavam na sua carne macia, causando uma dor deliciosa. Jonas adorava ouvir César se declarando. Torcia para que o amor declarado fosse verdadeiro, porque queria, acima de tudo, voltar a vê-lo depois do seqüestro. Na verdade, ele não se importaria se César deixasse de uma vez seu companheiro e passasse a viver com ele. Depois do seqüestro, ele teria dinheiro suficiente para ter uma vida tranqüila e cheia de prazeres. Excitado com essa perspectiva, ele socava seu pau com força dentro de César, apertando sua cintura e puxando-o para si, numa violenta explosão de êxtase. Seus tapas deixaram a bunda vermelha e macia, e a marca de seus dedos na pele branca de César era como um afrodisíaco para ele. Olhando aquelas marcas feitas por ele, sinais de seu tesão e amor por aquele cara, ele sentiu uma nova onda de gozo chegando. Foi então que ouviu César dizer: - Meu Deus, cara... eu vou gozar... Virando César para a mesa redonda de jogar cartas, ele tirou seu pau no momento em que César despejava uma jorrada de porra sobre a mesa. Postando-se ao seu lado, ele também gozou, esparramando o leite do prazer, misturando-o ao de César. Satisfeito, Jonas surpreendeu-se ao ver que César debruçava-se sobre a mesa e lambia cada gota esparramada, não só de sua porra, mas da dele também. Extasiado e satisfeito, ele sorriu para César, e aceitou seu beijo quando este veio até ele. Foi então que César falou: - Quero falar sobre uma coisa com você... - O que é? - É sobre o resgate... Jonas fechou a cara. - Não tenho que falar disso com você! - O dinheiro que vocês pediram é muito. Bruno não vai conseguir levantar toda essa grana. - O problema é dele... - Se ele não conseguir, o que vocês vão fazer? Uma sombra desceu sobre o rosto de Jonas. - Tenho duas opções: se ele não pagar, eu posso raptar você e fugir pra longe daqui. Você seria todo meu, para sempre. César gostou de ouvir aquilo. Não se importaria, verdadeiramente, de viver com Jonas, mesmo que fosse na pobreza. - E a outra opção? – perguntou. - A outra opção é matar você...


Capítulo 21

Aquele seria mais um dia de sexo. Era assim que César via a situação. Apesar de estar preocupado com a última declaração de Jonas: “A outra opção é matar você...”, ele não acreditava que o seqüestrador pudesse chegar a esse ponto, afinal, acreditara nas declarações de amor que, um tanto confusas, pareciam sinceras. E as atitudes de Jonas provavam que ele estava caído de amor e tesão por César. Após ter servido um farto café da manhã – coisa que nenhum seqüestrador se digna a fazer – Jonas não o deixara mais em paz, procurando-o a todo momento para novas seções de sexo. Não que César achasse isso ruim, muito pelo contrário. Para ele, a maior preocupação era ficar sem o corpo viril e insaciável, que lhe proporcionava prazeres como nunca tinha experimentado antes. No fundo, a culpa da traição era um incômodo, mas bastava olhar para Jonas para que esquecesse seu companheiro Bruno. Jonas parecia respirar sexo e, mesmo nas ações do cotidiano, ele obrigava César a mantê-lo ocupado com seu corpo, com sua boca, com suas mãos. Assim, havia-o chupado enquanto almoçava, rebolado sobre ele enquanto falava ao telefone, masturbado seu pau enquanto assistia TV.
Agora, enquanto a tarde do terceiro dia chegava ao fim, ele estava novamente às voltas com mais uma transa alucinante. Sobre a mesa de bilhar (o local preferido de Jonas) ele entregava-se ao seu corpo incansável, as pernas para o alto, levando e suportando as estocadas profundas que Jonas fazia questão de incutir-lhe. - Você não se cansa nunca? – perguntou, com a voz tremida e entrecortada por gemidos. - Nunca... – sussurrou Jonas – Gosto de foder... - Você é uma máquina de sexo... - E você é a matéria-prima que mantém a máquina funcionando... - Então trabalha... fode...fode mais! De repente, foram interrompidos por uma voz vinda da porta: - Que belo espetáculo! Jonas assustou-se, tirando o pau de dentro de César. Olhando para a porta, ele viu seu parceiro Carlos, sempre com a máscara, parado perto da escada. - Por favor, continuem... – falou Carlos, com a voz denunciando seu tesão. César virou-se para olhar. Nunca tinha visto o rosto daquele ali. Mas algo parecia familiar nele. Talvez a voz. - O que está fazendo aqui? – perguntou Jonas, encarando-o – Quase me mata de susto. - Saí mais cedo do trabalho... mas por favor, não pare... Quero ver você fodendo ele... Jonas riu. - Quer um show particular, não é? - Sim... sim – falou a voz extasiada. Jonas voltou a erguer as pernas de César, enfiando o pau profundamente e com força. César, apesar de ter ficado pouco à vontade com a intromissão, cedeu à tentação e fitou Jonas nos olhos. Eles encararam-se mutuamente enquanto Jonas arremetia para dentro, estocando sem parar, como se nunca ficasse cansado.
Carlos adorou o flagrante. O corpo do amigo tão desejado despertava nele sensações diferentes, que eclipsavam seu raciocínio. Naquele momento, o espetáculo da transa entre Jonas e o cativo era tudo que lhe interessava. Sentindo uma violenta ereção apertar-lhe a cueca repentinamente, Carlos começou a alisar o volume súbito, apertando-o dentro da calça. Mas, ao ver a forma como Jonas estocava fundo em César, fazendo gemer e gritar de tesão, e o modo como proferia palavrões e sentenças dominadoras fez com que abrisse o zíper da calça, tirasse o membro para fora e começasse a se masturbar. Mas aquilo era pouco. Com a mente enevoada pelo tesão, ele caminhou lentamente, absorto no show erótico, até que, quando percebeu, estava ao lado da mesa de bilhar.
Quando César percebeu a sombra do mascarado perto dele, virou e encarou-o. Seus olhos diziam que ele estava gostando daquilo tudo. Talvez, por causa da excitação do momento, ele resolveu provocá-lo. Encarando-o nos olhos, ele lambeu os lábios e desceu o olhar até o membro duro que apontava para ele. Seu pedido era claro e o mascarado percebeu isso.
Lentamente, Carlos, seduzido pela situação, aproximou-se da mesa, seu pau cada vez mais perto da cabeça de César, que não desgrudava os olhos do seu pau. Foi então que Carlos viu os lábios de César moverem-se, sem pronunciar as palavras. Mas o pedido era claro: - Vem... vem... César também se masturbava loucamente, enquanto Jonas continuava a socar mais e mais dentro dele, cobrindo-o de palavrões sacanas.
Quando Carlos chegou perto o suficiente, ele agarrou-o pelo pau e puxou-o para mais perto. Inclinando mais a cabeça para a direita, ele abocanhou o membro duro do mascarado, sugando a cabeça inchada de tesão e fazendo com que Carlos gemesse alto. - Ah, decidiu participar da festa, é? – falou Jonas. - Ahhh!!! – foi a resposta de Carlos. Excitado com aquela situação imprevisível, Jonas não se conteve e tirou o pau para fora, masturbando-se enquanto via seu amado cativo chupando o membro do parceiro. - Filho da puta! – falou Jonas, enfiando os dedos no cu de César enquanto continuava a se masturbar. - Ele é bom nisso... – disse Carlos. - Você gosta né? - Pra caralho... ah!!! Jonas sentiu o orgasmo chegando e diminuiu o ritmo da punheta, enquanto seus dedos agora moviam-se velozmente dentro do rabo de César. Não queria gozar, mas não conseguiu resistir. - Ai caralho!!! Porra!!! De repente, os jatos espirraram por todo o peito e barriga de César, atingindo até seu queixo.
César, gemendo de prazer, rebolou nos dedos de Jonas, abrindo-se ainda mais para que ele enfiasse mais um dedo. Agora eram três! Jonas ainda derramava seu leite sobre César quando ele também gozou. Sua boca apertou-se em torno do pau do mascarado, com gemidos sufocados, enquanto despejava sua própria porra sobre si mesmo. Aquilo era demais para Carlos. Agarrando a cabeça de César, ele começou a socar com força, esticando as pernas o máximo que podia para apressar seu próprio orgasmo. Jonas, ao ver os esforços do parceiro, disse: - Vai, cara. Goza nele... enche ele de porra... César gemia. Aquilo era uma loucura! Nunca tinha antes transado com dois homens ao mesmo tempo e aquilo estava além de qualquer experiência. Chupando o pau do mascarado ao mesmo tempo em que ouvir a voz do seu seqüestrador amado incitando-lhe a gozar, deixou que o pau deslizasse pela sua boca, batendo no fundo da garganta. Carlos ajoelhou-se também sobre a mesa, o suor escorrendo em bicas do pescoço, devido ao calor provocado pela máscara. Jonas, ao seu lado, alisou seu peito, causando-lhe surpresa. Encarando o parceiro, ele viu que Jonas ainda estava excitado. - Vai, parceiro. Derrama tudo nele... Carlos masturbava-se loucamente.
A mão de Jonas apertava seus mamilos, causando uma dor deliciosa e excitante. Vendo toda aquela porra derramada sobre o peito de César e as palavras de Jonas que chegavam aos seus ouvidos, ele não resistiu mais. Com um grito de êxtase, ele explodiu em gozo, jatos espirrando para além da mesa, para depois derramarem-se sobre o peito lambuzado de César. César também gemia, sentindo mais esse assalto à sua integridade agindo de forma excitante sobre ele. Erguendo a mão e passando sobre a porra, ele a espalhou por todo o peito, enquanto via as gotas de suor pingando do queixo do mascarado. Quando terminaram, Carlos e Jonas saíram de cima da mesa e Jonas conduziu César até o banheiro, onde este ficou no chuveiro. Depois de se vestirem, Carlos falou para o comparsa: - Acho que vamos receber o dinheiro em breve. - Assim espero. - Você anda abusando do rapaz, né? Jonas sorriu: - Nós brincamos um pouco, sim. - Ele parece gostar de você. Isso não é nada bom. - Por quê? Vai pagar de psicólogo agora? – falou Jonas, enfezado. - Só quero que tudo dê certo. Não quero imaginar que algo pudesse dar errado por que você relaxou com ele... - Fica sussa. – Jonas usou de gíria, como sempre fazia quando era questionado – Ele vai ficar bem, e nós vamos ficar melhor ainda... No banheiro, César ensaboava-se, enquanto um novo pensamento tomava forma em sua mente. O mascarado havia deixado que a máscara subisse um pouco durante a transa, revelando sua boca. Ele tinha uma suspeita de quem era. Mas não podia dizer nada, pois tinha medo das consequências. Se, pelo menos, pudesse conquistar Jonas, poderia sair daquela enrascada, ajudá-lo a se safar da polícia e, ao mesmo tempo, mandar o verdadeiro culpado por tudo aquilo para a cadeia.
Capítulo 22
Durão sabia que seqüestros eram um tipo de crime que exigiam dedicação em tempo integral dos detetives. O relógio sempre corria contra o tempo, pois as datas eram estipuladas pelos criminosos. Por isso, trabalhava dia e noite, interrogando amigos e conhecidos de Bruno e César, pessoas que trabalhavam na casa e na empresa, vizinhos e até ex-namorados. Agora, quando o quarto dia chegava ao fim, ele acabara de entrar no barzinho gay onde um dos amigos do casal trabalhava. Bruno havia dito que este era um dos mais fiéis amigos que tinham e Durão achou por bem interrogá-lo, pois este poderia saber de algum conhecido que pudesse ter planejado o seqüestro.
O barzinho era todo decorado em estilo country e tinha poucos freqüentadores naquele dia. Por se localizar dentro de uma galeria,seu horário de funcionamento ia até a meia-noite apenas. Apenas duas pessoas ainda encontravam-se bebendo, e Durão se aproximou do bar, vendo a silhueta do barman de costas lavando alguns copos. Qual não foi sua surpresa, no entanto, quando o barman voltou-se para atendê-lo. Ele reconheceu o rosto e o corpo magro, que havia seduzido há apenas quatro dias atrás num banheiro público.
O barman demonstrou surpresa e sorriu, mas nenhum dos dois disse nada. Durão pediu seu drinque e recolheu a comanda onde o barman anotara seu pedido; enquanto isso, um dos rapazes que bebia pagou a conta e saiu do bar. Com o canto do olho, mediu o outro rapaz e, ousadamente, pôs a mão em seu joelho, dizendo: - Hei, que tal estendermos a noite? Mas o outro rapaz agradeceu, dizendo que seu namorado o apanharia na saída do bar.
Olhando no relógio, terminou sua bebida e pagou o barman.Antes de sair, porém, deixou um pedaço de papel com seu telefone para Durão, dizendo: - Me liga amanhã... Durão sorriu, guardando o papel dobrado no bolso da calça. Agora, estavam só ele e o barman. Durão retirou um charuto do bolso e acendeu-o, sem se preocupar em tirar os óculos escuros.
O barman, curioso por aquela coincidência, aproximou-se do balcão, enchendo novamente o copo do detetive sem que ele pedisse. - Que coincidência hein? – disse Carlos. - Uma feliz coincidência, sem dúvida. – respondeu Durão. - Como me encontrou aqui? - Não foi de propósito. Não sabia que você trabalhava aqui. - Hummm... – fez Carlos, como se não acreditasse – Sabe que adorei aquela nossa aventura no banheiro aquele dia? - É claro que adorou. – respondeu Durão, certo de sua capacidade. - Convencido! - Vagabundo! Carlos sentiu um arrepio percorrer sua espinha. Adorava quando era xingado por um homem. Voltando-se para a pia, terminou de lavar os copos que estavam sujos, enquanto disfarçava a ereção que já aparecia.
Durão ficou ali, fumando e bebendo, enquanto olhava a bunda pequena e redonda que ele fodera com tanta força no banheiro. Sentiu que seu pau começava a latejar dentro da calça e abriu o zíper para deixá-lo mais à vontade. Quando Carlos terminou seu trabalho, virou-se novamente, perguntando: - O que faz aqui? - Essa não é a pergunta certa. Você deveria perguntar o que eu ‘vou fazer’ aqui... - Ah é? E o que vai fazer aqui? Com um sorriso sacana no rosto, Durão apagou o charuto no cinzeiro, soltou a fumaça sobre o rosto de Carlos e ergueu-se do banco. Com a mão firme, agarrou-o pela gola da camisa e puxou-o através do balcão, encostando seu nariz no nariz de Carlos. Com o bafo de charuto ainda latente, falou: - Vou foder você aqui de novo, nesse bar. Agora mesmo... - Não pode... aqui é meu trabalho.
O chefe chega em alguns minutos. - Então temos que ser rápidos. Dizendo isso, Durão beijou Carlos com ardor, pressionando seus lábios contra a boca de Carlos enquanto sua língua penetrava na boca apreensiva, sugando com força qualquer hesitação da parte do barman. Carlos sabia que aquilo era uma loucura. Mas seu corpo não conseguia evitar a excitação que crescia sem parar dentro dele. Sua boca correspondeu aos beijos ardentes de Durão, incapaz de escapar das rédeas que o prendiam sobre o balcão.
O momento pareceu durar uma eternidade. Mas, repentinamente, Durão empurrou-o de volta. Carlos tentou recompor-se, mas Durão, erguendo a mão, chamou-o com o dedo, dizendo: - Agora vem aqui, safado. - Já disse...não podemos aqui... - Anda logo, rapaz! – falou Durão com voz autoritária – Não estou acostumado que questionem minhas ordens! - Mas... - Senão quiser que eu te pegue à força... - Espere... – Carlos, hesitante, saiu de trás do balcão, caminhando devagar até Durão. Por mais que temesse, não conseguia evitar obedecer àquele homem. Quando chegou ao lado de Durão, o detetive agarrou-o e o pôs sentado ao seu lado, ficando em pé. Sem pensar, Durão agarrou os botões da própria camisa e abriu-a, estourando alguns dos botões. Puxou Carlos para si e os lábios sedentos de Carlos encontraram a pele macia, que cheirava perfume caro e masculino. Sua língua imediatamente começou a lamber aquele peito depilado e musculoso e os gemidos do detetive encheram o bar, misturando-se com a música de fundo. Durão agarrou Carlos pela nuca, prendendo seus cabelos entre os dedos e puxando-o para trás. Carlos, entregue nas mãos fortes do detetive, encarou-o nos olhos no momento em que Durão puxava-o, colando sua boca à dele, num beijo ardente e molhado. Mesmo durante o beijo, as mãos de Carlos encontraram cada um dos botões da camisa do detetive, abrindo-os. Sentindo o peito rijo sob seu toque, Carlos excitou-se ainda mais, alisando-o, enquanto entregava-se àquele prazer estonteante. Durão, por sua vez, agarrou firmemente a perna do barman, erguendo-a e prendendo-a com o braço, enquanto apalpava a bunda macia, alisando a costura que ficava exatamente sobre o reguinho que piscava de tesão e empurrando Carlos até que suas costas encostassem no balcão. Durão interrompeu o beijo para arrancar a camisa.
Carlos, vendo aquele corpo delicioso diante de si, não resistiu ao impulso e agarrou-o pela cintura, enquanto sua boca lambia cada centímetro da pele macia, sentindo os músculos que se delineavam, duros e firmes. Sua língua dançou sobre o umbigo e sobre os mamilos, traçando caminhos no tórax e no abdômen do detetive, que gemia de excitação. - Lambe... vagabundo... lambe tudo! – gemia. Durão começou a desabotoar a camisa de Carlos, livrando-o da roupa de cima, enquanto o barman agarrava o volume que aparecia descaradamente na calça social do detetive. Seus dedos ágeis encontraram o fecho do cinto, soltando-o. Depois, livraram o botão da calça e baixaram o zíper, vendo surgir o desenho do pinto grande e grosso por baixo da cueca vermelha. Gemendo de tesão, ele abaixou a cueca, e a rola dura como pedra saltou para fora, apontando diretamente para sua boca, como se estivesse convidando-o a experimentá-la novamente. Carlos segurou firme, apertando aquele membro que parecia feito de aço. Durão, erguendo o braço e segurando em uma das vigas do teto, disse: - Cai de boca, seu vadio. Carlos obedeceu. Sua boca ávida encontrou a cabeça inchada, fazendo-a deslizar para dentro até encontrar a garganta. Durão gemeu quando sentiu a glande batendo de encontro ao fundo da boca de Carlos e fechou os olhos, entregue àquele momento delirante.
Carlos chupava com vontade crescente. Sua boca trabalhava rapidamente, chupando e mordiscando o pau do detetive, e sua língua traçava círculos em torno da cabeçorra, enquanto suas mãos, agarradas à cintura de Durão, o puxavam de encontro a si, forçando a passagem da rola grossa pela boca estreita. Durão, sem qualquer carinho, agarrou Carlos pelos cabelos, virando-o de costas para ele, ajoelhado sobre o banco do bar. Abrindo a calça do barman, ele desceu-a, fitando a cuequinha cinza que colava-se à bunda e passando o dedo pelo elástico agarrado. Depois desceu a cueca, vendo aquele cuzinho sedento que fodera com força no banheiro piscando novamente para ele, implorando para que o penetrasse. Dando uma cuspida na entrada, ele abocanhou-o com vontade, sugando-o com força, fazendo Carlos gemer de tesão. - Meu Deus... você vai me matar! Ohhh!!! Que delícia!!! Enquanto chupava, suas mãos estatelavam-se contra a carne macia, deixando-a vermelha com os tapas.
Quando o esfícter parecia já inchado de tanto ser chupado, ele enfiou os dois dedos indicadores no orifício, alargando com as mãos aquele buraquinho delicioso, arrancando um protesto do barman: - Pára!!! Vai me rasgar! Pára!!! Mas Durão sabia que aquelas palavras queriam dizer o contrário do que diziam. Sua boca agarrou-se aos músculos anais de Carlos, sugando-os e mordendo-os, enquanto suas mãos livravam o barman do restante das roupas. Quando Carlos percebeu, ambos estavam nus. O delírio não o deixava pensar direito e o tempo passava sem que percebesse. Durão ergueu-se e se sentou sobre o balcão do bar. Seu corpo invejável era um convite explícito ao prazer e Carlos, entregue ao momento, ajoelhou-se submisso aos pés do detetive, percorrendo com a língua desde os dedos dos pés do detetive, passando pela panturrilha, joelhos, coxas, virilha, até finalmente encontrar o saco grande e flácido, que abocanhou, fazendo as bolas dançarem sobre sua língua, enquanto agarrava firmemente aquele membro duro e babão. - Me chupa, seu puto! Carlos pôs o membro na boca, sugando-o com força, subindo e descendo sobre ele, enquanto o fazia deslizar até a garganta profunda, sentindo o líquido do prazer inundando-o e gemendo de êxtase. Quase quinze minutos depois, Durão agarrou firme seus cabelos e disse: - Vai beber meu leite e vai engolir cada gota, seu safado! E então, despejou uma torrente de porra na boca de Carlos.
Os jatos pareciam não ter fim e encheram a boca do barman com o gosto ácido de sêmen. A porra despejou-se sobre a língua, entre os dentes e os lábios, descendo pela garganta e escorrendo pelo queixo, numa verdadeira torrente de leite quente. Durão gritou de prazer, agarrando a cabeça de Carlos e socando fundo, fazendo com que metade dos jatos atingisse o fundo da garganta. - Ai caralho!!! Que tesão porra!!! Mas aquilo era apenas a metade. Seu tesão era grande demais para uma única gozada. Seu pau sequer vacilou e continuou duro como pedra, fodendo com vontade a boca lambuzada de Carlos, que ainda engolia os restos de porra despejada. - Agora vou foder teu cuzinho, seu puto! - Aqui não, por favor... – gemeu Carlos, mas suas palavras não convenciam. - Aqui mesmo, safado! – Durão desceu do balcão, o suor escorrendo pelo seu corpo – De quatro, anda! Empurrando Carlos sobre o balcão, ele agarrou a cintura do barman e empinou a bunda dele em sua direção. Segurando firme seu pau duro e forçando-o para baixo em direção à entrada convidativa do cuzinho do barman, sua cabeça inchada penetrou naquele buraco prazeroso, deslizando para dentro com uma única estocada. - Ahhhh!!!! – gritou Carlos, tomado de súbito por aquela violência em seu corpo.
Mas Durão segurou-o firme pela cintura, forçando seu pau a enterrar-se nas profundezas daquele cu sedento. Pulsando seus músculos lá dentro, ele delirou vendo a careta de dor que estampou-se no rosto do barman. - Meu Deus, tá me rasgando!!! Aiii!!! – gritou Carlos, ao mesmo tempo que apertava os músculos do esfíncter em torno do pau grosso do detetive, prendendo-o lá dentro. - Ahhh... que apertadinho!!! – falou Durão – Precisamos dar um jeito nisso... vamos alargar um pouco. Dizendo isso, ele segurou firme as ancas de Carlos e começou a socar com força, arremetendo para dentro velozmente, fazendo o corpo de Carlos balançar com sua intromissão enquanto ele gritava, sem conseguir se controlar. - Rebola pra mima, seu viadinho... – falou Durão, excitado. Carlos obedeceu, e sua bunda começou a balançar, desejosa de prazer, enquanto trincava os dentes para suportar a rola grossa que parecia arrombá-lo a cada estocada que levava. - Me deixa sentar nele... – pediu Carlos. - Vou deixar, mas tem que sentar com vontade. - Eu sento... - Quero sentir ele lá no fundo, senão vou rasgar você ao meio, seu puto. Sentando no banco de concreto, Durão empinou o pau para cima e puxou Carlos sobre ele.
Quando o cuzinho aberto encontrou a cabeça inchada Durão puxou-o com força sobre si, enterrando o pau até o fundo, arrancando outro grito de prazer do barman. Carlos começou a subir e descer com velocidade, abrindo com as próprias mãos as nádegas macias enquanto Durão apenas vislumbrava o espetáculo de sua rola entrando e saindo de dentro daquele corpo ávido. Abraçando o barman, puxou-o para trás, segurando em seu pescoço, torcendo-o para o lado para que pudesse beijá-lo. Sua língua penetrou na boca sedenta, explorando-a e sufocando seus gemidos, enquanto seu pau pulsava dentro dele.
Mesmo por baixo do barman, ele arremetia para dentro dele, forçando-o cada vez mais, deixando-o cada vez mais aberto. Mais vinte minutos se passaram naquela trepada alucinante. Quando Durão sentiu suas pernas bambearem e o calor do gozo tomando-o de assalto, ele ordenou que Carlos saísse de sobre seu corpo. - Ajoelha no chão, anda! Carlos obedeceu, caindo de joelhos diante do detetive. Durão agarrou seu pescoço pela nuca, trazendo-o até si e começou a masturbar-se, enquanto batia o pau duro naquele rosto safado, deixando marcas leves nas bochechas. - Me bate... goza em cima de mim!!! - Vou te encher de porra, safado! - Me lava!!! Lava minha cara com porra!!! Durão sentiu o orgasmo chegando e gritou: - AAhhhh!!!! O primeiro jato espatifou-se contra o olho do barman,derramando-se por todo o rosto. O segundo atingiu-o na bochecha, escorrendo até o canto da boca. De repente, todo o rosto de Carlos estava cheio de porra. Os jatos esparramavam-se por sua pele, enquanto o detetive batia com o membro duro em seu rosto, esparramando ainda mais seu leite. Seus gemidos de prazer enchiam o ambiente e ele via no rosto do barman mergulhado em êxtase.
Apertando o pau a partir do saco, ele despejou as últimas gotas de porra na boca de Carlos: - Lambe, seu puto. Quero meu pau limpo... Carlos obedeceu, dando uma longa chupada e deixando o pau do detetive impecável, enquanto seu próprio rosto permanecia todo lambuzado. Durão deixou Carlos entregue a si próprio, enquanto vestia suas roupas sem dizer qualquer palavra. Carlos permaneceu sentado no chão, aturdido ainda pelo prazer e tesão recolhido, pois não havia gozado. Viu o detetive vesti a roupa e sentiu a porra endurecer no rosto, excitado demais para limpá-lo. Durão parou diante dele, encarando-o do alto e Carlos passou o dedo pela porra da bochecha, lambendo-a em seguida. Então disse: - O que você veio fazer aqui, afinal: Durão, olhando-o com frieza, pois já estava satisfeito, respondeu: - Sou detetive... - Ah é? Não sabia disso... - Estou investigando um crime... Carlos sentiu um medo repentino quando teve que responder: - Que interessante. Mas o que eu tenho a ver com isso? - Estou investigando o seqüestro de um amigo seu... César... e quero saber se você pode me responder algumas perguntas... Carlos arregalou os olhos. A excitação que sentia desapareceu imediatamente. O que faria agora?
Capítulo 23
Mais uma noite havia se passado e o seqüestro seguia, agora, para o quarto dia. Dessa vez, porém, Jonas mantivera-se distante de César, deixando-o devidamente amarrado para que não fugisse. Enquanto César dormia, o seqüestrador o observava, absorto em pensamentos. Uma cena tomava sua mente a cada instante, sem que ele conseguisse expulsá-la. A lembrança de que fora passivo com César e que, quando isso aconteceu, ele chegara a gozar como nunca gozara. Quando o sol raiou e ele viu César abrindo os olhos, desamarrou-o e deixou-o usar o banheiro. Quando César saiu do banheiro nu, Jonas mandou ele vestir suas roupas, mas César respondeu que elas agora estavam molhadas.
Resmungando, Jonas voltou a amarrá-lo novamente, mesmo sem roupas, não sem notar que o membro de César estava rijo como pedra. Algumas horas se passaram e César notou que o seqüestrador estava arredio e calado, portanto, não se atreveu a puxar conversa. Ao contrário, ficou deitado no seu catre, revirando-se sensualmente e demonstrando uma inquietude que só cessaria com sexo. Perto do meio-dia, Jonas abriu outra garrafa de uísque e começou a beber. Foi quando o telefone tocou. Ele atendeu e, por alguns minutos, conversou com o parceiro Carlos. Quando desligou, seu rosto estava mergulhado em felicidade. Ele virou-se para César e retirou a mordaça de sua boca, libertando-o das amarras. - Se tudo der certo, amanhã você estará de volta à sua casa. - Por quê? - Meu parceiro ligou para o seu companheiro. Ele pagará o resgate que pedimos... César apenas assentiu e ficou surpreso quando viu que Jonas agora arrancava suas roupas, ficando também nu. Naturalmente, o seqüestrador pegou outro copo e encheu-o de uísque, oferecendo-o a César. - Tome! Comemore também. Amanhã você estará livre de mim. Não vai mais precisar satisfazer minhas vontades. César não gostou do que ouviu, e respondeu: - Não quero que isso termine.
Quero continuar a satisfazer suas vontades. Não percebeu isso ainda? Jonas sorriu, levemente bêbado. - Vou ser sincero com você. Tenho pensado muito nisso. E quero fazer uma coisa que pensei que nunca mais faria... - O que é? – perguntou César curioso. Vou lhe mostrar... Com o pau em riste, Jonas pôs o copo sobre a mesa e aproximou-se de César, que continuava sentado, encaixando-se entre suas pernas. Segurando com carinho em seu pescoço, ele debruçou-se e começou a beijá-lo, enquanto sua mão descia a segurava ambos os membros firmemente, masturbando-os ao mesmo tempo. César correspondia ao beijo, admirado que Jonas tocasse em seu pau, mas mergulhado numa excitação crescente, antevendo o que aconteceria ali.
Suas línguas se cruzavam explorando cada canto da boca um do outro, enquanto as mãos livres passeavam pelos corpos, sentindo o calor provocado pelo tesão. Jonas sentou-se sobre o joelho de César, afastando-se e olhando bem em seus olhos. - Quero você dentro de mim de novo... - Tem certeza? Da última vez... - Quieto! Pensei a noite inteira sobre isso. Há dias que venho martelando isso na minha cabeça. Quero ter certeza que esse desejo é real e não uma coisa passageira. César arriscou-se a dizer uma coisa que poderia quebrar o tesão do momento: - Só os gays sentem esse desejo... - Então, quero descobrir se sou gay. César, admirado, ergueu lentamente a mão, depositando-a em torno da bunda de Jonas e apertando-a. Jonas fechou os olhos e suspirou, deliciando-se com aquele toque proibido, que para ele continuava sendo uma novidade.
Aproximando seu rosto de César novamente, ele voltou a beijá-lo com ardor, enquanto sua bunda roçava na perna abaixo dele. Sua mão agarrava o membro de César e apertava-o, sentindo que estava preparado para recebê-lo dentro de si. César já não agüentava mais de tesão e cochichou no ouvido de Jonas: - Já que você quer saber... me chupa. Chupa meu pau, seu safadinho. Jonas viu os olhos de César brilhando de excitação e agarrou-o pelo pescoço, erguendo-o da cadeira. César sentiu medo de que tivesse feito algo errado, pois Jonas o estava levando, pelo pescoço, até a mesa de pebolim. Quando sua bunda encontrou-se com a mesa, Jonas o fez sentar-se nela, seus olhos faiscando como se estivesse com ódio. Mas suas ações foram contrárias a isso. Entrelaçando seus dedos no cabelo de César, ele puxou sua cabeça para trás e começou a lamber seu pescoço cheiroso, enquanto a outra mão agarrava o pau duro e masturbava-o com rapidez.
César senti-se relaxar, ao mesmo tempo em que era dominado por um êxtase crescente. Jonas desceu com a boca através do peito liso de César, mordiscando seus mamilos e traçando círculos com a língua em torno de seu umbigo. César gemia cada vez mais alto, conforme a boca de Jonas se aproximava do membro que pulsava. E então, com uma olhadela direta em seus olhos, Jonas abocanhou-o. César imediatamente fechou os olhos, sentindo aquela boca úmida e desejosa sugando-o, como se tivesse toda a experiência do mundo. Ele sabia que era a segunda vez que Jonas chupava um pau e a primeira também havia sido com ele. Mas a impressão era que Jonas sabia exatamente o que fazer para deixá-lo louco. Sua língua traçava círculos em torno da cabeça inchada e dura, ao mesmo tempo em que criava uma sucção que parecia querer arrancá-la do lugar.
- Ai Meu Deus...que delícia... – gemia César. Jonas concordava com gemidos, enquanto saciava seu desejo, abocanhando o membro rijo e levando-o até o fundo da garganta, sentindo o gosto do líquido que se despejava dentro de si, deixando um gosto de homem em seu hálito. Seu próprio pau pulsava de tesão, duro como pedra. Ele não imaginava que sentiria tanto tesão em se comportar dessa forma.
César sentiu que, se continuasse sendo chupado assim, acabaria por gozar na boca de Jonas. Por isso, empurrou-o e pulou da mesa, andando de costas até a cadeira, onde se sentou, chamando-o com o dedo. Jonas foi até ele, inseguro em como agir, mas César puxou-o para si, encaixando suas pernas entre as pernas de Jonas, abrindo-as. Segurando firme em suas nádegas, ele as abriu, massageando a entrada apertada com os dedos ágeis, enquanto seu pau pulsava logo abaixo, pedindo para entrar. Jonas beijou César e foi abaixando devagar. A glande de César encontrou o ânus temeroso de Jonas e começou a forçar entrada.
As mãos de César traziam o corpo de Jonas cada vez mais para baixo, forçando-o a aceitar esse presente e Jonas, apesar de sentir medo, não resistiu ao impulso de continuar descendo. Quando a cabeça inchada penetrou dentro dele, soltou um gemido de dor, mas foi calado pela boca sedenta de César, que beijou-o com vontade, enquanto empurrava para dentro centímetro por centímetro. - Ai... que delícia... caralho... dói... Aquela voz grossa emascula reclamando era mais do que César conseguia suportar. Sem poder resistir ao desejo de foder aquele rabo com força, começou a fazer movimentos bruscos, mas as mãos de Jonas impediram-no de continuar. - Eu comando... –disse ele, descendo até o talo, sentando firme no colo de César e rebolando desajeitado, enquanto sua boca procurava a orelha de César e lambia-a, fungando dentro dela.
César impulsionava o membro para dentro de Jonas, pulsando-o de tesão, sentindo a carne apertada que tentava se adequar aquela nova experiência. Suas mãos novamente desceram até as nádegas e separaram-nas o mais que podiam, facilitando a penetração. Jonas começou a subir e descer cada vez mais rápido, até que seus gemidos de dor foram substituídos por gemidos de prazer itenso. Segurando-se acima de César e mantendo apenas a cabeça dentro de si, ele disse: - Soca, soca com vontade. Foi o que César fez. Começou a estocar cada vez mais fundo, subindo seu corpo e batendo sua virilha de encontro à bunda branquinha e macia de Jonas. O tesão era tanto que nenhum dos dois resistiu por muito tempo. César sentiu que o gozo se aproximava e gritou, apertando o pau dentro de Jonas e despejando todo seu prazer dentro dele,enquanto urrava de tesão, arranhando as costas do seqüestrador com suas unhas curtas. Jonas, ao sentir o líquido quente preenchendo-lhe as entranhas, também não resistiu e gozou. Seus jatos espatifaram-se contra o queixo de César e despejaram-se por todo seu peito, lambuzando ambos com um verdadeiro banho de porra. Descansados, decidiram tomar um banho. Foi quando Jonas disse: - Você me ajudou... - Descobriu o que você quer da vida? - Sim... - Quer dizer que você admite que gosta de homens? - Não é isso? César surpreendeu-se: - Como assim? - Não gosto de homens... gosto de você. E estou pensando seriamente se vou deixar você sair livre. - O que quer dizer? Vai me matar? - Não... Mas gostaria de matar o meu parceiro... - Do que você está falando, afinal? - Se eu fizer isso, ficamos com todo o dinheiro do resgate. Então podemos fugir para um lugar onde ninguém nos conheça e começar uma nova vida.
O que acha disso. César encarou-o, sem saber o que responder. Adoraria passar a vida ao lado de Jonas, mas não queria deixar de viver ao lado de Bruno. E essa dúvida agora poderia mudar sua vida para sempre.
Capítulo 24

Depois que transaram, César e Jonas decidiram tomar um banho e, enquanto a água lavava o pecado de seus corpos, Jonas concebeu seu plano: - Quando meu parceiro chegar, temos que fingir que não estamos tão apaixonados. Ele não pode perceber que eu pretendo fugir com você. César não tinha certeza se queria ou não acompanhar Jonas na fuga, mas não podia dizer isso para ele, pois corria o risco de sofrer uma represália. Apesar de estar apaixonado, sabia que Jonas era um criminoso e essa perspectiva deixava-o confuso e temeroso do futuro. Ainda assim, ele respondeu: - Vai ser difícil fingir que não gosto de você... - Eu sei. Também sinto a mesma coisa. Mas se quisermos ficar com todo o dinheiro, teremos que fazer isso. - Como você vai fazer pra ficar com todo o dinheiro? - Ora essa, vou roubá-lo, é claro.
Colocarei um calmante no uísque dele e vou deixá-lo dormir, enquanto nós dois fugimos. César concordou. Saíram do banho e Jonas voltou a amarrá-lo, pois não podia deixá-lo solto quando Carlos chegasse. Antes de ser amordaçado, porém, César perguntou: - Qual é o nome do seu parceiro? Jonas fechou a cara e retrucou: - Isso não interessa. É melhor você não saber... - Mas... – não chegou a completara frase, pois Jonas o amordaçou. Quando Carlos chegou, pôs a máscara no rosto para não ser reconhecido por César e entrou no cativeiro. Após relaxar com dois goles de uísque, ele arrancou a roupa e disse para Jonas: - Gostei da aventura de ontem. Que tal repetirmos hoje? - Gostou, hein? – falou Jonas, sacana, pois gostara a aventura de transar a três e, apesar da paixão que alimentava por César, o tesão era muito grande. Por isso, não hesitou em tirar sua roupa também, indo até o catre onde César estava deitado. Carlos acompanhou-o, já excitado pela perspectiva de ver Jonas em ação, e também pela possibilidade de subjugar sua vítima com sexo.
César arregalou os olhos ao ver que ambos já estavam de pau duro, seus olhos sedentos denunciado suas intenções. Carlos perguntou: - O que vamos fazer? Jonas riu e falou: - Quer que eu ensine? Tudo bem! Dizendo isso, debruçou-se sobre o rosto de César, um joelho de cada lado de sua cabeça. César olhava para ele com os olhos fixos, medindo aquele mastro que parecia gigantesco olhando por baixo.Sentiu o tesão ressurgir com toda força quando as bolas do grande saco de Jonas roçaram em sua testa, cobrindo-lhe o olho. Jonas então segurou na mordaça que cobria sua boca e puxou-a para baixo, com um sorriso maléfico nos lábios. Apontando o pau para baixo, ele segurou na nuca de César e ergueu um pouco sua cabeça. - Abre a boca, seu safado! César obedeceu e, Jonas, de uma única arremetida, enfiou a tora na boca úmida de César, atingindo sua garganta com a glande grossa e inchada.
E começou a bombar na boca de César com força, fazendo-o engasgar e gemer. Virando-se sobre César sem tirar o pau de sua boca, de modo que pudesse ficar de frente a ele, Jonas agarrou sua cabeça e socou, socou e socou. Carlos, excitadíssimo, via agora, a bunda de Jonas virada para ele e, não resistindo, agarrou-o por trás, roçando o pau entre suas nádegas. Jonas, surpreso, olhou para trás e falou: - O que você tá fazendo, filho da puta? - Só matando a vontade... Só matando a vontade... - Sai daí, seu safado! Carlos roçou mais um pouco, mas obedeceu, pois não sabia que Jonas já havia experimentado o sexo anal em si mesmo. Foi quando Jonas disse: - Acho que ele tá com vontade de chupar dois paus... Carlos riu e, enquanto Jonas colocava César sentado no catre, sentou-se ao seu lado, sua voz abafada pela máscara dizendo nos ouvidos de César: - Nós vamos te arrombar, seu puto... Jonas alargou a sunga de César e puxou seu pau para fora, que saltou duro como pedra. - Olha só! Ele tá gostando! – falou Carlos, vendo a excitação de César. - Vai gostar mais ainda agora! – falou Jonas, puxando sua cabeça para si e enfiando novamente o pau em sua boca.
César gemia de tesão, masturbando-se com as mãos ainda amarradas, mas sua língua trabalhava freneticamente sobre o pau grosso de Jonas, chupando-o e sugando-o com força, aproveitando cada segundo que passava nas mãos daquele homem. Carlos posicionou-se ao lado de Jonas, o membro também duro, e puxou a cabeça de César para si, enfiando o pau em sua boca. César abocanhou-o, chupando-o também com vontade. Carlos gemia de tesão: - Ahhh... que boca gostosa. Tá na cara que gosta do que tá fazendo! César sugou-o, e sem que pedissem, virou-se e começou a chupar Jonas. Um minuto depois, voltou a chupar Carlos e, assim, ficou entre os dois, satisfazendo-os e aproveitando aquela loucura enquanto podia. Enquanto isso, naquele mesmo momento, o detetive Durão chegava na suntuosa casa de Bruno. Ao perguntar para o segurança do portão onde encontrar o patrão, soube que Bruno estava descansando na beirada piscina e seguiu até lá.
A visão de Bruno sentado ao sol atordoou-o. Ele tinha novidades, mas antes queria arriscar-se a fazer uma coisa e não tinha certeza se conseguiria ou não. Chegou ao lado de Bruno e entrou na frente do sol, trazendo uma sombra ao rosto do jovem, que fez com que abrisse os olhos. - Oh, detetive... – falou Bruno – Desculpe-me, nem vi você chegando. - Não precisa se levantar. – falou Durão, sentando-se numa cadeira de ferro ao lado de Bruno – Quero que saiba que já sei onde está César. - Meu Deus! – Bruno arregalou os olhos – Ele está bem? - Sim, está. – Durão encarou-o firme – Vou buscá-lo hoje mesmo. - Nossa, que alegria! – Regozijou-se Bruno – Você é demais! Não sei como agradecê-lo... - Ahhh... – Durão sorriu de forma maliciosa – Há uma coisa que você pode fazer por mim... - Claro! Se for dinheiro... - Não quero mais dinheiro.Você me pagou o suficiente. - O que é, então? - No dia em que nos encontramos, você... - Oh, eu estava bêbado – interrompeu-o Bruno – Não sabia o que estava fazendo. - Mas hoje, você não está bêbado, não é? - Hoje não... – Bruno percebeu as intenções de Durão. - Quero você, Bruno... – falou o detetive, com a voz embargada de tesão – Desde aquele dia, não se passa uma hora sem que eu pense em você, no teu corpo, na sua boca... - Bem, eu... – Mas Bruno foi interrompido por Durão, que abaixou-se, agarrando-o pelo pescoço, e deu-lhe um forte e longo beijo, que Bruno retribuiu, a princípio hesitante, mas depois, com mais ardor. Durão se pôs em pé e começou a desabotoar a camisa.Bruno, vendo aquilo, olhou para os lados e disse: - O que você vai fazer? O que quer de mim? Já sem camisa, Durão sorriu e respondeu: - Essa é a última chance que terei de ficar com você. Por isso, quero aproveitar. Tirando o cinto de um único puxão, ele completou: - Antes de resgatar seu companheiro, vou abusar de você. Quero você inteiro, Bruno... .
Capítulo 25

No cativeiro, a transa seguia a todo vapor. César, apesar de guardar rancores em relação ao seqüestrador mascarado, ao conseguia desvencilhar-se do tesão que sentia em ser submetido àquela situação. Os dois homens em pé, cada um de um lado, disputavam sua boca com êxtase crescente, puxando-o pelos cabelos e enfiando seus pintos em sua boca. Entregue ao momento, ele agora aproveitava a situação, pois sabia que, assim que o resgate fosse pago, nunca mais teria aventuras como essa. Jonas, apesar de estar apaixonado por César, também se sentia envolto pela aura de erotismo que permeava o cativeiro.
Vendo a sede com que César o chupava e engolia o líquido que escapava de seu pau, incitava Carlos com palavras sujas, empurrando a cabeça de César para engoli-lo, cada vez que o rapaz punha seu pau na boca. - Vai!!! – dizia ele – Mete fundo – Enfia até a garganta que ele gosta! Carlos agarrava nas orelhas de César e socava com força, admirado com a forma com que ele parecia engolir seu membro rijo e duro. Sedento de sacanagem, Jonas batia com o pau no rosto de César, deixando-o vermelho, pois as batidas eram fortes e seu pau, grande e grosso, estalava sobre a pele de César, como um instrumento de tortura que servia não só para torturar, mas também para dar prazer.
César sentia as lágrimas chegando aos olhos cada vez que socavam os membros na sua boca, mas controlava-se para dar aos dois o máximo de si. Jonas, como sempre comandando a situação a níveis cada vez mais sacanas, agarrou sua cabeça e segurou-a firme, enquanto ambos enfiavam o pau ao mesmo tempo na boca rasgada de César. Carlos sentindo seu pau roçar no pau de Jonas, sentiu que já não conseguiria controlar seu tesão. A sensação de gozo começou a crescer dentro dele cada vez mais rápido, até que ele não mais resistiu. Agarrando nos cabelos de César e puxando sua cabeça para trás para deixá-lo de boca aberta, ele gritou de tesão e despejou sua porra sobre o rosto de César, lavando-o enquanto sentia ser elevado ao mundo dos pecados proibidos. Alguns dos jatos escorreram para dentro da boca de César e ele babou, deixando escorrer pelo queixo e respingando em seu próprio peito, passando a mão para espalhar a porra pela pele. Um minuto depois, Jonas sentiu que também gozaria.
Agarrando o próprio pau e masturbando-o com velocidade enquanto sua glande batia insistentemente no rosto de César, ele gritou de tesão e despejou seu prazer sobre César. O primeiro jato espatifou-se contra sua bochecha e escorreu por todo o rosto, enquanto os jatos seguintes espalhavam-se, lavando aquele rosto apaixonado. Alguns despejaram-se diretamente na boca de César, e ele engoliu-os, saboreando o gosto do seu macho preferido, enquanto encarava-o com os olhos voltados para cima, vendo o prazer que proporcionara a ele. Quando terminaram, Carlos afastou-se sem dizer nada. Jonas pegou César e levou-o até o banheiro, livrando-o das amarras para que tomasse um banho.Então cochichou em seu ouvido: - Mudança de planos... - O que vai fazer? - Não vou deixar meu parceiro pegar o dinheiro. Vamos enganá-lo. Vou no lugar dele e, quando voltar, todo o dinheiro será nosso para fugirmos.
- E como vai fazer isso? Como vai se livrar dele? - É melhor você não saber disso... Enquanto isso, na cada de Bruno, Durão abria sua calça, mostrando o volume que já se destacava sob a sunga azul. Bruno, dessa vez sóbrio, não se conteve ao ver aquele instrumento pronto para ser usado e ajudou o detetive a tirar a calça. - Uau!!! – ele disse – Não me lembrava de que era tão grosso... - É grosso sim... e você vai chupá-lo até colocar tudo na boca... - Com prazer... – gemeu Bruno, jogando a calça de Durão para o lado e alargando o elástico da sunga de modo a livrar aquele pau delicioso por baixo. O pau de Durão pulou para fora, duro como pedra, e Bruno agarrou-o, virando-o para baixo e colocando-o na boca, fechando os lábios apertados em torno dele e sugando-o, enquanto mantinha os olhos abertos, encarando Durão firmemente nos olhos e trabalhando com a língua veloz e sedenta. - Ahhh... chupa, seu danadinho... chupa gostoso... Bruno obedecia, sugando-o e lambendo-o, sem tirar os olhos do detetive, ao mesmo tempo em que se livrava de sua bermuda. Seus gemidos demonstravam que estava adorando aquele momento e Durão, vendo aquele milionário ali, aos seus pés, despejava palavras sacanas sobre ele, incitando-o a continuar.
Bruno alisava as pernas musculosas de Durão com ambas as mãos, mantendo o pau firmemente preso nos lábios. A chupada era intensa e ele parecia não ter pressa. Por duas vezes, Durão tentou prosseguira transa, puxando-o para cima a fim de beijar-lhe os lábios, mas Bruno impediu-o, empurrando-o, pois queria continuar chupando aquele membro delicioso e saboroso. Mais de meia hora se passou e, quando percebeu,Durão já não estava resistindo ao tesão e sentia o orgasmo chegar. - Pára!!! Pára, senão vou gozar... Mas Bruno não parou.Ao contrário, ao ouvir essas palavras, ele acelerou sua chupada. Quando Durão agarrou suas orelhas, socando o pau no fundo de sua boca e gritando de prazer, Bruno sentiu os jatos de porra enchendo-lhe a boca. Gemendo de êxtase, ele engoliu vários jatos, como se não tivessem fim, e sentiu que o detetive o enchia com seu líquido. Sugou até a última gota, vendo as pernas de Durão tremerem e, tirando o pau da boca, levantou-se e, ficando frente à frente com o detetive, agarrou-o num abraço e beijou-o,passando seu próprio gosto para sua boca.
O prazer de Durão não conhecia limites e aquela gozada não significava, de forma alguma, o fim da transa. Sentindo o gosto da própria porra na boca, ele desvencilhou-se do beijo e disse: - Vá para a piscina! Bruno desceu na água morna e estendeu a mão para o detetive. Ao entrarem ambos na água, abraçaram-se novamente e voltaram a se beijar ardentemente, sentindo, ambos, os paus latejarem de excitação no encontro dos corpos. Durão virou Bruno de costas para ele e desceu lambendo suas costas até que sua boca encontrou a bunda grande e firme de Bruno. Seu pau pulou de excitação quando sentiu a pele depilada e o reguinho que piscava, chamando a experimentá-lo. Sua boca fechou-se em torno do ânus rosado, chupando-o com firmeza, trazendo para fora o músculo do esfíncter e mordendo-o com força, machucando-o deliciosamente. Bruno gemia alto, tomado de assalto por aquele prazer imenso, e entregou-se totalmente ao detetive: - Meu Deus... você tá me sugando! Aiii... que tesão!!! Que loucura!!! A língua de Durão penetrava na carne macia de Bruno, traçando círculos e alargando seu rabinho, preparando-o para recebê-lo. Então o detetive ergue-se, empurrando Bruno para dentro da água e tomando seu lugar. Apoiando a bunda no escorregador da piscina, ele puxou a cabeça de Bruno de encontro ao seu pau e enfiou-o numa única estocada na boca de Bruno.
O milionário sabia que alguns dos funcionários podia estar olhando aquela cena, mas isso pouco importava agora. Tomado totalmente pelo tesão, ele sugava o pau do detetive, enchendo sua bochecha com a glande grossa e olhando para cima, vendo o prazer que causava ao detetive com sua boca. Durão segurou em seu pescoço e empurrava sua cabeça firme contra ele, enterrando o pau cada vez mais fundo, até que as bolas de seu saco batessem com força contra o queixo de Bruno. “ah, como é guloso!”, ele pensou, vendo que Bruno gemia a cada estocada que levava, suas mãos percorrendo as pernas musculosas e tocando seu saco e sua virilha. O tesão era muito grande, mas Durão não queria mais esperar. Agarrando Bruno com violência e colocando-o em pé, virou-o de costas para ele e empurrou-o até que se debruçasse sobre o escorregador. Apesar de compreender que aquele homem ali, de quatro para ele, merecia carinho pela situação que estava enfrentando, Durão não sabia transar com carinho. Deu dois fortes tapas na bunda de Bruno e abriu suas nádegas, vendo o cuzinho sugado que estava preparado para ele, piscando em excitação. Apontando o pau grosso na entrada, não hesitou em enfiar tudo de uma única estocada. - Ah!!! Assim você vai me rasgar!!! – protestou Bruno. - Fala que não tá gostando! – sussurrou Durão em seu ouvido, enfiando mais fundo ainda.
- Ahhh, é tão bom... - Então pede...pede pra eu foder com força, pede... - Fode... fode com força, me rasga, me arromba, por favor! Durão adorou ouvir aquelas palavras. Empurrando Bruno sobre o escorregador, ele começou a socar com força, enterrando o pau no fundo de Bruno a cada estocada. - Toma, seu filho da puta... toma vara!!! - Me dá!!! Me dá!!! A forma como Bruno apertava os olhos, num misto de dor e tesão, deixou Durão louco. Virando-se ao contrário, ele sentou na beira da piscina, sem tirar o pau de dentro de Bruno, e deitou-se no deck, dizendo: - Pula em cima dele agora. - Simmm... - Quero ver você cavalgar no meu pau, seu puto! - Eu cavalgo! - Quero ver ele entrar e sair de dentro de você. - Sim, Sim... Bruno apoiou os pés no deck e começou a cavalgar. Subia até deixar apenas a cabeça inchada dentro dele, depois descia com força, sentindo a estocada violenta rasgando-lhe as entranhas e causando-lhe uma dor que era bem-vinda, pois era causada por aquele pau delicioso e firme. Durão apenas olhava, vendo a bunda aberta engolindo sua rola e apertando-se em torno dela, como se quisesse enforcá-la com seus músculos anais. - Você é um safado!!! - E você é um macho gostoso! - Então senta no macho, senta! E Bruno sentava. E erguia-se, para depois desabar novamente, engolindo cada milímetro daquela rola deliciosa. Quando suas pernas se cansaram, Bruno desabou sobre o pau de Durão, deixando-o todo lá dentro e rebolando com vontade, alargando cada vez mais seu cuzinho. Mas Durão não agüentou ficar sem agir e, novamente, mudou a posição, virando Bruno com as pernas para o alto. Ajoelhando-se diante daquele rabo arrombado e sedento, ele enfiou novamente e começou a socar, segurando uma das pernas no alto. Tomado de irresistível êxtase, ele socou com toda velocidade que podia, e um grito longo e profundo subiu da garganta de Bruno,que nunca havia experimentado nada parecido antes.
- Meu Deus!!! Que homem!!! Que homem maravilhoso!!! AAAAhhhhh!!!!!!! Durão ergueu a outra perna de Bruno e voltou a entrar na piscina, ficando de pé para melhor foder aquele rabo delicioso. Os olhos de Bruno reviravam nas órbitas, tomado por um tesão nunca antes experimentado. Durão, vendo aquilo, não resistia, e socava cada vez mais fundo e forte. Bruno trincava os dentes e apertava os olhos, dominado por aquele instrumento de tortura sexual, mas apesar da dor, as palavras que dizia incitavam Durão cada vez mais. - Mais... mais... soca! Soca, meu macho!!! Me rasga!!! Durão segurava firme nas canelas de Bruno, mantendo suas pernas no alto e sua bunda aberta para recebê-lo. Sentiu quando o orgasmo chegou e gritou, apertando o pau no fundo do cuzinho agora arrombado e despejando seu leite dentro de Bruno com violência. Bruno, sentindo os jatos que preenchiam seu rabo, não resistiu. O calor dominou-o por dentro com aquela porra quente e, em seguida, também sentiu o gozo dominando seus sentidos. Sua porra despejou-se sobre a própria barriga, enquanto Durão socava firme e forte dentro dele, aumentando seu prazer milhares de vezes. Quando terminaram, deitaram-se um ao lado do outro e Bruno falou: - Como pode? Nunca vi alguém transar tão bem assim! - Hoje eu estava sem vontade... - falou Durão, cínico. - Não brinca... - Um dia, você vai experimentar o ‘durão’ em sua total potência. - Quero ver esse dia chegar... - Agora, tenho que buscar César... – falou o detetive, erguendo-se e começando a vestir a camisa. - Vai trazê-lo em segurança? - É claro... Vou pegá-los desprevenidos. - Então, não se importaria em fazer uma coisa antes... - O que é? Bruno não respondeu. Apenas rastejou até os pés de Durão e agarrou seu pau flácido, colocando-o na boca e sugando-o com toda força. - Hummm... – gemeu o detetive – Acho que sei... E tirou a camisa novamente.
Capítulo 26

 

Enquanto guiava seu carro até o cativeiro, Durão não conseguia deixar de pensar na tarde maravilhosa que tivera com Bruno em sua mansão. Algo crescia dentro dele e temia que fosse paixão. Não queria cair na armadilha de apaixonar-se. Não por um homem já comprometido. Chacoalhou a cabeça quando viu o cativeiro surgir adiante. Segundo suas contas, os seqüestradores teriam que sair dentro de duas horas para buscar o dinheiro do resgate. Desligou os faróis do carro e estacionou a cem metros do cativeiro, para não despertar suspeitas. Depois, pé ante pé, seguiu até o local, tomando cuidado para não fazer nenhum ruído.
Experimentou a porta e viu que estava aberta. Lentamente, empurrou a porta e se deparou com uma escadaria. Lá em cima, sons de vozes e gemidos vinham até ele. Devagar, ele subiu cada um dos degraus, sem fazer qualquer barulho. Foi quando viu a cena. Os dois seqüestradores estavam sobre César, submetendo-o aos seus caprichos sexuais. Aquilo trouxe-lhe uma excitação repentina, mas ele tinha que concentrar-se. Viu um taco de bilhar próximo da escada e, lentamente, pegou-o, subindo o restante dos degraus até que ficou ao lado da mesa de bilhar onde se desenrolava o sexo pernicioso dos três.
Sem dizer nenhuma palavra, ergueu o taco e, com toda força, deu com ele na cabeça do seqüestrador mascarado, que caiu no chão com um baque surdo. Imediatamente, Jonas ergueu-se, surpreendido por aquele homem que ele nem sabia quem era. Ao mesmo tempo, César também olhou para ele, sentindo despertarem seu íntimo a esperança de que tudo, finalmente, estava terminado. Durão não perdeu tempo e, com o taco novamente em riste, preparou-se para golpear Jonas. Tanto o seqüestrador quanto César gritaram ao mesmo tempo: - Não faça isso! Mas já era tarde demais e o taco espatifou-se contra Jonas, que com o impacto e a dor repentina, caiu desmaiado sobre a mesa. Foi quando Durão falou: - Muito bem, César... acabou o pesadelo. Você está livre. - Oh, Meu Deus!!! – César sentiu as lágrimas de gratidão enchendo seus olhos – Obrigado!!! Seja você quem for, obrigado. - Acho que cheguei a tempo de impedir que eles abusassem de você, não é? César refletiu por um momento, então disse: - Sim, realmente... eles quase... quase... - Chegaram a encostar em você em algum momento? – perguntou Durão. - Não!!! Foi só agora... Eles me mantiveram amarrado o tempo todo. - Bom... isso agora acabou. - Ainda não... – falou César – Preciso fazer uma coisa antes. Dizendo isso, desceu da mesa e agachou-se sobre o mascarado. - Calma, ele pode recobrar a consciência! – falou Durão, agachando-se ao lado de César e colocando o taco no pescoço do mascarado – Acho que sei que é ele... - Também acho que sei... – falou César, puxando a máscara para cima lentamente,revelando o queixo, a boca, o nariz, e finalmente... - Carlos!!! - exclamou!!! - Sim... – seu amigo pessoal - Mas por que? - Porque ele tinha inveja da vida de vocês e sabia que Bruno tem muito dinheiro.
- Como você descobriu que estávamos aqui? - Porque um dos telefonemas veio de um celular registrado. Rastreamos a chamada e chegamos até aqui... - Sim, foi Jonas... – falou César – Ele sabia que se usasse o próprio celular, ao invés do clonado, poderia ser rastreado. - Também tem a letra... – falou Durão. - Que letra? Durão explicou: - Conheci seu amigo no bar que ele trabalha. Fui até lá para interrogá-lo. Quando ele me passou a comanda com os valores, percebi que sua letra era idêntica à letra do bilhete de resgate. Então o segui até aqui hoje pela manhã. - Desgraçado... – gemeu César... - Não se preocupe, ele vai pagar por isso... Agora, em casa, César estava novamente nos braços de seu companheiro. E, curiosamente, percebera que, apesar da paixão arrebatadora que alimentara pelo seu algoz durante os quatro dias de seqüestro, não havia nada melhor do que estar ao lado do homem amado.
- Senti saudades... – falou Bruno – Pensei que nunca mais o veria. - Eu também... - Você deve ter sofrido tanto! César pensou e respondeu: - Não se preocupe... suportei tudo com coragem. - Deve ter sentido vontade de matar aqueles safados. - Bom, senti sim. Principalmente o Carlos. Mas agora ele está preso e não vai mais nos incomodar. - Ééé... – refletiu Bruno – Pena que o outro conseguiu escapar antes da polícia chegar. Como ele se chamava? - Acho que é Jonas. - Terei que contratar seguranças extras. Ele pode voltar aqui novamente... - Algo me diz que não... - respondeu César – Mas vamos deixar de falar nisso... Estou com saudades de você. E adivinhe o que quero fazer? - Hummm – brincou Bruno – O que será? - A não ser que você tenha feito sexo na minha ausência, deve estar com tanta vontade quanto eu! - Estou... e pare de falar besteira. Como ousa dizer que te traí? Ambos riram e começaram a se beijar, pois, agora, estava novamente um nos braços do outro. A partir daquele dia, tudo voltou ao normal, ou quase. Carlos foi para a cadeia, acusado de seqüestro e tentativa de extorsão. Na prisão, conheceu o chefe de uma gangue e se deu bem, tornando-se seu companheiro fixo em torça de proteção.Infelizmente, tem que dividir seu homem com mais quatro companheiros, pois o chefão tem um verdadeiro harém à sua disposição.
César decidiu começar a fazer terapia, ou pelo menos foi o que disse para Bruno. Nos três dias por semana que tem consulta, ele na verdade vai para o cativeiro onde esteve preso e lá, volta a encontrar sua paixão secreta, Jonas. Jonas não recebeu nenhum dinheiro, mas consegue sobreviver sem trabalhar, recebendo algum de César, que tem de sobra e não hesita em colocar tudo no bolso de Jonas. Apaixonado, Jonas passou a acreditar que aquilo é tudo que importa para ele. E a chance de ver e transar com César três vezes por semana já é suficiente para que fique feliz. Desconfiado de César, Bruno contratou Durão para segui-lo e o detetive, sempre profissional, falou a verdade para Bruno. Mas, ao invés de expulsar ou colocar César contra a parede, Bruno continuou pagando as ‘terapias’, pois, na ausência de César, ele e Durão vivem um tórrido caso de amor. E assim cada um deles seguiu sua vida. Todos felizes, e ao mesmo tempo guardando seus segredos na grande novela da vida, cujos ingredientes principais são o sexo, mentiras e reviravoltas.

FIM



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